Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 140 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mayer Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cristian Moya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enrique Serje, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Deportivo Pasto, mais uma semana sem a assinatura de Cristian Moya.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Santiago Córdoba treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Deportivo Pasto. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 148 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Luis Rangel está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Brian Rodriguez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Julián Quiñones está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Deportivo Pasto. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 156 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Deportivo Pasto lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel02/11/2026
Esneyder Mena desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jhon Labastidas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Diego Chávez sai dessa comparação dentro da equipa, e o Deportivo Pasto beneficiou de cada uma dessas tardes.
Em resumo
O bancoEsneyder Mena pede uma conversa com o treinador
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jorge Obregón quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sebastián Cuernú e o Deportivo Pasto acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Esneyder Mena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
21 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Ordoñez, e o treinador deixou.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Deportivo Pasto joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Deportivo Pasto, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jorge Obregón. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Arled Cadavid apontou a data.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Pasto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bryam Rebellón e o Deportivo Pasto acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Julián Quiñones estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Deportivo Pasto. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Deportivo Pasto não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Deportivo Pasto podem fingir não ter ouvido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Francisco Rangel é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Brian Hurtado é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Mayer Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mayer Gil tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, James Lopez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hervin Goyes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Pasto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Deportivo Pasto lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franco Leys, e o treinador deixou.
O Alianza Petrolera vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Deportivo Pasto foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.41, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores21/09/2026
Patrick Preciado, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.97
Um 8.97 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Mayer Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Patrick Preciado tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” James Lopez sobre uma tarde de 4‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Deportivo Pasto
0‑1 para o La Equidad, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel14/09/2026
Esneyder Mena desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arled Cadavid, e o treinador deixou.
Iago Herrerín e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 James Lopez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mayer Gil tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Esneyder Mena está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Deportivo Pasto vai tentar não fazer disso um caso.
Iago Herrerín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” James Lopez depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Deportivo Pasto lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Esneyder Mena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Harrinson Mancilla, e o treinador deixou.
18 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 James Lopez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
1‑4 para o Deportivo Cali, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Deportivo Pasto lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Mayer Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Esneyder Mena está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” James Lopez depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.