Josué

Meia Direito - Grasshopper
16 Out 2028
Segunda-feira
Processo

Marcado para Josué

103 Edição

O Diário de Grasshopper

17/07/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

O ânimo no Grasshopper mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Jogo

Grasshopper estão mesmo em apuros

10.º lugar, 22 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Mercado

Josué põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Grasshopper, e não vai ser retirado.

Plantel

Troca de palavras no Grasshopper

Hassane Imourane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Grasshopper

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Savio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: Christian Tommasini fica onde está

O Grasshopper perguntou e o Lecce disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Mercado

Não há lugar para Dirk Abels no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dirk Abels tem a sua resposta do Grasshopper; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Plantel

Não há lugar para Gabriel Sigua no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Grasshopper joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Jacopo Pellegrini está em marcha

O Grasshopper já telefonou ao Union Brescia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Em resumo

Edições anteriores
99 Edição

O Diário de Grasshopper

19/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

O ânimo no Grasshopper mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Jogo

Grasshopper estão mesmo em apuros

10.º lugar, 22 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Mercado

Tomás Verón Lupi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Grasshopper podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Grasshopper recusa o Wil por Tomás Verón Lupi

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Justin Hammel segue caminho

O Servette paga $2.8M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.

Plantel

Julian von Moos desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Grasshopper

Allan Arigoni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Red Bull Salzburg avisa o Grasshopper: Ondřej Lingr não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

O treinador faz de Salifou Diarrassouba um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

71 Edição

O Diário de Grasshopper

06/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

O ânimo no Grasshopper mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Jogo

A espera do Grasshopper continua

Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

O banco

Jean-William Nyindong guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Grasshopper pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Palavras no treino do Grasshopper sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikolas Muci está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

St. Gallen leva os pontos ao Grasshopper

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Nassim Ben Khalifa assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Nassim Ben Khalifa compromete-se com o Grasshopper por mais 1 anos.

Plantel

Um desentendimento no Grasshopper

Simone Stroscio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Emprestados

Yannick Bettkober quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Grasshopper e lutar pelo meu lugar.» 6 jogos em 19 no Luzern dizem o resto.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Breel Okafor saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo

53 Edição

O Diário de Grasshopper

02/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

A espera do Grasshopper continua

Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

O banco

Bujar Pllana: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Grasshopper nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Grasshopper

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Plantel

Lee Young-Jun fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lee Young-Jun e o Grasshopper acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

O banco

O treinador faz de Hassane Imourane um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Tarde má para o Grasshopper diante do Lugano

0‑1 para o Lugano, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Grasshopper

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Allan Arigoni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Breel Okafor a uma sala que já as tinha ouvido.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Leart Kabashi

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Leart Kabashi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Grasshopper beneficiou de cada uma dessas tardes.

Em resumo

47 Edição

O Diário de Grasshopper

21/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

A raiva no Grasshopper transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Mercado

O Grasshopper diz que não — desta vez

A proposta do Zurich por Luke Plange foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

O Grasshopper recua perante o preço de Marwane Hajij

O Wil queria mais do que $1.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Direção

Grasshopper volta à direção por Marwane Hajij

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.8M — um clube que quer Marwane Hajij ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Grasshopper

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nikolas Muci estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Bellinzona a seguir Yannick Bettkober

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Grasshopper nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

O banco

O treinador faz de Hassane Imourane um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

O declínio de Benito Yllaconza começou

Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Grasshopper é como lidar com um homem a quem deve muito.

Plantel

Amir Abrashi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Grasshopper coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

46 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Uma venda de $1.2M, e uma cidade que não a queria

Josué foi-se, as contas têm $1.2M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Nicolas Glaus

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Rapperswil-Jona fez a parte difícil com o Grasshopper, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Mercado

Negócios são negócios: Josué sai

O Grasshopper pagou $1.2M e o Rapperswil-Jona aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rapperswil-Jona

Milton Maciel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Jamal Mohammed é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pascal Köpke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Rapperswil-Jona leva uma nega por Joris Manquant

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stade Nyonnais fica com o seu homem, e o Rapperswil-Jona volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

O treinador faz de Yannis Ryter um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Alvos de mercado

O Rapperswil-Jona tenta Vasilije Delibašić por empréstimo

Perguntou-se ao Radnicki 1923 se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo

46 Edição

O Diário de Grasshopper

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Grasshopper estão mesmo em apuros

10.º lugar, 17 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Mercado

Amir Abrashi pede para sair do Grasshopper

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

O Grasshopper consegue o seu homem

A perseguição a Josué terminou com $1.2M a mudar de mãos e o Rapperswil-Jona sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.

Mercado

Zurich a seguir Luke Plange

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Grasshopper nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Alvos de mercado

Porta fechada: M'Bala Nzola fica onde está

O Grasshopper perguntou e o Cagliari disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Um desentendimento no Grasshopper

Lee Young-Jun e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Grasshopper sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Allan Arigoni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Rapperswil-Jona estão prestes a pegar no telefone

Haverá conversa esta semana. Grasshopper vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.

