Jhon Aponza, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.87
Um 7.87 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
425 jogos ao longo de 8 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Cali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Johan Martínez. 2‑1 sobre o Independiente Medellin, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Vejo todos os jogos do Deportivo Cali daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Real Santander segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Carlos Cantillo
Notas dos jogadoresGustavo Cuéllar passa a tarde a fazer faltas
0‑0 frente ao Santa Fe, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cristian Alomía produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Cali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Deportivo Cali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrés Correa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um 2‑0 sobre o America de Cali, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresMatías Orozco falha aos onze metros
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pedro Gallese e o Deportivo Cali acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Emanuel Reynoso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel08/03/2027
Andrés Correa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vitória por 1‑0 sobre o Bogota, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.
Notas dos jogadores01/03/2027
Keiner Estacio, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.13
Um 8.13 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Cali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Deportivo Cali daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Real Santander segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Keimer Sandoval tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jhon Aponza não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Juan Dinenno quer futebol continental; se o Deportivo Cali o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Deportivo Cali não tinha no outono.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Deportivo Cali sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrés Correa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Emanuel Reynoso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
0‑0 frente ao Ceará, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Luis Orejuela quer futebol continental; se o Deportivo Cali o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Pablo Díaz e o Deportivo Cali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabián Viáfara, e o treinador deixou.
Plantel14/12/2026
Johan Martínez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Deportivo Cali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Deportivo Cali fez saber ao mercado que Fabián Viáfara está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
2‑2 frente ao Carabobo, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jhon Aponza não precisou: 7.95, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Emanuel Reynoso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/11/2026
Andrés Correa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Jhon Aponza pôs o Deportivo Cali de novo em igualdade em 3 minutos, e o Carabobo nunca chegou a jogar com vantagem.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Deportivo Cali fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Em resumo
PlantelAvilés Hurtado tornou-se um homem de confiança do treinador
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Pedro Gallese
Notas dos jogadoresJosé Caldera nunca entrou no jogo
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Deportivo Cali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Avilés Hurtado tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Racing deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Aos 39 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.46 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Cali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pedro Gallese, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresJohan Martínez em notas de excelência
Ronaldo Pájaro lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Deportivo Cali fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Plantel26/10/2026
Emanuel Reynoso tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Deportivo Cali dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
51 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Deportivo Cali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Cali coisas que levam mais de uma semana a retirar.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Deportivo Cali perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
3‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brayan Moreno produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jhon Aponza não precisou: 7.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.32 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
Emanuel Reynoso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Andrés Colorado.
Ronaldo Pájaro lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Pedro Gallese: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Vitória por 2‑1 sobre o Deportivo Pasto, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Deportivo Pasto está fora e o Deportivo Cali segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Notas dos jogadores24/08/2026
Jhon Aponza, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.03
Um 8.03 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 39 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.45 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Emanuel Reynoso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel24/08/2026
Andrés Correa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresJohan Martínez encarou-os todo o jogo
Notas dos jogadoresBrayan Moreno falha aos onze metros