Lucas Abarca e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Isikeli Sorovi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Ba, e 9 jogos em 35 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Abarca assinar alguma coisa — um contrato no Ba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darold Kakasi está nela.
O Ba passou o mercado a tentar colocar Patrick Joseph e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ba, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Hayyaan Khan deixa o Ba pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Ba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Lautoka segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Beniamino Naranayanan e o Ba acertam mais 3 anos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Abarca assinar alguma coisa — um contrato no Ba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Beniamino Naranayanan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nathan Barrie e o Ba acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jale Sauturaga é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O nome de Patrick Joseph não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Ba nada diz, o que já diz muito.
O banco09/08/2027
Darold Kakasi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ba dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ba, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel09/08/2027
Os relatórios de treino sobre Aiyush Kumar não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ba perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Lucas Abarca esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nathan Barrie e o Ba acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kishan Sami. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Patrick Joseph lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.18 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ba têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Ba terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Patrick Joseph lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lucas Abarca e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nathan Barrie, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Ba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Lautoka segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Abarca assinar alguma coisa — um contrato no Ba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Patrick Joseph lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mercado12/07/2027
Um dos nossos: Anare Tiko junta-se à equipa principal do Ba
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Anare Tiko é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Tito Waqa passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Abishek Sorovi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonetani Buksh, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nathan Barrie treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ba perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 38 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rahul Naresh e o Ba acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Patrick Joseph lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.18 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Ba têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Saula Waqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Patrick Joseph lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dave Hughes produziu-o, e o 9.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 14 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Patrick Joseph lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Navua vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ba foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
1 para Aiyush Kumar, avaliado com 7.97, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 15 anos que sente como seu. Tito Tuisese tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A formação existe exatamente para esta manhã. Josaia Nawalu passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Ba não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
74 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ba perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O mais difícil de ter 15 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Tuimasi Nabenia não precisou: 9.01, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Patrick Joseph lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
As bancadas31/05/2027
Os adeptos do Ba encontraram um ídolo em Nabil Begg
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nabil Begg tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Suva marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ba perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ba perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 14 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tuimasi Nabenia. 2‑0 sobre o Nadroga, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma estreia que Dave Hughes não vai esquecer — 7.79
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.79 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
3.º lugar e 22 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Notas dos jogadores10/05/2027
Tuimasi Nabenia, 15 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.84
Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 15. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
As bancadas10/05/2027
Os adeptos do Ba encontraram um ídolo em Dave Hughes
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 14 anos que sente como seu. Dave Hughes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
A formação existe exatamente para esta manhã. Dave Hughes passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Tem 15 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
O mais difícil de ter 15 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Christopher Tuisese não precisou: 8.02, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ba, e não vai ser retirado.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lucas Abarca e o Ba acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Labasa obrigou o Ba a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑1 e a tabela não pergunta como.
As bancadas03/05/2027
Os adeptos do Ba encontraram um ídolo em Nabil Begg
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nabil Begg tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Metade do calendário jogado, 3.º lugar, 19 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Faltavam 85 minutos e o Lautoka tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Ba não parou para dar explicações.
