4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Nassr vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ahli foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ahli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Ricardo Mathias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulrahman Ghareeb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ahli, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
O banco25/10/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Faisal Al-Shehri foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Galeno. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
O bancoRayan Hamed tornou-se um homem de confiança do treinador
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulrahman Ghareeb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Abdulrahman, e o treinador deixou.
28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Édouard Mendy e o Al-Ahli acertam mais 2 anos.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Ahli foi explícito quanto à situação de Abdulelah Al-Khaibari, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulrahman Ghareeb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ahli, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saleh Abu Al-Shamat, e o treinador deixou.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Faisal Al-Shehri não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Al-Ahli também ninguém o escondia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Galeno. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O Al-Saudi Al-Watani está fora e o Al-Ahli segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Feras Al-Brikan, e o treinador deixou.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco13/09/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Faisal Al-Shehri saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ahli sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matheus Gonçalves produziu-o, e o 8.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 12 contratações e 14 saídas
Está feito o negócio no Al-Ahli até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ahli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Galeno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo04/09/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Al-Ahli. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
A primeira derrota em 13 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Al-Qadisiyah; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al-Ahli lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ahli perdeu-o em tudo menos nos papéis.
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Notas dos jogadores23/08/2027
Ricardo Mathias, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.55
Um 8.55 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ahli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Ricardo Mathias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A forma vai e vem; esta não foi. Mohammed Sulaiman tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Direção16/08/2027
2 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Al-Ahli
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Matheus Gonçalves tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Waleed Al-Sulami é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Hassan Al-Ghamdi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Ahli sobre quem trabalha
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al-Shoulla tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al-Ahli lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta do Al Wahda por Yassine Benzia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Eduard Spertsyan. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohammed Abdulrahman está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Ahli. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdulrahman Ghareeb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Ahli perguntou e o Al Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O nome de Galeno não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al-Ahli nada diz, o que já diz muito.
O banco19/07/2027
Rayan Hamed tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A proposta do Al-Shabab por Mohammed Abdulrahman foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel12/07/2027
Édouard Mendy melhorou aos 35, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Eid Al-Muwallad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Al-Ahli vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ahli a ouviu como outra coisa.
A proposta do Al-Shoulla por Abdullah Otayf foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Utrecht ninguém diz, e no Al-Ahli ninguém gosta de estar a adivinhar.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Nassr pagou $880.0K e o Al-Ahli aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yassine Benzia e o Al-Ahli acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Altach fica com o seu homem, e o Al-Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelAbdulrahman Ghareeb desentende-se com um colega por causa das exigências
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ahli perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al-Ahli lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no KAA Gent ninguém diz, e no Al-Ahli ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$770.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Nassr pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Aos 29 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ahli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Al-Diriyah por Abubacarr Sedi Kinteh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Al-Ahli perguntou e o Al-Hilal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Al-Ahli ofereceu $1.2M; o Al-Shabab disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelRoger Ibañez melhorou aos 28, o que ninguém esperava
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ahli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Abdullah Radif não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ahli perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A perseguição a Taher Wadi terminou com $1.3M a mudar de mãos e o Al-Diriyah sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Al-Ahli foi ao Al-Shabab com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Taher Wadi agiu, no Al-Ahli, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Em resumo
Alvos de mercadoUma proposta de $770.0K por Sami Al-Naji
Eduard Spertsyan lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ahli a ouviu como outra coisa.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abubacarr Sedi Kinteh e o Al-Ahli acertam mais 5 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abubacarr Sedi Kinteh, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Abubacarr Sedi Kinteh saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Em resumo
MercadoA história de Roger Ibañez recusa-se a morrer
Emprestados7 golos por empréstimo para Enzo Millot
Eduard Spertsyan lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abubacarr Sedi Kinteh treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mercado31/05/2027
Feras Al-Brikan regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
4 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Salem Al-Qahtani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ahli sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Al-Ahli daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Taawoun segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adrien Thibaut está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Bader Kabli pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Eduard Spertsyan lesiona os ligamentos do joelho — 51 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Posição 2, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ahli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Dieguinho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Merih Demiral. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco17/05/2027
Rayan Hamed tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Gonçalves, e o treinador deixou.
Plantel10/05/2027
Adrien Thibaut desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roger Ibañez assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ahli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
29 jogos longe de casa e 7 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco10/05/2027
Zakaria Hawsawi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ahli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/05/2027
Adrien Thibaut desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ahli sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco03/05/2027
Yazan Madani tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados03/05/2027
O empréstimo de Abdullah Abdo mede-se pelo que não acontece
5 balizas a zeros em 28 jogos no Al-Shoulla. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ahli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Al-Ahli a diferença vê-se da última fila.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Édouard Mendy
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Roger Ibañez quer futebol continental; se o Al-Ahli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Saeed Al-Shammari é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Turki Al-Mansour está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ali Al-Khaibari é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrien Thibaut estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrien Thibaut estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
4 golos em 6 jogos no Zob Ahan — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Ahli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Merih Demiral assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ahli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco05/04/2027
Yazan Madani tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dieguinho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Al-Ahli daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Taawoun segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrien Thibaut estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Eduard Spertsyan assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ahli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ahli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Posição 2, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adrien Thibaut estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Al-Ahli terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Salem Al-Qahtani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ahli, e não vai ser retirado.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdulrahman Ghareeb e o Al-Ahli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel08/03/2027
Adrien Thibaut desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
0 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Al-Ahli vai ter este mês.
