Jaine Barreiro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Millonarios disse a Andrés Llinás que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
PlantelJhon Riascos desentende-se com um colega por causa das exigências
A série chega a 8 e as perguntas em torno do Millonarios já não são delicadas.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Millonarios sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Arias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ayron del Valle esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Leonardo Castro não será o apontado, mas ninguém no Millonarios escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Yosafar Lenis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrey Estupiñán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Santiago Coronel chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
O treinador reorganizou as ideias e Sebastián Valencia saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Millonarios não o vão tentar esta noite.