Max Meyer

Meio-campista - APOEL
2 Dez 2026
Quarta-feira
Processo

Marcado para Max Meyer

17 Edição

O Correio de APOEL

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Anísio Cabral, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.83

Um 7.83 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Plantel

Troca de palavras no APOEL

Dimitris Diamantakos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

APOEL despacha o Aris

Três pontos para o APOEL: um 2‑1 diante do Aris num duelo decidido por pormenores.

As bancadas

Um dos seus: Anísio Cabral

Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Max Meyer

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.21, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Marquinhos

Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Nicholas Alexandrou, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Plantel

Jovem da semana: Anísio Cabral

Aos 18 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.

Antevisão

Ángel García regressa para defrontar o AE Kition

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ángel García: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o APOEL a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

Edições anteriores
13 Edição

O Correio de APOEL

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Franko Kovačević — 9.34

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Franko Kovačević produziu-o, e o 9.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Marquinhos encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 28. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do APOEL e do Ermis por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

Franko Kovačević leva o APOEL a superar o Ermis

Terminou 4‑2, e a tarde foi de Franko Kovačević: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o APOEL.

Plantel

Troca de palavras no APOEL

Miloš Degenek e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Oliver Zelenika

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oliver Zelenika, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Dálcio jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.45. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Max Meyer

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Notas dos jogadores

Max Meyer vai rever aquele lance muitas vezes

1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.

Em resumo

  • O banco A vista do banco
  • Plantel O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do APOEL
  • Antevisão Konstantinos Laifis defronta o antigo clube
7 Edição

O Correio de APOEL

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Sem esconderijo para o APOEL

1‑4 frente ao Omonoia, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Mercado

Cai a transferência de Kostas Stafylidis para o Anorthosis

O negócio que levaria Kostas Stafylidis para o Anorthosis caiu na fase final e ele reapresenta-se no APOEL com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.

Mercado

Pieros Sotiriou entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que APOEL podem fingir não ter ouvido.

O banco

O treinador faz de Kostas Stafylidis um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Portas fechadas no APOEL

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Plantel

8 caras novas e o APOEL ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑4 Nicholas Alexandrou saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Ángel García

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

Plantel

Anísio Cabral: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o APOEL terá de responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo