Amedée Mouanda lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sherif Dabo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hady Reyad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O El Dakhleya perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Hady Reyad e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/11/2026
Uma lesão muscular afasta Mahmoud Gehad durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No El Dakhleya vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O El Dakhleya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do El Dakhleya, e não vai ser retirado.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hady Reyad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Plantel26/10/2026
No El Dakhleya ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Amedée Mouanda lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hady Reyad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohamed Rizk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo17/10/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o El Dakhleya. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Amedée Mouanda lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hady Reyad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Dakhleya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 38 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Segue-se o Haras El Hodoud, e há um homem no balneário do El Dakhleya que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohamed Zidan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O El Dakhleya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hady Reyad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mohamed Rizk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mosaad Awad, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Amedée Mouanda lesiona os ligamentos do joelho — 62 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sherif Dabo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 3‑1 sobre o Aswan, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel28/09/2026
Hady Reyad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente no El Dakhleya viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Amedée Mouanda lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Masr El Makasa está fora e o El Dakhleya segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mahmoud El Alamy produziu-o, e o 8.90 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohamed El Araby produziu-o, e o 8.64 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Dakhleya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hady Reyad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Terminou 2‑1, e a tarde foi de Mohamed El Araby: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o El Dakhleya.
As bancadas21/09/2026
A bancada visitante no Masr El Makasa volta para casa feliz
2-1, e um canto do estádio dos outros que cantou mais alto do que o resto. Aqueles autocarros saem antes do amanhecer, e fora deles ninguém fala disso.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O El Dakhleya perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Hady Reyad esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Shika estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma nota de 7.22, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” El Sayed El Wensh não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do El Dakhleya também ninguém o escondia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Police Union defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
85 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O El Dakhleya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O negócio que levaria Mohamed El Araby para o El Masry caiu na fase final e ele reapresenta-se no El Dakhleya com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 20 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no El Dakhleya até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Plantel07/09/2026
Hady Reyad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O El Dakhleya perguntou e o ASO Chlef disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mohamed Rizk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mohamed Rizk está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
93 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O El Dakhleya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que El Dakhleya podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Mohamed El Araby, e desta vez do outro lado está o El Masry. No El Dakhleya ouvem com educação e não prometem nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gimnasia La Plata fica com o seu homem, e o El Dakhleya volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do El Dakhleya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed El Araby está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mahmoud Kashlat, e o treinador deixou.
Plantel31/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no El Dakhleya
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
100 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O El Dakhleya perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mohamed Rizk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O El Dakhleya perguntou e o ENPPI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel24/08/2026
Mohamed Shika desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Al Ahly para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Petrojet para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Amedée Mouanda lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no El Dakhleya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel17/08/2026
Mohamed Shika desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed El Araby, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” El Sayed El Wensh depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco17/08/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de El Sayed Salem
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Kauan está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Hesham Mostafa está em marcha
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O El Dakhleya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O El Dakhleya fez a parte difícil com o Zamalek, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Sherif Dabo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed El Araby estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Hossam Fathy passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ibrahim Gabr está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Omar Hamdi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Trezeguet Tarek está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.