Al Wahda U18

Emirati Pro League U18
26 Set 2032
Domingo
Processo
321 Edição

O Diário de Al Wahda

20/09/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Akor Adams parte um osso — 134 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 134 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma transferência que Mahboob teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mahboob está a viver essa versão no Al Wahda, e costuma notar-se no primeiro mês.

O banco

Gustavo Calderari ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Al Wahda

8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wahda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a perder com o Al Ain

Um ponto arrancado aos 93 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Em resumo

Edições anteriores
320 Edição

O Diário de Al Wahda

13/09/2032
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

Akor Adams parte um osso — 142 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 142 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Dibba vai querer esquecer isto depressa: 6‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Notas dos jogadores

Os dois de Reza Ghandipour — 9.62

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.62, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Plantel

Um dia que Vinicius Mello não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Mercado

Yago Souza pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

O banco

Yago Souza diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Notas dos jogadores

Fabio Lima, 39 anos, faz recuar o relógio — 8.35

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.35 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Em resumo

319 Edição

O Diário de Al Wahda

06/09/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Akor Adams de fora 151 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Direção

O prazo passa com 17 contratações e 35 saídas

Está feito o negócio no Al Wahda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

10 jogadores da formação sobem à equipa principal do Al Wahda

Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.

Mercado

O Al Wahda promove Hamad Al Hashmi de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Hamad Al Hashmi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

O Al Wahda promove Sultan Omar de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Sultan Omar passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

O Al Wahda promove Khalfan Saeed de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Khalfan Saeed passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

Majed Ismail sobe da formação do Al Wahda

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Majed Ismail está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Direção

A direcção do Al Wahda volta atrás com a palavra

Prometeu-se alguma coisa, passou o prazo e não chegou. A confiança dentro de um clube constrói-se em anos e gasta-se numa tarde.

Em resumo

318 Edição

O Diário de Al Wahda

30/08/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Dibba voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Os salários engolem 92% das receitas do Al Wahda

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

O banco

Não há esconderijo para Amer Yaqoob

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amer Yaqoob, e o treinador deixou.

Mercado

A pergunta sobre Vinicius Mello persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vinicius Mello. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Chamada internacional para Reza Ghandipour

Reza Ghandipour junta-se à sua seleção. O Al Wahda perde-o durante a paragem e gostava de o receber de volta inteiro.

Plantel

A seleção chama Favour Ogbu

Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Al Wahda perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.

O banco

Yago Souza pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

317 Edição

O Diário de Al Wahda

23/08/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Gustavo Calderari tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Gustavo Calderari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Bader Nasser sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

Mercado

Al Fujairah deve abrir conversas por Richard Akonnor

Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al Wahda vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A história de Jadsom recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jadsom assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Abre-se uma porta a Vinicius Mello

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

Yago Souza pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Yago Souza colocado na lista de transferências

O Al Wahda colocou Yago Souza no mercado. A carreira no clube está acabada, salvo os papéis.

Em resumo

316 Edição

O Diário de Al Wahda

16/08/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Não vai: Abdulla Hamad fica no Al Wahda

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al Dhafra tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Direção

Al Wahda a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Al Wahda.

O banco

Abre-se uma porta a Bader Nasser

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Uma temporada à margem para Itay Hemi

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Al Wahda ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

O banco

Nasser Al Bloushi bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Nasser Ismail

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Nasser Ismail.

Em resumo

315 Edição

O Diário de Al Wahda

09/08/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Bader Nasser é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bader Nasser está nela.

Mercado

A pergunta sobre Facundo Kruspzky persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Facundo Kruspzky. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Ahmed Al Bloushi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Mahmoud Al Bloushi quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Al Wahda vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

O banco

Abre-se uma porta a Omer Farooq Nasim

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

314 Edição

O Diário de Al Wahda

02/08/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Richard Akonnor recusa o Al Dhafra

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Mercado

Yago Souza entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Facundo Kruspzky: 9 épocas, e a contar

251 jogos ao longo de 9 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Al Wahda sabe exatamente o que tem.

Plantel

Evolução real de Khalfan Al Menhali no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Khalfan Al Menhali tem 19 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Omer Farooq Nasim em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

6 caras novas e o Al Wahda ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Direção

Em Al Wahda, 86% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

O banco

Não há esconderijo para Mahmoud Al Bloushi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mahmoud Al Bloushi, e o treinador deixou.

Em resumo

313 Edição

O Diário de Al Wahda

26/07/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Hamad Ahmed põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

O salto de Mahmoud Al Bloushi é a sério

Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

O banco

O treinador faz de Gustavo Calderari um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Hussein Al-Naasan pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

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Mercado

A história de Jadsom recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jadsom assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Mercado

Al Wahda e Mubarak Bani Zamah falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Em resumo

312 Edição

O Diário de Al Wahda

19/07/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Richard Akonnor apontado a uma saída

O nome de Richard Akonnor não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Yago Souza tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

O banco

Hussein Al-Naasan bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hussein Al-Naasan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

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O banco

O treinador faz de Mohammed Bu Sanda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

311 Edição

O Diário de Al Wahda

12/07/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Ismail Al Naqbi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Vinicius Mello ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Bader Nasser tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

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news_b_reunited_with_his_manager

Mercado

A pergunta sobre Facundo Kruspzky persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Facundo Kruspzky. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Gustavo Calderari continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Al Wahda gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Mercado

Al Wahda e Amer Yaqoob falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Yago Souza pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

310 Edição

O Diário de Al Wahda

05/07/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Não vai: Richard Akonnor fica no Al Wahda

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Al Dhafra tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Mercado

Yago Souza pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Akor Adams quer mais do que o Al Wahda oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Gustavo Calderari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma transferência que Amer Obaid teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Amer Obaid está a viver essa versão no Al Wahda, e costuma notar-se no primeiro mês.

Plantel

Akor Adams precisa de um palco maior

Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Al Wahda sabe em que fase está.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Direção

Dia de entradas na formação do Al Wahda

9 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.