2 jogos e 0 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Al-Ahli sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Merih Demiral assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ahli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
0 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Al-Ahli vai ter este mês.
O empréstimo devia dar-lhe jogos. 2 partidas e 0 golos depois, está de volta ao Al-Ahli sem ter avançado, e todos os envolvidos vão explicar por que não foi obra sua.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Eduard Spertsyan assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ahli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Al-Ahli ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abdullah Otayf pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Eduard Spertsyan quer futebol continental; se o Al-Ahli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ahli, e 2 jogos em 26 dizem que merece ser ouvido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O nome de Galeno não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al-Ahli nada diz, o que já diz muito.
O banco22/02/2027
Rayan Hamed tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Lorient fica com o seu homem, e o Al-Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Al-Ahli daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Jeel segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Emprestados15/02/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Enzo Millot
7 golos em 26 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Ahli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Al-Ahli não tem uma boa resposta.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Galeno e o Al-Ahli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Estudiantes fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al-Shoulla tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ahli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Ahli fez a parte difícil com o Estudiantes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Merih Demiral esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Ahli perguntou e o Al-Diriyah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Saad Al-Sharfa tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Segue-se o Al-Nassr, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mansour Al-Nakhli pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Al-Shabab vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mohammed Al-Mahasnah pré-acordou a mudança para o Al-Ahli, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Khaleej fica com o seu homem, e o Al-Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ahli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vai para o TSG Hoffenheim, o clube tem $52.7M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Qadisiyah ninguém diz, e no Al-Ahli ninguém gosta de estar a adivinhar.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ahli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Al-Ahli beneficiou disso.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Al-Ahli já telefonou ao Al-Qadisiyah. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Dribles concretizados: 62. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel28/12/2026
Édouard Mendy lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ahli a ouviu como outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Vejo todos os jogos do Al-Ahli daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Jeel segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Édouard Mendy lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ahmed Al-Khaibari passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Al-Ahli não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Abdulrahman Al-Sanbi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
MercadoA história de Roger Ibañez recusa-se a morrer
19Edição
A Crónica de Al-Ahli
07/12/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel07/12/2026
Édouard Mendy lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Al-Ra'ed vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ahli foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.29 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valentin Atangana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Valentin Atangana está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
63 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Minuto 91. Francisco Trincão encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Al-Khaleej passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Francisco Trincão produziu-o, e o 8.44 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Posição 3, 33 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Édouard Mendy lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ahli, e 0 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Faisal Al-Shehri saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Al-Riyadh segue em frente e o Al-Ahli vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
O Najran vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ahli foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 7 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
86 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ahli a ouviu como outra coisa.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al-Ahli disse a Artem Bondarenko que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Faisal Al-Shehri escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Galeno assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ahli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Édouard Mendy lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Avaliado com 8.19. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al-Ahli.
O banco02/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Faisal Al-Shehri saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ahli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos em vinte minutos com Francisco Trincão no meio de tudo, e o Al-Wehda sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Segue-se o Al-Nassr, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Notas dos jogadores26/10/2026
Galeno jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.24. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valentin Atangana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ahli, e 0 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Faisal Al-Shehri escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Saleh Abu Al-Shamat está nela.
118 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Matheus Gonçalves marcou ao minuto 88, o Hajer já pensava na viagem de regresso, e o Al-Ahli levou tudo.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matheus Gonçalves não precisou: 7.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Matheus Gonçalves tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Com 7 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
127 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
7.73, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al-Ahli lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abubacarr Sedi Kinteh, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 88% do que Al-Ahli recebem
135 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ahli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Francisco Trincão. 4‑3 sobre o Al-Faisaly, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 8.15. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al-Ahli.
Plantel28/09/2026
8 caras novas e o Al-Ahli ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
143 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Al-Faisaly, e há um homem no balneário do Al-Ahli que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
152 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ahli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 39. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Saleh Abu Al-Shamat agarrou este contra o Al-Jeel. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al-Ahli.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 109. O Al-Jeel vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ahli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Jagiellonia fica com o seu homem, e o Al-Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Salem Al-Juhani é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fahad Al-Juhani passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Notas dos jogadoresSaleh Abu Al-Shamat jogou uma tarde diferente da de toda a gente
6Edição
A Crónica de Al-Ahli
07/09/2026
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel07/09/2026
Édouard Mendy lesiona os ligamentos do joelho — 159 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 159 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 9, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Abdullah Radif tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
6 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Abdullah Radif não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Al-Khaleej obrigou o Al-Ahli a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel31/08/2026
8 caras novas e o Al-Ahli ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Faisal Al-Shehri foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Roger Ibañez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Eduard Spertsyan quer futebol continental; se o Al-Ahli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Faisal Al-Shehri sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Mojzel à espera com uma camisola. No Al-Ahli ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Qadisiyah fica com o seu homem, e o Al-Ahli volta a uma lista com um nome riscado.
$900.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Qadisiyah pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ahli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A formação existe exatamente para esta manhã. Faisal Al-Subaie passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Faisal Al-Hassan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Francisco Trincão fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Roger Ibañez e o Al-Ahli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Zakaria Hawsawi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Plantel8 caras novas e o Al-Ahli ainda se está a conhecer