A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ittihad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
O Al-Nassr queria mais do que $5.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Ittihad ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Mukhtar Barnawi fica onde está
PlantelPalavras no treino do Al-Ittihad sobre quem trabalha
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Al-Shabab fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ettifaq fica com o seu homem, e o Al-Ittihad volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Nassr, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
Danilo Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O telefone voltou a tocar por causa de Mohammed Al-Absi, e desta vez do outro lado está o Baniyas. No Al-Ittihad ouvem com educação e não prometem nada.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Al-Ittihad
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ittihad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Al-Ittihad foi ao Al-Shabab com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Al-Ra'ed pagou $4.8M e o Al-Ittihad aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ittihad podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ahli fica com o seu homem, e o Al-Ittihad volta a uma lista com um nome riscado.
O Al-Ahli queria mais do que $110.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Ahmed Al-Ghamdi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Ittihad sobre quem trabalha
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ittihad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Uma média de 7.36 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Ittihad têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Danilo Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$130.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Riyadh pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Al-Ittihad perguntou e o Al-Nassr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Al-Ahli aceitou o dinheiro. O que o Al-Ittihad ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ittihad podem fingir não ter ouvido.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Al-Ittihad foi ao Al-Fayha com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.9M — um clube que quer Feras Al-Brikan ao ponto de perguntar duas vezes.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Saad Al-Mosa e o Al-Ittihad acertam mais 4 anos.
Mohammed Barnawi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel31/05/2027
Faisal Al-Essa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel31/05/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Al-Ittihad
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saad Al-Mosa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ittihad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Danilo Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ittihad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ahmed Al-Ghamdi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jan-Carlo Simić apontou a data.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Ittihad estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Uma média de 7.36 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Ittihad têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ittihad ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jordan Longhi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Roger Fernandes. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ittihad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dion Lopy treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Predrag Rajković. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Alguém com quem falar no cabide ao lado, umas palavras na língua, e um centro de treinos que deixou de ser um país estrangeiro. Nunca aparece num relatório de observação e decide a maioria das contratações.
Dion Lopy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ittihad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Danilo Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmed Al-Julaydan, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ittihad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamed Al-Ghamdi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma média de 7.36 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Ittihad têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ittihad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ittihad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O acordo com o Al-Mojzel tem 26 dias restantes, com 28 utilizações para pesar. Três portas: ficar com ele, vendê-lo, emprestá-lo outra vez — e nenhuma fica aberta muito tempo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
Danilo Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Predrag Rajković está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Youssef En-Nesyri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamed Al-Ghamdi, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ittihad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ittihad podem fingir não ter ouvido.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Youssef En-Nesyri. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jordan Longhi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ittihad a ouviu como outra coisa.
Youssef En-Nesyri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Abdulhadi Matari compromete-se com o Al-Ittihad por mais 3 anos.
Plantel29/03/2027
5 caras novas e o Al-Ittihad ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Houssem Aouar. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ahmed Al-Julaydan apontou a data.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Al-Ittihad terá de responder com minutos ou com uma transferência.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Rayan Al-Dossary pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Tem 21 anos, média de 7.36, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dion Lopy treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Ittihad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Richard Ríos junta-se à sua seleção. O Al-Ittihad perde-o durante a paragem e gostava de o receber de volta inteiro.
Emprestados22/03/2027
O empréstimo de Faisal Al-Essa mede-se pelo que não acontece
5 balizas a zeros em 29 jogos no Al-Shoulla. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Ittihad ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Dion Lopy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Faisal Al-Ghamdi, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ittihad, e 9 jogos em 31 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al-Ittihad disse a Ibrahim Mahnashi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ittihad podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Danilo Pereira e o Al-Ittihad acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Al-Ittihad vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Youssef En-Nesyri. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
2.º lugar com 58 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Danilo Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Farhah Al-Shamrani e o Al-Ittihad acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel01/03/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Al-Ittihad
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Youssef En-Nesyri produziu-o, e o 8.63 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores22/02/2027
Roger Fernandes, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.46
Um 8.46 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.38 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Al-Ittihad têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Danilo Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Turki Hazazi acertou condições com o Al-Riyadh para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Danilo Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ittihad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Roger Fernandes não precisou: 8.45, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Dion Lopy marcou, foi avaliado com 7.64 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Ittihad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Al-Ra'ed vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ittihad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Houssem Aouar produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ahmed Al-Julaydan não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Roger Fernandes não precisou: 7.84, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Al-Ittihad perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Direção01/02/2027
O Al-Ittihad fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Youssef En-Nesyri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Houssem Aouar
Posição 2, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
$2.9M em cima da mesa do Al-Ahli. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Mercado25/01/2027
Tão perto: a transferência de Saleh Al-Shehri morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al-Ahli seguiu em frente, Saleh Al-Shehri apresenta-se de volta no Al-Ittihad, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Tem 21 anos, média de 7.30, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Ittihad fez a parte difícil com o Monza, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Houssem Aouar
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Jeel à espera com uma camisola. No Al-Ittihad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Fayha ninguém diz, e no Al-Ittihad ninguém gosta de estar a adivinhar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mohammed Fallatah acertou condições com o Al-Mojzel para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Danilo Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Khaleej fica com o seu homem, e o Al-Ittihad volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ittihad podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ittihad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Notas dos jogadores11/01/2027
Roger Fernandes, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.17
Um 8.17 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O Al-Hilal aceitou o dinheiro. O que o Al-Ittihad ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O RC Lens pagou $6.0M e o Al-Ittihad aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Ittihad estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
O telefone voltou a tocar por causa de George Ilenikhena, e desta vez do outro lado está o RC Lens. No Al-Ittihad ouvem com educação e não prometem nada.