O banco

Quando importa, Vinicius Mello joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

309 Edição

O Diário de Al Wahda

28/06/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Khalid Al-Hashmi parte um osso — 20 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Hussein Al-Naasan põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Gustavo Calderari chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gustavo Calderari agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

O salto de Mahmoud Al Bloushi é a sério

Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Gustavo Calderari

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Gustavo Calderari.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

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Em resumo

308 Edição

O Diário de Al Wahda

21/06/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

28 dias de fora para Khalid Al-Hashmi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Mercado

Dibba voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Itay Hemi

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Plantel

Al Wahda perde Nasser Ismail

28 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

O banco

O treinador faz de Yago Souza um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Em resumo

307 Edição

O Diário de Al Wahda

14/06/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Khalid Al-Hashmi de fora 35 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Richard Akonnor pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Dibba por Richard Akonnor foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Direção

Em Al Wahda, 89% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Bader Nasser tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

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Mercado

Não há lugar para Mohammed Bu Sanda no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mohammed Bu Sanda tem a sua resposta do Al Wahda; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Em resumo

306 Edição

O Diário de Al Wahda

07/06/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

44 dias de fora para Khalid Al-Hashmi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Seny Dieng tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Direção

O Al Wahda vai perder Abdullah Al-Shanqiti de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Abdullah Al-Shanqiti pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Hussein Al-Naasan está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al Wahda foi explícito quanto à situação de Hussein Al-Naasan, o que é mais do que muitos recebem.

Mercado

Al Wahda e Seny Dieng falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Plantel

Fabio Lima perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Fabio Lima. O Al Wahda vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

Plantel

Um passo atrás para Mohammed Bu Sanda no Al Wahda

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

Hussein Al-Naasan bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

305 Edição

O Diário de Al Wahda

31/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Khalid Al-Hashmi parte um osso — 53 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Hussein Al-Naasan volta melhor jogador

25 jogos e 2 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.

Plantel

Khalfan Al Shamsi assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khalfan Al Shamsi e o Al Wahda acertam mais 5 anos.

O banco

Reza Ghandipour é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reza Ghandipour está nela.

Plantel

Khalid Al-Hashmi não encaixa no Al Wahda

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

O banco

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Mercado

A história de Jadsom recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jadsom assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

304 Edição

O Diário de Al Wahda

24/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

60 dias de fora para Khalid Al-Hashmi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

2.º lugar e 62 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Mercado

Só falta a fotografia para Nawaf Al-Saadi

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nawaf Al-Saadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Nasser Ismail de fora 58 dias

A enfermaria confirma 58 dias de paragem para Nasser Ismail, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mubarak Bani Zamah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Richard Akonnor ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Manuel Kissanga e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Em resumo

303 Edição

O Diário de Al Wahda

17/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Direção

Al Wahda vão à Europa

O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.

Mercado

Manuel Kissanga tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Reza Ghandipour distinguido pela época

O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Al Wahda aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.

Alvos de mercado

Khalid Al-Hashmi vai a exames médicos no Al Wahda

Tudo acordado com o outro clube, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Kruspzky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Manuel Kissanga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wahda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Direção

Os salários levam 87% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Bader Nasser tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

302 Edição

O Diário de Al Wahda

10/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Só falta a fotografia para Seny Dieng

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Seny Dieng será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Mercado

Hazim Abbas entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

O banco

Asher Agbinone ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Omer Farooq Nasim em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Facundo Kruspzky bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Facundo Kruspzky treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nasser Al Bloushi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Quando importa, Vinicius Mello joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

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Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

301 Edição

O Diário de Al Wahda

03/05/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Yago Souza entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Fabio Lima fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Fabio Lima e o Al Wahda acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Kruspzky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Reza Ghandipour é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reza Ghandipour está nela.

O banco

Facundo Kruspzky bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Facundo Kruspzky treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

O Al Wahda tira a braçadeira a Facundo Kruspzky

Será explicado como uma mudança pela equipa, e até pode ser. Ninguém que já usou uma acredita nisso, e o homem a quem acabaram de a tirar também não.

O banco

O treinador faz de Nasser Al Bloushi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

300 Edição

O Diário de Al Wahda

26/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Mercado

Nawaf Al-Saadi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Seny Dieng esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Kruspzky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

O banco

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Mercado

Continua sem haver assinatura de Seny Dieng

Faltam 2 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Al Wahda poderiam receber por ele.

Mercado

Jadsom apontado a uma saída

O nome de Jadsom não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

299 Edição

O Diário de Al Wahda

19/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Manuel Kissanga está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Manuel Kissanga quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wahda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Direção

Em Al Wahda, 98% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nasser Al Bloushi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Bader Nasser tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

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O banco

Abdullah Al-Shanqiti ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A conversa sobre Vinicius Mello não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

298 Edição

O Diário de Al Wahda

12/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Seny Dieng tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Kruspzky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma lesão muscular afasta Majed Hussain durante 15 dias

Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al Wahda vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

O banco

Quando importa, Vinicius Mello joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Não há esconderijo para Mohamed Al Hammadi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Al Hammadi, e o treinador deixou.

O banco

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O banco

Vinicius Mello bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

297 Edição

O Diário de Al Wahda

05/04/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Richard Akonnor tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Mercado

Yago Souza entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Seny Dieng quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al Wahda ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Facundo Kruspzky assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Facundo Kruspzky compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Mubarak Bani Zamah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Mohammed Bu Sanda ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Reza Ghandipour é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reza Ghandipour está nela.

Plantel

Um passo atrás para Nasser Al Shamsi no Al Wahda

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

Em resumo

296 Edição

O Diário de Al Wahda

29/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Mercado

Nasser Al Bloushi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Nawaf Al-Saadi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Manuel Kissanga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wahda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nasser Al Bloushi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Jogador da semana: Reza Ghandipour

Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.

Em resumo

295 Edição

O Diário de Al Wahda

22/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Reza Ghandipour comanda a goleada sobre o Al Shaab

4‑1, e Reza Ghandipour ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Jogo

Fim de época: 2.º lugar para o Al Wahda

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 62 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Plantel

Reza Ghandipour vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.49 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Plantel

Um dia que Reza Ghandipour não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Mercado

Manuel Kissanga tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Notas dos jogadores

Fabio Lima dos velhos tempos — 8.89

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.89, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Facundo Kruspzky

Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Reza Ghandipour no seu melhor

Avaliado com 9.94. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Em resumo

  • Plantel Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda
  • Plantel Os ânimos aquecem no Al Wahda
  • Direção Os salários engolem 91% das receitas do Al Wahda
294 Edição

O Diário de Al Wahda

15/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Emirates Club vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Mercado

Seny Dieng tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Notas dos jogadores

Os dois de Abdulla Hamad — 8.34

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.34, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Plantel

20 dias de fora para Nasser Al Bloushi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Notas dos jogadores

Fabio Lima dos velhos tempos — 8.61

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.61, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Jadsom sobe e resolve — 7.99

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.99 para o resto.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Al Wahda

A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Em resumo

293 Edição

O Diário de Al Wahda

08/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

27 dias de fora para Nasser Al Bloushi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Reza Ghandipour carrega o Al Wahda

20 golos e uma média de 7.44 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Mercado

Yago Souza põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

6 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Jogo

Ao fim de 5 jogos, o Al Wahda volta a perder

A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Al Shabab; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.

Jogo

O Al Wahda responde em 2 minutos

O Al Shabab segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O Al Wahda respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Reza Ghandipour

Uma nota de 7.98, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Em resumo

292 Edição

O Diário de Al Wahda

01/03/2032
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Jadsom ganha-o quando o apito já devia ter soado

Minuto 95. Jadsom encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Al Jazira passou do ponto ao nada num só movimento.

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

2.º lugar e 55 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Plantel

36 dias de fora para Nasser Al Bloushi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Jadsom — 8.23

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jadsom produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Mercado

Nasser Al Bloushi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

O banco

Nasser Al Bloushi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Nawaf Al-Saadi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

291 Edição

O Diário de Al Wahda

23/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Reza Ghandipour — 9.04

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Reza Ghandipour produziu-o, e o 9.04 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Plantel

Nasser Al Bloushi parte um osso — 44 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 44 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Manuel Kissanga está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Reza Ghandipour vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.43 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Mohammed Bu Sanda em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Sharjah

O Sharjah obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Asher Agbinone no seu melhor

Avaliado com 8.13. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Em resumo

  • Direção Os salários engolem 87% das receitas do Al Wahda
  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador
290 Edição

O Diário de Al Wahda

16/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Nasser Al Bloushi de fora 51 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Seny Dieng está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky marca duas vezes — 8.37

Dois golos e um 8.37 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

O banco

Yago Souza: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Direção

O Al Wahda vai perder Manuel Kissanga de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Manuel Kissanga pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Reza Ghandipour desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Manuel Kissanga tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Em resumo

289 Edição

O Diário de Al Wahda

09/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Reza Ghandipour comanda a goleada sobre o Al Dhafra

4‑1, e Reza Ghandipour ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Os dois de Reza Ghandipour — 9.44

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.44, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Notas dos jogadores

Fabio Lima, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.99

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.99 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.

Mercado

Yago Souza entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Reza Ghandipour carrega o Al Wahda

17 golos e uma média de 7.40 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Favour Ogbu assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Favour Ogbu compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

Mercado

Amer Yaqoob volta a casa

A camisola ainda lhe serve. Amer Yaqoob está de volta ao Al Wahda, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.

Plantel

Amer Yaqoob consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Amer Yaqoob acabou de assinar pelo Al Wahda e, por uma vez, a resposta importava.

Em resumo

288 Edição

O Diário de Al Wahda

02/02/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda arrasa o Al Fujairah

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 5‑1 frente ao Al Fujairah, e podiam ter sido mais.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 2

43 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Plantel

16 dias de fora para Khalfan Al Shamsi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

3 golos de Reza Ghandipour

A bola do jogo é de Reza Ghandipour, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

Notas dos jogadores

Fabio Lima dos velhos tempos — 8.34

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.34, e ninguém melhor em campo.

Mercado

Nasser Al Bloushi pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Direção

O prazo passa com 0 contratações e 10 saídas

Está feito o negócio no Al Wahda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Mercado

Al Nasr voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Richard Akonnor

O telefone voltou a tocar por causa de Richard Akonnor, e desta vez do outro lado está o Dibba. No Al Wahda ouvem com educação e não prometem nada.

Em resumo

287 Edição

O Diário de Al Wahda

26/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Khalfan Al Shamsi de fora 24 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Seny Dieng

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Mercado

Ibrahim Obaid põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Direção

Seny Dieng assina pelo Al Wasl ainda ao serviço do Al Wahda

As regras permitem-no e dói na mesma. Seny Dieng acertou condições com o Al Wasl para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Reza Ghandipour estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Al Wasl leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Nasser Al Bloushi

O telefone voltou a tocar por causa de Nasser Al Bloushi, e desta vez do outro lado está o Al Nasr. No Al Wahda ouvem com educação e não prometem nada.

Mercado

Não há lugar para Richard Akonnor no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Richard Akonnor tem a sua resposta do Al Wahda; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Em resumo

286 Edição

O Diário de Al Wahda

19/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Khalfan Al Shamsi parte um osso — 31 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Seny Dieng está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Os dois de Abdulla Hamad — 8.33

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.33, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Plantel

Seny Dieng sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Mercado

Ali Suqrat entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

O Al Wahda vai perder Nawaf Al-Saadi de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Nawaf Al-Saadi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Jogo

Abdulla Hamad faz a diferença pelo Al Wahda contra o Al Nasr

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Abdulla Hamad. 5‑3 sobre o Al Nasr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Seny Dieng e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Abdulla Hamad entre os golos numa tarde louca

8 golos num jogo, Abdulla Hamad na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Al Wahda nem ao Al Nasr.

Em resumo

  • Plantel Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências
  • Notas dos jogadores Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente
  • Notas dos jogadores Richard Akonnor jogou uma tarde diferente da de toda a gente
285 Edição

O Diário de Al Wahda

12/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Richard Akonnor acerta condições com o Al Dhafra

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Wahda já se começa a dizer o nome dele no passado.

Plantel

39 dias de fora para Khalfan Al Shamsi depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Hazim Abbas entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Nawaf Al-Saadi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Asher Agbinone

Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Yago Souza tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Facundo Kruspzky

Nota 8.02 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Nasser Al Shamsi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

284 Edição

O Diário de Al Wahda

05/01/2032
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Condições fechadas: Ismail Al Naqbi vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Dibba à espera com uma camisola. No Al Wahda ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Plantel

Khalfan Al Shamsi parte um osso — 46 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 2

36 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Mercado

Dibba voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

O banco

Salem Omar guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Reza Ghandipour entre os melhores

Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al Wahda estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.

Mercado

Nasser Al Bloushi entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Seny Dieng quer mais do que o Al Wahda oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

283 Edição

O Diário de Al Wahda

29/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Dibba vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Mercado

Manuel Kissanga põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Mohammed Al-Shamsi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

O banco

Abdullah Al-Shanqiti diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Fabio Lima sofre uma lesão muscular — 18 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 18 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Hamad Ahmed em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Manuel Kissanga

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Kissanga, e o treinador deixou.

Plantel

Reza Ghandipour vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.24 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Uma exibição de Facundo Kruspzky
  • Antevisão O jogo grande: o Al Ain no horizonte
  • Notas dos jogadores Noventa minutos de Jadsom no seu melhor
282 Edição

O Diário de Al Wahda

22/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Al Wahda

Eliminado, 0‑1 com o Al Shabab, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

Mercado

Adel Abubaker Fadaq entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Kruspzky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Reza Ghandipour carrega o Al Wahda

10 golos e uma média de 7.21 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

O banco

Vinicius Mello ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Mubarak Bani Zamah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

O boletim de meio de época do Al Wahda

2.º lugar, 30 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Em resumo

  • O banco O veredicto do treinador
  • O banco Manuel Kissanga pede uma conversa com o treinador
  • Notas dos jogadores Fabio Lima encarou-os todo o jogo
281 Edição

O Diário de Al Wahda

15/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

A vista lá de cima para o Al Wahda

29 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.

Mercado

Richard Akonnor põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

3 golos de Reza Ghandipour

A bola do jogo é de Reza Ghandipour, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Al Wahda

13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Manuel Kissanga quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al Wahda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 9.64 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Reza Ghandipour leva o Al Wahda a superar o Emirates Club

Terminou 3‑2, e a tarde foi de Reza Ghandipour: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

280 Edição

O Diário de Al Wahda

08/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 26 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Plantel

16 épocas de Mohammed Al-Shamsi

273 jogos ao longo de 16 épocas com estas cores. Carreiras assim já não se constroem, e o Al Wahda sabe bem o que tem.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

O banco

Ahmed Al Bloushi diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Al-Shamsi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Shamsi, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky estava imparável

Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Al Shabab leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Em resumo

279 Edição

O Diário de Al Wahda

01/12/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Mercado

Mohammed Al-Shamsi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi está aqui há 16 épocas

273 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Jogo

O Al Wahda torna a sua casa um sítio difícil de visitar

12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

O banco

Ahmed Al Bloushi diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Seny Dieng esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Kruspzky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Facundo Kruspzky leva o Al Wahda a superar o Al Jazira

Terminou 2‑0, e a tarde foi de Facundo Kruspzky: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour em notas de excelência

Uma exibição de 8.25 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Em resumo

278 Edição

O Diário de Al Wahda

24/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

O Al Wahda continua a ganhar fora

8 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.

O banco

Fawzi Ouaamar diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda despacha o Sharjah

Três pontos para o Al Wahda: um 1‑0 diante do Sharjah num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Jadsom

Nota 8.11 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

O banco

Não há esconderijo para Bader Nasser

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bader Nasser, e o treinador deixou.

Em resumo

277 Edição

O Diário de Al Wahda

17/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Nasser Al Bloushi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

O Al Wahda faz as contas à perda de Omar Al Kamali

31 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

O banco

O treinador faz de Yago Souza um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Mercado

O relógio negoceia por Mohammed Al-Shamsi

Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Al Wahda pode pedir e sobe o salário que Mohammed Al-Shamsi pode exigir.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

276 Edição

O Diário de Al Wahda

10/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Reza Ghandipour — 9.11

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Reza Ghandipour produziu-o, e o 9.11 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Jogo

A vista lá de cima para o Al Wahda

20 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

A série caseira do Al Wahda continua

11 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Reza Ghandipour leva o Al Wahda a superar o Baniyas

Terminou 3‑1, e a tarde foi de Reza Ghandipour: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Direção

O Al Wahda antecipa-se ao mercado e tira Fahad Abdulrahman ao Sharjah

O Sharjah vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Fahad Abdulrahman pré-acordou a mudança para o Al Wahda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamad Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Um daqueles dias de Bader Nasser
  • Plantel Yago Souza tem a cabeça em casa
  • Notas dos jogadores Jadsom em notas de excelência
275 Edição

O Diário de Al Wahda

03/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

16 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 16 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Mercado

Mohammed Al-Shamsi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

Notas dos jogadores

Um golo de defesa dá a vitória ao Al Wahda — 7.98

1 para Jadsom, avaliado com 7.98, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Al Dhafra

Um 3‑2 sobre o Al Dhafra, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 8.47 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mubarak Bani Zamah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Ismail Al Naqbi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

  • O banco A vista do banco
  • O banco Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador
  • O banco Manuel Kissanga pede uma conversa com o treinador
274 Edição

O Diário de Al Wahda

27/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

15 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 15 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Jogo

Asher Agbinone comanda a goleada sobre o Al Fujairah

3‑0, e Asher Agbinone ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Mercado

Ismail Al Naqbi pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

O banco

Mohamed Al Hammadi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Asher Agbinone

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.47, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Facundo Kruspzky no seu melhor

Avaliado com 8.38. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Em resumo

273 Edição

O Diário de Al Wahda

20/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

14 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 14 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Plantel

Seny Dieng segura o Al Wahda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Al Wahda

10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Kruspzky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Hamad Ahmed

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamad Ahmed, e o treinador deixou.

