Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jimi Gower será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Emilio Lawrence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Wolverhampton queria mais do que $390.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Direção18/08/2031
14 jogadores da formação recebem número de equipa principal no AFC Wimbledon
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel18/08/2031
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Aston Villa fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
66 dias de fora para Sim Thandi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AFC Wimbledon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
7.67, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/08/2031
Uma lesão muscular afasta Gerrard Buabo durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No AFC Wimbledon vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel11/08/2031
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
O AFC Wimbledon foi ao West Ham United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O AFC Wimbledon ofereceu $1.0M; o Gillingham disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
O AFC Wimbledon foi ao Gillingham com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O AFC Wimbledon ofereceu $1.4M; o West Ham United disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luke O'Donnell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
A proposta seguiu esta semana para o Wolverhampton, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Attila Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Patrick Młynarski e o AFC Wimbledon acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AFC Wimbledon está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o West Ham United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$390.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Wolverhampton pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel21/07/2031
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Reading fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kealey Adamson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
As regras permitem-no e dói na mesma. Luke O'Donnell acertou condições com o Bradford City para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Walsall queria mais do que $860.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A proposta seguiu esta semana para o Wolverhampton, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O AFC Wimbledon perguntou e o Swansea City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no AFC Wimbledon
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em AFC Wimbledon toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
O AFC Wimbledon perguntou e o Bolton Wanderers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Swansea City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel07/07/2031
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mihajlo Ivančević e o AFC Wimbledon acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
111 dias de fora para Sim Thandi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AFC Wimbledon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
O AFC Wimbledon ofereceu $1.4M; o West Ham United disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Emilio Lawrence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/06/2031
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kealey Adamson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 119 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Peterborough United fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
O Barnet queria mais do que $100.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Tem 19 anos e ninguém em AFC Wimbledon o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Em resumo
PlantelFlorent Shehu desentende-se com um colega por causa das exigências
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $627.5K do que o AFC Wimbledon pagou por Patson Daka é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O AFC Wimbledon foi ao Shrewsbury Town com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Ipswich Town pagou $1.4M e o AFC Wimbledon aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Emilio Lawrence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Ham United fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
O Derby County queria mais do que $160.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel16/06/2031
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
$870.0K era o máximo que o clube pagaria, e o West Ham United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A verba é $340.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Lincoln City negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em AFC Wimbledon toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Walsall, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Lincoln City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Attila Szalai e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/06/2031
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Florent Shehu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Patson Daka foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jimi Gower será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/05/2031
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sim Thandi, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Jake Drewett no desenho novo
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Emilio Lawrence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Attila Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Emilio Lawrence assinar alguma coisa — um contrato no AFC Wimbledon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o AFC Wimbledon pode pedir e sobe o salário que Jimi Gower pode exigir.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Sam Goma deixa o AFC Wimbledon pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Jimi Gower
Dawid Olejarka lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Harry Cornick, e o treinador deixou.
Plantel12/05/2031
Florent Shehu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AFC Wimbledon foi explícito quanto à situação de Enzo Gariglio, o que é mais do que muitos recebem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AFC Wimbledon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
66 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Emilio Lawrence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/05/2031
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patson Daka, e o treinador deixou.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Dawid Olejarka lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Direção28/04/2031
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em AFC Wimbledon
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Attila Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emilio Lawrence, e o treinador deixou.
80 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kealey Adamson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AFC Wimbledon sabe dizer em que semana.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em AFC Wimbledon fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nazar Balaba, e o treinador deixou.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel14/04/2031
29 dias de fora para Denis Acosta depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AFC Wimbledon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/04/2031
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. George Moore está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Christopher Palmer é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Richard Green é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Avaliado com 7.16. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel07/04/2031
36 dias de fora para Denis Acosta depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AFC Wimbledon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Emilio Lawrence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Attila Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco07/04/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jonathan Thompson não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do AFC Wimbledon também ninguém o escondia.
101 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AFC Wimbledon está a esgotar-se.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lennox Emery, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Florent Shehu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kealey Adamson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AFC Wimbledon já falam dele no passado.
