131 dias de fora para Jorge Arias depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Millonarios vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Millonarios perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jeisson Quinones estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Darwin Quintero, e o treinador deixou.
Yosafar Lenis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Millonarios, mais uma semana sem a assinatura de Jeisson Quinones.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonardo Castro está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrey Estupiñán assinar alguma coisa — um contrato no Millonarios ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Millonarios. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Millonarios perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jaine Barreiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Giordana, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Plantel19/10/2026
15 caras novas e o Millonarios ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Millonarios perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jaine Barreiro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/10/2026
Jeisson Quinones desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Millonarios sabe dizer em que semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrey Estupiñán está nela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.