41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dynamo Kyiv perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nazar Voloshyn estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente no Dynamo Kyiv viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykola Shaparenko, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ihor Krasnopir está nela.
Em resumo
O bancoTymur Puzankov volta a ter um treinador que o conhece
O bancoIvan Zhelizko pede uma conversa com o treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Polissia já se começa a dizer o nome dele no passado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Maksym Voronov acertou condições com o Zorya para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Borys Krushynskyi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Polissia ofereceu $24.0K; o Probiy disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kryvbas fica com o seu homem, e o Polissia volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Polissia sobre quem trabalha
93 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dynamo Kyiv perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Kudrivka à espera com uma camisola. No Dynamo Kyiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dynamo Kyiv, e não vai ser retirado.
7.91, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dynamo Kyiv lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Polissia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel31/01/2033
14 dias de fora para Bohdan Vekliak depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Polissia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Borys Krushynskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Ivan Kotukha acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Polissia substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Polissia perguntou e o Vorskla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel31/01/2033
Palavras no treino do Polissia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Tarasov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Polissia vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Anton Pikhalyonok chama-lhe outra coisa em privado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Polissia a ouviu como outra coisa.
Borys Krushynskyi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandr Tarasov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Shakhtar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Emil Mustafaiev está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Tymur Puzankov tem a sua resposta do Polissia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dynamo Kyiv, e não vai ser retirado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dynamo Kyiv a ouviu como outra coisa.
O Karpaty queria mais do que $1.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Carmo e o Dynamo Kyiv acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
PlantelNo Dynamo Kyiv ainda são estranhos uns para os outros
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dynamo Kyiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Polissia queria mais do que $5.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
O Dynamo Kyiv foi ao Oleksandriya com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.5M — um clube que quer Maksym Yevpak ao ponto de perguntar duas vezes.
David Carmo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Polissia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Bukovyna à espera com uma camisola. No Polissia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Borys Krushynskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Polissia perguntou e o Obolon disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/06/2032
Palavras no treino do Polissia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bohdan Mykhailichenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Polissia já trabalhou com Vladyslav Siryk e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O banco28/06/2032
Emil Mustafaiev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Polissia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Viktor Dolhyi não desaparece
A proposta do Vorskla por Arsenii Batahov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O aperto de mão com o Oleksandriya está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Verba acordada, salário acordado, e o Inhulets à espera com uma camisola. No Dynamo Kyiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Denys Ihnatenko está a viver essa versão no Dynamo Kyiv, e costuma notar-se no primeiro mês.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ihor Krasnopir quer futebol continental; se o Dynamo Kyiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Polissia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Nicola Grandu agiu, no Polissia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Borys Krushynskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicola Grandu e o Polissia acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Volodymyr Shepeliev está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Denys Ihnatenko, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Polissia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Kostiantyn Vivcharenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/02/2032
Arsenii Batahov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Metalist queria mais do que $37.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Shakhtar vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Valeriy Bondar pré-acordou a mudança para o Dynamo Kyiv, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dynamo Kyiv, e 7 jogos em 32 dizem que merece ser ouvido.
Borys Krushynskyi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Polissia ofereceu $230.0K; o Dynamo Kyiv disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Poltava vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Yan Zheliba pré-acordou a mudança para o Polissia, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Karpaty fica com o seu homem, e o Polissia volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Polissia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dynamo Kyiv segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykyta Kravchenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Em resumo
Emprestados12 balizas a zeros por empréstimo para Maksym Voronov
Kostiantyn Vivcharenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel19/01/2032
Arsenii Batahov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco19/01/2032
Arsenii Batahov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco19/01/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Ruslan Karavayev não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Dynamo Kyiv também ninguém o escondia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um amarelo a mais e Illia Kvasnytsia fica de fora. O Dynamo Kyiv perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
O banco19/01/2032
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Kai Cipot
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Kolos? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kai Cipot será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Plantel05/01/2032
Arsenii Batahov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Dynamo Kyiv vai tentar não fazer disso um caso.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taras Kovalenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Kostiantyn Vivcharenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/12/2031
Arsenii Batahov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dynamo Kyiv, e 3 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kristian Bilovar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/12/2031
Arsenii Batahov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dynamo Kyiv lida com um homem que quer outro país.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dynamo Kyiv, e 3 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Polissia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cătălin Itu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Polissia as despedidas começaram em silêncio.
Volodymyr Shepeliev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alex Valera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Polissia, e 4 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 6.84, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Illia Putria, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Polissia foi explícito quanto à situação de Danylo Holub, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
O bancoBorys Krushynskyi tornou-se um homem de confiança do treinador
Kostiantyn Vivcharenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/11/2031
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arsenii Batahov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
20 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Illia Kvasnytsia está nela.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Ruslan Karavayev depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Will Smallbone lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arsenii Batahov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Dynamo Kyiv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Kolos segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dynamo Kyiv sabem-no.
