Ali Youssef

Meia Atacante (E) - Anorthosis
4 Mai 2028
Quinta-feira
Processo

Marcado para Ali Youssef

88 Edição

A Crónica de Anorthosis

03/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Clifford Aboagye lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Direção

Nektarios Laifis tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Anorthosis toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Mercado

Dimitrianos Tzouliou tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Anorthosis já falam dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Anorthosis

Clifford Aboagye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Umut Dilek já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Umut Dilek saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Plantel

Luis Acosta fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luis Acosta e o Anorthosis acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Emprestados

Charalabos Michalas quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Anorthosis e lutar pelo meu lugar.» 5 jogos em 11 no Omonoia Aradippou dizem o resto.

O banco

Ali Youssef perde o treinador que acreditava nele

Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Ali Youssef: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.

Mercado

A conversa sobre Ali Youssef não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Anorthosis sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

Edições anteriores
84 Edição

A Crónica de Anorthosis

06/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Só falta a fotografia para Dimitrianos Tzouliou

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dimitrianos Tzouliou será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Anorthosis as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Yoëll van Nieff assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Yoëll van Nieff compromete-se com o Anorthosis por mais 2 anos.

Jogo

Ao fim de 8 jogos, o Anorthosis volta a perder

A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o AE Kition; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.

Plantel

Palavras no treino do Anorthosis sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emil Bergström está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Anorthosis fica aquém diante do AE Kition

O AE Kition levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Roman Bezus em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Anorthosis coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Conversa séria no Anorthosis

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Nektarios Laifis a uma sala que já as tinha ouvido.

Notas dos jogadores

Steve Ambri estava imparável

Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Em resumo

83 Edição

A Crónica de Anorthosis

28/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Anorthosis

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Ali Youssef — 8.75

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ali Youssef produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Jogo

8 jogos sem perder para o Anorthosis

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 8 jogos sem derrota são uma base que o Anorthosis não tinha no outono.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Anorthosis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clifford Aboagye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Anorthosis encontra maneira de passar pelo Apollon

O Apollon obrigou o Anorthosis a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Nektarios Laifis, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Plantel

Yoëll van Nieff castigado

Um amarelo a mais e Yoëll van Nieff fica de fora. O Anorthosis perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.

Plantel

Ali Youssef eleito jogador da semana

Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Ali Youssef ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.

O banco

O plano não tinha lugar para Umut Dilek

Ninguém no Anorthosis sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

Em resumo

82 Edição

A Crónica de Anorthosis

21/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Só falta a fotografia para Stefanos Charalabous

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stefanos Charalabous será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Anorthosis as despedidas começaram em silêncio.

Jogo

7 jogos sem perder para o Anorthosis

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Anorthosis não tinha no outono.

Plantel

Os ânimos aquecem no Anorthosis

Clifford Aboagye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Jacob Karlstrøm ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

A ficha de jogo disse tudo sobre Umut Dilek

Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Umut Dilek.

Mercado

Steve Ambri avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Steve Ambri foi informado de que não entra nos planos do treinador do Anorthosis.

O banco

Clifford Aboagye tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Anorthosis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Jogo

Anorthosis e Ethnikos Achnas levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Nektarios Laifis escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.

Em resumo

81 Edição

A Crónica de Anorthosis

14/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Só falta a fotografia para Stijn Middendorp

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stijn Middendorp será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Anorthosis as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Clifford Aboagye quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Anorthosis ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Clifford Aboagye procura uma última época em casa

É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.

Plantel

Clifford Aboagye em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Anorthosis coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Anorthosis não perde

Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Anorthosis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emil Bergström estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Ali Youssef leva o Anorthosis a superar o Omonoia Aradippou

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Ali Youssef: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Anorthosis.

Alvos de mercado

O mercado fecha em cima do negócio de Vaná

O Anorthosis ficou sem tempo com o Aris. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.

Notas dos jogadores

Ali Youssef foi a diferença para o Anorthosis

Avaliado com 7.87. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

Em resumo

74 Edição

A Crónica de Anorthosis

27/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Kiko parte um osso — 36 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Notas dos jogadores

Alessio da Cruz encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 28. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

5 jogos sem vencer para o Anorthosis

A série chega a 5 e as perguntas em torno do Anorthosis já não são delicadas.

Mercado

Stefanos Charalabous tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Anorthosis já falam dele no passado.

