Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andy Pelmard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jagiellonia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andy Pelmard está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Norbert Wojtuszek assinar alguma coisa — um contrato no Jagiellonia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Adrian Duchnowski apontou a data.
Umas palavras na língua, um amigo no cabide ao lado, e um centro de treinos que deixou de parecer estrangeiro. Nada mensurável, e tudo visível aos sábados.
Trabalho individual, longe do grupo, dirigido a uma coisa concreta que os treinadores acham que o está a travar. Raramente é notícia e é assim que acontece a maior parte da evolução.
Bernardo Vital e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/04/2027
Andy Pelmard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adrian Duchnowski, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bernardo Vital assinar alguma coisa — um contrato no Jagiellonia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Ousmane Sow agarrou este contra o Pogon. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Jagiellonia.
24 golos e uma média de 7.53 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Jagiellonia podem fingir não ter ouvido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Andy Pelmard marcou, foi avaliado com 7.91 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Taras Romanczuk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Jagiellonia têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Jeremy Agbonifo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.21 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Vejo todos os jogos do Jagiellonia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Cracovia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Guilherme Montóia está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Foi preciso Ousmane Sow marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Lechia, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Karol Frankowski escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Plantel02/11/2026
Dominik Kobus desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.