Oskar Casagrande e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Dynamo Kyiv tem 3 vitórias seguidas dela.
Jogo25/10/2031
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Dynamo Kyiv. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Plantel27/10/2031
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arsenii Batahov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Anton Suchkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresMykola Shaparenko fez o trabalho que ninguém conta — 7.33
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dynamo Kyiv podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kai Cipot será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arsenii Batahov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kai Cipot, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mykola Shaparenko produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
7.98, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kostiantyn Vivcharenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/10/2031
Arsenii Batahov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Dynamo Kyiv ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Stephy Mavididi está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Volodymyr Shepeliev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco06/10/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Oleh Haiduchok saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
0‑2 para o Rukh, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel29/09/2031
Peter Itodo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Rukh; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Dynamo Kyiv já sabem disso.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Kostiantyn Sydorchuk compromete-se com o Dynamo Kyiv por mais 4 anos.
O banco29/09/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Ruslan Karavayev saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Arsenii Batahov regressa a Dynamo Kyiv com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kristian Bilovar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Jogo20/09/2031
Ninguém quer jogar contra o Dynamo Kyiv neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.83 para o resto.
Kostiantyn Vivcharenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Arsenii Batahov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dynamo Kyiv disse a Will Smallbone que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Verba acordada, salário acordado, e o Oleksandriya à espera com uma camisola. No Dynamo Kyiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O telefone voltou a tocar por causa de Illia Kvasnytsia, e desta vez do outro lado está o Chornomorets. No Dynamo Kyiv ouvem com educação e não prometem nada.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Kryvbas; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ramik Hadzhyiev acabou de assinar pelo Dynamo Kyiv e, por uma vez, a resposta importava.
Os papéis estão assinados: Ramik Hadzhyiev chega do Karpaty num negócio de $590.0K. Agora vem a parte difícil.
Plantel11/08/2031
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kostiantyn Vivcharenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Polissia fica com o seu homem, e o Dynamo Kyiv volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Polissia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não há pior forma de perder um futebolista. Cătălin Itu pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Polissia perguntou e o Dynamo Kyiv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polissia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alex Valera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Obolon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Obolon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Polissia fica com o seu homem, e o Obolon volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Obolon
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Polissia já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Polissia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Mercado28/07/2031
Como se nunca tivesse saído: Ardit Tahiri regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Ardit Tahiri volta a ser jogador do Polissia, e a cidade tem a sua história do verão.
A proposta seguiu esta semana para o Zorya, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Volodymyr Kulach acertou condições com o Ahrobiznes para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polissia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alex Valera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Direção15 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Polissia
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kolos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kolos já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kolos, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kolos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Zorya queria mais do que $600.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel21/07/2031
Samuel Lavrinčík desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Kolos volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
O bancoMaksym Chekh volta a ter um treinador que o conhece
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Polissia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Polissia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Maksym Braharu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/07/2031
Palavras no treino do Polissia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Valera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
$29.0K era o máximo que o clube pagaria, e o LNZ pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Polissia perguntou e o Vorskla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kolos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Dynamo Kyiv por Samuel Lavrinčík foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladyslav Shershen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kolos as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kolos fez a parte difícil com o Shakhtar, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kolos ofereceu $85.0K; o Karpaty disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Polissia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Polissia, e não vai ser retirado.
A proposta do Oleksandriya por Maksym Braharu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Zorya, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Maksym Braharu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$35.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Oleksandriya pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Ninguém no Polissia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Obolon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Obolon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Livyi Bereh por Ihor Kostenko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel14/07/2031
Anton Suchkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jordan Konango Mbon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Denys Ustymenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kolos já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kolos, e não vai ser retirado.
Valentyn Rubchynskyi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$200.0K era o máximo que o clube pagaria, e o LNZ pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel07/07/2031
Samuel Lavrinčík desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kolos vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Em resumo
O bancoMaksym Chekh volta a ter um treinador que o conhece
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Polissia já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Polissia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Denys Svitiukha será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Polissia as despedidas começaram em silêncio.
O Polissia perguntou e o Oleksandriya disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Maksym Braharu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Polissia foi ao Oleksandriya com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Em resumo
Alvos de mercadoNão há negócio por Kostiantyn Kvas a esse preço
PlantelAlex Valera desentende-se com um colega por causa das exigências
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Polissia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Polissia perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Kisvárda por Tymur Puzankov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Dan Happe acertou condições com o Poltava para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Bohdan Mykhailichenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.