Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Westerlo, e 0 jogos em 33 dizem que merece ser ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Westerlo foi explícito quanto à situação de Koen Van Langendonck, o que é mais do que muitos recebem.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Benoît Costil tem de reconquistar o que julgava seu. O Westerlo não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Westerlo, e 0 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Westerlo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não se vê o fim da espera do Westerlo por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Westerlo tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Westerlo, e 3 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Benoît Costil chama-lhe outra coisa em privado.
0-3 para o Mouscron, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Andreas Jungdal sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Harry Mills e o Westerlo acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Westerlo sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um 2-1 sobre o Waasland-Beveren, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Westerlo têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Westerlo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Benoît Costil
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Westerlo, e 2 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Tem 20 anos e ninguém em Westerlo o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Tem 20 anos e ninguém em Westerlo o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 4 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Westerlo que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Westerlo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Benoît Costil tem 39 anos e 0 jogos nas pernas, e o Westerlo terá de planear para qualquer das respostas.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Ben Thys chega ao Westerlo com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Westerlo têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Fatihan Kâhya, 18 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Benoît Costil tem de reconquistar o que julgava seu. O Westerlo não prometeu nada — nesta fase raramente promete.