“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yassine Bounou e o Al-Hilal acertam mais 2 anos.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Hamad Al-Jayzani lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Emprestados27/03/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
24 golos em 20 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Hilal a ouviu como outra coisa.
Emprestados27/03/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Mohamed Meïté
18 golos em 20 jogos no Al-Khaleej — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Hamad Al-Jayzani lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdullah Al-Zaid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Hilal as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kaio César quer futebol continental; se o Al-Hilal o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 248% do que Al-Hilal recebem
Hamad Al-Jayzani lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/03/2028
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Al-Hilal daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Taawoun segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Hilal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Hilal a ouviu como outra coisa.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
20 jogos no Al-Diriyah e os golos não param. No Al-Hilal acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Emprestados28/02/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Mohamed Meïté
18 golos em 20 jogos no Al-Khaleej — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Ittihad vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ahmed Sharahili pré-acordou a mudança para o Al-Hilal, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Ninguém no Al-Hilal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hilal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Hilal sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Hilal ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al-Hilal vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel14/02/2028
Yusuf Akçiçek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Sergej Milinković-Savić fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Hilal a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Al-Hilal não tinha no outono.
Plantel07/02/2028
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 17 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/01/2028
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kaio César quer futebol continental; se o Al-Hilal o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gonzalo Baglivo acabou de assinar pelo Al-Hilal e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 335% do que Al-Hilal recebem
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O telefone voltou a tocar por causa de Mukhtar Barnawi, e desta vez do outro lado está o Al-Diriyah. No Al-Hilal ouvem com educação e não prometem nada.
16 jogos longe de casa e 21 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Jogo08/01/2028
O Al-Hilal torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Emprestados10/01/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Mohamed Meïté
15 golos em 16 jogos no Al-Khaleej — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma média de 7.23 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta do Al-Ahli por Silvère Ganvoula foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Crysencio Summerville produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Hilal estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saïmon Bouabré não precisou: 7.96, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Hilal, e não vai ser retirado.
Emprestados03/01/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
20 golos em 15 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saïmon Bouabré não precisou: 7.83, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al-Hilal já falam dele no passado.
Jogo25/12/2027
O Al-Hilal torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 348% do que Al-Hilal recebem
Emprestados14 golos por empréstimo para Mohamed Meïté
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo18/12/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Hilal por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Hilal tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yassine Bounou, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo11/12/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Hilal por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Hilal tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/12/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.18, e nem uma objeção no estádio.
Plantel13/12/2027
Ali Al-Bulayhi sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Hilal ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Hilal ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo27/11/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Hilal por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Hilal tem de arrancar um resultado de algum lado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/11/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Ninguém no Al-Hilal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Sabri Dahal tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Jogo13/11/2027
O Al-Hilal torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Al-Faisaly vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Hilal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.23 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Hilal ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Yassine Bounou está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Em resumo
Emprestados9 golos por empréstimo para Mohamed Meïté
Notas dos jogadoresDo banco e decisivo: Mohau Nkota
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 86 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 3, 24 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Hilal ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/11/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Al-Hilal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
7.94, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/10/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Silvère Ganvoula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 3, 17 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kalidou Koulibaly e o Al-Hilal acertam mais 2 anos.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Hilal falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Crysencio Summerville produziu-o, e o 8.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saïmon Bouabré não precisou: 7.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Silvère Ganvoula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Hilal ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergej Milinković-Savić. 2‑1 sobre o Al-Nassr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al-Hilal marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
319 jogos ao longo de 17 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
A proposta do Gabala por Pablo Marí foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Hilal a ouviu como outra coisa.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdullah Al-Zaid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Hilal as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yassine Bounou e o Al-Hilal acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A proposta do Esteghlal Ahvaz por Mikel Villanueva foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Crysencio Summerville. 2‑1 sobre o Al-Qadisiyah, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A proposta do Al-Nahda por Haman Mandjan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A camisola ainda lhe serve. Ahmed Al-Sultan está de volta ao Al-Hilal, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Saeed Al-Mutairi está de volta ao Al-Hilal, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Rashid Al-Rashid está de volta ao Al-Hilal, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
1 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A proposta do Sharjah por Sultan Mandash foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Hilal a ouviu como outra coisa.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A proposta do Tottenham por Saïmon Bouabré foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 35 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
MercadoAl-Mojzel estão prestes a pegar no telefone
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
A perseguição a Yassine Benzia terminou com $1.6M a mudar de mãos e o Al-Fayha sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Nawaf Al-Habashi regressa a Al-Hilal com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta do Al-Khaleej por Mohamed Meïté foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 34 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perseguição a Nawaf Al-Aqidi terminou com $1.9M a mudar de mãos e o Al-Nassr sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
O Al-Nassr pagou $4.8M e o Al-Hilal aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Silvère Ganvoula acabou de assinar pelo Al-Hilal e, por uma vez, a resposta importava.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Hilal ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/05/2027
Saïmon Bouabré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
37 golos em 24 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Al-Hilal daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Khaleej segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Ninguém no Al-Hilal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Meïté, e o treinador deixou.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Yassine Bounou: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
O Al-Qadisiyah está fora e o Al-Hilal segue em frente, com um 1‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Dribles concretizados: 24. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Hilal, e 8 jogos em 37 dizem que merece ser ouvido.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Hilal, e 5 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
25 golos em 16 jogos no Gabala — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Hamad Al-Yami
39Edição
A Crónica de Al-Hilal
26/04/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Emprestados26/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
37 golos em 24 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Hilal, e 5 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Vejo todos os jogos do Al-Hilal daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Ahli segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Salem Al-Hassan tem 14 anos, e o Al-Hilal contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 15 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Tem 15 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Tem 14 anos e ninguém em Al-Hilal o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Ninguém no Al-Hilal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sultan Mandash esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelSalem Al-Dawsari tornou-se um homem de confiança do treinador
25 golos em 16 jogos no Gabala — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Hamad Al-Yami
35Edição
A Crónica de Al-Hilal
29/03/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Emprestados29/03/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
37 golos em 24 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/03/2027
Théo Hernández tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Hilal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Vitória por 1‑0 sobre o Al-Nassr, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
25 golos em 16 jogos no Gabala — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Karim Benzema e o Al-Hilal acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramón Ortigoza, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Al-Hilal daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Ahli segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Nahda vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Lars Veldwijk pré-acordou a mudança para o Al-Hilal, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Ninguém no Al-Hilal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Sergej Milinković-Savić fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Al-Hilal ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sultan Mandash assinar alguma coisa — um contrato no Al-Hilal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
MercadoO mercado disse que não: Moteb Al-Harbi fica onde está
28Edição
A Crónica de Al-Hilal
08/02/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Emprestados08/02/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
30 golos em 20 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O Al-Faisaly vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sergej Milinković-Savić e o Al-Hilal acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadoresThéo Hernández jogou uma tarde diferente da de toda a gente
27Edição
A Crónica de Al-Hilal
01/02/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Emprestados01/02/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
27 golos em 19 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
172 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Hilal a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nawaf Al-Habashi, e o treinador deixou.
