23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Betis perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladyslav Vanat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Betis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Germán Valera tem a sua resposta do Betis; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Notas dos jogadores14/03/2033
Kevin Lomónaco jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.21. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Moussa Yeo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yago Santiago e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 13 ações, 6.82, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Gui marcou, foi avaliado com 7.73 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Betis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moussa Yeo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Betis é como lidar com um homem a quem deve muito.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Betis lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Betis marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Betis, e não vai ser retirado.
Bryan Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Yeo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bryan Gil. 1‑0 sobre o Athletic Bilbao, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores29/11/2032
Bryan Gil jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.31. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Betis lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rodrigo Bacidalupe produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.86 para o resto.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Betis tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel08/11/2032
Moussa Yeo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bryan Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores01/11/2032
Bryan Gil jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.37. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcos Gómez, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dani Díaz tem a sua resposta do Betis; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O treinador reorganizou as ideias e Emanuele Lulli saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Yeo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Betis disse a Germán Valera que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco25/10/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Betis também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Villarreal? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Bryan Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O alvo é o treinador, a abordagem é real, e a cláusula de compensação é a conversa toda. Os clubes desmentem histórias destas até exatamente à fotografia.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
PlantelUm clube mais pequeno assentaria agora a Willy Kambwala
PlantelNo Betis ainda são estranhos uns para os outros
Bryan Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Toda a gente deixou de fingir: o Villarreal vai fazer a chamada por Nicolás Valentini esta semana. O Betis tem um número em mente, e o número não é tímido.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $2.1M ao Betis. Sydney Osazuwa saiu há muito tempo; o papel ficou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Um mês de futebol, uma final e um voo de volta com 49 internacionalizações e uma medalha que nunca vai tirar de uma gaveta. É esperado nos treinos daqui a quinze dias e no Betis ninguém vai mencioná-lo, o que é a sua própria forma de o mencionar.
A proposta do Cartagena por Willy Kambwala foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vladyslav Vanat e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.9M — um clube que quer Marcos Moreno ao ponto de perguntar duas vezes.
$610.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Alavés pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zaragoza fica com o seu homem, e o Betis volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Betis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Betis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.40 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Bryan Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sevilla vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Gui pré-acordou a mudança para o Betis, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Yeo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o Betis tinha praticamente arrumada. O Valladolid vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Posição 3, 64 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Marc Bernal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gui acertou condições com o Betis para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel01/03/2032
Ez Abde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ademola Lookman será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Declan Rice esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.27 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Olympique de Marseille fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta seguiu esta semana para o Tigre, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Leganés à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Sevilla foi ao Ajax com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alvos de mercado05/01/2032
Verba fechada, faltam as condições de Raúl Asencio
O Sevilla e o Atlético Madrid acertaram em $8.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Castellón por Ademola Lookman foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Atlético Madrid, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 3‑1, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Sevilla já começaram a contá-la.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rubén Gallardo sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Hugo Duro agarrou este contra o Eibar. 3‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Sevilla.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Beñat Prados será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Deportivo La Coruña à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Algeciras tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.2M do que o Sevilla pagou por Unai López é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
As regras permitem-no e dói na mesma. Martí Campos acertou condições com o Tarazona para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Verba acordada, salário acordado, e o Hércules à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Sevilla perguntou e o Villarreal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Declan Rice esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/08/2031
Uma transferência que Roberto López teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Roberto López está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
94 dias de fora para César Palacios depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Ponferradina tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sevilla já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Real Murcia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.0M — um clube que quer Álvaro Fidalgo ao ponto de perguntar duas vezes.
Plantel14/07/2031
Iván Villar consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Iván Villar acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
122 dias de fora para César Palacios depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Tomás Parmo não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
O Sevilla e o Granada acertaram em $2.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
$7.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Atlético Madrid pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlético Madrid fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
$35.3M põem os clubes de acordo sobre Lucas Cepeda
O Real Sociedad aceitou o dinheiro. O que o Sevilla ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta seguiu esta semana para o Atlético Madrid, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sevilla já se começa a dizer o nome dele no passado.
Mais um nome na lista: o Athletic Bilbao fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Maroan Sannadi. A resposta do Sevilla não mudou — para já.
O Sevilla perguntou e o Porto disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
O Racing Ferrol vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
1 para Marc Bernal, avaliado com 7.63, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.