Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Orest Kuzyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yaroslav Kysil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Denys Buialskyi sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Metalurh Zaporizhzhia foi explícito quanto à situação de Tymofii Machulian, o que é mais do que muitos recebem.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Orest Kuzyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Denys Buialskyi depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Metalurh Zaporizhzhia sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Artem Sitalo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nazar Baida assinar alguma coisa — um contrato no Metalurh Zaporizhzhia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Metalurh Zaporizhzhia ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Andrii Busko
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metalurh Zaporizhzhia tem de arrancar um resultado de algum lado.
A instrução veio da sala da direção e o banco não concordou com ela. Alguém vai sair, à verba chamar-lhe-ão bom negócio, e o treinador vai passar a época a reconstruir à volta do espaço vazio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaroslav Kysil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Metade do calendário jogado, 14.º lugar, 12 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco08/11/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Denys Buialskyi escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metalurh Zaporizhzhia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Orest Kuzyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nazar Baida, e o treinador deixou.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Empate aos 88 minutos, depois de uma tarde que o Metalurh Zaporizhzhia tinha praticamente arrumada. O Victoriia Sumy vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metalurh Zaporizhzhia podem fingir não ter ouvido.
Martín Dedes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmytro Sliusar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O UCSA defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaroslav Kysil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Spartak 1918 fica com o seu homem, e o Metalurh Zaporizhzhia volta a uma lista com um nome riscado.
Martín Dedes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou-se ao Livyi Bereh se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Metalurh Zaporizhzhia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmytro Sliusar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
125 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Metalurh Zaporizhzhia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metalurh Zaporizhzhia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaroslav Kysil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Metalurh Zaporizhzhia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ivan Mamrosenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Metalurh Zaporizhzhia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/03/2027
Yaroslav Kysil desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Metalist fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Orest Kuzyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yaroslav Kysil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Metalurh Zaporizhzhia perguntou e o Fenix disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Metalurh Zaporizhzhia gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel25/01/2027
Yaroslav Kysil desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco25/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Denys Buialskyi a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco25/01/2027
Dragos Puscas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Metalurh Zaporizhzhia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Metalurh Zaporizhzhia ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Metalurh Zaporizhzhia. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
Notas dos jogadoresOleksii Bandurin passa por eles um de cada vez
Mykhailo Rudavskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.33, e nenhuma delas entrará num resumo.
O banco18/01/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Denys Buialskyi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Oleksandr Domoleha: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Metalurh Zaporizhzhia a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metalurh Zaporizhzhia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Metalurh Zaporizhzhia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o Metalurh Zaporizhzhia tinha praticamente arrumada. O Podillia vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco28/12/2026
Dragos Puscas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Metalurh Zaporizhzhia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco28/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Denys Buialskyi escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metalurh Zaporizhzhia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Kyrylo Karavayev está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Denys Buialskyi não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Metalurh Zaporizhzhia também ninguém o escondia.
Um amarelo a mais e Anton Kravchenko fica de fora. O Metalurh Zaporizhzhia perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Metalurh Zaporizhzhia tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
Yaroslav Kysil lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
11 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Metalist foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Orest Kuzyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Denys Buialskyi sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 13 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Metalurh Zaporizhzhia. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Metalurh Zaporizhzhia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Metalurh Zaporizhzhia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mykhailo Rudavskyi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Metalurh Zaporizhzhia a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metalurh Zaporizhzhia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Denys Buialskyi depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Disseram uma coisa a Dragos Puscas e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Dribles concretizados: 11. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Oleksandr Domoleha apontou a data.
Yaroslav Kysil lesiona os ligamentos do joelho — 103 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 103 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Nota 7.27 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Metalurh Zaporizhzhia, o melhor em campo era deles.
O banco19/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Denys Buialskyi não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Metalurh Zaporizhzhia também ninguém o escondia.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Nyva? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Segue-se o Victoriia Sumy, e há um homem no balneário do Metalurh Zaporizhzhia que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
O bancoArtem Sitalo pede uma conversa com o treinador
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metalurh Zaporizhzhia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metalurh Zaporizhzhia tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Metalurh Zaporizhzhia sabe dizer em que semana.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ruslan Sobol passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Vitaliy Shakhov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Metalurh Zaporizhzhia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
118 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Metalurh Zaporizhzhia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Metalurh Zaporizhzhia sabe dizer em que semana.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Metalurh Zaporizhzhia terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dragos Puscas está nela.
125 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metalurh Zaporizhzhia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Posição 15 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metalurh Zaporizhzhia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Orest Kuzyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Denys Buialskyi saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Uma transferência que Yaroslav Kysil teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Yaroslav Kysil está a viver essa versão no Metalurh Zaporizhzhia, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Metalist queria mais do que $640.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Orest Kuzyk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Metalurh Zaporizhzhia foi ao Dynamo Kyiv com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yaroslav Kysil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Anton Tymoschuk é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Roman Marlos é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nazariy Shakhov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.