“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Colo-Colo, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Colo-Colo já se começa a dizer o nome dele no passado.
Sampson Dweh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel27/12/2027
Simón Ramírez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Javier Correa está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Salomón Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Javier Correa
A proposta do Universidad de Chile por Javier Correa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Antofagasta à espera com uma camisola. No Colo-Colo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Colo-Colo podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Evanz Contreras e o Colo-Colo acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Colo-Colo
Sampson Dweh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/11/2027
Simón Ramírez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alvaro Madrid, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Já são 25 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
1‑1 frente ao Carabobo, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Maximiliano Romero está no centro dessa descrição.
21 golos e uma média de 7.46 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colo-Colo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Carabobo; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Plantel25/10/2027
Simón Ramírez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Acosta, e o treinador deixou.
Sampson Dweh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/10/2027
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristián Zavala está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ulises Torres será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Colo-Colo as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cristián Zavala estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Claudio Aquino está nela.
O San Marcos de Arica vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Colo-Colo foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.01 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.40 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Notas dos jogadores12/07/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao Colo-Colo — 7.86
1 para Tomás Alarcón, avaliado com 7.86, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Sampson Dweh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.25 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O Colo-Colo foi ao Universidad de Chile com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Colo-Colo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
14 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
0‑1 frente ao Deportivo Cali. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colo-Colo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Colo-Colo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arturo Vidal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Gonzalo Nunez a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simón Ramírez, e o treinador deixou.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.20 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Colo-Colo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/08/2026
Uma transferência que Simón Ramírez teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Simón Ramírez está a viver essa versão no Colo-Colo, e costuma notar-se no primeiro mês.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jean Aravena passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Claudio Nunez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gary Sagal passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.