Plantel

Troca de palavras no Anorthosis

Ali Youssef e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Anorthosis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clifford Aboagye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

3 jogos sem marcar para o Anorthosis

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Direção

Os salários levam 150% do que Anorthosis recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Jogo

Tarde má para o Anorthosis diante do Omonoia

0‑1 para o Omonoia, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

69 Edição

A Crónica de Anorthosis

22/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Yoëll van Nieff — 8.04

Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.04 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Anorthosis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emil Bergström estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Anorthosis cumpre diante do Ethnikos Achnas

Um 2‑0 sobre o Ethnikos Achnas, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

O banco

Não há esconderijo para Emil Bergström

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emil Bergström, e o treinador deixou.

Plantel

Giorgos Pavlidis em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Anorthosis coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Tomás Silva estava imparável

Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Nektarios Laifis: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 2‑0, já a falar do próximo.

O banco

Andreas Chrysostomou pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

O primeiro de Yoëll van Nieff

Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Anorthosis tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.

Em resumo

67 Edição

A Crónica de Anorthosis

08/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Stijn Middendorp está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Anorthosis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

A espera do Anorthosis continua

Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

Os golos abandonaram o Anorthosis

4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Anorthosis sabe dizer em que semana.

Plantel

Os ânimos aquecem no Anorthosis

Ali Youssef esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Clifford Aboagye desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Anorthosis fica aquém diante do Omonoia Aradippou

O Omonoia Aradippou levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Steve Ambri quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Anorthosis ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Nektarios Laifis: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Clifford Aboagye tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Anorthosis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

62 Edição

A Crónica de Anorthosis

04/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Acaba o percurso do Anorthosis na taça

0‑1 frente ao APEA Akrotiri, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.

Jogo

O Anorthosis golpeia nos descontos e vence o APOEL

Faltavam 85 minutos e o APOEL tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Anorthosis não parou para dar explicações.

Plantel

Kiko fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kiko e o Anorthosis acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Mercado

Stefanos Charalabous está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Anorthosis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Anorthosis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emil Bergström estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Anorthosis cumpre diante do APOEL

Um 2‑1 sobre o APOEL, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

O banco

Yoëll van Nieff ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Os salários engolem 129% das receitas do Anorthosis

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Direção

Conversa séria no Anorthosis

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Em resumo

60 Edição

A Crónica de Anorthosis

20/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Tomás Silva aparece na área certa — 7.64

7.64, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.

Mercado

Só falta a fotografia para Dimitrianos Tzouliou

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dimitrianos Tzouliou será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Anorthosis as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Ali Youssef em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Anorthosis coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Anorthosis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clifford Aboagye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Rafael Lopes

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafael Lopes, e o treinador deixou.

Jogo

O Anorthosis apanhado aos 90 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Olympiakos Nicosia marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

Plantel

Steve Ambri quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Anorthosis sabem-no.

Notas dos jogadores

Yoëll van Nieff passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Tomás Silva salva um ponto para o Anorthosis

Foi preciso Tomás Silva marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Olympiakos Nicosia, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Em resumo

57 Edição

A Crónica de Anorthosis

30/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Umut Dilek

28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Anorthosis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Stijn Middendorp disse que sim ao ASIL Lysi

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Anorthosis perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Mercado

Uroš Kilibarda pede para sair do Anorthosis

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Léo Duarte está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Anorthosis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Apollon voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Anorthosis não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Alvos de mercado

Caro demais: o Anorthosis desiste de Lazar Stojanović

$1.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Digenis Morfou pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Direção

5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Anorthosis

A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Anorthosis

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clifford Aboagye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Anorthosis

Rafael Lopes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Em resumo

45 Edição

A Crónica de Anorthosis

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Umut Dilek fora por 120 dias

120 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Anorthosis perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Anorthosis

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Roman Bezus põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Anorthosis, e não vai ser retirado.

Alvos de mercado

Steve Ambri vai a exames médicos no Anorthosis

Tudo acordado com o Omonia 29M, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Mercado

O Anorthosis paga $1.8M ao Apollon por uma melhoria a sério

O Apollon não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.8M por Ali Youssef, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.

Alvos de mercado

Uma proposta de $1.3M por Rody Junior Effaghe

O Anorthosis foi ao Aris com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

Clifford Aboagye tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Anorthosis lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Troca de palavras no Anorthosis

Yoëll van Nieff e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

APEA Akrotiri entra na fila por Sim Thandi

Mais um nome na lista: o APEA Akrotiri fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Sim Thandi. A resposta do Anorthosis não mudou — para já.

