Victor Gey

Lateral Direito - Csákvár
11 Nov 2026
Quarta-feira
Processo

Marcado para Victor Gey

13 Edição

O Diário de Csákvár

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

10 jogos sem vencer para o Csákvár

A série chega a 10 e as perguntas em torno do Csákvár já não são delicadas.

O banco

András Perczel guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Csákvár pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

Os golos abandonaram o Csákvár

4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Csákvár sabe dizer em que semana.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Miljan Krpić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Szeged-Csanád GA leva os pontos ao Csákvár

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Csákvár

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dénes Szakály estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Marton Szalai responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Não há esconderijo para András Simon

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para András Simon, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Noel László estava imparável

Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Em resumo

Edições anteriores
9 Edição

O Diário de Csákvár

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Bence Somfalvi lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Bendegúz Lehoczki

Houve 9 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Csákvár por uma vitória

Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Csákvár tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Csákvár

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miljan Krpić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Benedek Erdélyi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Bendegúz Lehoczki

Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

O banco

Não há esconderijo para Luka Puzović

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luka Puzović, e o treinador deixou.

Jogo

Csákvár fica aquém diante do Fehervar

O Fehervar levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Marton Szalai enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Marton Szalai depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Em resumo

4 Edição

O Diário de Csákvár

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Noel László recusa o Vasas

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Plantel

Miljan Krpić em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Csákvár coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

Porta fechada: György Hursán fica onde está

O Csákvár perguntou e o Bekescsaba disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

O banco

O treinador faz de Victor Gey um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

O Csákvár apanhado aos 87 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Budafoki MTE marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

Plantel

Não há lugar para Berni Kassy Ghoy no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Csákvár joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Mercado

Csákvár contrata Berni Kassy Ghoy, uma aposta no futuro

Berni Kassy Ghoy tem 20 anos, e o Csákvár contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.

Jogo

Berni Kassy Ghoy salva um ponto para o Csákvár

Foi preciso Berni Kassy Ghoy marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Budafoki MTE, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Plantel

Dénes Szakály desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

3 Edição

O Diário de Csákvár

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

O Csákvár leva uma nega por Zalán Kerezsi

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O MTK Budapest fica com o seu homem, e o Csákvár volta a uma lista com um nome riscado.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Victor Gey

Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Os ânimos aquecem no Csákvár

Miljan Krpić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Não há esconderijo para Miljan Krpić

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miljan Krpić, e o treinador deixou.

Jogo

Tarde má para o Csákvár diante do BVSC-Zugló

0‑1 para o BVSC-Zugló, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Notas dos jogadores

Os dois trabalhos feitos por Márton Lorentz — 6.56

Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.56, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.

Plantel

Miljan Krpić já ficou grande para esta divisão

Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Csákvár sabem-no, e também todos os que o veem.

O banco

Marton Szalai responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Plantel

Palavras no treino do Csákvár sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Róbert Csáki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

2 Edição

A Sentinela de Vasas

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Uma venda de $1.2M, e uma cidade que não a queria

Victor Gey foi-se, as contas têm $1.2M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.

Mercado

Ajka voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Vasas não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Negócios são negócios: Victor Gey sai

O Csákvár pagou $1.2M e o Vasas aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Alvos de mercado

O Vasas avança para Pál Helmich

$320.0K em cima da mesa do Ujpest. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Plantel

Um desentendimento no Vasas

Danilo Mitrović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Vasas oferece $74.0K por Tamás Fadgyas

A proposta seguiu esta semana para o MTK Budapest, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

O banco

O treinador faz de Bence Banó-Szabó um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Janos Szalai sobe da formação do Vasas

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Janos Szalai está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

Balazs Gulacsi sobe da formação do Vasas

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Balazs Gulacsi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Em resumo

2 Edição

O Diário de Csákvár

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

$1.2M: novo recorde em Csákvár

Nenhum futebolista custou tanto a este clube, e o número será recitado sempre que ele falhar um passe nos próximos dois anos.

Jogo

O Csákvár deixa para o fim diante do Kecskeméti TE

Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Kecskeméti TE passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.

Plantel

Miljan Krpić consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Miljan Krpić acabou de assinar pelo Csákvár e, por uma vez, a resposta importava.

Notas dos jogadores

Um golo de defesa dá a vitória ao Csákvár — 7.75

1 para Dávid Mészáros, avaliado com 7.75, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.

Alvos de mercado

Luka Puzović vai a exames médicos no Csákvár

Tudo acordado com o Radnik Surdulica, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Alvos de mercado

Porta fechada: Dániel Lukács fica onde está

O Csákvár perguntou e o Puskas Akademia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Um desentendimento no Csákvár

Miljan Krpić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

O Csákvár gasta $1.2M na contratação que a cidade queria

É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $1.2M por Victor Gey, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.

Jogo

Dávid Mészáros leva o Csákvár a superar o Kecskeméti TE

Terminou 2‑1, e a tarde foi de Dávid Mészáros: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Csákvár.

Em resumo