Danilo Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Ittihad ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al-Ittihad foi explícito quanto à situação de Muhannad Al-Shanqiti, o que é mais do que muitos recebem.
A proposta do Botafogo por Predrag Rajković foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.80 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stephane Keller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Ittihad as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ittihad ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Uma média de 7.26 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ittihad sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al-Ittihad marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
5 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Jogo19/12/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Ittihad neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Predrag Rajković, e o treinador deixou.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores14/12/2026
Roger Fernandes, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.82
Um 7.82 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Danilo Pereira. 2‑0 sobre o Al-Qadisiyah, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al-Ittihad e lutar pelo meu lugar.» 6 jogos em 18 no Ohod dizem o resto.
O banco14/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sami Al-Ahmadi, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
O bancoPredrag Rajković tornou-se um homem de confiança do treinador
O Hajer vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ittihad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dion Lopy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Al-Ittihad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Police Union segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
2 golos em vinte minutos com Youssef En-Nesyri no meio de tudo, e o Hajer sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Houssem Aouar no seu melhor
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Roger Fernandes não precisou: 8.27, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Youssef En-Nesyri quer futebol continental; se o Al-Ittihad o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Tem 21 anos, média de 7.22, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Disseram uma coisa a Ahmed Al-Ghamdi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O Al-Faisaly vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ittihad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Notas dos jogadores23/11/2026
Roger Fernandes, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.48
Um 8.48 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Jogo21/11/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Al-Ittihad. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Sami Al-Ahmadi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
7 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ittihad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Youssef En-Nesyri. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Al-Faisaly, e há um homem no balneário do Al-Ittihad que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Dion Lopy fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Danilo Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Al-Ittihad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ohod segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sami Al-Ahmadi depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Al-Ittihad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ittihad a ouviu como outra coisa.
Uma média de 7.10 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ittihad sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Rayan Al-Dossary acabou de assinar pelo Al-Ittihad e, por uma vez, a resposta importava.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Aos 20 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Al-Ittihad vai tentar não fazer disso um caso.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rayan Al-Dossary e o Al-Ittihad acertam mais 3 anos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ittihad, e 7 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
Roger Fernandes, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.54
Um 8.54 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo24/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Ittihad neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Roger Fernandes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Segue-se o Al-Shabab, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.13, e nem uma objeção no estádio.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sami Al-Ahmadi, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
21 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.82 para o resto.
Jogo17/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Al-Ittihad neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Sami Al-Ahmadi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al-Ittihad e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 9 no Ohod dizem o resto.
Plantel12/10/2026
5 caras novas e o Al-Ittihad ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Houssem Aouar. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Ittihad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Uma média de 7.03 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Al-Ittihad sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al-Ittihad, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dion Lopy produziu-o, e o 8.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Roger Fernandes não precisou: 8.40, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Danilo Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dion Lopy. 3‑1 sobre o Najran, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Roger Fernandes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Já teve barulho que chegue. Se o Al-Ittihad pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
0‑3 para o Al-Ahli, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ittihad ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ittihad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Predrag Rajković, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O Al-Diriyah segue em frente e o Al-Ittihad vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Ittihad podem fingir não ter ouvido.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Predrag Rajković: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Roger Fernandes não precisou: 8.17, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al-Ittihad ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Youssef En-Nesyri. 2‑0 sobre o Al-Nassr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al-Nahda tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Ittihad, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 11 contratações e 12 saídas
Está feito o negócio no Al-Ittihad até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Mercado07/09/2026
Tão perto: a transferência de Talal Haji morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al-Nassr seguiu em frente, Talal Haji apresenta-se de volta no Al-Ittihad, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Hassan Kadish está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Ittihad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Fayha fica com o seu homem, e o Al-Ittihad volta a uma lista com um nome riscado.
O Al-Ittihad ofereceu $1.2M; o Al-Qadisiyah disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.2M — um clube que quer Ibrahim Mahnashi ao ponto de perguntar duas vezes.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Jeel à espera com uma camisola. No Al-Ittihad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al-Batin tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Steven Bergwijn era uma das razões por que as pessoas vinham, e $30.2M não substitui isso sozinho.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Roger Fernandes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ahmed Al-Ghamdi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadores17/08/2026
Steven Bergwijn jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ittihad a ouviu como outra coisa.
Danilo Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta do IF Elfsborg por Saleh Al-Shehri foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Ittihad a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Steven Bergwijn e o Al-Ittihad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Danilo Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Al-Ittihad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Faisal Al-Ghamdi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.