Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Nahda, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Sidney Mtshweni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Nassr fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ori Levi acabou de assinar pelo Al-Njoom e, por uma vez, a resposta importava.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Njoom fez a parte difícil com o Al-Ittihad, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Sidney Mtshweni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O telefone voltou a tocar por causa de Safi Al-Zaqarty, e desta vez do outro lado está o Al-Diriyah. No Al-Njoom ouvem com educação e não prometem nada.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Sami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Farraj Al-Rashid está nela.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al-Njoom já falam dele no passado.
Plantel22/05/2028
Zakaria Sami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
Tem 17 anos e ninguém em Al-Njoom o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Omar Al-Ahmadi e o Al-Njoom acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no Al-Njoom dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ninguém no Al-Njoom dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel08/05/2028
Zakaria Sami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faisal Al-Bakr e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Luciano Van Heerden foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Prince Ibara lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel01/05/2028
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Sami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Prince Ibara lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Sidney Mtshweni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/04/2028
Adel Hazazi sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sakhile Mkhize, e o treinador deixou.
Ninguém no Al-Njoom dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rayan Al-Ghamdi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Prince Ibara lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
18 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Sami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdulaziz Al-Harbi está nela.
Prince Ibara lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Njoom vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Prince Ibara, e o treinador deixou.
Plantel10/04/2028
Zakaria Sami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Adel Hazazi e o Al-Njoom acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Omar Abdullah está nela.
Em resumo
O bancoZakaria Sami pede uma conversa com o treinador
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Kassoum Koné está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Sami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Al-Njoom viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Njoom, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção20/03/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al-Njoom
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo18/03/2028
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Sami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faisal Al-Bakr e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Phiwokuhle Mjolo, e o treinador deixou.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luciano Van Heerden, e o treinador deixou.
103 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo04/03/2028
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Prince Ibara e o Al-Njoom acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Luciano Van Heerden pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Nota de 7.51. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas21/02/2028
A raiva no Al-Njoom transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção21/02/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al-Njoom
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luciano Van Heerden será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Njoom as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Prince Ibara lesiona os ligamentos do joelho — 124 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 124 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Najran fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ta'ee fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rayan Al-Ghamdi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aseel Al-Sharif e o Al-Njoom acertam mais 3 anos.
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Al-Njoom
80Edição
O Diário de Al-Njoom
07/02/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel07/02/2028
Prince Ibara lesiona os ligamentos do joelho — 131 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 131 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Otaibi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A camisola ainda lhe serve. Mohammed Attiyah está de volta ao Al-Njoom, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Hilal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Mojzel à espera com uma camisola. No Al-Njoom ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Al-Njoom e o Najran acertaram em $4.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hajer fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zakaria Sami, e o treinador deixou.
Hassan Al-Musallam e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
2‑6 para o Al-Hazem, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Omar Abdullah produziu-o, e o 9.03 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Phiwokuhle Mjolo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Njoom as despedidas começaram em silêncio.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Al-Njoom e o Al-Hazem, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel24/01/2028
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
18 dias de fora para Belal Al-Dawaa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Najran continuou a vir porque nada o travou, e ao Al-Njoom vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hassan Al-Musallam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Njoom as despedidas começaram em silêncio.
Sidney Mtshweni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ittihad fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
Montassar Toumi lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel10/01/2028
25 dias de fora para Belal Al-Dawaa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Al-Saudi Al-Watani à espera com uma camisola. No Al-Njoom ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Omar Abdullah produziu-o, e o 9.36 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Njoom fez a parte difícil com o Al-Qadisiyah, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
JogoO Al-Njoom torna a sua casa um sítio difícil de visitar
75Edição
O Diário de Al-Njoom
03/01/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel03/01/2028
Montassar Toumi lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Otaibi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
7.43, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Al-Njoom
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Plantel27/12/2027
Montassar Toumi lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel27/12/2027
39 dias de fora para Belal Al-Dawaa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Njoom sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Al-Ghamdi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Rayan Al-Ghamdi marcou, foi avaliado com 7.29 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Njoom sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Metade do calendário jogado, 14.º lugar, 12 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 9.40, e nem uma objeção no estádio.
Plantel06/12/2027
Rayan Al-Ghamdi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Montassar Toumi lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas29/11/2027
A raiva no Al-Njoom transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Sidney Mtshweni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/11/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Abdulaziz Al-Dhuwayhi produziu-o, e o 8.67 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Al-Fayha foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Montassar Toumi lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Belal Al-Dawaa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Sami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zakaria Sami, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al-Njoom, mais uma semana sem a assinatura de Hassan Al-Musallam.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Njoom toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Njoom podem fingir não ter ouvido.
