Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Remo Freuler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lorenzo Pirola e o Olympiacos acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
13 jogos e 4 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Plantel31/05/2027
5 caras novas e o Olympiacos ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Olympiacos estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Puerta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christian Kouamé treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gustavo Puerta assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
16 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Jogo12/05/2027
Leon Bailey ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 108. Leon Bailey encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o AEK passou do ponto ao nada num só movimento.
18 golos e uma média de 7.62 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Remo Freuler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Remo Freuler e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Puerta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gelson Martins, e o treinador deixou.
O banco10/05/2027
Stefan Ortega tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Olympiacos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kostas Fortounis apontou a data.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympiacos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
3 golos em 16 jogos no Olympique Lyonnais — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Remo Freuler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Olympiacos disse a Ayoub El Kaabi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leon Bailey. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Emprestados03/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Rémy Cabella
4 golos em 29 jogos no FC Nantes — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/04/2027
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/04/2027
Lorenzo Pirola tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympiacos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Emprestados26/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Joel Roca
3 golos em 9 jogos no FC Tokyo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympiacos lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Puerta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santiago Hezze está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lorenzo Pirola treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gustavo Puerta assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Olympiacos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Remo Freuler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Georgios Samaris passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Konstantinos Ioannidis é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fotios Papanikolaou passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Já vão 2 jogos num desenho que o treinador não usava há um mês. Mudar de formação é fácil e mantê-la não é; por isso a segunda parte é a que diz alguma coisa.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Olympiacos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A forma vai e vem; esta não foi. Gabriel Kodrasi tem 18 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Remo Freuler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Bailey está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympiacos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lorenzo Scipioni treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Emprestados05/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Rémy Cabella
4 golos em 28 jogos no FC Nantes — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Puerta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lorenzo Pirola está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Olympiacos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kostas Fortounis apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Marcus Holmgren Pedersen assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Emprestados29/03/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Joel Roca
3 golos em 5 jogos no FC Tokyo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Olympiacos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Em resumo
DireçãoA formação do Olympiacos continua a produzir
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/03/2027
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco22/03/2027
Santiago Hezze tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Clayton apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenzo Pirola assinar alguma coisa — um contrato no Olympiacos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Remo Freuler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Stefan Ortega está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Remo Freuler e o Olympiacos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Remo Freuler e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/03/2027
Gustavo Puerta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco08/03/2027
Leon Bailey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Olympiacos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Olympiacos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Rémy Cabella
A série sem derrotas chega aos 28 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Leon Bailey agarrou este contra o PAOK. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Olympiacos.
Jogo24/02/2027
Leon Bailey ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 121. Leon Bailey encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o PAOK passou do ponto ao nada num só movimento.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Olympiacos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo24/02/2027
O Olympiacos torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Olympiacos têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Uma média de 7.32 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Neman tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel22/02/2027
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Volos NPS fica com o seu homem, e o Olympiacos volta a uma lista com um nome riscado.
Remo Freuler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Puerta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 23 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Olympiacos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o Swansea City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Lech fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O AEK pagou $5.2M e o Olympiacos aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Olympiacos, e não vai ser retirado.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Olympiacos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta seguiu esta semana para o Aris Thessaloniki, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Jogo02/01/2027
Ninguém quer jogar contra o Olympiacos neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Olympiacos beneficiou disso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
12 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Emmanouil Retsos lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo26/12/2026
O Olympiacos torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
6 golos num jogo, Kostas Fortounis na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Olympiacos nem ao Volos NPS.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kostas Fortounis. 4‑2 sobre o Volos NPS, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Olympiacos
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olympiacos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O AEL Larisa vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Olympiacos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Renato Sanches marcou, foi avaliado com 7.95 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Jogo19/12/2026
Ninguém quer jogar contra o Olympiacos neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/12/2026
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Olympiacos perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Gelson Martins agarrou este contra o Panetolikos. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Olympiacos.
40 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.41 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.87 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Remo Freuler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Flora segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Olympiacos lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Um 3‑1 sobre o Panetolikos, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Panagiotis Retsos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Remo Freuler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Puerta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 90. O Atromitos tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rangers International segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Remo Freuler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.34 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/11/2026
Gustavo Puerta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Leon Bailey. 3‑1 sobre o Aris Thessaloniki, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Olympiacos, e 0 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Thanasis Tsimikas, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
Plantel02/11/2026
Gustavo Puerta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Minuto 92, frente ao Levadiakos, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Uma média de 7.23 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
8 jogos sem perder, e depois o AEK. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel26/10/2026
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Olympiacos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rangers International segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoA vista do banco
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Olympiacos?
Ninguém quer jogar contra o Olympiacos neste momento
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Olympiacos e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Panagiotis Retsos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o AEK, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Plantel19/10/2026
No Olympiacos ainda são estranhos uns para os outros
19 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O Panserraikos vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Olympiacos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Jogo10/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Olympiacos neste momento
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniel Podence produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gustavo Puerta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Asteras vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Olympiacos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Jogo03/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Olympiacos neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gustavo Puerta produziu-o, e o 8.14 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Santiago Hezze quer futebol continental; se o Olympiacos o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Remo Freuler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.16 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Remo Freuler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Olympiacos a ouviu como outra coisa.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.49 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
7.94, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Remo Freuler e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Puerta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Gustavo Puerta tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Notas dos jogadores21/09/2026
Daniel Podence jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Aris Thessaloniki fica com o seu homem, e o Olympiacos volta a uma lista com um nome riscado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel14/09/2026
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
1‑0 frente ao PAOK, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Minuto 90. Clayton encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o PAOK passou do ponto ao nada num só movimento.
Verba acordada, salário acordado, e o Rangers International à espera com uma camisola. No Olympiacos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zenit fica com o seu homem, e o Olympiacos volta a uma lista com um nome riscado.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 10 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Olympiacos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Olympiacos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Olympiacos podem fingir não ter ouvido.
$870.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Atromitos pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do Olympiacos sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Remo Freuler está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Direção2 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Olympiacos
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Zaglebie tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Fatih Karagumruk por Yusuf Yazıcı foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel24/08/2026
Uma transferência que Fabiano teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Fabiano está a viver essa versão no Olympiacos, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Volos NPS queria mais do que $1.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Ayoub El Kaabi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/08/2026
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Lechia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Renato Sanches acabou de assinar pelo Olympiacos e, por uma vez, a resposta importava.
O Aris Thessaloniki aceitou o dinheiro. O que o Olympiacos ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Remo Freuler e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Ayoub El Kaabi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Olympiacos foi ao AEK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel10/08/2026
Uma transferência que Pol Tristán teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Pol Tristán está a viver essa versão no Olympiacos, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel10/08/2026
Remo Freuler desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jordi Alba consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jordi Alba acabou de assinar pelo Olympiacos e, por uma vez, a resposta importava.
$2.1M era o máximo que o clube pagaria, e o AEK pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Remo Freuler e o Olympiacos acertam mais 2 anos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Charlotte Football Club fica com o seu homem, e o Olympiacos volta a uma lista com um nome riscado.
Ayoub El Kaabi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Olympiacos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lorenzo Pirola quer futebol continental; se o Olympiacos o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Remo Freuler estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.