49 dias de fora para Felipe Campos depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cobreloa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Tomás Sultani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/01/2028
Manuel Rivera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco17/01/2028
Nicolás Abregú tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cobreloa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
57 dias de fora para Felipe Campos depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cobreloa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nicolás Castillo não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cobreloa, e não vai ser retirado.
A proposta do Deportes Copiapó por Gustavo Gotti foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Felipe Campos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/01/2028
Manuel Rivera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco10/01/2028
Misael Dávila tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cobreloa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cobreloa está a esgotar-se.
As bancadas29/11/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Cobreloa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Rivera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente no Cobreloa viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do PAS Giannina por Matías Laurino foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cobreloa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/08/2027
Manuel Rivera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Mamut, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Leandro Mamut e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco23/08/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Nicolas Vargas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomás Conechny está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cobreloa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 14 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Felipe Campos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Cobreloa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Rivera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Máximo Guzmán pôs o Cobreloa de novo em igualdade em 1 minutos, e o Deportes Limache nunca chegou a jogar com vantagem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cobreloa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cobreloa, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Tomás Sultani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores26/04/2027
Jorge Gatica fez o trabalho que ninguém conta — 6.61
15 ações combinadas e 6.61. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Cobreloa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Rivera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alvaro Delgado, e o treinador deixou.
O banco26/04/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Nicolas Vargas foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cobreloa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cobreloa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Toda a gente no Cobreloa viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco29/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nicolás Castillo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Segue-se o Ñublense, e há um homem no balneário do Cobreloa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tomás Sultani. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Cristian Muga lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Rivera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomás Sultani, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Segue-se o O'Higgins, e há um homem no balneário do Cobreloa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Cristian Muga lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tomás Sultani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Rivera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
0‑1 para o Palestino, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel22/02/2027
9 caras novas e o Cobreloa ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
100 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cobreloa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel25/01/2027
Manuel Rivera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cobreloa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cobreloa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Rivera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Cobreloa perguntou e o O'Higgins disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Uma sondagem ao Gimnasia y Esgrima para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Sportivo Italiano se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Cobreloa já telefonou ao Sarmiento. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Sebastián Zúñiga lesiona os ligamentos do joelho — 55 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tomás Sultani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cobreloa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel02/11/2026
Manuel Rivera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco02/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nicolás Castillo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cobreloa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel26/10/2026
No Cobreloa ainda são estranhos uns para os outros
18 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luis Bonilla e o Cobreloa acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vicente Conelli, e o treinador deixou.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Hugo Araya apontou a data.
100 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cobreloa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Felipe Campos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
116 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cobreloa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Tomás Sultani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Cobreloa é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cristian Insaurralde e o Cobreloa acertam mais 1 anos.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hugo Araya, e o treinador deixou.
148 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cobreloa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador reorganizou as ideias e Cristian Insaurralde saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Deportes Temuco com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
A próxima visita é de uma equipa no 12.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jorge Henríquez acabou de assinar pelo Cobreloa e, por uma vez, a resposta importava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rodolfo González e o Cobreloa acertam mais 2 anos.
Cristian Insaurralde esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/08/2026
Manuel Rivera desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 6.99, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Bastián San Juan continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cobreloa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Nicolas Vargas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
Notas dos jogadoresVicente Conelli passa por eles um de cada vez