Abdulbasit Hindi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/04/2028
Jordan Larsson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pedro Henrique. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Ettifaq. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marzouq Tambakti treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ettifaq ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Al-Joui, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moussa Dembélé assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ettifaq ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Mohammed Jahfali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jordan Larsson assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ettifaq ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jack Hendry. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ettifaq, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoMarzouq Tambakti tornou-se um homem de confiança do treinador
Qassem Lajami lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ettifaq perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammed Al-Essa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulbasit Hindi, e o treinador deixou.
O banco13/03/2028
Moussa Dembélé tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moussa Dembélé assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ettifaq ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Al-Ettifaq não tem uma boa resposta.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Moussa Dembélé e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos.
Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ettifaq perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Abdulbasit Hindi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel21/02/2028
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Abdulbasit Hindi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohau Nkota treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ettifaq perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Mohammed Jahfali e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ettifaq, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al-Ettifaq, mais uma semana sem a assinatura de Abdulbasit Hawsawi.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al-Ettifaq nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção07/02/2028
O Al-Ettifaq fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Uma média de 7.38 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmad Al-Rehaili e o Al-Ettifaq acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Majed Abdullah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Riyadh à espera com uma camisola. No Al-Ettifaq ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
77 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ettifaq perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
18 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Al-Ettifaq perguntou e o Al-Orobah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do JS Kabylie por Jordan Larsson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Uma média de 7.42 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: João Costa. 3‑1 sobre o Al-Faisaly, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Diriyah fica com o seu homem, e o Al-Ettifaq volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Jordan Larsson no seu melhor
Notas dos jogadoresJoão Costa jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 14 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑5 para o Al-Hilal, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Hilal, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Corinthians fica com o seu homem, e o Al-Ettifaq volta a uma lista com um nome riscado.
Abdulbasit Hindi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
100 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ettifaq perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ettifaq, e não vai ser retirado.
Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Ittihad, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
12 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohau Nkota, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresJordan Larsson jogou uma tarde diferente da de toda a gente
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Al-Ettifaq
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Jalal Al-Salem
107 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.46 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Ettifaq ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moussa Dembélé. 2‑1 sobre o Al-Riyadh, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. João Costa tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Uma média de 7.43 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bandar Al-Sheikh e o Al-Ettifaq acertam mais 3 anos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moussa Dembélé. 1‑0 sobre o Al-Shabab, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Abdullah Al-Rashid podia dar-se ao luxo de ser generoso.
121 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Ettifaq perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Riyadh Sharahili, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.22 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riyadh Sharahili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Moussa Dembélé sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al-Ettifaq beneficiou de cada uma dessas tardes.
Direção06/12/2027
Os salários engolem 85% das receitas do Al-Ettifaq
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
14 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Majed Abdullah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel29/11/2027
Jordan Larsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faltavam 89 minutos e o Al-Nassr tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Al-Ettifaq não parou para dar explicações.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Abdulbasit Hindi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.33 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Abdulbasit Hindi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammed Al-Dawsari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohau Nkota, e o treinador deixou.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Salem Al-Ahmadi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Majed Abdullah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
26 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Direção08/11/2027
Os salários engolem 93% das receitas do Al-Ettifaq
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Mohau Nkota e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/11/2027
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jack Hendry está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulbasit Hawsawi, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Abdullah Al-Rashid depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Yasir Al-Shammari está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Taawoun, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jack Hendry estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mohau Nkota tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Abdullah Al-Otaibi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jordan Larsson produziu-o, e o 9.44 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Majed Abdullah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Faisaly, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel18/10/2027
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2027
Jordan Larsson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Essa, e o treinador deixou.
