14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympiacos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Olympiacos foi ao Wolverhampton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Cruzeiro queria mais do que $32.0M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Corinthians fica com o seu homem, e o Olympiacos volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Zini terminou com $4.1M a mudar de mãos e o AEK sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A perseguição a Sven Köhler terminou com $1.6M a mudar de mãos e o AEK sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sven Köhler agiu, no Olympiacos, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympiacos lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympiacos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Panagiotis Retsos não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Olympiacos e o AEK acertaram em $4.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A perseguição a Noah Fadiga terminou com $2.2M a mudar de mãos e o Aris Thessaloniki sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympiacos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Santos fica com o seu homem, e o Olympiacos volta a uma lista com um nome riscado.
O AEK aceitou o dinheiro. O que o Olympiacos ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Olympiacos fez a parte difícil com o Aris Thessaloniki, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
As regras permitem-no e dói na mesma. Giannis Rolakis acertou condições com o Panionios para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lorenzo Scipioni e o Olympiacos acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olympiacos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
35 jogos, 20 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Olympiacos já não é se joga, mas quem desloca.
Plantel29/05/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Olympiacos
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco29/05/2028
Leon Bailey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olympiacos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olympiacos, e 1 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel15/05/2028
Antonis Tsiftsis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Thanos Koutsogoulas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olympiacos, e 7 jogos em 35 dizem que merece ser ouvido.
O banco08/05/2028
Remo Freuler tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antonis Tsiftsis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olympiacos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ilioupoli segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Remo Freuler está nela.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Olympiacos não tem uma boa resposta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Georgios Tsadjaris será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Olympiacos as despedidas começaram em silêncio.
Remo Freuler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel27/03/2028
Antonis Tsiftsis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2.º lugar com 58 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Thanos Koutsogoulas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olympiacos, e 7 jogos em 27 dizem que merece ser ouvido.
Emprestados13/03/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Jota Silva
10 golos em 28 jogos no Pacos de Ferreira — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
O bancoRemo Freuler tornou-se um homem de confiança do treinador
O bancoO veredicto do treinador
PlantelUma zanga por causa do esforço no Olympiacos
Uma média de 7.49 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Posição 2, 55 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.15 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Stefan Ortega e o Olympiacos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nikos Athanasiou e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
23 jogos e 8 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
O Levadiakos vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Olympiacos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
52 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympiacos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Avaliado com 8.45. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Olympiacos.
Emprestados21/02/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Emam Ashour
13 golos em 24 jogos no Ponferradina — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Gelson Martins regressa a Olympiacos com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Thanos Koutsogoulas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ilioupoli segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympiacos já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 2 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Olympiacos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os dérbis fazem nomes, e Ayoub El Kaabi fez o seu contra o PAOK. 3‑1, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olympiacos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Olympiacos têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Thanos Koutsogoulas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Remo Freuler está nela.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Christos Torosidis podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
PlantelAntonis Tsiftsis desentende-se com um colega por causa das exigências
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
14 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympiacos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ilioupoli segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Um 7.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Notas dos jogadores29/11/2027
Rémy Cabella, 37 anos, faz recuar o relógio — 8.26
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.44 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
15 jogos longe de casa e 10 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel22/11/2027
Um clube mais pequeno assentaria agora a Stefan Ortega
Já teve barulho que chegue. Se o Olympiacos pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Christos Torosidis sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Ayoub El Kaabi saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ayoub El Kaabi. 2‑0 sobre o Volos NPS, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores04/10/2027
Leon Bailey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.17. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olympiacos disse a Gelson Martins que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ayoub El Kaabi produziu-o, e o 9.10 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores27/09/2027
Gelson Martins jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.34. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Marko segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Olympiacos vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o AEK pode já não estar a vender.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympiacos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o PAOK; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefan Ortega, e o treinador deixou.
O aperto de mão com o AEK está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Mercado06/09/2027
Tão perto: a transferência de Leon Bailey morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al Ahly seguiu em frente, Leon Bailey apresenta-se de volta no Olympiacos, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Direção06/09/2027
O Olympiacos fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 29 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ayoub El Kaabi e o Olympiacos acertam mais 2 anos.