O banco

O treinador faz de Luke Plange um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

43 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Rapperswil-Jona estão mesmo em apuros

8.º lugar, 15 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Fabio Daprelà e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Milton Maciel desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Yannis Ryter pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Abre-se uma porta a Mickaël Facchinetti

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Xhan Aliu não se está a ajudar

Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.

Em resumo

  • O banco O treinador sai em defesa de Josué
  • Plantel Bons relatos sobre Josué
38 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milton Maciel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Enzo Dos Santos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Abre-se uma porta a Stijn Keller

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

35 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

29/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Para o Rapperswil-Jona, cada ponto é agora uma discussão

Posição 8 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Plantel

Evolução real de Ilija Maslarov no Rapperswil-Jona

A forma vai e vem; esta não foi. Ilija Maslarov tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rapperswil-Jona

Fabio Daprelà esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

29 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

15/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milton Maciel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: Stefan Višić fica onde está

O Rapperswil-Jona perguntou e o Metaloglobus Bucharest disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Ruben Pousa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Bruno Morgado

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Morgado, e o treinador deixou.

Plantel

«Quero jogar»: fala Yannis Ryter

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

Plantel

O sistema deixou César Núñez para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Rapperswil-Jona vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

O banco

O treinador faz uma promessa a Stijn Keller

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Rapperswil-Jona. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Mercado

Conversas entre Rapperswil-Jona e Lilian Deville empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Ruben Pousa pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

  • Mercado O mercado fechou e Josué continua cá
  • O banco Josué mantém o voto do treinador
24 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Josué pede para sair do Rapperswil-Jona

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Alan Omerović atrai pretendentes

O nome de Alan Omerović apareceu em conversas de que o Rapperswil-Jona não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Giannis Gitersos é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Alvos de mercado

Porta fechada: Tim Väyrynen fica onde está

O Rapperswil-Jona perguntou e o Livorno disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Juan Gómez quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Rapperswil-Jona sabem-no.

Plantel

Juan Gómez quer acabar onde começou

Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Rapperswil-Jona já sabem disso.

Em resumo

20 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Rapperswil-Jona

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milton Maciel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Josué e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Rapperswil-Jona

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

O treinador faz de Alexander Muci um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Guillermo Padula bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rapperswil-Jona, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Não há lugar no plano para Roméo Garnier

O treinador queria outro perfil para este adversário, o que é uma razão de futebol a sério e nenhuma consolação. Não fez nada de errado, e não jogou.

Em resumo

19 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Para o Rapperswil-Jona, cada ponto é agora uma discussão

Posição 8 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.

Plantel

Os ânimos aquecem no Rapperswil-Jona

Milton Maciel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pascal Köpke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Pascal Köpke no seu melhor

Avaliado com 8.03. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Rapperswil-Jona.

O banco

Não há esconderijo para Ahmed Azaouagh

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmed Azaouagh, e o treinador deixou.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Rapperswil-Jona e Sascha Risch

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Rapperswil-Jona, mais uma semana sem a assinatura de Sascha Risch.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Josué

Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Não há lugar para Guillermo Padula no jogo grande

Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Rapperswil-Jona fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Jakob Schöller

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Jakob Schöller sai dessa comparação dentro da equipa, e o Rapperswil-Jona beneficiou de cada uma dessas tardes.

Em resumo

18 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Alan Omerović entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rapperswil-Jona podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Pascal Köpke marca duas vezes — 8.94

Dois golos e um 8.94 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Plantel

Troca de palavras no Rapperswil-Jona

Milton Maciel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Até que enfim: o Rapperswil-Jona ganha um jogo

6 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Stade Nyonnais. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.

Notas dos jogadores

Josué passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Rapperswil-Jona despacha o Stade Nyonnais

Três pontos para o Rapperswil-Jona: um 2‑1 diante do Stade Nyonnais num duelo decidido por pormenores.

Direção

Os salários engolem 147% das receitas do Rapperswil-Jona

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Não há esconderijo para Yannis Ryter

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yannis Ryter, e o treinador deixou.

O banco

Nico Ndoye diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Nico Ndoye sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Em resumo

17 Edição

A Crónica de Rapperswil-Jona

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Tarde humilhante para o Rapperswil-Jona

Um 0‑4 imposto pelo Bellinzona é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.

Jogo

A espera do Rapperswil-Jona continua

Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Notas dos jogadores

Josué passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 26. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Os golos abandonaram o Rapperswil-Jona

5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Rapperswil-Jona sabe dizer em que semana.

Plantel

Palavras no treino do Rapperswil-Jona sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milton Maciel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

A ficha de jogo disse tudo sobre Stijn Keller

Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Stijn Keller.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Rapperswil-Jona

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

O banco

Nico Ndoye responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

O banco

Ruben Pousa ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo