Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
7.73, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
19 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Notas dos jogadores18/12/2045
Hidemasa Tanaka jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.10. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Fahad Al Hashmi produziu-o, e o 8.92 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maya Mitoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Bandar Saeed marcou, foi avaliado com 7.70 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel11/12/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuki Tomiyasu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Fahad Al Hashmi ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fahad Al Hashmi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Fahad Al Hashmi produziu-o, e o 9.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amer Juma, e o treinador deixou.
Plantel04/12/2045
Yuki Tomiyasu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
PlantelA saída do treinador deixa Amer Juma exposto
Direção$154.6K por ano a mais nas contas de Al Jazira
1009Edição
O Arauto de Al Jazira
27/11/2045
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas27/11/2045
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Plantel27/11/2045
Miki Sakai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manor Glazer, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel20/11/2045
Yuki Tomiyasu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Jazira, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O golo que pôs o Dibba na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Al Jazira empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Plantel13/11/2045
Miki Sakai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fahad Al Hashmi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 23 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khalid Al Junaibi e o Al Jazira acertam mais 2 anos.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel06/11/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miki Sakai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Gaku Miyoshi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al Jazira beneficiou de cada uma dessas tardes.
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Amer Juma
1005Edição
O Arauto de Al Jazira
30/10/2045
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
As bancadas30/10/2045
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Emirates Club vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Jazira foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Plantel30/10/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuki Tomiyasu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores23/10/2045
Um golo de defesa dá a vitória ao Al Jazira — 7.83
1 para Gaku Miyoshi, avaliado com 7.83, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel23/10/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miki Sakai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
O Al Shaab segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O Al Jazira respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Foi preciso Tolga Dursun marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Al Shaab, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Plantel16/10/2045
Miki Sakai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al Jazira disse a Ko Kamada que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Koji Hasebe, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fahad Al Hashmi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Hidemasa Tanaka
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Fahad Ismail tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Fahad Al Hashmi produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores02/10/2045
Bandar Saeed fez o trabalho que ninguém conta — 6.85
12 ações combinadas e 6.85. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Um 2‑2 com o Baniyas deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
Plantel02/10/2045
Miki Sakai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Khalfan Ismail está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel25/09/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miki Sakai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Hidemasa Tanaka marcou ao minuto 87, o Al Fujairah já pensava na viagem de regresso, e o Al Jazira levou tudo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maya Mitoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hidemasa Tanaka, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Plantel18/09/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pablo Maripan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bandar Saeed produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
24 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Bandar Saeed tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
18 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Toda a gente deixou de fingir: o Al Shaab vai fazer a chamada por Bandar Khalfan esta semana. O Al Jazira tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Jazira, e 1 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo02/09/2045
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
15 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Al Jazira sabe dizer em que semana.
A formação existe exatamente para esta manhã. Hassan Al Hammadi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ibrahim Hussain está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Para o Al Jazira, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 14 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hajime Tanaka e o Al Jazira acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelPablo Maripan desentende-se com um colega por causa das exigências
A forma vai e vem; esta não foi. Bandar Khalfan tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel21/08/2045
Miki Sakai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção07/08/2045
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al Jazira
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
A proposta do Sharjah por Maya Mitoma foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Khalid Al Junaibi está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel10/07/2045
Akira Doan melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Al Jazira entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
A proposta do Sharjah por Maya Mitoma foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bandar Khalfan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel03/07/2045
Miki Sakai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nurali Beysebekov e o Al Jazira acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Manor Glazer tem a sua resposta do Al Jazira; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Nurali Beysebekov acabou de assinar pelo Al Jazira e, por uma vez, a resposta importava.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sultan Al Hashmi e o Al Jazira acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel19/06/2045
Miki Sakai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Al Jazira ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel12/06/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dia 11 da vaga. Candidatos foram avaliados, sondados e descartados em silêncio — e o registo do interino começa a ser um argumento por si só.