O Olympiacos perguntou e o Iraklis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Segue-se o PAOK, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olympiacos, e 5 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympiacos já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Modena tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do AS Nancy por Luka Jović foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Marko segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Gabriel Kodrasi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonis Tsiftsis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Gustavo Puerta era uma das razões por que as pessoas vinham, e $17.2M não substitui isso sozinho.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympiacos sabem-no.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Hazem fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Olympiacos já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lorenzo Scipioni e o Olympiacos acertam mais 5 anos.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympiacos, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Olympiacos estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gustavo Puerta assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Emprestados6 balizas a zeros por empréstimo para Balša Popović
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emam Ashour treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Marcus Holmgren Pedersen. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Emprestados10/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Joel Roca
4 golos em 25 jogos no FC Argeș — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Armando González apontou a data.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco26/04/2027
Leon Bailey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rúben Vezo, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gustavo Puerta assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chiquinho, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Remo Freuler está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympiacos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Jota Silva
4 golos em 13 jogos no Gimnàstic — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Emam Ashour não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
2.º lugar com 59 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Fanis Bakoulas marcou, foi avaliado com 7.71 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Olympiacos sabem-no.
Emam Ashour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.68 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Remo Freuler e o Olympiacos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Olympiacos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Olympiacos fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympiacos, e não vai ser retirado.
A proposta do AIK por Emam Ashour foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Olympiacos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 90. O Aris Thessaloniki tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Bailey está nela.
30 golos e uma média de 7.69 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olympiacos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Panargiakos à espera com uma camisola. No Olympiacos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Clayton. 2‑0 sobre o AEK, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresGustavo Sá passa por eles um de cada vez
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympiacos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.66 na época, com 28 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Qadisiyah ninguém diz, e no Olympiacos ninguém gosta de estar a adivinhar.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $10.1M porque Luka Jović é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 10.00 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Chiquinho lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Banfield pagou $15.7M e o Olympiacos aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel28/12/2026
Clayton desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Chiquinho lesiona os ligamentos do joelho — 78 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 78 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
22 golos e uma média de 7.56 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ayoub El Kaabi produziu-o, e o 9.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
2 golos em vinte minutos com Ayoub El Kaabi no meio de tudo, e o Panetolikos sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Em resumo
Notas dos jogadoresLeon Bailey jogou uma tarde diferente da de toda a gente
AntevisãoOs vizinhos são o próximo adversário do Olympiacos
O bancoRemo Freuler tornou-se um homem de confiança do treinador
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olympiacos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
20 golos e uma média de 7.50 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
Chiquinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clayton estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olympiacos, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Clayton treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Levadiakos, e há um homem no balneário do Olympiacos que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Com 4 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Direção09/11/2026
Os salários engolem 89% das receitas do Olympiacos
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Olympiacos já começaram a contá-la.
Plantel02/11/2026
Clayton desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Leon Bailey
Santiago Hezze e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Clayton estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel12/10/2026
No Olympiacos ainda são estranhos uns para os outros
16 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Bruno Onyemaechi tem a sua resposta do Olympiacos; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ayoub El Kaabi está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kostas Fortounis: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Olympiacos a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bruno Onyemaechi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
500 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Remo Freuler: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Olympiacos.
Plantel05/10/2026
Clayton desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kostas Fortounis produziu-o, e o 8.94 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Gustavo Puerta marcou, foi avaliado com 7.91 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Remo Freuler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Clayton está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Panionios segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Christos Torosidis, sobre uma vitória por 3‑2 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
O bancoStefan Ortega tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Olympiacos
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympiacos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta seguiu esta semana para o Padideh, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Ethnikos Achnas tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Olympiacos perguntou e o Red Bull Salzburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mansur acabou de assinar pelo Olympiacos e, por uma vez, a resposta importava.
Santiago Hezze e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympiacos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Santiago Hezze não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Atromitos aceitou o dinheiro. O que o Olympiacos ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Dijon por Jota Silva foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Slavia Prague fica com o seu homem, e o Olympiacos volta a uma lista com um nome riscado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.1M — um clube que quer Jeremy Antonisse ao ponto de perguntar duas vezes.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Remo Freuler e o Olympiacos acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lorenzo Pirola quer futebol continental; se o Olympiacos o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
PlantelNo Olympiacos ainda são estranhos uns para os outros
O bancoChiquinho pede uma conversa com o treinador