Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Csoboth será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hatayspor as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hatayspor, e não vai ser retirado.
Marius Müller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hatayspor sabem-no.
Plantel14/03/2033
Palavras no treino do Hatayspor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoine Sekongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eetu Mömmö e o Hatayspor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Avaliado com 7.90. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Antoine Sekongo produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eetu Mömmö será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hatayspor as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hatayspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/03/2033
Palavras no treino do Hatayspor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoine Sekongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Antoine Sekongo. 3‑1 sobre o Serikspor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Serikspor tentou reorganizar-se, o Hatayspor não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hatayspor, e não vai ser retirado.
Marius Müller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/02/2033
Simen Haram desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco28/02/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marius Müller treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Istanbulspor vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Hatayspor foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hatayspor já falam dele no passado.
Notas dos jogadores21/02/2033
Irfan Sahin, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.77
Um 7.77 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
As regras permitem-no e dói na mesma. Buğra Çağlıyan acertou condições com o Sivasspor para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
6 golos num jogo, Antoine Sekongo na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Hatayspor nem ao Istanbulspor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hatayspor, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores14/02/2033
Irfan Sahin, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.24
Um 8.24 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Marius Müller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/02/2033
Antoine Sekongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Hatayspor perguntou e o Basaksehir disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hatayspor já falam dele no passado.
Notas dos jogadores07/02/2033
Irfan Sahin, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.10
Um 8.10 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Direção07/02/2033
Fecha o mercado: 6 entradas, 7 saídas no Hatayspor
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hatayspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A camisola ainda lhe serve. Kazım Kahya está de volta ao Hatayspor, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kazım Kahya e o Hatayspor acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Simen Haram estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Hatayspor perguntou e o Genclerbirligi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Marius Müller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hatayspor sabe dizer em que semana.
Plantel31/01/2033
Antoine Sekongo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Serdar Turuc lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Esenler Erokspor por Ahmet Koşar foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Marius Müller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Hatayspor sobre quem trabalha
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hatayspor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hatayspor podem fingir não ter ouvido.
O Hatayspor e o Fenerbahce acertaram em $1.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hatayspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Joep ten Napel não será o apontado, mas ninguém no Hatayspor escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christodoulos Thoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hatayspor as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Vuk Bogdanović pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Marius Müller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoine Sekongo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Hatayspor perguntou e o Kasimpasa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hatayspor já falam dele no passado.
Jogo18/12/2032
Não se vê o fim da espera do Hatayspor por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hatayspor tem de arrancar um resultado de algum lado.
Marius Müller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Hatayspor e do Samsunspor por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoine Sekongo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hatayspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/12/2032
Palavras no treino do Hatayspor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vitinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marius Müller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoine Sekongo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marius Müller treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Hatayspor
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hüseyin Bulut estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marius Müller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Alperen Gündoğdu agiu, no Hatayspor, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel15/11/2032
Simen Haram desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hatayspor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hatayspor podem fingir não ter ouvido.
Mustafa Eskihellaç e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Hatayspor daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Igdir FK segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jop Tijink estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas25/10/2032
Os adeptos organizam-se contra a direção do Hatayspor
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hatayspor, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Simen Haram estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hatayspor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vitinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/10/2032
Palavras no treino do Hatayspor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoine Sekongo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores18/10/2032
Vitinho jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bertu Özyürek, e o treinador deixou.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hatayspor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hatayspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Hatayspor é como lidar com um homem a quem deve muito.
Plantel11/10/2032
Palavras no treino do Hatayspor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hüseyin Bulut está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marius Müller treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yusuf Demirkıran, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Deniz Dönmezer: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Hatayspor a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marius Müller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel04/10/2032
Simen Haram desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vuk Bogdanović, e o treinador deixou.
50 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hatayspor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas27/09/2032
Os adeptos organizam-se contra a direção do Hatayspor
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hatayspor, e não vai ser retirado.
Antoine Sekongo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/09/2032
Simen Haram desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 57 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 57 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ahmet Koşar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hatayspor as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hatayspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hatayspor sabem-no.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Diabel Ndoye agiu, no Hatayspor, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hüseyin Bulut, e o treinador deixou.
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hatayspor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hatayspor, e não vai ser retirado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Stanisław Rogowski está a viver essa versão no Hatayspor, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Hatayspor ofereceu $1.0M; o Fenerbahce disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Antoine Sekongo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Simen Haram estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hatayspor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hatayspor, e não vai ser retirado.
O Pendikspor aceitou o dinheiro. O que o Hatayspor ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Direção06/09/2032
Fecha o mercado: 29 entradas, 28 saídas no Hatayspor
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 29, saíram 28, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hatayspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Bedirhan Akbaba acertou condições com o Vanspor para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Deniz Dönmezer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
78 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hamburger SV perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel15/12/2031
26 dias de fora para Anton Müller depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Plantel15/12/2031
Palavras no treino do Hamburger SV sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jofre Carreras está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hamburger SV lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Já são 19 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel08/12/2031
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 85 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 85 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Hamburger SV toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel08/12/2031
33 dias de fora para Anton Müller depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Chuki será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Chuki acertou condições com o Borussia Mönchengladbach para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Hamburger SV
Não se vê o fim da espera do Hamburger SV por uma vitória
Já são 18 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hamburger SV tem de arrancar um resultado de algum lado.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hamburger SV perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção01/12/2031
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Hamburger SV
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hamburger SV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikheil Makatsaria será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
Daniel Svensson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não se vê o fim da espera do Hamburger SV por uma vitória
Já são 17 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hamburger SV tem de arrancar um resultado de algum lado.
12 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Plantel24/11/2031
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Daniel Svensson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hamburger SV perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hamburger SV ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Direção17/11/2031
Os salários engolem 85% das receitas do Hamburger SV
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hamburger SV sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Já são 15 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel10/11/2031
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Yanis Massolin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Hamburger SV daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Basaksehir segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Já são 14 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel03/11/2031
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 120 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 120 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Svensson quer futebol continental; se o Hamburger SV o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jamil Siebert, e o treinador deixou.
A série chega a 13 e as perguntas em torno do Hamburger SV já não são delicadas.
Plantel27/10/2031
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 127 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 127 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sebastian Szymański e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastian Sebulonsen, e o treinador deixou.
Não se vê o fim da espera do Hamburger SV por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hamburger SV tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel20/10/2031
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 134 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 134 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leopold Querfeld será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Hamburger SV sabe dizer em que semana.
Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Direção20/10/2031
Em Hamburger SV, 87% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Em resumo
O bancoJofre Carreras tornou-se um homem de confiança do treinador
O bancoO veredicto do treinador
MercadoA história de Jovon Makama recusa-se a morrer
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 141 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 141 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gonçalo Oliveira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
Daniel Svensson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Mariusz Fornalczyk acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Hamburger SV substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Marius Müller lesiona os ligamentos do joelho — 148 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 148 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo05/10/2031
Não se vê o fim da espera do Hamburger SV por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hamburger SV tem de arrancar um resultado de algum lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O SV Elversberg tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hamburger SV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mainz 05 fica com o seu homem, e o Hamburger SV volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Daniel Svensson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/07/2031
Palavras no treino do Hamburger SV sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Derrick Köhn está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Hamburger SV vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Luis Suárez está em marcha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hamburger SV já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel14/07/2031
67 dias de fora para Jiří Letáček depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o TSG Hoffenheim, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Daniel Svensson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Hamburger SV perguntou e o VfB Stuttgart disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelJamil Siebert desentende-se com um colega por causa das exigências