Notas dos jogadores26/04/2027
Tuimasi Nabenia, 15 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.52
Um 8.52 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 15. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Peceli Sukabula, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Ba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rewa segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Napolioni Sauturaga e o Ba acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Akuila Qaraniqio sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patrick Joseph, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco19/04/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Akuila Qaraniqio a uma sala que já as tinha ouvido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Lautoka com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Emprestados19/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Isikeli Ravai
6 golos em 6 jogos no Rewa — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Ba alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
13 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Notas dos jogadores12/04/2027
Tuimasi Nabenia, 15 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.91
Um 7.91 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 15. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Napolioni Sauturaga está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saula Waqa, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tuimasi Nabenia produziu-o, e o 9.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores05/04/2027
Nabil Begg jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.08. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um ponto arrancado aos 93 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sakaraia Sauturaga e o Ba acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco29/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Akuila Qaraniqio não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Ba também ninguém o escondia.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Peceli Sukabula
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tevita Ravai e o Ba acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Jonetani Buksh: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Ba a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
PlantelTito Tuisese, 14 anos, tem a sua oportunidade
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Nadroga passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 15 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Ba, e 1 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Akuila Qaraniqio, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Tuimasi Nabenia, 15 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.10
Um 8.10 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 15. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 2‑1 sobre o Tailevu Naitasiri, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
As bancadas08/03/2027
Os adeptos do Ba encontraram um ídolo em Nabil Begg
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Nabil Begg tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Nathan Barrie tem 20 anos, e o Ba contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Akuila Qaraniqio podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Nathan Barrie no desenho novo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patrick Joseph, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Ba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rewa segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Etonia Dogalau. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco01/03/2027
Ratu Dau tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ba dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Ba passou o mercado a tentar colocar Patrick Joseph e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sakaraia Krishna está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Faltam 12 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
PlantelNasoni Mereke passa a ter um programa só dele
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
6 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Etonia Dogalau. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco01/02/2027
Ratu Dau tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ba dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Jonetani Buksh continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lautoka fica com o seu homem, e o Ba volta a uma lista com um nome riscado.
Disseram uma coisa a Saula Waqa e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darold Kakasi está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Ba joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Labasa à espera com uma camisola. No Ba ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Nasoni Mereke do Nasinu por $3.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sakaraia Sauturaga está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Etonia Dogalau. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ratu Dau está nela.
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/12/2026
Raj Pillay desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darold Kakasi está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Abarca assinar alguma coisa — um contrato no Ba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Setareki Bari
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ba falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Raj Pillay será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ba as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kishan Sami. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/11/2026
Raj Pillay desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ba, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Malakai Rere será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ba as despedidas começaram em silêncio.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Raj Pillay será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ba as despedidas começaram em silêncio.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patrick Joseph, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raj Pillay estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kishan Sami. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco16/11/2026
Faazil Ali tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ba dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Tevita Begg passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Dave Tuisese passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raj Pillay estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Raj Pillay treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ba ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Saula Waqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raj Pillay estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ba ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patrick Joseph, e o treinador deixou.
Plantel19/10/2026
Raj Pillay desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kishan Sami. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Nickel Tuisese está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Mercado12/10/2026
Um dos nossos: Ilaisa Nawalu junta-se à equipa principal do Ba
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ilaisa Nawalu é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
O banco12/10/2026
Ratu Dau tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ba dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raj Pillay está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darold Kakasi está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rahul Naresh. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Malakai Rere será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ba as despedidas começaram em silêncio.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raj Pillay estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Raj Pillay, e o treinador deixou.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Patrick Joseph apontou a data.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ba ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kishan Sami. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Faazil Ali está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Um dos nossos: Kolinio Matai junta-se à equipa principal do Ba
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Kolinio Matai é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nickel Sauturaga é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel14/09/2026
Raj Pillay desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 15, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O negócio que levaria Faazil Ali para o Rewa caiu na fase final e ele reapresenta-se no Ba com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lautoka fica com o seu homem, e o Ba volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Setareki Bari e o Ba acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raj Pillay estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Setareki Bari, e o treinador deixou.
O Labasa segue em frente e o Ba vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Malakai Rere será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ba as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Saula Waqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco31/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Akuila Qaraniqio a uma sala que já as tinha ouvido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Isikeli Ravai, 16 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
O Suva está fora e o Ba segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Jogo19/08/2026
Ratu Dau ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 113. Ratu Dau encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Suva passou do ponto ao nada num só movimento.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ba ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Raj Pillay acertou condições com o Rewa para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Patrick Joseph esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raj Pillay está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Ba vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Raj Pillay pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Isikeli Ravai treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ba, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Malakai Rere pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A proposta do Nadi por Tuimasi Nabenia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Patrick Joseph e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Saula Waqa do Lautoka por $48.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Mercado10/08/2026
Um dos nossos: Isikeli Ravai junta-se à equipa principal do Ba
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Isikeli Ravai é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Raj Pillay treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Patrick Joseph e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raj Pillay está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ba, mais uma semana sem a assinatura de Lucas Abarca.