38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Saint-Etienne perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O FC Versailles aceitou o dinheiro. O que o AS Saint-Etienne ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samuel Loric será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
A proposta seguiu esta semana para o Grenoble Foot 38, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monaco fica com o seu homem, e o AS Saint-Etienne volta a uma lista com um nome riscado.
Samuel Loric lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Saint-Etienne, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Saint-Etienne ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Zuriko Davitashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/06/2028
Mahmoud Jaber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
O AS Saint-Etienne já telefonou ao Sion. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pierre Ekwah treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
57 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Saint-Etienne perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do FC Versailles por Marten-Chris Paalberg foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
11 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/06/2028
Mickaël Nadé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
MercadoVincent Viot está livre para procurar outro sítio
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Denis Zakaria
O bancoAmine Hemia pede uma conversa com o treinador
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Saint-Etienne perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
103 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Saint-Etienne perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Saint-Etienne ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Samuel Loric acertou condições com o OGC Nice para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Zuriko Davitashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vincent Viot, e o treinador deixou.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Saint-Etienne perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Saint-Etienne sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e João Ferreira treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mahmoud Jaber. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6 golos em 30 jogos no Stade Briochin — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Saint-Etienne alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Vincent Viot apontou a data.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/03/2028
Mahmoud Jaber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O AS Saint-Etienne vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Miłosz Piekutowski tem a sua resposta do AS Saint-Etienne; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Saint-Etienne sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Saint-Etienne pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
1 para Mahmoud Jaber, avaliado com 7.95, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohamed Saliou Bangoura e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mahmoud Jaber. 2‑1 sobre o Red Star, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Zuriko Davitashvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/03/2028
Mahmoud Jaber desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Empate aos 88 minutos, depois de uma tarde que o AS Saint-Etienne tinha praticamente arrumada. O ESTAC Troyes vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 13 jogos em 39 dizem que merece ser ouvido.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.73 para o resto.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Samuel Loric e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do AS Saint-Etienne daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Montana segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Saint-Etienne tem de arrancar um resultado de algum lado.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Mercado21/02/2028
Tão perto: a transferência de Paul Eymard morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O FC Nantes seguiu em frente, Paul Eymard apresenta-se de volta no AS Saint-Etienne, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O negócio que levaria Maxime Bernauer para o Bourg-Peronnas caiu na fase final e ele reapresenta-se no AS Saint-Etienne com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Ebenezer Annan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vincent Viot, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 5 jogos em 23 dizem que merece ser ouvido.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Red Star vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Vejo todos os jogos do AS Saint-Etienne daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no AS Nancy segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Saint-Etienne perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Minuto 90. Tiziano Perrotta encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o SM Caen passou do ponto ao nada num só movimento.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Saint-Etienne ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o SM Caen foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Saint-Etienne pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Disseram uma coisa a Vincent Viot e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Plantel31/05/2027
Aïmen Moueffek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Saint-Etienne, e não vai ser retirado.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maghnes Akliouche está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AS Saint-Etienne disse a Maghnes Akliouche que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mahmoud Jaber assinar alguma coisa — um contrato no AS Saint-Etienne ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o AS Saint-Etienne vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Augustine Boakye apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maghnes Akliouche estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vincent Viot, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Maghnes Akliouche e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Marius Noubissi ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Adama Niane treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o EA Guingamp, e há um homem no balneário do AS Saint-Etienne que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Marius Noubissi tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao ESTAC Troyes deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ilan Kebbal e o AS Saint-Etienne acertam mais 4 anos.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nathan Ngoy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 0 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.39 na ficha, e os adeptos do AS Saint-Etienne saíram a repetir um nome.
O banco22/02/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Julien Lefèvre não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do AS Saint-Etienne também ninguém o escondia.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dennis Appiah tem a sua resposta do AS Saint-Etienne; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
Plantel08/02/2027
Uma transferência que Vincent Viot teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vincent Viot está a viver essa versão no AS Saint-Etienne, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Saint-Etienne ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mercado08/02/2027
Tão perto: a transferência de Maxime Bernauer morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O FC Fleury 91 seguiu em frente, Maxime Bernauer apresenta-se de volta no AS Saint-Etienne, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mickaël Nadé e o AS Saint-Etienne acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que US Concarneau podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LOSC Lille fica com o seu homem, e o US Concarneau volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do US Concarneau sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Francisco Sagardia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Segue-se o Paris 13 Atletico, e há um homem no balneário do US Concarneau que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em US Concarneau, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no US Concarneau coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Napoli para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do US Concarneau, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Francisco Sagardia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no US Concarneau coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Plantel21/12/2026
Um jovem do US Concarneau leva o prémio de melhor sub-21
Tylel Tati tem 18 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O US Concarneau perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do US Concarneau, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O US Concarneau pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Francisco Sagardia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mohamed Ouédraogo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vincent Viot, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mathis Picouleau e o US Concarneau acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Loïc Goujon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Loïc Goujon, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Stéphane Fleury depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o US Concarneau joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Abdelrafik Gérard tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o US Concarneau?
Dribles concretizados: 40. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel02/11/2026
Dominique Rémy lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do US Concarneau, e não vai ser retirado.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do US Concarneau sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Francisco Sagardia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vincent Viot, e o treinador deixou.
Thimothé David esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Tylel Tati sai dessa comparação dentro da equipa, e o US Concarneau beneficiou de cada uma dessas tardes.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do US Concarneau sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Francisco Sagardia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Loïc Goujon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Disseram uma coisa a Tylel Tati e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentin Cenatiempo, e o treinador deixou.
Karl Fernández tem 39 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no US Concarneau. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que US Concarneau podem fingir não ter ouvido.
Francisco Sagardia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Stéphane Fleury a uma sala que já as tinha ouvido.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Mohamed Ouédraogo subiu nela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O SC Bastia segue em frente e o US Concarneau vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no US Concarneau coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Stéphane Fleury depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que US Concarneau podem fingir não ter ouvido.
O negócio que levaria Vincent Viot para o Stade Lavallois caiu na fase final e ele reapresenta-se no US Concarneau com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O US Concarneau perguntou e o Racing Genk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Francisco Sagardia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Segue-se o Paris 13 Atletico, e há um homem no balneário do US Concarneau que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No US Concarneau sabem-no, e também todos os que o veem.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Mohamed Ouédraogo chega do Olympique Lyonnais com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do US Concarneau já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do US Concarneau, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
O US Concarneau fecha o mercado com um plantel feito por si
20 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O negócio com o Olympique Lyonnais está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olympique Lyonnais fica com o seu homem, e o US Concarneau volta a uma lista com um nome riscado.
Francisco Sagardia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Sohan Baldoni está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Tylel Tati está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.