Mercado

Al Wahda e Seny Dieng falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Meio satisfeito: Ali Obaid sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

Em resumo

272 Edição

O Diário de Al Wahda

13/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Nasser Al Bloushi pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Manuel Kissanga quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Plantel

Khalfan Al Menhali chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Khalfan Al Menhali agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Yago Souza tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al Wahda lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

271 Edição

O Diário de Al Wahda

06/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Al Wahda avança na taça

Vitória por 2‑1 sobre o Dibba, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Jogo

13 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 13 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Jogo

O Al Wahda ganha-o nos descontos

O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Dibba vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.

Mercado

Mohammed Al-Shamsi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Notas dos jogadores

Nawaf Al-Saadi estava imparável

Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Seny Dieng quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al Wahda ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Jogo

O Al Wahda continua a ganhar fora

5 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.

Plantel

Fabio Lima assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fabio Lima e o Al Wahda acertam mais 2 anos.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

270 Edição

O Diário de Al Wahda

29/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Ezeckiel Noumonvi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

11 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 11 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 27. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Kruspzky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Al-Shamsi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Shamsi, e o treinador deixou.

Jogo

A série caseira do Al Wahda continua

8 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

Jogo

O Al Ahli trava a série do Al Wahda nos 4 jogos

Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Seny Dieng e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Em resumo

269 Edição

O Diário de Al Wahda

22/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

8 defesas: Seny Dieng foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Notas dos jogadores

Fabio Lima dos velhos tempos — 8.43

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.43, e ninguém melhor em campo.

O banco

Salem Omar diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Mais uma trazida de fora

4 seguidas na estrada para o Al Wahda. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Amer Yaqoob

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

Jadsom ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

268 Edição

O Diário de Al Wahda

15/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Dibba vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 31. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 8.35

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.35, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

O banco

Ismail Al Naqbi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

Notas dos jogadores

Vinicius Mello jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.35. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

267 Edição

O Diário de Al Wahda

08/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Mohammed Al-Shamsi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

12 épocas de Abdulla Hamad

209 jogos ao longo de 12 épocas com estas cores. Carreiras assim já não se constroem, e o Al Wahda sabe bem o que tem.

Mercado

Fahad Hassan entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

Dia de subida no Al Wahda

18 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Mohammed Bu Sanda em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

O Al Wahda promove Sultan Hussain de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Sultan Hussain passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

O Al Wahda promove Salem Al Kamali de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Salem Al Kamali passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Em resumo

  • Direção Uma promessa que a direção de Al Wahda não cumpriu
  • Direção Sem investimento nas instalações do Al Wahda
  • O banco Manuel Kissanga bate à porta do treinador
266 Edição

O Diário de Al Wahda

01/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Condições fechadas: Richard Akonnor vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Dibba à espera com uma camisola. No Al Wahda ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Plantel

Abdulla Hamad: 12 épocas, e a contar

209 jogos ao longo de 12 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Al Wahda sabe exatamente o que tem.

Direção

Fecha o mercado: 21 entradas, 7 saídas no Al Wahda

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 21, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um passaporte deixa Asher Agbinone fora da lista

O Al Wahda tem mais estrangeiros do que o formulário permite, e ele é o que ficou sem lugar nele. Vai treinar com uma equipa pela qual não pode jogar até à próxima janela.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Seny Dieng empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

O treinador faz de Nasser Al Bloushi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Seny Dieng pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

265 Edição

O Diário de Al Wahda

25/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Não vai: Richard Akonnor fica no Al Wahda

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Dibba tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Plantel

O salto de Mahmoud Al Bloushi é a sério

Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Manuel Kissanga quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Seny Dieng e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Reza Ghandipour é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reza Ghandipour está nela.

O banco

Seny Dieng pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Direção

$1.1M chegam ao Al Wahda graças a Brahima Diarra

Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $1.1M ao Al Wahda. Brahima Diarra saiu há muito tempo; o papel ficou.

Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

264 Edição

O Diário de Al Wahda

18/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Todos os olhos outra vez em Richard Akonnor

O telefone voltou a tocar por causa de Richard Akonnor, e desta vez do outro lado está o Dibba. No Al Wahda ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Seny Dieng tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um salto tardio para Manuel Kissanga

Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Fabio Lima um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Nasser Al Bloushi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Emprestados

Hussein Al-Naasan quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 9 no Al Wasl dizem o resto.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Em resumo

263 Edição

O Diário de Al Wahda

11/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Mohammed Bu Sanda fora por 15 dias

15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Mohammed Al-Shamsi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Asher Agbinone entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

Mohammed Al-Shamsi aceitou deixar o Al Wahda a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Evolução real de Hassan Suqrat no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Hassan Suqrat tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Reza Ghandipour pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

Em resumo

262 Edição

O Diário de Al Wahda

04/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Evolução real de Jayden Adetiba no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Jayden Adetiba tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Hamad Ahmed e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

O banco

Ismail Al Naqbi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Bader Nasser é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bader Nasser está nela.

O banco

Bader Nasser bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bader Nasser treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

261 Edição

O Diário de Al Wahda

28/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Mahmoud Al Bloushi é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Baniyas avisa o Al Wahda: Saif Al-Menhali não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Yago Souza melhorou aos 25, o que ninguém esperava

As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.

