“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Zurich a ouviu como outra coisa.
Kilian Fischer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Casale está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leorat Bega, e o treinador deixou.
O banco03/04/2028
Valon Berisha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Zurich dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Zurich, mais uma semana sem a assinatura de Heinz Lindner.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kilian Fischer assinar alguma coisa — um contrato no Zurich ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Milson apontou a data.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel21/02/2028
Nicolò Casale desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Zurich vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Hlynur Freyr Karlsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bledian Krasniqi está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Florian Ayé não desaparece
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sion tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel26/07/2027
80 dias de fora para Ali Kabacalman depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sion vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Zurich pagou $43.0K e o Sion aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sion coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Venezia fica com o seu homem, e o Sion volta a uma lista com um nome riscado.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Zurich vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Zurich e o Sion acertaram em $43.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Servette pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Kilian Fischer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção19/07/2027
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Zurich
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lindrit Kamberi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Red Bull Salzburg fica com o seu homem, e o Zurich volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
MercadoUm dos nossos: Denis Rieder junta-se à equipa principal do Zurich
97 dias de fora para Ali Kabacalman depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sion vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o Étoile Carouge, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.0M — um clube que quer Théo Bouchlarhem ao ponto de perguntar duas vezes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sion perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Rilind Nivokazi era uma das razões por que as pessoas vinham, e $7.4M não substitui isso sozinho.
Alvos de mercado21/06/2027
Os exames médicos acabam com o negócio de Miloš Ćoćić
Estava tudo acordado com o Vaduz, e então o médico falou. O Sion desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Nias Hefti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liam Chipperfield, e o treinador deixou.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Francesco Ruberto: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Vitória por 0‑0 sobre o Grasshopper, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Segue-se o Basel, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Sion vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Liam Chipperfield, e o treinador deixou.