O banco11/10/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Abdullah Al-Rashid escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al-Ettifaq e do Al-Ittihad por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
Plantel04/10/2027
Riyadh Sharahili desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco04/10/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑6, ditas por Abdullah Al-Rashid a uma sala que já as tinha ouvido.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 85% das receitas do Al-Ettifaq
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Abdullah Madu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores27/09/2027
Jordan Larsson jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.68. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores27/09/2027
Moussa Dembélé jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.56. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Dribles concretizados: 45. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mohau Nkota não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
0‑2 frente ao Al-Orobah, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Abdulrahman Al-Hamyani agiu, no Al-Ettifaq, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammed Al-Essa e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Essa, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ettifaq perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Esteghlal Khuzestan tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Dribles concretizados: 32. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Direção06/09/2027
O Al-Ettifaq fecha o mercado com um plantel feito por si
12 entradas e 13 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Majed Abdullah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohau Nkota, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Abdullah Al-Joui no seu melhor
PlantelNo Al-Ettifaq ainda são estranhos uns para os outros
A proposta do Saba por João Costa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pedro Henrique e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O banco23/08/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jack Hendry
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O Al-Ettifaq torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al-Ettifaq marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moussa Dembélé produziu-o, e o 9.63 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A proposta do Al Ahly por Moussa Dembélé foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Mojzel à espera com uma camisola. No Al-Ettifaq ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel09/08/2027
7 caras novas e o Al-Ettifaq ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Abdullah Al-Bishi deixa o Al-Ettifaq pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ettifaq podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bandar Al-Sheikh e o Al-Ettifaq acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Abdullah Madu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bandar Al-Sheikh, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ettifaq, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O treinador reorganizou as ideias e Abdulbasit Hindi saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pedro Henrique. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoMarzouq Tambakti tornou-se um homem de confiança do treinador
As bancadasOs rumores sobre Moussa Dembélé chegam às bancadas
O Slovan Bratislava pagou $3.9M e o Al-Ettifaq aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Majed Abdullah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jordan Larsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Abdulbasit Hindi tem a sua resposta do Al-Ettifaq; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yasir Al-Shammari, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jordan Larsson está nela.
Disseram uma coisa a Khalid Hazazi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ettifaq sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Matija Gluščević não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ettifaq podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ettifaq ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Radhi Al-Otaibi e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco19/07/2027
Moussa Dembélé tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Kanté será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
O telefone voltou a tocar por causa de João Costa, e desta vez do outro lado está o Esteghlal Ahvaz. No Al-Ettifaq ouvem com educação e não prometem nada.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Meshal Al-Alaeli compromete-se com o Al-Ettifaq por mais 4 anos.
Plantel12/07/2027
7 caras novas e o Al-Ettifaq ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco12/07/2027
Ondrej Duda tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ettifaq podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohau Nkota e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos.
Ahmad Al-Rehaili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al-Ettifaq nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jordan Larsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
30 jogos e 1 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Al-Ettifaq sabe em que fase está.
Direção05/07/2027
Os salários engolem 100% das receitas do Al-Ettifaq
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ettifaq podem fingir não ter ouvido.
O Al-Ettifaq e o Al-Diriyah acertaram em $110.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
$1.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Nassr pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Uma média de 7.09 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Ettifaq têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Nassr, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ettifaq ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Fayha, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A verba é $290.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Al-Diriyah negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matija Gluščević e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos.
Abdulbasit Hindi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Kanté será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
O Al-Hilal pagou $5.2M e o Al-Ettifaq aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Al-Jeel pagou $520.0K e o Al-Ettifaq aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jalal Al-Salem e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos.
Abdulbasit Hindi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção07/06/2027
Os salários engolem 134% das receitas do Al-Ettifaq
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulbasit Hawsawi, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Khalid Al-Ghannam está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Turki Ba Al-Jawsh tem a sua resposta do Al-Ettifaq; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ettifaq sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Direção$217.2K por ano a mais nas contas de Al-Ettifaq
DireçãoAberto para negócios: o Al-Ettifaq entra no mercado
Uma média de 7.09 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ettifaq sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nawaf Al-Shammari acertou condições com o Al-Nahda para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Turki Ba Al-Jawsh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco31/05/2027
Jordan Larsson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mercado31/05/2027
Turki Ba Al-Jawsh regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
28 jogos e 2 balizas a zeros. Um guarda-redes só aprende o ofício a jogá-lo, e uma época que não lhe deu nem os jogos nem as balizas a zeros é um ano arrancado ao início de uma carreira.
