Duk

Meia Atacante (E) - Atlas
9 Dez 2026
Quarta-feira
Processo

Marcado para Duk

17 Edição

O Correio de Atlas

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

José Luis Martín guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlas pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

Até que enfim: o Atlas ganha um jogo

8 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Puebla. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.

Jogo

Duk faz a diferença pelo Atlas contra o Puebla

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Duk. 1‑0 sobre o Puebla, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Jorge Sánchez no seu melhor

Avaliado com 8.17. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Atlas.

Notas dos jogadores

Duk em notas de excelência

Uma exibição de 8.12 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Alfonso González

Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Troca de palavras no Atlas

Gaddi Aguirre e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Cándido Ramírez assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cándido Ramírez e o Atlas acertam mais 2 anos.

O banco

Um Nestor Edson satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Nestor Edson podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Em resumo

Edições anteriores
15 Edição

O Correio de Atlas

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Atlas por uma vitória

Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlas tem de arrancar um resultado de algum lado.

Jogo

Tijuana leva os pontos ao Atlas

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Luís Esteves desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Duk

Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Juan Sánchez Purata ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Os ânimos aquecem no Atlas

César Ramos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Nestor Edson enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nestor Edson depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Adrián Mora

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

Manuel Capasso bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

14 Edição

O Correio de Atlas

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Atlas

Eliminado, 2‑4 com o Cruz Azul, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

Jogo

A espera do Atlas continua

Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Mercado

Mateo García pede para sair do Atlas

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

O banco

Ryan Mmaee guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlas pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Juan Carlos González aos 21 — 7.78

O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Juan Carlos González não precisou: 7.78, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Atlas e do Cruz Azul por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Luís Esteves

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.44, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

Víctor Ríos desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Uma promessa cumprida a Jorge Sánchez

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atlas disse a Jorge Sánchez que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

Em resumo

  • Plantel Um desentendimento no Atlas
  • O banco Nestor Edson enfrenta as perguntas
  • Notas dos jogadores Duk encarou-os todo o jogo
13 Edição

O Correio de Atlas

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

5 jogos sem vencer para o Atlas

A série chega a 5 e as perguntas em torno do Atlas já não são delicadas.

Mercado

Milton Valenzuela quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

O banco

Agustín Rodríguez ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Tarde má para o Atlas diante do Monterrey

0‑1 para o Monterrey, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Luís Esteves desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Duk

Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jorge Sánchez

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Plantel

Um desentendimento no Atlas

César Ramos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Nestor Edson responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Em resumo

12 Edição

O Correio de Atlas

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

O banco

Ángel Estrada: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlas nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Florián Monzón quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Atlas

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Atlas já não são delicadas.

Plantel

Rodrigo Rentería é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Jogo

Tarde má para o Atlas diante do Pumas UNAM

0‑1 para o Pumas UNAM, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Luís Esteves desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Duk encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

César Ramos em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlas coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Nestor Edson enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nestor Edson depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Em resumo

11 Edição

O Correio de Atlas

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O salto de Jesús Guillén é a sério

Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

César Ramos melhorou aos 26, o que ninguém esperava

As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.

Plantel

Os ânimos aquecem no Atlas

César Ramos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Não há esconderijo para Rodrigo Schlegel

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Schlegel, e o treinador deixou.

O banco

Agustín Rodríguez bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Agustín Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Antevisão

O Atlas mede-se com a equipa que todos perseguem

O Pumas UNAM chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.

Antevisão

Jorge San Martín defronta o antigo clube

Segue-se o Pumas UNAM, e há um homem no balneário do Atlas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

O banco

O treinador faz uma promessa a Adrián Mora

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atlas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

José Luis Martín quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlas vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo

  • Mercado A história de Ryan Mmaee recusa-se a morrer
  • Mercado Mais um bloco de notas apontado a Jorge Sánchez
  • O banco Duk mantém o voto do treinador
9 Edição

O Correio de Atlas

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

23 dias de fora para Hirving Guardado depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Mateo García pede para sair do Atlas

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

José Luis Martín é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Mercado

Manuel Capasso quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Luís Esteves desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Juan Sánchez Purata um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Duk foi a diferença para o Atlas

Avaliado com 7.87. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

Plantel

Um desentendimento no Atlas

César Ramos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Atlas divide pontos com o Club America

Um 1‑1 com o Club America deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

Em resumo

7 Edição

O Correio de Atlas

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Florián Monzón comanda a goleada sobre o Veracruz

5‑1, e Florián Monzón ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Atlas. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Florián Monzón marca duas vezes — 9.38

Dois golos e um 9.38 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Notas dos jogadores

Aldo Rocha, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.25

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.25 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.

Mercado

Alonso Ripoll põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlas, e não vai ser retirado.

Jogo

Atlas não para de ganhar

Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Atlas e do Veracruz por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Plantel

Luís Esteves desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Adrián Mora assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adrián Mora e o Atlas acertam mais 3 anos.

Notas dos jogadores

Duk passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Em resumo

4 Edição

O Correio de Atlas

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Os dois de Agustín Rodríguez — 8.97

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.97, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Florián Monzón quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Alvos de mercado

Caro demais: o Atlas desiste de Ángel Rico

$96.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Pumas UNAM pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Notas dos jogadores

Duk encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Atlas

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luís Esteves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: Jorge Berlanga fica onde está

O Atlas perguntou e o Pachuca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Mercado

Mateo García atrai pretendentes

O nome de Mateo García apareceu em conversas de que o Atlas não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Jogo

Agustín Rodríguez faz a diferença pelo Atlas contra o Dorados

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Agustín Rodríguez. 2‑0 sobre o Dorados, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Um desentendimento no Atlas

Jorge Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Em resumo

  • Plantel Um clube mais pequeno assentaria agora a Camilo Vargas
  • O banco O treinador faz de Ryan Mmaee um exemplo
  • O banco O veredicto do treinador