«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lusitânia Lourosa sabem-no.
Sávio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Fabio Blanco tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel01/03/2027
Dylan Collard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 3 jogos, 1 deles sem sofrer. Alguém no Lusitânia Lourosa defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lusitânia Lourosa, mais uma semana sem a assinatura de André Sousa.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
Notas dos jogadoresTiago Dias encarou-os todo o jogo
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lusitânia Lourosa, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dylan Collard está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lusitânia Lourosa podem fingir não ter ouvido.
3 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Lusitânia Lourosa perguntou e o Rayo Vallecano disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Vitor Hugo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tiago Dias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Marco Correia depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
PlantelNão há lugar para José Melro no desenho novo
Notas dos jogadoresZé Vitor encarou-os todo o jogo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Matheus Bahia está em marcha
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lusitânia Lourosa, e não vai ser retirado.
1 para João Muniz, avaliado com 7.81, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlético Mineiro fica com o seu homem, e o Lusitânia Lourosa volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel25/01/2027
Tiago Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Zé Vitor no seu melhor
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ibrahim Alhassan marcou, foi avaliado com 7.55 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Atlético Mineiro fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Braga fica com o seu homem, e o Lusitânia Lourosa volta a uma lista com um nome riscado.
Sávio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dylan Collard está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Empate aos 94 minutos, depois de uma tarde que o Lusitânia Lourosa tinha praticamente arrumada. O Portimonense vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Tiago Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Lusitânia Lourosa foi explícito quanto à situação de Dylan Collard, o que é mais do que muitos recebem.
João Vasco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dylan Collard está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Marco Correia sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Farense.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Rivaldo Morais: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Lusitânia Lourosa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Leonel Pérez marcou, foi avaliado com 7.96 e voltou antes de alguém dar pela falta.
O golo que pôs o Felgueiras na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Lusitânia Lourosa empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Plantel21/12/2026
Dylan Collard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ibrahim Alhassan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 1‑1 com o Felgueiras deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Marco Correia escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco21/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Iago André
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lusitânia Lourosa pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Leonel Pérez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel07/12/2026
Dylan Collard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco07/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Marco Correia saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ricardo Moura tem a sua resposta do Lusitânia Lourosa; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Segue-se o Feirense, e há um homem no balneário do Lusitânia Lourosa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O banco07/12/2026
João Silva tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lusitânia Lourosa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
7.83, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lusitânia Lourosa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Avaliado com 8.18. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Lusitânia Lourosa.
Plantel30/11/2026
Dylan Collard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Marco Correia foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Lusitânia Lourosa perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Minuto 92, frente ao Penafiel, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Tiago Dias jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel19/10/2026
Dylan Collard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Marco Correia sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Tiago Dias: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Lusitânia Lourosa a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O banco19/10/2026
Aly Palacios tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lusitânia Lourosa dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lusitânia Lourosa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Marco Correia saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dylan Collard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Pacos de Ferreira, e há um homem no balneário do Lusitânia Lourosa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Lusitânia Lourosa gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gustavo Reis agiu, no Lusitânia Lourosa, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonel Pérez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonel Pérez, e o treinador deixou.
Dylan Collard e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lusitânia Lourosa, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonel Pérez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Lusitânia Lourosa vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Lusitânia Lourosa foi explícito quanto à situação de Luís Rocha, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Lusitânia Lourosa tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
23 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $45.5K — um clube que quer Jota ao ponto de perguntar duas vezes.
O Lusitânia Lourosa tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Benfica, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Mercado07/09/2026
Tão perto: a transferência de Luís Rocha morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Amora seguiu em frente, Luís Rocha apresenta-se de volta no Lusitânia Lourosa, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O Nacional queria mais do que $42.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Lusitânia Lourosa vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
$6.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Estoril Praia pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Lusitânia Lourosa foi ao Estrela da Amadora com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Portimonense por Josué Sá foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vitor Hugo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.