81 dias de fora para Monit Chand depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Navua vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jovilisi Borisi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zainal Ali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rahul Krishna, e o treinador deixou.
95 dias de fora para Monit Chand depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Navua vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ratu Goundar está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Rahul Krishna tem 35 anos e 60 jogos nas pernas, e o Navua terá de planear para qualquer das respostas.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Isaac Raicama treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Navua passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Navua, e não vai ser retirado.
O Navua perguntou e o Suva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Kolinio Lal está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Malakai Qaraniqio passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zainal Ali, e o treinador deixou.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ba fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
As regras permitem-no e dói na mesma. Zainal Ali acertou condições com o Lautoka para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Navua coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ba fica com o seu homem, e o Navua volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Tailevu Naitasiri para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel17/08/2026
Zainal Ali desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Sunny Deol pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.