O banco

O treinador faz de Yago Souza um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Mercado

Al Wahda colocam Asher Agbinone no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Asher Agbinone pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

260 Edição

O Diário de Al Wahda

21/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Al Fujairah voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Ali Al-Memari entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Ibrahim Obaid consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ibrahim Obaid acabou de assinar pelo Al Wahda e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Al Wahda leva uma nega por Mubarak Bani Zamah

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Fujairah fica com o seu homem, e o Al Wahda volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Hussein Al-Naasan já viu o suficiente de Al Wasl

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Wahda, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Em resumo

259 Edição

O Diário de Al Wahda

14/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Asher Agbinone entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Evolução real de Hassan Suqrat no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Hassan Suqrat tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: Issam Faiz fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Nasr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Mohammed Bu Sanda em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Nasser Al Bloushi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nasser Al Bloushi, e o treinador deixou.

O banco

Seny Dieng bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

Em resumo

258 Edição

O Diário de Al Wahda

07/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Mohammed Bu Sanda fora por 52 dias

52 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Richard Akonnor diz não ao Al Fujairah

“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Richard Akonnor não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.

Mercado

Fawzi Ouaamar entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Seny Dieng sobe a fasquia para o Al Wahda

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Wahda a ouviu como outra coisa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Seny Dieng esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Fabio Lima ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Yago Souza tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Direção

Dia de entradas na formação do Al Wahda

9 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.

Em resumo

257 Edição

O Diário de Al Wahda

30/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Dibba por Richard Akonnor foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Adel Abubaker Fadaq entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Lesão muscular e 14 dias de fora para Mohammed Al-Shamsi

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al Wahda vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Hazim Abbas chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hazim Abbas agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Vinicius Mello bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A pergunta sobre Facundo Kruspzky persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Facundo Kruspzky. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

256 Edição

O Diário de Al Wahda

23/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Abdulla Hamad recusa o Dibba

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Mercado

Al Wasl voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Wahda: Mayed Saeed não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Evolução tardia de Omer Farooq Nasim

Aos 24 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.

O banco

Não há esconderijo para Ismail Al Naqbi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ismail Al Naqbi, e o treinador deixou.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Ezeckiel Noumonvi está em marcha

O Al Wahda já telefonou ao Al Ain. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Em resumo

255 Edição

O Diário de Al Wahda

16/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Nasser Al Bloushi fora por 17 dias

17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Abdulla Hamad atrai pretendentes

O nome de Abdulla Hamad apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Manuel Kissanga chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Manuel Kissanga agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Richard Akonnor assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Richard Akonnor e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

Alvos de mercado

Porta fechada: Saeed Maqdami fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Emprestados

Hussein Al-Naasan quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 0 no Al Wasl dizem o resto.

Mercado

Fawzi Ouaamar avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Fawzi Ouaamar foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Wahda.

O banco

Reza Ghandipour pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

254 Edição

O Diário de Al Wahda

09/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Hazaa Ammar

17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Richard Akonnor diz não ao Dibba

“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Richard Akonnor não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Al Wasl entra na fila por Hussein Al-Naasan

Mais um nome na lista: o Al Wasl fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Hussein Al-Naasan. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

Direção

Saeed Maqdami vai juntar-se ao Al Wahda a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Saeed Maqdami acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Wahda substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Alvos de mercado

Porta fechada: Vando Félix fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Nasser Al Bloushi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Al Wahda tenta Vando Félix por empréstimo

Perguntou-se ao Al Ain se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo

253 Edição

O Diário de Al Wahda

02/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Hazaa Ammar

24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Hussein Al-Naasan pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Rashed Issam chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Rashed Issam agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Richard Akonnor

O telefone voltou a tocar por causa de Richard Akonnor, e desta vez do outro lado está o Dibba. No Al Wahda ouvem com educação e não prometem nada.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Rashed Issam regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Rashed Issam volta a ser jogador do Al Wahda, e a cidade tem a sua história do verão.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Al Nasr avisa o Al Wahda: Tahnoon Hamdan não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Rashed Issam fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rashed Issam e o Al Wahda acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Em resumo

252 Edição

O Diário de Al Wahda

26/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Hazaa Ammar

32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Richard Akonnor pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Prometeram minutos a Fabio Lima

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Fabio Lima apontou a data.

Plantel

Jadsom passou a ter companhia no lugar

A concorrência chegou sem que ninguém lho dissesse. Jadsom mantém a camisola para já, à conveniência de Al Wahda e não à dele.

Em resumo

251 Edição

O Diário de Al Wahda

19/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Hazaa Ammar lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Fawzi Ouaamar parte um osso — 18 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Direção

Al Wahda abate $66.7K em Khalfan Mubarak

Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $66.7K do que o Al Wahda pagou por Khalfan Mubarak é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Asher Agbinone é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Asher Agbinone está nela.

O banco

Nasser Al Bloushi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Al Wahda trazem uma cabeça experiente

Mohammed Bu Sanda tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.

O banco

Richard Akonnor bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Richard Akonnor treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

250 Edição

O Diário de Al Wahda

12/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Hazaa Ammar fora por 46 dias

46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

26 dias de fora para Fawzi Ouaamar depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Hussein Al-Naasan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

O banco

O treinador faz de Yago Souza um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Vinicius Mello joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Facundo Kruspzky recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Facundo Kruspzky assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Prometeram minutos a Salem Omar

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Salem Omar apontou a data.

Em resumo

249 Edição

O Diário de Al Wahda

05/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Hazaa Ammar lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Uma fratura deixa Fawzi Ouaamar de fora 33 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Reza Ghandipour: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Hussein Al-Naasan põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Só falta a fotografia para Darwish Ben Habib

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darwish Ben Habib será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamad Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O Al Wahda cumpre a palavra dada a Facundo Kruspzky

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Direção

Os salários levam 93% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Em resumo

248 Edição

O Diário de Al Wahda

28/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

42 dias de fora para Fawzi Ouaamar depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Lesão muscular e 14 dias de fora para Faisal Suqrat

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al Wahda vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

Não há lugar para Adel Abubaker Fadaq no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Adel Abubaker Fadaq tem a sua resposta do Al Wahda; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Emprestados

Os golos continuam a chegar do exílio de Youssef Al Hammadi

4 golos em 25 jogos no Al Wasl — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al Wahda alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.

