Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mirassol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Walter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Oliveira, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Eduardo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mirassol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chico Kim está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Mirassol. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Mirassol ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
O Bahia foi ao Chicago Fire com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alvos de mercado21/12/2026
Os exames médicos acabam com o negócio de Yago Souza
Estava tudo acordado com o America Mineiro, e então o médico falou. O Bahia desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Casa Pia fica com o seu homem, e o Bahia volta a uma lista com um nome riscado.
O Fluminense pagou $2.1M e o Bahia aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel21/12/2026
Uma transferência que Romarinho teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Romarinho está a viver essa versão no Bahia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Caio Alexandre e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Bahia sobre quem trabalha
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mirassol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mercado21/12/2026
O Mirassol paga $3.6M ao Bahia por uma melhoria a sério
O Bahia não queria vender e o número é a razão por que o fez. $3.6M por Nicolás Acevedo, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O negócio que levaria Lucas Oliveira para o America Mineiro caiu na fase final e ele reapresenta-se no Mirassol com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A proposta do America Mineiro por Gustavo Cazonatti foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nicolás Acevedo era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $3.6M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
O Mirassol perguntou e o Shakhtar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alesson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/12/2026
Alex Muralha sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Verba acordada, salário acordado, e o Artigas à espera com uma camisola. No Liverpool Montevideo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Joel Poiso volta a ser jogador do Liverpool Montevideo, e a cidade tem a sua história do verão.
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $3.0M por Fernando Mimbacas, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Renzo Machado, e o treinador deixou.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
0‑0 frente ao La Equidad, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $14.1M porque Matheus Thuler é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bahia já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Bahia e o Criciuma acertaram em $1.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Jean Lucas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Mirassol queria mais do que $510.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 122 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mirassol já se começa a dizer o nome dele no passado.
Tudo acordado com o Bahia, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Mercado14/12/2026
O Mirassol paga $2.0M ao Bahia por uma melhoria a sério
O Bahia não queria vender e o número é a razão por que o fez. $2.0M por Kanu, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Pereira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Vissel Kobe aceitou o dinheiro. O que o Bahia ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta seguiu esta semana para o Mirassol, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bahia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Bahia perguntou e o Criciuma disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel07/12/2026
Jean Lucas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
MercadoCaio Alexandre está livre para procurar outro sítio
Caio Alexandre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/11/2026
Jean Lucas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Olivera, e o treinador deixou.
O banco16/11/2026
Jean Lucas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Bahia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Bahia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco16/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ruan Pablo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.