Plantel12/06/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miki Sakai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel12/06/2045
5 caras novas e o Al Jazira ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hidemasa Tanaka e o Al Jazira acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fahad Al Hashmi assinar alguma coisa — um contrato no Al Jazira ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
14.º lugar, 14 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Plantel05/06/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Direção05/06/2045
O Al Jazira não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel05/06/2045
Uma transferência que Pablo Maripan teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Pablo Maripan está a viver essa versão no Al Jazira, e costuma notar-se no primeiro mês.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Ko Nakata volta a ser jogador do Al Jazira, e a cidade tem a sua história do verão.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bandar Khalfan e o Al Jazira acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel15/05/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Fahad Al Hashmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
14.º lugar, 14 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Plantel08/05/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel17/04/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/04/2045
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miki Sakai está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo10/04/2045
Para o Al Jazira, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 14 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 102 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 102 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel20/03/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 123 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 123 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Plantel06/03/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 130 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 130 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadoresFahad Juma encarou-os todo o jogo
970Edição
O Arauto de Al Jazira
27/02/2045
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel27/02/2045
Hamdan Juma lesiona os ligamentos do joelho — 137 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 137 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bandar Khalfan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nasser Suqrat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al Jazira e do Al Ain por igual; os restantes divertiram-se imenso.
26 golos e uma média de 7.48 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Fahad Al Hashmi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Niv Gabay, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Fahad Al Hashmi. 1‑0 sobre o Dibba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Jazira está a esgotar-se.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
0‑3 para o Al Wahda, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
45 jogos ao longo de 10 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Fahad Al Hashmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Jazira pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo28/01/2045
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já vão 4 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Plantel30/01/2045
Maya Mitoma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Al Jazira
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Fahad Al Hashmi
As bancadasOs adeptos dizem o que pensam sobre Maya Mitoma
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o Emirates Club fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Nasser Suqrat. A resposta do Al Jazira não mudou — para já.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nasser Al Menhali não precisou: 8.07, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Nasser Al Menhali tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Jazira está a esgotar-se.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Al Jazira entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Bandar Saeed marcou ao minuto 89, o Baniyas já pensava na viagem de regresso, e o Al Jazira levou tudo.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Al Jazira beneficiou disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bandar Khalfan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel26/12/2044
Bandar Obaid lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.47 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Fahad Al Hashmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Sultan Al Naqbi lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vitória por 2‑1 sobre o Al Shabab, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.
Jogo19/12/2044
Para o Al Jazira, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Al Fujairah continuou a vir porque nada o travou, e ao Al Jazira vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.46 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
7.49, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sultan Al Naqbi lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
3 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Fahad Al Hashmi não será o apontado, mas ninguém no Al Jazira escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maya Mitoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.42 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Notas dos jogadores12/12/2044
Nasser Al Menhali, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.69
Um 7.69 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
11 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Em resumo
JogoNenhuma baliza a zero à vista para o Al Jazira
O comunicado agradeceu o trabalho e desejou sorte, por esta ordem e mais ou menos com estas palavras. A procura começa de imediato.
Plantel05/12/2044
Sultan Al Naqbi lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série chega a 9 e as perguntas em torno do Al Jazira já não são delicadas.
Direção05/12/2044
O Al Jazira não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel28/11/2044
Sultan Al Naqbi lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Jazira está a esgotar-se.
Jogo26/11/2044
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
Uma média de 7.32 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al Jazira e do Al Ahli por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Notas dos jogadoresJalal Al-Salem fez o trabalho que ninguém conta — 6.71
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Fahad Juma
956Edição
O Arauto de Al Jazira
21/11/2044
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel21/11/2044
Sultan Al Naqbi lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Derrota por 2‑5 com o Al Ain, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo21/11/2044
Para o Al Jazira, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.22 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Sultan Al Naqbi lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo12/11/2044
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Dibba levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel14/11/2044
Bandar Saeed desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Jazira sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 6.57. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Já vão 6 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Jogo29/10/2044
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Al Jazira e o Emirates Club, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Notas dos jogadores31/10/2044
Fahad Al Hashmi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.85. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
7.56, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Al Jazira e o Al Shabab, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Fahad Juma
PlantelBandar Saeed desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al Jazira e do Al Shaab por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel17/10/2044
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuki Tomiyasu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Batido 4 vezes, com 3 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
Fahad Ismail não podia pedir mais na estreia — 8.22
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 8.22, 2 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Fahad Ismail agarrou este contra o Al Ahli. 5‑4 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Al Jazira.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 98. O Al Ahli vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bandar Khalfan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Em resumo
Notas dos jogadoresHajime Tanaka participou em 2 deles — 7.86
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Jazira está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khalid Al Junaibi, e o treinador deixou.
Tem 19 anos e ninguém em Al Jazira o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
12 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Jazira sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maya Mitoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 10 golos entre o Al Jazira e o Al Fujairah, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Bandar Saeed tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al Jazira marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bandar Khalfan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Fahad Al Hashmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.35, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo03/09/2044
Não se vê o fim da espera do Al Jazira por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Jazira tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nasser Suqrat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ulugbek Ganiev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção08/08/2044
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al Jazira
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Hotaru Furuhashi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Jazira substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
$4.0M do Skonto por Khalid Abdulrahman. Dinheiro é dinheiro, mas o balneário perdeu o homem para quem olhava.
As bancadas11/07/2044
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vai para o Skonto, o clube tem $4.0M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/07/2044
Akira Kamada consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Akira Kamada acabou de assinar pelo Al Jazira e, por uma vez, a resposta importava.
10 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Maya Mitoma e o Al Jazira acertam mais 3 anos.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Al Shabab por Maya Mitoma foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Jazira, e não vai ser retirado.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fahad Al Hashmi e o Al Jazira acertam mais 5 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Hossein Pouraliganji, e desta vez do outro lado está o Dibba. No Al Jazira ouvem com educação e não prometem nada.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al Jazira toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Fahad Al Hashmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Niv Gabay: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 71 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
PlantelPalavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
930Edição
O Arauto de Al Jazira
23/05/2044
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Jogo23/05/2044
Para o Al Jazira, cada ponto é agora uma discussão
Posição 12 e 27 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 78 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nasser Suqrat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelYuki Tomiyasu desentende-se com um colega por causa das exigências
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maya Mitoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Direção09/05/2044
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al Jazira
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/05/2044
Hajime Tanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 99 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalid Abdulrahman será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Manor Glazer tem a sua resposta do Al Jazira; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Plantel02/05/2044
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuki Tomiyasu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Fahad Al Hashmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
PlantelYuki Tomiyasu desentende-se com um colega por causa das exigências
925Edição
O Arauto de Al Jazira
18/04/2044
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas18/04/2044
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maya Mitoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelNiv Gabay pede uma conversa com o treinador
PlantelPalavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hossein Pouraliganji será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O pedido está em cima da mesa do Ohod e a resposta é de outros. Estas coisas resolvem-se em privado e contam-se em público, normalmente por essa ordem.
10 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
O comunicado agradeceu o trabalho e desejou sorte, por esta ordem e mais ou menos com estas palavras. A procura começa de imediato.
Direção04/04/2044
O Al Jazira não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Jazira, e não vai ser retirado.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nasser Suqrat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/03/2044
Hajime Tanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al Jazira está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hossein Pouraliganji será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/03/2044
Uma lesão muscular afasta Jimmy Kazan durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al Jazira vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel07/03/2044
Gaku Miyoshi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
1‑3 frente ao Al Nasr, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Jazira podem fingir não ter ouvido.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nasser Suqrat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Jazira as despedidas começaram em silêncio.
Fahad Al Hashmi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
PlantelPalavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
917Edição
O Arauto de Al Jazira
22/02/2044
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas22/02/2044
A raiva no Al Jazira transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção22/02/2044
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al Jazira
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel22/02/2044
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Fahad Al Hashmi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.01 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Jazira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
Plantel15/02/2044
Fahad Al Hashmi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al Jazira dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel15/02/2044
Palavras no treino do Al Jazira sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hajime Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 15 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al Jazira toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
21 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Jazira ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khalid Al Junaibi e o Al Jazira acertam mais 2 anos.
Niv Gabay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A desvantagem de 3 golos foi real e a recuperação também. Fahad Al Hashmi esteve no centro, o Emirates Club no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
7.94, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 13 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Jazira falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.35 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Jazira podem fingir não ter ouvido.