Jogo22/03/2031
Ninguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Emilio Lawrence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Attila Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Harry Cornick lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
7.76, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Attila Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jonathan Thompson sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Emilio Lawrence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/03/2031
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jimi Gower fez o trabalho que ninguém conta — 6.79
12 ações combinadas e 6.79. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AFC Wimbledon está a esgotar-se.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mihajlo Ivančević agiu, no AFC Wimbledon, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Nicholas Hamilton acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o AFC Wimbledon substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kealey Adamson, e o treinador deixou.
Harry Cornick lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Alfie Whiteman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/02/2031
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo15/02/2031
Não se vê o fim da espera do AFC Wimbledon por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AFC Wimbledon tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AFC Wimbledon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
58 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Emilio Lawrence esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/02/2031
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stoke City fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
Um ponto arrancado aos 85 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Avaliado com 7.79. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sim Thandi, e o treinador deixou.
66 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série chega a 9 e as perguntas em torno do AFC Wimbledon já não são delicadas.
Direção03/02/2031
O AFC Wimbledon fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/02/2031
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O AFC Wimbledon perguntou e o Rotherham United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Harry Cornick lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do FC Nantes por Emilio Lawrence foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AFC Wimbledon já falam dele no passado.
Jogo25/01/2031
Não se vê o fim da espera do AFC Wimbledon por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AFC Wimbledon tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
80 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 120 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Stockport County por Patson Daka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Mais um nome na lista: o FC Nantes fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Emilio Lawrence. A resposta do AFC Wimbledon não mudou — para já.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Ham United fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel13/01/2031
127 dias de fora para Denis Acosta depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AFC Wimbledon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A verba é $760.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Salford City negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Chelsea fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O AFC Wimbledon foi ao Brighton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 134 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Crystal Palace fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elián Encina, e o treinador deixou.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. AFC Wimbledon têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
103 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Emilio Lawrence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um marcado e um servido, que é uma tarde diferente de um bis e mais fácil de passar ao lado. Nota de 7.85 e participação em 2 golos dos seus.
Plantel30/12/2030
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alfie Whiteman, e o treinador deixou.
111 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Charlton Athletic vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Jogo21/12/2030
Ninguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/12/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um 2‑1 sobre o Charlton Athletic, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Uma nota de 7.79, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco23/12/2030
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Jonathan Thompson foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
118 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
7.85, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Momo Yansané será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Lennox Emery tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Florent Shehu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
126 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel09/12/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Patrick Młynarski e o AFC Wimbledon acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
134 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AFC Wimbledon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
As regras permitem-no e dói na mesma. Elián Encina acertou condições com o Bolton Wanderers para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Emilio Lawrence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/12/2030
Attila Szalai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 11 ações, 6.84, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel02/12/2030
Demasiada mudança demasiado depressa no AFC Wimbledon
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Harry Cornick lesiona os ligamentos do joelho — 141 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 141 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Faltavam 88 minutos e o Rotherham United tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o AFC Wimbledon não parou para dar explicações.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AFC Wimbledon lida com um homem que quer outro país.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
MercadoA conversa sobre Patson Daka não desaparece
225Edição
O Arauto de AFC Wimbledon
18/11/2030
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel18/11/2030
Harry Cornick lesiona os ligamentos do joelho — 148 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 148 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alfie Whiteman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/11/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Denis Acosta e o AFC Wimbledon acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Joe Hilton tem a sua resposta do AFC Wimbledon; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aurélien Nguiamba treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Rotherham United com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/11/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoElián Encina pede uma conversa com o treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AFC Wimbledon, mais uma semana sem a assinatura de Kealey Adamson.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AFC Wimbledon disse a Alfie Whiteman que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel04/11/2030
Florent Shehu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Olivier Warcybok será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/10/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Attila Szalai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.92 na ficha, e os adeptos do AFC Wimbledon saíram a repetir um nome.
