«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asteras Tripolis B podem fingir não ter ouvido.
Evgeniy Yablonskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Laskaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«54 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 34 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Asteras Tripolis B.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Christoforos Kolimatsis subiu nela.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Asteras Tripolis B pode pedir e sobe o salário que Adrián Riera pode exigir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asteras Tripolis B podem fingir não ter ouvido.
Plantel30/04/2029
Dimitris Laskaris desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Dimitris Laskaris apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christoforos Kolimatsis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Posição 9 e 14 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Markos Touroukis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asteras Tripolis B as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asteras Tripolis B, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fotis Kotsonis e o Asteras Tripolis B acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dimitris Laskaris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asteras Tripolis B, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fotis Kotsonis e o Asteras Tripolis B acertam mais 4 anos.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Asteras Tripolis B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Giannis Nikopolidis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandros Tereziou, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asteras Tripolis B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Asteras Tripolis B não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asteras Tripolis B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dimitris Laskaris estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Adrián Riera tem de reconquistar o que julgava seu. O Asteras Tripolis B não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Laskaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asteras Tripolis B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém no Asteras Tripolis B sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asteras Tripolis B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asteras Tripolis B, e não vai ser retirado.
Giannis Nikopolidis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Kotsonis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Junior Mendieta está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Asteras Tripolis B pode pedir e sobe o salário que Junior Mendieta pode exigir.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Junior Mendieta produziu-o, e o 8.83 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Kotsonis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O telefone voltou a tocar por causa de Markos Sifneos, e desta vez do outro lado está o Kavala. No Asteras Tripolis B ouvem com educação e não prometem nada.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Asteras Tripolis B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asteras Tripolis B perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asteras Tripolis B, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Kotsonis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Asteras Tripolis B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asteras Tripolis B podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asteras Tripolis B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Evgeniy Yablonskiy, e o treinador deixou.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Asteras Tripolis B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asteras Tripolis B podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giannis Giakoumakis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asteras Tripolis B as despedidas começaram em silêncio.
Plantel25/12/2028
Fotis Kotsonis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Miller Mareco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asteras Tripolis B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Adrián Riera
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Junior Mendieta produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Denis Kala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fotis Kotsonis assinar alguma coisa — um contrato no Asteras Tripolis B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 9 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Em resumo
Notas dos jogadoresAdrián Riera encarou-os todo o jogo
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Asteras Tripolis B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asteras Tripolis B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel04/12/2028
Fotis Kotsonis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Kotsonis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Asteras Tripolis B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Asteras Tripolis B foi explícito quanto à situação de Giorgos Botopoulos, o que é mais do que muitos recebem.
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Asteras Tripolis B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Markos Touroukis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asteras Tripolis B as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Kotsonis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitris Laskaris, e o treinador deixou.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Asteras Tripolis B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giannis Giakoumakis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asteras Tripolis B as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asteras Tripolis B coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Segue-se o Panserraikos, e há um homem no balneário do Asteras Tripolis B que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asteras Tripolis B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giannis Giakoumakis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asteras Tripolis B as despedidas começaram em silêncio.
Avaliado com 7.75. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Disseram uma coisa a Giannis Giakoumakis e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Segue-se o Volos NPS, e há um homem no balneário do Asteras Tripolis B que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Junior Mendieta assinar alguma coisa — um contrato no Asteras Tripolis B ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Asteras Tripolis B tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel18/09/2028
Fotis Kotsonis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Miller Mareco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Asteras Tripolis B. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asteras Tripolis B vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Asteras Tripolis B nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel28/08/2028
Fotis Kotsonis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Asteras Tripolis B merecia melhor, e ele também.
Segue-se o Kavala, e há um homem no balneário do Asteras Tripolis B que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asteras Tripolis B vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asteras Tripolis B já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Kotsonis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Asteras Tripolis B não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Asteras Tripolis B. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
MercadoOs representantes de Adrián Riera andam a telefonar
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Levadiakos tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asteras Tripolis B ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álex Méndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Álex Méndez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Asteras Tripolis B terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Posição 3, 33 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Asteras Tripolis B terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Ninguém no Asteras Tripolis B sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Asteras Tripolis B ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
“Quero ficar no futebol quando parar, e não vou esperar até parar para me preparar.” Aos 32 anos os cursos já começaram, e todos os treinadores da divisão se lembram de ter feito o mesmo.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giannis Nikopolidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Asteras Tripolis B vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Asteras Tripolis B ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Segue-se o PAOK B, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Ricardinho ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Asteras Tripolis B não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Asteras Tripolis B terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asteras Tripolis B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A capitania foi retirada a Kostas Bouloulis. O Asteras Tripolis B vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asteras Tripolis B podem fingir não ter ouvido.
Posição 2, 14 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giannis Nikopolidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 seguidas na estrada para o Asteras Tripolis B. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
7.64, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Álex Méndez, e o treinador deixou.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
16 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asteras Tripolis B, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Batido 4 vezes, com 1 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giannis Nikopolidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ricardinho pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Evgeniy Yablonskiy tem de reconquistar o que julgava seu. O Asteras Tripolis B não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Asteras Tripolis B pode pedir e sobe o salário que Charalabos Kallanxhi pode exigir.