Vitória por 3‑0 sobre o Quevilly-Rouen, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Monaco a ouviu como outra coisa.
1 para Gonçalo Franco, avaliado com 7.96, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monaco ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Ferran Torres e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gonçalo Franco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monaco as despedidas começaram em silêncio.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Monaco a ouviu como outra coisa.
O banco04/10/2032
Orkun Kökçü volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Monaco já trabalhou com Orkun Kökçü e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Já são 19 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Monaco já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco30/08/2032
Orkun Kökçü volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Monaco já trabalhou com Orkun Kökçü e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 6 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Monaco já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Dijon por Victor Froholdt foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Willian Pacho quer futebol continental; se o Monaco o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Monaco nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
O banco16/08/2032
Orkun Kökçü volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Monaco já trabalhou com Orkun Kökçü e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ferran Torres treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Panichelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monaco perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Monaco perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do FC Nordsjaelland por Bart Verbruggen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Matthias Wamu Oyatambwe não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Ferran Torres e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco09/08/2032
Orkun Kökçü volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Monaco já trabalhou com Orkun Kökçü e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
25 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Monaco pagou $94.4M por Marc Bernal, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monaco perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Monaco perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Monaco perguntou e o Real Sociedad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Monaco fez a parte difícil com o Olympique de Marseille, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monaco, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Monaco perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel05/07/2032
Uma transferência que Sékou Mara teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sékou Mara está a viver essa versão no Monaco, e costuma notar-se no primeiro mês.
Borja Sainz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monaco perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Monaco lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Ferran Torres esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O único prémio em campo que mais ninguém pode ganhar. 28 jogos numa época em que ninguém lhe marcou, e uma carreira que vai ser medida por esta.
Mercado31/05/2032
Igor Paixão regressa de um empréstimo que resultou
30 jogos e 7 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Paixão está nela.
Em resumo
MercadoAntonio Sivera colocado na lista de transferências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enzo Bardeli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monaco as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesús Rodríguez, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Panichelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Willian Pacho está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Willian Pacho assinar alguma coisa — um contrato no Monaco ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ferran Torres apontou a data.
O Monaco torna a sua casa um sítio difícil de visitar
46 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
1.º lugar com 89 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Victor Froholdt produziu-o, e o 8.44 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Monaco ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
As regras permitem-no e dói na mesma. Yasir Mouh acertou condições com o SC Aubagne Air Bel para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monaco coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Monaco torna a sua casa um sítio difícil de visitar
45 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Ferran Torres e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Monaco ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Tyler Morton esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emprestados12/04/2032
O empréstimo de Antonio Sivera mede-se pelo que não acontece
12 balizas a zeros em 29 jogos no LOSC Lille. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jesús Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Monaco dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Willian Pacho quer futebol continental; se o Monaco o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Borja Sainz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Segue-se o Paris Saint-Germain, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Monaco sabem-no.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ferran Torres. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 44 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
0‑3 frente ao Olympique de Marseille, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Warren Zaïre-Emery está a viver essa versão no Monaco, e costuma notar-se no primeiro mês.
O aperto de mão com o Amiens SC está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.1M do que o Monaco pagou por Abu Francis é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O Monaco torna a sua casa um sítio difícil de visitar
35 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Monaco perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Monaco pagou $27.4M por Willian Pacho, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Monaco pagou $26.2M por Jesús Rodríguez, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
$30.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Paris Saint-Germain pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O RC Lens vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Monaco pagou $27.4M e o RC Lens aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Monaco pagou $26.2M e o RC Lens aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RC Lens perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $480.8K do que o RC Lens pagou por Willian Pacho é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Willian Pacho foi-se, as contas têm $27.4M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O aperto de mão com o RC Lens está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monaco, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Basel, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Monaco beneficiou disso.
$3.5M em cima da mesa do Olympique de Marseille. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no RC Lens falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amine Sbaï será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RC Lens as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Tom Dulongpont pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Tomas Baković acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o RC Lens substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O RC Lens vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Tom Raiani acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o RC Lens substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pierre Mounguengue, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aron Dønnum estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jesús Rodríguez assinar alguma coisa — um contrato no RC Lens ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no RC Lens dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RC Lens ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Samuel Renel e o RC Lens acertam mais 4 anos.
Plantel20/10/2031
Efe Sarıkaya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco20/10/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel20/10/2031
Um clube mais pequeno assentaria agora a Thierno Baldé
Já teve barulho que chegue. Se o RC Lens pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Willian Pacho marcou, foi avaliado com 7.83 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no RC Lens a ouviu como outra coisa.
O SM Caen segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O RC Lens respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Plantel06/10/2031
Aron Dønnum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no RC Lens sabem-no.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RC Lens ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel22/09/2031
Aron Dønnum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco22/09/2031
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jesús Rodríguez assinar alguma coisa — um contrato no RC Lens ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O RC Lens perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RC Lens perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $3.0M do que o RC Lens pagou por Jovany Ikanga é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nathanaël Gane Bernardino acertou condições com o Sochaux para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O negócio que levaria Oscar Lenne para o Le Mans FC caiu na fase final e ele reapresenta-se no RC Lens com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O RC Lens perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RC Lens já se começa a dizer o nome dele no passado.
A série chega a 5 e as perguntas em torno do RC Lens já não são delicadas.
Direção01/09/2031
Fecha o mercado: 29 entradas, 21 saídas no RC Lens
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 29, saíram 21, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O RC Lens perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RC Lens já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Stade Brestois por Kyllian Antonio foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» RC Lens nada responderam, o que também é uma resposta.