Plantel28/10/2030
9 caras novas e o AFC Wimbledon ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco28/10/2030
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Jonathan Thompson foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kealey Adamson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/10/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fawaz Junaid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emilio Lawrence treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco21/10/2030
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Jonathan Thompson escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o AFC Wimbledon terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Emilio Lawrence
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Liam Andersson acabou de assinar pelo AFC Wimbledon e, por uma vez, a resposta importava.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel14/10/2030
Florent Shehu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Liam Andersson e o AFC Wimbledon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AFC Wimbledon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Momo Yansané: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AFC Wimbledon a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
10 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Bristol Rovers. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AFC Wimbledon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Patson Daka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Attila Szalai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fawaz Junaid, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Remo Gotfredsen Grgić e o AFC Wimbledon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Olivier Warcybok será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elián Encina, e o treinador deixou.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 6.80, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawaz Junaid estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel30/09/2030
Demasiada mudança demasiado depressa no AFC Wimbledon
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Avaliado com 7.73. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
0‑2 frente ao Peterborough United, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AFC Wimbledon sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o AFC Wimbledon tinha praticamente arrumada. O Doncaster Rovers vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As regras permitem-no e dói na mesma. Momo Yansané acertou condições com o Fleetwood Town para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel16/09/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elián Encina está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AFC Wimbledon perguntou e o Stoke City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawaz Junaid estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AFC Wimbledon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Matt Crooks: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AFC Wimbledon a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Emilio Lawrence. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
MercadoO mercado disse que não: Elián Encina fica onde está
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $90.9K do que o AFC Wimbledon pagou por Murray Campbell é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Direção02/09/2030
Fecha o mercado: 21 entradas, 24 saídas no AFC Wimbledon
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 21, saíram 24, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O negócio com o Rotherham United está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O AFC Wimbledon perguntou e o Norwich City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Patson Daka, e desta vez do outro lado está o Crewe Alexandra. No AFC Wimbledon ouvem com educação e não prometem nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio com o West Ham United está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Jogo24/08/2030
Não se vê o fim da espera do AFC Wimbledon por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AFC Wimbledon tem de arrancar um resultado de algum lado.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stockport County fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel26/08/2030
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
As regras permitem-no e dói na mesma. Olivier Warcybok acertou condições com o Rotherham United para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 7.25. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Murray Campbell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
O AFC Wimbledon foi ao Stockport County com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stoke City fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolò Evangelisti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Santiago Bueno foi-se, as contas têm $2.0M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
O West Ham United pagou $2.0M e o AFC Wimbledon aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/08/2030
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Luton Town fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel05/08/2030
No AFC Wimbledon ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ivan Andonov está em marcha
Mais um nome na lista: o Crawley Town fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Patson Daka. A resposta do AFC Wimbledon não mudou — para já.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O AFC Wimbledon ofereceu $330.0K; o Shrewsbury Town disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O AFC Wimbledon perguntou e o Accrington Stanley disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel29/07/2030
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrick Młynarski e o AFC Wimbledon acertam mais 4 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AFC Wimbledon sabem-no.
A proposta seguiu esta semana para o Lincoln City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$330.0K em cima da mesa do Shrewsbury Town. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Preston paga $280.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel22/07/2030
Will Anderson consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Will Anderson acabou de assinar pelo AFC Wimbledon e, por uma vez, a resposta importava.
$5.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Coventry City pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O AFC Wimbledon perguntou e o Newcastle United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Queens Park Rangers pagou $1.5M e o AFC Wimbledon aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$45.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Gillingham pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel15/07/2030
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O AFC Wimbledon perguntou e o Stoke City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AFC Wimbledon já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A verba é $1.1M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Charlton Athletic negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A proposta seguiu esta semana para o Derby County, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O AFC Wimbledon foi ao Gillingham com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Plantel6 caras novas e o AFC Wimbledon ainda se está a conhecer
205Edição
O Arauto de AFC Wimbledon
01/07/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel01/07/2030
27 dias de fora para Josh Brian depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AFC Wimbledon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AFC Wimbledon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O AFC Wimbledon perguntou e o Watford disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Blackburn Rovers queria mais do que $190.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AFC Wimbledon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O AFC Wimbledon foi ao Sheffield United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O AFC Wimbledon ofereceu $1.7M; o Bournemouth disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O AFC Wimbledon perguntou e o Bradford City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Bader Nasser acertou condições com o West Bromwich Albion para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
O AFC Wimbledon foi ao Bournemouth com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.8M — um clube que quer Imrân Louza ao ponto de perguntar duas vezes.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Mansfield Town queria mais do que $270.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel17/06/2030
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
A proposta do Crewe Alexandra por Nathan Bishop foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AFC Wimbledon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AFC Wimbledon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta seguiu esta semana para o Middlesbrough, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$270.0K em cima da mesa do Mansfield Town. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
$980.0K em cima da mesa do Colchester United. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O AFC Wimbledon foi ao Middlesbrough com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Middlesbrough queria mais do que $69.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jamie Allen e o AFC Wimbledon acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AFC Wimbledon, mais uma semana sem a assinatura de Nicolò Evangelisti.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emilio Lawrence, e o treinador deixou.