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Mohamed Meïté
26Edição
A Crónica de Al-Hilal
25/01/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Emprestados25/01/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
26 golos em 18 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Hilal, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yassine Bounou, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Vitória por 2‑0 sobre o Al-Ettifaq, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
21 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 39 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.33 para o resto.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al-Hilal tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
25 golos em 16 jogos no Gabala — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Hilal estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
A proposta do Chelsea por Mohamed Meïté foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Emprestados04/01/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
19 golos em 15 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Riyadh vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Adulrahman Al-Shammari pré-acordou a mudança para o Al-Hilal, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Najran vai querer esquecer isto depressa: 6‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Hilal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Notas dos jogadores28/12/2026
Karim Benzema, 39 anos, faz recuar o relógio — 10.00
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 10.00 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Ahli levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel21/12/2026
Yusuf Akçiçek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nawaf Al-Habashi, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Karim Benzema produziu-o, e o 8.94 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
13 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Karim Benzema ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Aos 19 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
O Al-Wehda vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Hilal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Crysencio Summerville produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
3.º lugar e 32 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Notas dos jogadores07/12/2026
Mohamed Meïté, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.70
Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Mohamed Meïté tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Emprestados07/12/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
12 golos em 11 jogos no Al-Diriyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
1 para Sergej Milinković-Savić, avaliado com 7.82, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yassine Bounou, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Karim Benzema ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Karim Benzema produziu-o, e o 9.05 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo21/11/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Hilal neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Hilal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Abdulkarim Darisi produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
22 golos em 12 jogos no Gabala — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Hilal alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.26 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Hassan Al-Tambakti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Abdullah Al-Anazi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Salem Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.97. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Hilal, e 6 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Salem Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Hilal a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Crysencio Summerville e o Al-Hilal acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
13Edição
A Crónica de Al-Hilal
26/10/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel26/10/2026
Salem Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.96 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
9 jogos longe de casa e 17 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Hilal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.27 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
11 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Mohamed Meïté não desaparece
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Hilal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Moteb Al-Harbi assinar alguma coisa — um contrato no Al-Hilal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Salem Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Faltavam 88 minutos e o Al-Taawoun tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Al-Hilal não parou para dar explicações.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergej Milinković-Savić. 1‑0 sobre o Al-Taawoun, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Hilal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.39 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 ações combinadas e 7.17. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Darwin Núñez
8Edição
A Crónica de Al-Hilal
21/09/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel21/09/2026
Salem Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.94 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel21/09/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rúben Neves
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Hilal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergej Milinković-Savić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohamed Meïté. 2‑1 sobre o Al-Nassr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel14/09/2026
9 caras novas e o Al-Hilal ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Hilal perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Al-Wehda vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Hilal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Karim Benzema produziu-o, e o 8.96 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mohau Nkota não precisou: 7.94, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta do Al-Qadisiyah por Mohamed Meïté foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Hilal, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Haman Mandjan para o Al-Shabab caiu na fase final e ele reapresenta-se no Al-Hilal com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Al-Hilal sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Crysencio Summerville está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Haman Mandjan no seu melhor
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Sultan Mandash
5Edição
A Crónica de Al-Hilal
31/08/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel31/08/2026
Salem Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.96 ao lado do nome.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Sultan Mandash pôs o Al-Hilal de novo em igualdade em 4 minutos, e o Al-Qadisiyah nunca chegou a jogar com vantagem.
Salem Al-Dawsari lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Hajer vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Hilal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A proposta do Krasnodar por Théo Hernández foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kalidou Koulibaly esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Saïmon Bouabré tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
As regras permitem-no e dói na mesma. Haman Mandjan acertou condições com o Al-Ittihad para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sergej Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Abdulkarim Darisi e o Al-Hilal acertam mais 4 anos.
Plantel10/08/2026
Sabri Dahal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ahmed Al-Nemer tem 16 anos, e o Al-Hilal contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 14 anos e ninguém em Al-Hilal o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
303 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Hilal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.