Mercado25/08/2031
Tão perto: a transferência de Samuel Renel morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O FC Nantes seguiu em frente, Samuel Renel apresenta-se de volta no RC Lens, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Jogo23/08/2031
Não se vê o fim da espera do RC Lens por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no RC Lens tem de arrancar um resultado de algum lado.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O RC Lens perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Grenoble Foot 38 à espera com uma camisola. No RC Lens ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Stade Brestois pagou $3.2M e o RC Lens aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Sékou Mara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Direção11 jogadores da formação sobem à equipa principal do RC Lens
Benoît Robert lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RC Lens perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel11/08/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O LOSC Lille vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Marcos Antonio pré-acordou a mudança para o RC Lens, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RC Lens já se começa a dizer o nome dele no passado.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $25.8M porque Pierre Mounguengue é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
A proposta do Amiens SC por Kyllian Antonio foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Pierre Mounguengue acabou de assinar pelo RC Lens e, por uma vez, a resposta importava.
$2.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Olympique de Marseille pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/07/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No RC Lens ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Joseph Kalulu
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Olympique Lyonnais tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RC Lens perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$2.6M em cima da mesa do Olympique de Marseille. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.9M — um clube que quer Krépin Diatta ao ponto de perguntar duas vezes.
Sékou Mara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Kyllian Antonio
Louis Dufour lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
$8.9M em cima da mesa do Olympique de Marseille. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RC Lens perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O FC Annecy queria mais do que $8.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
A proposta do Dijon por Otis Caporusso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no RC Lens a ouviu como outra coisa.
Sékou Mara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/07/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Louis Dufour lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RC Lens perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Sékou Mara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RC Lens já se começa a dizer o nome dele no passado.
$5.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Paris Saint-Germain pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alvos de mercado09/06/2031
$750.0K põem os clubes de acordo sobre Alban Lafont
O Olympique Lyonnais aceitou o dinheiro. O que o RC Lens ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan Zohoré será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RC Lens as despedidas começaram em silêncio.
Sékou Mara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/06/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O RC Lens foi ao FC Villefranche com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$5.1M em cima da mesa do Paris Saint-Germain. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O US Concarneau fica com o seu homem, e o RC Lens volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de RC Lens ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Arnaud Kalimuendo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mouhamed Diop será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RC Lens as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willian Pacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RC Lens lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Joseph Meyer está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Em resumo
Emprestados12 balizas a zeros por empréstimo para Mattia Fortin
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bahmed Deuff será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RC Lens as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RC Lens lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Sékou Mara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O RC Lens vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Disseram uma coisa a Leandro Lucero e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Álex Domínguez, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jesús Rodríguez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ninguém no RC Lens dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
6.º lugar com 58 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jesús Rodríguez quer futebol continental; se o RC Lens o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em RC Lens já falam dele no passado.
Plantel05/05/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gabin Capuano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em RC Lens, e 9 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
14 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Josh Keeley, e o treinador deixou.
12 jogos sem sofrer em 33 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Mattia Fortin tem tido muitas.
O banco28/04/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Joseph Kalulu
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O RC Lens perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no RC Lens a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RC Lens ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sékou Mara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/04/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sékou Mara. 1‑0 sobre o Rodez AF, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O RC Lens perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de RC Lens ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Sékou Mara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um 3‑1 sobre o AS Saint-Etienne, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Uma média de 7.23 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O RC Lens perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RC Lens ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/03/2031
Leandro Lucero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados31/03/2031
10 balizas a zeros por empréstimo para Mattia Fortin
29 jogos no OGC Nice e os golos deixaram de entrar. O RC Lens emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Salis Abdul Samed marcou, foi avaliado com 7.86 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Sékou Mara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
1‑2 para o LOSC Lille, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco24/03/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emmanuel Latte Lath, e o treinador deixou.
7.83, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RC Lens ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel17/03/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Mohamed Chebbi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o RC Lens substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RC Lens lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mouhamed Diop será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RC Lens as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/03/2031
Willian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Salis Abdul Samed e o RC Lens acertam mais 3 anos.
Aos 33 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Em resumo
Notas dos jogadoresJesús Rodríguez jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.52 para o resto.
Sékou Mara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Willian Pacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Mercado24/02/2031
O RC Lens pode não conseguir dar a Arthur o que ele quer
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Arthur quer futebol continental; se o RC Lens o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luc Nicolas e o RC Lens acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O RC Lens ficou sem tempo com o US Concarneau. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de RC Lens ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Sékou Mara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
17 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente deixou de fingir: o Quevilly-Rouen vai fazer a chamada por Kyllian Antonio esta semana. O RC Lens tem um número em mente, e o número não é tímido.
O RC Lens foi ao Westerlo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RC Lens ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Salis Abdul Samed marcou, foi avaliado com 7.90 e voltou antes de alguém dar pela falta.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Willian Pacho quer futebol continental; se o RC Lens o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Joseph Kalulu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Quevilly-Rouen à espera com uma camisola. No RC Lens ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$4.7M era o máximo que o clube pagaria, e o LOSC Lille pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nathan Zohoré será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RC Lens as despedidas começaram em silêncio.
O RC Lens e o LOSC Lille acertaram em $11.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Paris Saint-Germain pagou $40.6M e o RC Lens aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RC Lens perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Arnaud Kalimuendo regressa a RC Lens com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Sékou Mara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelWillian Pacho desentende-se com um colega por causa das exigências
A proposta do Paris Saint-Germain por Arnaud Kalimuendo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RC Lens, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de RC Lens ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RC Lens lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RC Lens coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jeremy Agbonifo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O RC Lens perguntou e o FC Versailles disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O RC Strasbourg vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O RC Lens foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jesús Rodríguez produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RC Lens lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Sékou Mara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Willian Pacho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Metade do calendário jogado, 5.º lugar, 30 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de RC Lens foi explícito quanto à situação de Maïdine Douane, o que é mais do que muitos recebem.