Matt Crooks esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AFC Wimbledon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aurélien Nguiamba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Olivier Warcybok e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emilio Lawrence treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Marcus Browne assinar alguma coisa — um contrato no AFC Wimbledon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AFC Wimbledon, mais uma semana sem a assinatura de Matteo Gualandris.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AFC Wimbledon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel13/05/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emilio Lawrence está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AFC Wimbledon ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AFC Wimbledon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o AFC Wimbledon beneficiou disso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Bader Nasser e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AFC Wimbledon, mais uma semana sem a assinatura de Emilio Lawrence.
Direção06/05/2030
Os salários engolem 90% das receitas do AFC Wimbledon
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
92 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Notas dos jogadores29/04/2030
Patrick Młynarski, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
JogoNinguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Colchester United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O AFC Wimbledon foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.25 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Attila Szalai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolò Evangelisti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.22 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel15/04/2030
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
As regras permitem-no e dói na mesma. James Wright acertou condições com o Blackburn Rovers para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 1‑0 sobre o Oldham Athletic, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel08/04/2030
Aurélien Nguiamba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emilio Lawrence e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/04/2030
Marcus Browne desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emilio Lawrence, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AFC Wimbledon disse a Jethro Medine que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Patson Daka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Patrick Młynarski não precisou: 7.91, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jogo23/03/2030
Ninguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AFC Wimbledon já falam dele no passado.
Plantel25/03/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emilio Lawrence está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Jethro Medine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/03/2030
No AFC Wimbledon ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O AFC Wimbledon torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolò Evangelisti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AFC Wimbledon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Isto não é rotação. Santiago Bueno está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no AFC Wimbledon finge o contrário.
Jogo16/03/2030
Ninguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nicolò Evangelisti acertou condições com o Wrexham para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Marcus Browne. 3‑1 sobre o Tranmere Rovers, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Florent Shehu agiu, no AFC Wimbledon, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Attila Szalai e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 2‑0 sobre o Accrington Stanley, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Notas dos jogadores11/03/2030
Patson Daka jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.63. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Uma média de 7.22 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O banco11/03/2030
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jonathan Thompson, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Attila Szalai e o AFC Wimbledon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Nathan Bishop tem agora 50 deles em 233 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Marcus Browne e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patson Daka, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AFC Wimbledon sabem-no.
Plantel25/02/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mattia Sala está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em AFC Wimbledon fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco25/02/2030
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jonathan Thompson não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do AFC Wimbledon também ninguém o escondia.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AFC Wimbledon foi explícito quanto à situação de Harry Cornick, o que é mais do que muitos recebem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Lincoln City por Patson Daka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo09/02/2030
O AFC Wimbledon torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AFC Wimbledon já falam dele no passado.
Plantel11/02/2030
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emilio Lawrence está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O relógio fez o que o Walsall não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AFC Wimbledon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alvos de mercado04/02/2030
Verba fechada, faltam as condições de Daniel Bahia
O AFC Wimbledon e o Walsall acertaram em $210.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção04/02/2030
O AFC Wimbledon fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Notts County fica com o seu homem, e o AFC Wimbledon volta a uma lista com um nome riscado.
