Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Yeison Guzmán agarrou este contra o Santa Fe. 4‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do America de Cali.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o America de Cali e o Santa Fe, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
2 golos em vinte minutos com Josen Escobar no meio de tudo, e o Alianza Petrolera sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Juan Pablo Montoya: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Tovar, e o treinador deixou.
O banco24/08/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sergio Perez, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O Universitario Popayan está fora e o America de Cali segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 17 ações combinadas e uma nota de 7.62, e nenhuma delas entrará num resumo.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Jan Franc Lucumí tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Uma nota de 7.92, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco17/08/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sergio Perez, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
1 para Rafael Carrascal, avaliado com 7.43, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniel Valencia e o America de Cali acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jean e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Roameth Romaña acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o America de Cali substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Valencia, e o treinador deixou.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Jean continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Em resumo
Notas dos jogadoresJhon Murillo encarou-os todo o jogo