Em resumo

247 Edição

O Diário de Al Wahda

21/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Fawzi Ouaamar parte um osso — 50 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

O banco

Ismail Al Naqbi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Só falta a fotografia para Khalfan Mubarak

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalfan Mubarak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Hamdan Al Shamsi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Quando importa, Asher Agbinone joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Fahad Hassan ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A história de Vinicius Mello recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Vinicius Mello assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Yago Souza bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

246 Edição

O Diário de Al Wahda

14/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Fawzi Ouaamar de fora 58 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Hussein Al-Naasan tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

O banco

Nasser Ismail diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Nehemías Almaraz

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Omer Farooq Nasim e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

5 caras novas e o Al Wahda ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Não há esconderijo para Yago Souza

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yago Souza, e o treinador deixou.

O banco

Vinicius Mello tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

245 Edição

O Diário de Al Wahda

07/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Fawzi Ouaamar parte um osso — 67 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Hussein Al-Naasan pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Só falta a fotografia para Darwish Ben Habib

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darwish Ben Habib será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

Direção

Em Al Wahda, 99% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Reza Ghandipour no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Reza Ghandipour está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

244 Edição

O Diário de Al Wahda

31/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

O banco

Não há esconderijo para Ismail Al Naqbi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ismail Al Naqbi, e o treinador deixou.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Vinicius Mello e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Jayden Adetiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Emprestados

4 golos por empréstimo para Youssef Al Hammadi

25 jogos no Al Wasl e os golos não param. No Al Wahda acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Em resumo

243 Edição

O Diário de Al Wahda

24/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Al Wahda arrasa o Al Shaab

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑1 frente ao Al Shaab, e podiam ter sido mais.

Notas dos jogadores

Os dois de Reza Ghandipour — 9.59

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.59, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

Fim de época: 6.º lugar para o Al Wahda

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 45 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Reza Ghandipour

16 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Mercado

Só falta a fotografia para Khalfan Mubarak

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalfan Mubarak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ismail Al Naqbi em notas de excelência

Uma exibição de 9.13 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Jadsom

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.26, e nem uma objeção no estádio.

Em resumo

242 Edição

O Diário de Al Wahda

17/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Os dois de Vinicius Mello — 8.96

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.96, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 27. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

Hussein Al-Naasan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Emirates Club

Um 2‑0 sobre o Emirates Club, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente
  • Plantel No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros
  • O banco Ismail Al Naqbi fica de fora no jogo grande
241 Edição

O Diário de Al Wahda

10/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Hamad Ahmed chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hamad Ahmed agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Mercado

Darwish Ben Habib tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Mercado

Hamad Ahmed volta a casa

A camisola ainda lhe serve. Hamad Ahmed está de volta ao Al Wahda, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Favour Ogbu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Mubarak Bani Zamah

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Jogo

O Al Shabab trava a série do Al Wahda nos 5 jogos

Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.

Plantel

Facundo Kruspzky vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.24 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Em resumo

240 Edição

O Diário de Al Wahda

03/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Al Jazira vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Jogo

Al Wahda soma 5 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Wahda tem 5 vitórias seguidas dela.

Plantel

Jadsom fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jadsom e o Al Wahda acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Reza Ghandipour carrega o Al Wahda

14 golos e uma média de 7.33 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Kruspzky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamdan Al Shamsi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

As bancadas

Um dos seus: Mohamed Al Hammadi

Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Asher Agbinone

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.19, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Facundo Kruspzky no seu melhor

Avaliado com 8.12. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Noventa minutos de Jadsom no seu melhor
  • Notas dos jogadores Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente
  • O banco Ismail Al Naqbi ouve do treinador
239 Edição

O Diário de Al Wahda

24/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda soma 4 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Wahda tem 4 vitórias seguidas dela.

Mercado

Khalfan Mubarak está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone estava imparável

Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Reza Ghandipour carrega o Al Wahda

13 golos e uma média de 7.31 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda despacha o Sharjah

Três pontos para o Al Wahda: um 1‑0 diante do Sharjah num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Omer Farooq Nasim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Adel Abubaker Fadaq assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adel Abubaker Fadaq e o Al Wahda acertam mais 1 anos.

Em resumo

238 Edição

O Diário de Al Wahda

17/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda atropela o Baniyas

3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Plantel

3 golos de Reza Ghandipour

A bola do jogo é de Reza Ghandipour, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

Mercado

Hussein Al-Naasan tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Jogo

Al Wahda soma 3 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Wahda tem 3 vitórias seguidas dela.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone estava imparável

Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Hazaa Ammar volta a ser jogador de Al Wahda

Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

9.82. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Hazaa Ammar consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Hazaa Ammar acabou de assinar pelo Al Wahda e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

  • Plantel As defesas já dobram a marcação a Reza Ghandipour
  • Notas dos jogadores Abdulla Hamad jogou uma tarde diferente da de toda a gente
  • O banco A vista do banco
237 Edição

O Diário de Al Wahda

10/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Vinicius Mello marca duas vezes — 9.15

Dois golos e um 9.15 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Al Wahda recusa o Dibba por Abdulla Hamad

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky estava imparável

Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Só falta a fotografia para Darwish Ben Habib

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darwish Ben Habib será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Al Dhafra

O Al Dhafra obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Facundo Kruspzky

9 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Direção

Os salários engolem 99% das receitas do Al Wahda

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Em resumo

236 Edição

O Diário de Al Wahda

03/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Abdulla Hamad comanda a goleada sobre o Al Fujairah

3‑0, e Abdulla Hamad ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 28. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Direção

O prazo passa com 4 contratações e 4 saídas

Está feito o negócio no Al Wahda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

O banco

Fahad Hassan guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Richard Akonnor atrai pretendentes

O nome de Richard Akonnor apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Abdulla Hamad assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Abdulla Hamad compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Asher Agbinone

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.54, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.45. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

235 Edição

O Diário de Al Wahda

27/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Khalfan Mubarak tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Al Wahda por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Wahda tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Abdulla Al-Tamimi regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Abdulla Al-Tamimi volta a ser jogador do Al Wahda, e a cidade tem a sua história do verão.