Em resumo

  • As bancadas O Anorthosis gasta $1.8M na contratação que a cidade queria
  • Plantel Emil Bergström desentende-se com um colega por causa das exigências
  • Mercado Um ano fora bem aproveitado por Giorgos Ioannou
45 Edição

A Gazeta de Apollon

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Lazar Marković de fora 99 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Andreas Siikkis

16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Jogo

Ninguém acima do Apollon

Primeiro, com 57 pontos. A tabela é um facto, e um facto pode ser apreciado, que é até onde alguém no clube está disposto a ir em público.

Mercado

Condições fechadas: Evangelos Andreou vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Spartakos Kitiou à espera com uma camisola. No Apollon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Mercado

Bruno Gaspar pede para sair do Apollon

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

As bancadas

Os adeptos revoltam-se com a venda de Ali Youssef por $1.8M

Vai para o Anorthosis, o clube tem $1.8M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.

Mercado

Apollon recusa o PAEEK por Alen Ožbolt

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Direção

A direção do Apollon quer uma venda

A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.

Mercado

Ali Youssef segue caminho

O Anorthosis paga $1.8M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.

Em resumo

44 Edição

A Gazeta de Apollon

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Andreas Siikkis lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Um desentendimento no Apollon

Connor Goldson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Um ano fora bem aproveitado por Agapios Vrikkis

30 jogos, 1 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Apollon já não é se joga, mas quem desloca.

Plantel

No Apollon ainda são estranhos uns para os outros

8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Direção

Os salários engolem 86% das receitas do Apollon

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Quando importa, Gaëtan Weissbeck joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Brandon Thomas colocado na lista de transferências

O Apollon colocou Brandon Thomas no mercado. A carreira no clube está acabada, salvo os papéis.

O banco

Brandon Thomas pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Emanuel Aiwu recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Emanuel Aiwu assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

43 Edição

A Gazeta de Apollon

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Direção

Apollon ganharam

É esta a época com que a cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu viaja para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas está combinado há dias.

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Andreas Siikkis

32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Ali Youssef entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Apollon podem fingir não ter ouvido.

O banco

Ali Youssef: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Apollon nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Emanuel Aiwu distinguido pela época

O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Apollon aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.

Plantel

Peter Leeuwenburgh conquista a luva de ouro

O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Peter Leeuwenburgh, com 18 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.

Plantel

Um desentendimento no Apollon

Darío Poveda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Quando importa, Lazar Marković joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Não há esconderijo para Nikola Dovedan

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Dovedan, e o treinador deixou.

Em resumo

42 Edição

A Gazeta de Apollon

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Direção

Apollon ganharam

É esta a época com que a cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu viaja para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas está combinado há dias.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Apollon

17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Jogo

Apollon eliminado da taça

O APOEL fechou tudo por 0‑2. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.

O banco

Ivan Ljubić guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Apollon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

O banco

Não há esconderijo para Peter Leeuwenburgh

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Peter Leeuwenburgh, e o treinador deixou.

O banco

Panagiotis Stylianou enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Panagiotis Stylianou depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

O banco

A ficha de jogo disse tudo sobre Mateo Pérez

Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Mateo Pérez.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Gaëtan Weissbeck

4 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Notas dos jogadores

Pedro Marques estava imparável

Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Em resumo

40 Edição

A Gazeta de Apollon

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Eduardo Brock lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

O banco

Nikola Dovedan diz que o Apollon não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Ali Youssef quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Apollon sabem-no.

Direção

Os salários engolem 87% das receitas do Apollon

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Quando importa, Gustavo Assunção joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Emanuel Aiwu recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Emanuel Aiwu assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

O treinador faz uma promessa a Andreas Siikkis

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Apollon. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Os relatórios de treino sobre Mateo Pérez não são bons

Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.

O banco

O treinador sai em defesa de Gaëtan Weissbeck

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Gaëtan Weissbeck foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Em resumo

39 Edição

A Gazeta de Apollon

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Eduardo Brock lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Ali Youssef põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.

O banco

Não há esconderijo para Ali Youssef

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Youssef, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, Gaëtan Weissbeck joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Lazar Marković apontado a uma saída

O nome de Lazar Marković não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Apollon nada diz, o que já diz muito.

Emprestados

Agapios Vrikkis é titular no Agia Napa

30 jogos a titular e uma média de 6.93 na época. O empréstimo está a fazer exatamente aquilo para que foi combinado.

Emprestados

Giorgos Malekkidis é titular no Agia Napa

30 jogos a titular e uma média de 6.75 na época. O empréstimo está a fazer exatamente aquilo para que foi combinado.