Mercado31/05/2027
Jalal Al-Salem regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
2 jogos e 1 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ettifaq sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marzouq Tambakti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Faris Al-Zubaidi acertou condições com o Al-Nahda para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Matija Gluščević e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Dembélé está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ondrej Duda. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Al-Ettifaq gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
Matematicamente garantida, e esta noite ninguém nesta cidade se deita cedo. Tenha acontecido o que tiver acontecido nesta época, ela acaba um escalão acima de onde começou.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Al-Ettifaq aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Mohammed Al-Kadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moussa Dembélé assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ettifaq ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ettifaq, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Abdulbasit Hindi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Khateeb, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ettifaq, e 2 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Khalid Al-Ghannam está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ettifaq sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Al-Ettifaq gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.09 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ettifaq sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Abdulbasit Hindi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jordan Larsson está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Belal Al-Dawaa, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ettifaq sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marzouq Tambakti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
Abdulbasit Hindi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulbasit Hindi, e o treinador deixou.
O banco26/04/2027
Moussa Dembélé tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ondrej Duda. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Ettifaq. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
MercadoA bancada continua a encher-se por Jordan Larsson
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ettifaq perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Kanté será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Turki Al-Madani acertou condições com o Al-Fayha para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Abdulbasit Hindi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulbasit Hawsawi, e o treinador deixou.
O banco19/04/2027
Ondrej Duda tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ettifaq dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Abdulbasit Hindi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção12/04/2027
Os salários engolem 166% das receitas do Al-Ettifaq
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ettifaq, e 2 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Khalid Al-Ghannam está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jordan Larsson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma média de 7.09 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ettifaq sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Matija Gluščević esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jordan Larsson está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pedro Henrique. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdoulaye Kanté treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Al-Ettifaq do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Al-Ettifaq preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
79 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marzouq Tambakti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
Mohammed Al-Kadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ettifaq sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdoulaye Kanté treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ettifaq, e não vai ser retirado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Emad Fidaa acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al-Ettifaq substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Abdulbasit Hindi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammed Al-Essa e o Al-Ettifaq acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al-Ettifaq que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma média de 8.12 na época, com 47 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
0-7, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Hilal, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Abdulbasit Hindi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção15/03/2027
Em Al-Ettifaq, 191% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Uma média de 8.37 na época, com 60 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.09 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ettifaq sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Uma média de 8.36 na época, com 59 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Al-Ta'ee vai querer esquecer isto depressa: 7‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
76 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marzouq Tambakti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ettifaq as despedidas começaram em silêncio.
O Al-Shoulla vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Abdulbasit Hindi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Al-Ettifaq vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Al-Diriyah pode já não estar a vender.
Uma média de 8.29 na época, com 54 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A série sem derrotas chega aos 26 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ettifaq perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Anas Al-Ahmadi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al-Ettifaq substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A série sem derrotas chega aos 25 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rayane Messi não precisou: 8.51, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ettifaq sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Al-Orobah; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Ondrej Duda regressa a Al-Ettifaq com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Al-Ettifaq e o Al-Diriyah acertaram em $260.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Em resumo
DireçãoFecha o mercado: 1 entradas, 3 saídas no Al-Ettifaq
50 golos e uma média de 8.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Ettifaq já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Damac vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A proposta do Al-Shabab por Abdullah Khateeb foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ettifaq ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
5‑1, e Jordan Larsson ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al-Ettifaq. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Notas dos jogadores18/01/2027
Rayane Messi, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 10.00
Um 10.00 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Jeel à espera com uma camisola. No Al-Ettifaq ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
49 golos e uma média de 8.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Al-Riyadh vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ettifaq perdeu-o em tudo menos nos papéis.