Jogo06/11/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sidney Mtshweni, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Montassar Toumi lesiona os ligamentos do joelho — 96 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 96 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 15 e 4 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Al-Njoom já sabem disso.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Sami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Montassar Toumi lesiona os ligamentos do joelho — 103 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 103 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo16/10/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco18/10/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por Fahad Al-Otaibi a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Njoom sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sakhile Mkhize, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco11/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Naser Al-Ghamdi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Prince Ibara não desaparece
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Prince Ibara não será o apontado, mas ninguém no Al-Njoom escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
7.44, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Montassar Toumi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Belal Al-Dawaa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zakaria Sami, e o treinador deixou.
Vitória por 4‑3 sobre o Al-Ittihad, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al-Njoom marcou aos 127, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel20/09/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hussain Al-Sibyani, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores20/09/2027
Safi Al-Zaqarty jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.26. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
As bancadasUma longa viagem ao Al-Ittihad que valeu a pena
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Sakhile Mkhize
59Edição
O Diário de Al-Njoom
13/09/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo11/09/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Sami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Njoom pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 18 entradas, 6 saídas no Al-Njoom
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Orobah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.50 para o resto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Njoom ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
Sidney Mtshweni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Sami estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Plantel16/08/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/08/2027
Zakaria Sami desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Orobah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al-Njoom, mais uma semana sem a assinatura de Luciano Van Heerden.
Plantel09/08/2027
9 caras novas e o Al-Njoom ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Posição 15 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Otaibi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Sami está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Phiwokuhle Mjolo: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Prince Ibara assinar alguma coisa — um contrato no Al-Njoom ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Wehda fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
Toda a gente no Al-Njoom viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Hassan Al-Musallam e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Njoom, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abdullah Al-Saiari pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Shabab fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Naser Al-Ghamdi, e o treinador deixou.
Hassan Al-Musallam e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco19/07/2027
Ukeme Williams tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Njoom dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Al-Njoom admitiria. Nota-se aos sábados.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Al-Njoom gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
A raiva no Al-Njoom transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Al-Ettifaq aceitou o dinheiro. O que o Al-Njoom ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Farraj Al-Rashid volta a ser jogador do Al-Njoom, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ukeme Williams está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Njoom toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al-Njoom fez a parte difícil com o Al-Orobah, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Hussain Al-Sibyani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Hazem disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $51.2K — um clube que quer Nawaf Al-Bishri ao ponto de perguntar duas vezes.
O Al-Ahli queria mais do que $9.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Wehda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al-Njoom disse a Abdullah Al-Dossari que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jaber Al-Hadrami, e o treinador deixou.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Al-Ta'ee queria mais do que $190.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ukeme Williams está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Khaleej disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A raiva no Al-Njoom transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Ta'ee, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$9.0K em cima da mesa do Al-Ahli. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Em resumo
PlantelNo Al-Njoom ainda são estranhos uns para os outros
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 15 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Njoom toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Njoom sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/06/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
27 dias de fora para Zakaria Sami depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Sidney Mtshweni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Montassar Toumi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Al-Njoom vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O Al-Njoom fez saber ao mercado que Ukeme Williams está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção24/05/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al-Njoom
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al-Njoom podem fingir não ter ouvido.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rayan Al-Ghamdi, e o treinador deixou.
Jaber Al-Hadrami e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco24/05/2027
Ukeme Williams tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Njoom dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zakaria Sami treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Sidney Mtshweni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ukeme Williams estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
92 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Khalid Al-Asiri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/05/2027
Montassar Toumi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Naser Al-Ghamdi, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sidney Mtshweni. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Otaibi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Zakaria Sami e o Al-Njoom acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rudzani Thobo, e o treinador deixou.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Prince Ibara foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
Abdullah Al-Dossari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Njoom sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Abdullah Al-Saiari pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Njoom. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Al-Njoom
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Njoom sabem-no.
Plantel19/04/2027
Montassar Toumi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Sidney Mtshweni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/04/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ahmed Karenshi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Njoom sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohammed Al-Buladi está nela.
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Otaibi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel05/04/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
Sidney Mtshweni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Montassar Toumi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Naser Al-Ghamdi, e o treinador deixou.
O banco29/03/2027
Ukeme Williams tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Njoom dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Njoom, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Khalid Al-Asiri: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al-Njoom a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Prince Ibara. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo20/03/2027
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Khalid Al-Asiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/03/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Zakaria Sami no jogo grande
Posição 15 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Al-Njoom viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 38 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Al-Njoom sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
1‑6 para o Al-Fayha, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Njoom toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
1 para Khalid Al-Asiri, avaliado com 7.14, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Montassar Toumi e o Al-Njoom acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Al-Njoom e o Al-Fayha, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Rayan Al-Ghamdi não será o apontado, mas ninguém no Al-Njoom escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Sidney Mtshweni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/03/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Al-Njoom
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Plantel22/02/2027
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7.40, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Njoom vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel15/02/2027
Montassar Toumi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
0‑9 para o Al-Ettifaq, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Otaibi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Sidney Mtshweni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Al-Njoom e o Al-Ettifaq, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Njoom pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção01/02/2027
O Al-Njoom fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Khalid Al-Asiri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Nassr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Al-Njoom
26Edição
O Diário de Al-Njoom
25/01/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas25/01/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Al-Njoom
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Zakaria Sami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ahli fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hassan Al-Shamrani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Al-Saiari, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Hilal fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Ukeme Williams
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Sidney Mtshweni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Al-Njoom é como lidar com um homem a quem deve muito.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Faisaly fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Prince Ibara. 2‑1 sobre o Al-Batin, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresUkeme Williams em notas de excelência
Notas dos jogadoresRayan Al-Ghamdi passa por eles um de cada vez
Alvos de mercadoUm empréstimo de Suhayb Al-Zaid está em marcha
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
2‑5 para o Damac, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fahad Al-Otaibi treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Sidney Mtshweni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A raiva no Al-Njoom transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zakaria Sami, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 15 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
7 golos num jogo, Prince Ibara na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Al-Njoom nem ao Al-Riyadh.
Plantel21/12/2026
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Abdulrahman Sayadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Montassar Toumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Njoom está a esgotar-se.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sakhile Mkhize. 4‑3 sobre o Al-Nahda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al-Njoom e do Al-Nahda por igual; os restantes divertiram-se imenso.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Al-Nahda foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
As bancadas30/11/2026
Os adeptos organizam-se contra a direção do Al-Njoom
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Abdulrahman Sayadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulbasit Hawsawi, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Abdullah Al-Dossari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Montassar Toumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
Sidney Mtshweni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/11/2026
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Naser Al-Ghamdi, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al-Njoom disse a Abdullah Al-Saiari que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ukeme Williams treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Redha Al-Abdullah: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al-Njoom a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
MercadoA história de Prince Ibara recusa-se a morrer
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
2‑3 para o Al-Saudi Al-Watani, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohammed Attiyah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por Fahad Al-Otaibi a uma sala que já as tinha ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al-Njoom falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As bancadas02/11/2026
A raiva no Al-Njoom transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
0‑3 para o Al-Mojzel, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Montassar Toumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Abdullah Al-Saiari está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al-Njoom vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/10/2026
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Al-Njoom e o Al-Ettifaq, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Abdulrahman Sayadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/10/2026
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Njoom sabem-no.
Plantel12/10/2026
Montassar Toumi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel12/10/2026
No Al-Njoom ainda são estranhos uns para os outros
16 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Hamad Al-Ghamdi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Segue-se o Al-Ettifaq, e há um homem no balneário do Al-Njoom que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Njoom perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Njoom ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Abdullah Al-Dossari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Fahad Al-Otaibi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo26/09/2026
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
Sidney Mtshweni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Luciano Van Heerden marcou, e pouco mais correu bem: 2‑4 para o Ohod, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Prince Ibara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 38 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Njoom perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Prince Ibara produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Montassar Toumi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mohammed Attiyah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por Fahad Al-Otaibi a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco21/09/2026
Ukeme Williams tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Njoom dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Phiwokuhle Mjolo lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Al-Nassr segue em frente e o Al-Njoom vai para casa, com um 2‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohammed Al-Buladi produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do Al-Njoom por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al-Njoom tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 12 ações, 6.38, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Phiwokuhle Mjolo lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 26 entradas, 0 saídas no Al-Njoom
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 26, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Abdulrahman Sayadi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/09/2026
Prince Ibara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Rayan Al-Ghamdi está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ukeme Williams treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Al-Batin, e há um homem no balneário do Al-Njoom que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Njoom, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Wehda ninguém diz, e no Al-Njoom ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Diriyah disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullah Al-Saiari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Abdulrahman Sayadi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Fayha fica com o seu homem, e o Al-Njoom volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Prince Ibara, e o treinador deixou.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Al-Njoom não o segura a fingir o contrário.
Uma sondagem ao Al-Wehda para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Ettifaq ninguém diz, e no Al-Njoom ninguém gosta de estar a adivinhar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdullah Al-Dossari e o Al-Njoom acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Abdullah Al-Dossari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Al-Njoom
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Sidney Mtshweni acabou de assinar pelo Al-Njoom e, por uma vez, a resposta importava.
Sidney Mtshweni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Al-Njoom perguntou e o Al-Riyadh disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do Al-Njoom sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullah Al-Saiari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ahmed Al-Salem passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Khalid Al-Hassan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Nasser Al-Dosari passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Prince Ibara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Njoom coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Al-Riyadh para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.