André Nader lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Randy Nteka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Mayorga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Chiquichano, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Algeciras daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ourense CF segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Miguel Rojas depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Algeciras, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Algeciras perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 100 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Betis fica com o seu homem, e o Algeciras volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Juanma. 2‑0 sobre o Eldense, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Algeciras perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Algeciras, e não vai ser retirado.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 2 contratações e 2 saídas
Está feito o negócio no Algeciras até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
César De la Hoz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Algeciras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Randy Nteka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Algeciras perguntou e o Cádiz disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Victor Braga, e o treinador deixou.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Algeciras vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
André Nader lesiona os ligamentos do joelho — 103 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 103 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Yanis Senhadji produziu-o, e o 8.80 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
8.40. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Algeciras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Mayorga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jony Álamo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O banco28/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Miguel Rojas foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Em resumo
Notas dos jogadoresJavier Avilés encarou-os todo o jogo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Algeciras coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Mayorga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Miguel Rojas depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Algeciras foi explícito quanto à situação de Aleix Coch, o que é mais do que muitos recebem.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
Notas dos jogadoresJavier Avilés passa por eles um de cada vez
César De la Hoz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Palavras no treino do Algeciras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Mayorga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dani Garrido e o Algeciras acertam mais 3 anos.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Algeciras e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 13 no Ourense CF dizem o resto.
O banco07/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Miguel Rojas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Algeciras terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
O bancoÁlvaro Aceves pede uma conversa com o treinador
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Javier Avilés
Ángel Gómez lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
César De la Hoz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Betis Deportivo foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Yanis Senhadji tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Mayorga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Algeciras perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Algeciras coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Miguel Rojas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Yanis Senhadji: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Algeciras a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Algeciras coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Algeciras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Mayorga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Miguel Rojas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Algeciras, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.22 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.89 ao lado do nome.
Milton Castagna e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Algeciras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Mayorga está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Algeciras
Milton Castagna esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Mayorga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.38. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Algeciras joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Jony Álamo
Jony Álamo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/09/2026
No Algeciras ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Algeciras ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Málaga fica com o seu homem, e o Algeciras volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Algeciras coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Algeciras vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do Algeciras sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joe Riley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Algeciras ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. Héctor Herrera está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Algeciras podem fingir não ter ouvido.
Yanis Senhadji era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $2.5M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Mayorga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Algeciras perguntou e o Zaragoza disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Milton Castagna e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Algeciras joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Plantel24/08/2026
No Algeciras ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Iván Moreno tem a sua resposta do Algeciras; o que fizer com ela é a história da próxima janela.