57 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
A proposta do Twente por Moussa Dembélé foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ettifaq, e não vai ser retirado.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Em resumo
Notas dos jogadoresÁlvaro Medrán sobe e resolve — 7.78
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jordan Larsson produziu-o, e o 9.62 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Ettifaq estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O telefone voltou a tocar por causa de Abdullah Khateeb, e desta vez do outro lado está o Al-Shabab. No Al-Ettifaq ouvem com educação e não prometem nada.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 8.19 na época, com 45 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ondrej Duda produziu-o, e o 8.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Abdoulaye Kanté não precisou: 7.89, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
39 golos e uma média de 8.13 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jordan Larsson produziu-o, e o 9.59 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Jogo19/12/2026
O Al-Ettifaq torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Álvaro Medrán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
29 golos e uma média de 7.82 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Al-Fayha; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
A formação existe exatamente para esta manhã. Khalid Al-Ghamdi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Saad Al-Hassan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayane Messi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel14/12/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Al-Ettifaq
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
38 golos e uma média de 8.14 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Al-Saudi Al-Watani vai querer esquecer isto depressa: 8‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moussa Dembélé produziu-o, e o 10.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Notas dos jogadores07/12/2026
Jordan Larsson jogou uma tarde diferente da de toda a gente
10.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
36 golos e uma média de 8.08 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al-Ettifaq vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Mojzel, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
35 golos e uma média de 8.01 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Al-Jeel vai querer esquecer isto depressa: 8‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Notas dos jogadores23/11/2026
Rayane Messi, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.24
Um 8.24 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Álvaro Medrán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Jeel, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Em resumo
JogoMais uma trazida de fora
Notas dos jogadoresMatija Gluščević jogou uma tarde diferente da de toda a gente
PlantelAbdullah Khateeb desentende-se com um colega por causa das exigências
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Moussa Dembélé agarrou este contra o Al-Ra'ed. 4‑3 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al-Ettifaq.
O Al-Ta'ee vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 108. O Al-Ra'ed vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
35 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Notas dos jogadores16/11/2026
Rayane Messi, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.78
Um 8.78 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Ondrej Duda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Moussa Dembélé na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Al-Ettifaq nem ao Al-Shoulla.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Medrán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.78 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 7.80, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo31/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Ettifaq neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 41. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Medrán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Abdulbasit Hindi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moussa Dembélé. 1‑0 sobre o Al-Orobah, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Khateeb, e o treinador deixou.
O Al-Batin vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.67 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
7.24, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Uma média de 7.58 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Yasir Al-Shammari agiu, no Al-Ettifaq, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Álvaro Medrán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Yasir Al-Shammari volta a ser jogador do Al-Ettifaq, e a cidade tem a sua história do verão.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Salman Al-Rashid é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Khateeb estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Madu, e o treinador deixou.
O Al-Njoom vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ettifaq foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.55 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Njoom, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Medrán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Abdullah Madu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Em resumo
Notas dos jogadoresKhalid Al-Ghannam jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Matija Gluščević no seu melhor
Álvaro Medrán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.32 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
13 golos e uma média de 7.41 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pedro Henrique, e o treinador deixou.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullah Khateeb está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Acabou 4‑4, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Abdullah Al-Rashid escolheu a versão do copo meio cheio do 4‑4; os adeptos saíram com a outra.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Rayane Messi agarrou este contra o Ohod. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al-Ettifaq.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Al-Nahda, e podiam ter sido mais.
Jogo09/09/2026
Rayane Messi ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Rayane Messi encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Ohod passou do ponto ao nada num só movimento.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rayane Messi não precisou: 7.87, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Álvaro Medrán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Matija Gluščević tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Abdoulaye Kanté não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 15 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Al-Ettifaq até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ettifaq coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abdullah Madu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco07/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Abdullah Al-Rashid a uma sala que já as tinha ouvido.
Álvaro Medrán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores31/08/2026
Moussa Dembélé jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.79. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O Sparta Prague pagou $4.0M e o Al-Ettifaq aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
7.91, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Álvaro Medrán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Al-Ettifaq e o Al-Mojzel, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Álvaro Medrán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Hamad Al-Sulami passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hassan Al-Shehri está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Fahad Al-Rashid é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ahmed Al-Nemer passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khalid Al-Ghannam, e o treinador deixou.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Al-Ettifaq não tem uma boa resposta.
O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Ondrej Duda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Al-Ettifaq sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Álvaro Medrán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faltam 36 meses e nem uma palavra de proposta. Um clube que deixa o calendário negociar por si costuma acabar a perder para o calendário.
Plantel03/08/2026
No Al-Ettifaq ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Khalid Al-Ghannam treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
As bancadasOs rumores sobre Moussa Dembélé chegam às bancadas