Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ain coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bradley Dolly estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bradley Dolly, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al Ain pode pedir e sobe o salário que Sebastián Puerta pode exigir.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 12 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Nasser Omar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/01/2036
Adis Jašić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $101.0M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Ain perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Momodou Jatta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/12/2035
Adis Jašić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adis Jašić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al Ain disse a Majed Al Menhali que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Rashid Al Menhali podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Nasser Hassan agarrou este contra o Al Fujairah. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Ain.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nasser Hassan não precisou: 8.12, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.11 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Ain ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nasser Omar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores08/10/2035
Oumar Traoré fez o trabalho que ninguém conta — 6.82
15 ações combinadas e 6.82. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Plantel08/10/2035
Adis Jašić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Ain perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Justin Hubner será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Ain as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ain coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $103.8M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Justin Hubner, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Serginho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco13/08/2035
Momodou Jatta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al Ain dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Toda a gente deixou de fingir: o Emirates Club vai fazer a chamada por Nasser Hassan esta semana. O Al Ain tem um número em mente, e o número não é tímido.
Adis Jašić lesiona os ligamentos do joelho — 79 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 79 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Ain falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Ain ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Ain coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Jazira fica com o seu homem, e o Al Ain volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel18/06/2035
Pedro Bondo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $106.6M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
O banco18/06/2035
Momodou Jatta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al Ain dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoNasser Omar colocado na lista de transferências
Mamadou Coulibaly e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wasl ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Al Wasl perguntou e o Emirates Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel18/06/2035
Matti Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco18/06/2035
Matti Wagner tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al Wasl dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
88 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Ain perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel11/06/2035
23 dias de fora para Faisal Hussain depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Ain vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Al Wasl por Justin Hubner foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nasser Hassan não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Nasser Omar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Oumar Traoré e o Al Ain acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Emirates Club fica com o seu homem, e o Al Ain volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ali Obaid está em marcha
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Wasl perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Abdullah Nader agiu, no Al Wasl, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Al Wasl perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Moses Usor esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matti Wagner está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Plantel4 jogadores do Al Wasl ao serviço das seleções
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.69, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Plantel22/01/2035
32 dias de fora para Hamdan Nader depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wasl vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta ficou muito aquém e em Al Wasl não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel22/01/2035
Johan Brausin consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Johan Brausin acabou de assinar pelo Al Wasl e, por uma vez, a resposta importava.
Uma média de 7.41 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Ben Zich fica onde está
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Matti Wagner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Avaliado com 7.43. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
O Al Wasl torna a sua casa um sítio difícil de visitar
38 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wasl, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wasl coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibou Sané estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Majed Khalfan depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hugo está nela.
Matti Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Wahda fica com o seu homem, e o Al Wasl volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wasl coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco28/08/2034
Serginho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al Wasl dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Moses Usor e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibou Sané estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco31/07/2034
Serginho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al Wasl dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wasl, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibou Sané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Al Wasl perguntou e o Al Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wasl coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Serginho está nela.
Um novo parceiro, uma assinatura e uma fotografia de que ninguém se vai lembrar. Paga quinze dias de salários, o que é mais do que a maioria dos títulos desta página pode dizer de si própria.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wasl coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Wahda fica com o seu homem, e o Al Wasl volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Serginho e o Al Wasl acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Renato Júnior está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jadsom tem a sua resposta do Al Wasl; o que fizer com ela é a história da próxima janela.