Emprestados

Zacharias Adoni fez sua a camisola do MEAP Nisou

Já são 29 jogos a titular, com média de 6.68, e o onze do MEAP Nisou deixou de ser uma pergunta. Exatamente aquilo para que todos assinaram.

Emprestados

Achyronas-Onisilos não consegue deixar Danilo Špoljarić de fora

28 jogos a titular e uma média de 6.68. Foi para lá para jogar e está a jogar, que é a única coisa para que um empréstimo serve.

Em resumo

38 Edição

A Gazeta de Apollon

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Eduardo Brock lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

O banco

Josef Kvída diz que o Apollon não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

O banco

Connor Goldson ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Lazar Marković é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lazar Marković está nela.

O banco

Ali Youssef bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ali Youssef treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A conversa sobre Ali Youssef não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Apollon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

36 Edição

A Gazeta de Apollon

05/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Eduardo Brock

63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

O Apollon pode não conseguir dar a Gustavo Assunção o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gustavo Assunção quer futebol continental; se o Apollon o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Mateo Pérez tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Apollon lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Os ânimos aquecem no Apollon

Darío Poveda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Eduardo Brock assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Eduardo Brock e o Apollon acertam mais 1 anos.

Direção

Os salários engolem 89% das receitas do Apollon

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Andreas Siikkis ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Quando importa, Gustavo Assunção joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Apollon trazem uma cabeça experiente

Eduardo Brock tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.

Em resumo

26 Edição

A Gazeta de Apollon

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Apollon avança na taça

Vitória por 2‑1 sobre o Omonoia Aradippou, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Mercado

Josef Kvída acerta condições com o ASIL Lysi

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.

Jogo

Lazar Marković resolve tarde para o Apollon

Minuto 87, meio estádio já a caminho da saída, e Lazar Marković decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Pafos não teve tempo para responder.

Mercado

Ali Youssef põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.

Mercado

Zalgiris voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Apollon não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Jogo

A série caseira do Apollon continua

13 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

Notas dos jogadores

Subiu ao canto e Connor Goldson resolveu — 7.79

Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Connor Goldson marcou, foi avaliado com 7.79 e voltou antes de alguém dar pela falta.

Jogo

Apollon não para de ganhar

Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Jogo

Apollon encontra maneira de passar pelo Pafos

O Pafos obrigou o Apollon a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.

Em resumo

17 Edição

A Gazeta de Apollon

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Apollon é líder

22 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Apollon neste momento

4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Um desentendimento no Apollon

Emanuel Aiwu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Ali Youssef leva o Apollon a superar o AE Kition

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Ali Youssef: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Apollon.

Notas dos jogadores

Dani Escriche acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.67 na ficha, e os adeptos do Apollon saíram a repetir um nome.

O banco

O treinador faz de Alen Ožbolt um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Um Panagiotis Stylianou satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Panagiotis Stylianou podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Plantel

Castigo para Connor Goldson

Um amarelo a mais, e um jogo visto da bancada. O Apollon perde-o pela razão mais evitável que há neste desporto.

O banco

Darío Poveda tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

14 Edição

A Gazeta de Apollon

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Apollon recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 16 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Notas dos jogadores

Garry Rodrigues dos velhos tempos — 8.01

Aos 35 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.01, e ninguém melhor em campo.

Jogo

9 jogos sem perder para o Apollon

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 9 jogos sem derrota são uma base que o Apollon não tinha no outono.

Direção

Em Apollon, 137% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Jogo

Pedro Marques leva o Apollon a superar o Omonoia Aradippou

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Pedro Marques: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Apollon.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Pedro Marques

Nota 8.11 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Mercado

Não há lugar para Ali Youssef no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ali Youssef tem a sua resposta do Apollon; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

O banco

Um Panagiotis Stylianou satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Panagiotis Stylianou podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Apollon e Darío Poveda

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Apollon, mais uma semana sem a assinatura de Darío Poveda.

Em resumo

6 Edição

A Gazeta de Apollon

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Pedro Marques põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.

Direção

O Apollon fecha o mercado com um plantel feito por si

12 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Mercado

O Apollon diz que não — desta vez

A proposta do Vasas por Brandon Thomas foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Mateo Pérez fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mateo Pérez e o Apollon acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

9 caras novas e o Apollon ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Plantel

Alen Ožbolt já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Alen Ožbolt saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Mercado

Conversas entre Apollon e Darío Poveda empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Plantel

Konstantinos Balogiannis sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Apollon do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Darío Poveda pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo