«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ozodbek Ergashev e o Al-Hazem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Hazem foi explícito quanto à situação de Mohammed Al-Yami, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A língua vai chegando, as piadas acertam e há alguém no cabide ao lado com quem falar. Nada disto aparece num relatório de observação e tudo isto se vê em campo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Loreintz Rosier tem de reconquistar o que julgava seu. O Al-Hazem não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Fábio Martins tem de reconquistar o que julgava seu. O Al-Hazem não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Ramin Taremi tem 18 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 18 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Tem 18 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Erbol Taykenov tem 18 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Erbol Taykenov e o Al-Hazem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Fábio Martins
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bruno Varela e o Al-Hazem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma média de 7.24 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dauren Taykenov tem 18 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Shahriar Torabi tem 18 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A camisola ainda lhe serve. Martin Baranov está de volta ao Al-Hazem, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Otar Chakvetadze tem 17 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Uma média de 7.22 na época, com 5 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Amir Sayoud tem de reconquistar o que julgava seu. O Al-Hazem não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Uma média de 7.24 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Yaseen Barnawi chama-lhe outra coisa em privado.
Tem 18 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Al-Batin defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Amir Sayoud
PlantelAmir Sayoud descontente com a função que lhe dão
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.31 na época, com 5 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 18 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Al-Hazem gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
Em resumo
PlantelFábio Martins quer um papel a sério nesta equipa
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Al-Riyadh defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Amir Sayoud deixou claro que não gosta da forma como o Al-Hazem o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Uma média de 7.20 na época, com 4 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Fábio Martins está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Al-Hazem sabem, e sabem há semanas.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Al-Saudi Al-Watani defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
0-2 frente ao Al-Ahli, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Al-Hazem têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Amir Sayoud deixou claro que não gosta da forma como o Al-Hazem o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Hazem, e 3 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Bruno Varela: 4 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O Al-Hazem passou o mercado a tentar colocar Abdulaziz Al-Harbi e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Em resumo
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Aboubacar Bah
As bancadasA bancada já tem cântico para Amir Sayoud
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Abdullah Al-Zaynaldeen tem 20 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
PlantelAmir Sayoud quer um papel a sério nesta equipa
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ehsan Shojaei pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A camisola ainda lhe serve. Rashid Al-Rashid está de volta ao Al-Hazem, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bruno Salgado e o Al-Hazem acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 20 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Fábio Martins tem de reconquistar o que julgava seu. O Al-Hazem não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Mirjalol Anvarov chega ao Al-Hazem com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmed Al-Nakhli e o Al-Hazem acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 20 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmed Al-Shamrani e o Al-Hazem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdulaziz Al-Dhuwayhi e o Al-Hazem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Fábio Martins
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cristián Magaña e o Al-Hazem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Mazen Abu Shararah tem 36 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al-Hazem que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma média de 7.34 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo06/03/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Hazem por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Hazem tem de arrancar um resultado de algum lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Omar Al-Somah e o Al-Hazem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Mostafa Ahmadi tem 39 anos e 6 jogos nas pernas, e o Al-Hazem terá de planear para qualquer das respostas.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hazem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.24 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Hazem sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Uma média de 7.42 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Uma média de 7.38 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hazem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Artem Nagaitsev tem 20 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Uma média de 7.27 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Hazem têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Faltam 11 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Uma média de 7.36 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma média de 7.22 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Hazem sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma média de 7.15 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Hazem têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Youssef Mabkhout tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Hazem têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Al-Hazem têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Cristián Magaña tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Loreintz Rosier tem de reconquistar o que julgava seu. O Al-Hazem não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Amir Sayoud está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Al-Hazem sabem, e sabem há semanas.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Khalid Abduljawad regressa a Al-Hazem com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Hamad Al-Hassan, 16 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Saud Al-Rashed regressa a Al-Hazem com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Al-Hazem têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Abdulrahman Al-Dakheel está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Al-Hazem sabem, e sabem há semanas.
O Ohod vai querer esquecer isto depressa: 3-0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Hazem foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Al-Hazem têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Al-Hazem têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Tem 16 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Fahad Al-Shammari tem 16 anos, e o Al-Hazem contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 16 anos e ninguém em Al-Hazem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Amir Sayoud deixou claro que não gosta da forma como o Al-Hazem o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmed Al-Nakhli e o Al-Hazem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Faltam 24 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Hazem foi explícito quanto à situação de Abdulrahman Al-Khaibary, o que é mais do que muitos recebem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bruno Varela e o Al-Hazem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Faltam 36 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Hazem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.