Os adeptos organizam-se contra a direção do AFC Wimbledon
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O AFC Wimbledon perguntou e o Bristol City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AFC Wimbledon já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Jogo19/01/2030
Ninguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Murray Campbell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Gonzalo Ortiz pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Mercado21/01/2030
Tão perto: a transferência de James Wright morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Colchester United seguiu em frente, James Wright apresenta-se de volta no AFC Wimbledon, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O Bolton Wanderers queria mais do que $380.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Em resumo
PlantelEmilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
Jacob Marshall lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Stockport County por Patson Daka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Emersonn produziu-o, e o 9.06 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Verba acordada, salário acordado, e o Salford City à espera com uma camisola. No AFC Wimbledon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
3.º lugar e 51 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Jogo12/01/2030
O AFC Wimbledon torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Junior Nkeng será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Jogo12/01/2030
Ninguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Em resumo
Alvos de mercadoUma proposta de $380.0K por David Abimbola
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Emersonn produziu-o, e o 8.99 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel07/01/2030
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O AFC Wimbledon vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O AFC Wimbledon marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AFC Wimbledon já falam dele no passado.
Plantel31/12/2029
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emilio Lawrence está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Murray Campbell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Jogo22/12/2029
Não se vê o fim da espera do AFC Wimbledon por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AFC Wimbledon tem de arrancar um resultado de algum lado.
Bader Nasser esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AFC Wimbledon ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco24/12/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Santiago Bueno
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no AFC Wimbledon
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. James Wright será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Plantel17/12/2029
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AFC Wimbledon lida com um homem que quer outro país.
Jesaja Mustapha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel10/12/2029
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bader Nasser e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Oldham Athletic defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AFC Wimbledon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A raiva no AFC Wimbledon transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AFC Wimbledon já falam dele no passado.
Jogo01/12/2029
Ninguém quer jogar contra o AFC Wimbledon neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Agustín Ortíz. 1‑0 sobre o Stevenage, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AFC Wimbledon sabem-no.
Direção03/12/2029
Em AFC Wimbledon, 104% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel26/11/2029
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emilio Lawrence está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Matouš Nikl e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emilio Lawrence treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O AFC Wimbledon vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Emersonn tem de reconquistar o que julgava seu. O AFC Wimbledon não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Em resumo
DireçãoA formação do AFC Wimbledon continua a produzir
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.83 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matouš Nikl será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Harry Cornick. 1‑0 sobre o Accrington Stanley, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel12/11/2029
Mattia Sala desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Plantel8 caras novas e o AFC Wimbledon ainda se está a conhecer
A raiva no AFC Wimbledon transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AFC Wimbledon podem fingir não ter ouvido.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.71 para o resto.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AFC Wimbledon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em AFC Wimbledon já falam dele no passado.
Plantel05/11/2029
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emilio Lawrence está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Salford City continuou a vir porque nada o travou, e ao AFC Wimbledon vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel29/10/2029
Emilio Lawrence desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mattia Sala e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Emersonn e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AFC Wimbledon pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sim Thandi, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AFC Wimbledon ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel22/10/2029
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mattia Sala está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel15/10/2029
Palavras no treino do AFC Wimbledon sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emilio Lawrence está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AFC Wimbledon sabem-no.
Murray Campbell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AFC Wimbledon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Segue-se o Barnet, e há um homem no balneário do AFC Wimbledon que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no AFC Wimbledon admitiria. Nota-se aos sábados.
Os adeptos organizam-se contra a direção do AFC Wimbledon
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AFC Wimbledon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emilio Lawrence estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Direção08/10/2029
Os salários engolem 112% das receitas do AFC Wimbledon
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AFC Wimbledon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/10/2029
Demasiada mudança demasiado depressa no AFC Wimbledon
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
MercadoMatt Crooks colocado na lista de transferências
166Edição
O Arauto de AFC Wimbledon
01/10/2029
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel01/10/2029
Dawid Olejarka lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AFC Wimbledon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Murray Campbell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Emilio Lawrence e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AFC Wimbledon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Portsmouth segue em frente e o AFC Wimbledon vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. James Wright será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AFC Wimbledon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcus Browne estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.