Plantel

Ali Suqrat chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ali Suqrat agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Wasl

O Al Wasl levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Ali Obaid saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Omer Farooq Nasim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

234 Edição

O Diário de Al Wahda

20/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Richard Akonnor acerta condições com o Dibba

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Wahda já se começa a dizer o nome dele no passado.

Mercado

Abdulla Hamad recusa o Dibba

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Mercado

Hussein Al-Naasan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Direção

Hussein Al-Naasan assina pelo Al Wasl ainda ao serviço do Al Wahda

As regras permitem-no e dói na mesma. Hussein Al-Naasan acertou condições com o Al Wasl para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Plantel

Jadsom em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Salem Omar volta a ser jogador de Al Wahda

Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Reza Ghandipour estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Abdullah Al Naqbi vai juntar-se ao Al Wahda a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Abdullah Al Naqbi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Wahda substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Alvos de mercado

O Al Wahda leva uma nega por Hamdan Abdulrahman

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Jazira fica com o seu homem, e o Al Wahda volta a uma lista com um nome riscado.

Em resumo

233 Edição

O Diário de Al Wahda

13/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Richard Akonnor recusa o Dibba

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Salem Omar

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al Wahda fez a parte difícil com o Al Jazira, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: João Victor fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Emirates Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Hamdan Al Shamsi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Ahli

O Al Ahli levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de Ismail Al Naqbi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Ali Obaid enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Obaid depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Al Wahda

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

232 Edição

O Diário de Al Wahda

06/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Abdulla Al-Tamimi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Richard Akonnor atrai pretendentes

O nome de Richard Akonnor apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Wahda: Mohammed Bu Sanda não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

O golo de Reza Ghandipour não chega para o Al Wahda

Reza Ghandipour marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Al Ain, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

Mohammed Al-Shamsi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Ali Obaid enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Obaid depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Em resumo

231 Edição

O Diário de Al Wahda

30/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 26. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Nasser Al Bloushi diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Darwish Ben Habib tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Facundo Kruspzky faz a diferença pelo Al Wahda contra o Dibba

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Facundo Kruspzky. 1‑0 sobre o Dibba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.05. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Asher Agbinone atinge as 100 presenças

100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yago Souza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

230 Edição

O Diário de Al Wahda

23/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Asher Agbinone

Dribles concretizados: 25. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Khalfan Mubarak está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 8.16 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a perder com o Al Shaab

Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

Jogo

O boletim de meio de época do Al Wahda

6.º lugar, 19 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

Plantel

Jayden Adetiba fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jayden Adetiba e o Al Wahda acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Jogo

Al Wahda e Al Shaab levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

229 Edição

O Diário de Al Wahda

16/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Facundo Kruspzky comanda a goleada sobre o Emirates Club

4‑1, e Facundo Kruspzky ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 8.95

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.95, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Direção

O Al Wahda vai perder Khalfan Mubarak de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Khalfan Mubarak pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Plantel

Uma transferência que Jayden Adetiba teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jayden Adetiba está a viver essa versão no Al Wahda, e costuma notar-se no primeiro mês.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Vinicius Mello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Facundo Kruspzky no centro do arranque veloz do Al Wahda

2 golos em vinte minutos com Facundo Kruspzky no meio de tudo, e o Emirates Club sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.

Notas dos jogadores

Jadsom em notas de excelência

Uma exibição de 8.22 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Em resumo

228 Edição

O Diário de Al Wahda

09/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Mohammed Bu Sanda

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

Não há esconderijo para Fabio Lima

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabio Lima, e o treinador deixou.

Jogo

Al Shabab leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yago Souza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Ali Obaid enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Obaid depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

227 Edição

O Diário de Al Wahda

02/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Fahad Al-Dhanhani volta a casa

A camisola ainda lhe serve. Fahad Al-Dhanhani está de volta ao Al Wahda, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera estava imparável

Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

O Al Wahda antecipa-se ao mercado e tira Abdalla Zaal ao Al Shabab

O Al Shabab vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Abdalla Zaal pré-acordou a mudança para o Al Wahda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Plantel

Jogador do mês: Reza Ghandipour

Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Al Wahda prefere.

Plantel

Um passo atrás para Ismail Al Naqbi no Al Wahda

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

Não há esconderijo para Yago Souza

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yago Souza, e o treinador deixou.

Em resumo

226 Edição

O Diário de Al Wahda

25/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda arrasa o Sharjah

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Sharjah, e podiam ter sido mais.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 9.00

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.00, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Malek Janeer põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 25. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 9.23 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Hamdan Al Shamsi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Yago Souza quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

O banco

Richard Akonnor ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

225 Edição

O Diário de Al Wahda

18/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Richard Akonnor tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Omer Farooq Nasim e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Yago Souza desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Uma promessa cumprida a Vinicius Mello

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al Wahda disse a Vinicius Mello que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

O banco

Não há esconderijo para Nasser Al Bloushi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nasser Al Bloushi, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, Vinicius Mello joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

O fim de semana pertenceu a Reza Ghandipour

Jogador da semana, avaliado contra todos os outros homens da divisão. Um prémio pequeno, e um que a maioria das carreiras nunca recebe.

Plantel

Ali Al-Memari não encaixa no Al Wahda

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Mercado

A pergunta sobre Facundo Kruspzky persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Facundo Kruspzky. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

224 Edição

O Diário de Al Wahda

11/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Darwish Ben Habib: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Baniyas

O Baniyas obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour em notas de excelência

Uma exibição de 8.49 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Asher Agbinone no seu melhor

Avaliado com 8.02. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Jogo

Sem tempo para o Baniyas assentar

O golo que pôs o Baniyas na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Al Wahda empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.

O banco

Vinicius Mello ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Um Ali Obaid satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Ali Obaid podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Em resumo

223 Edição

O Diário de Al Wahda

04/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Mohammed Al-Shamsi está aqui há 15 épocas

257 jogos ao longo de 15 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.

O banco

Hussein Al-Naasan guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Mohammed Al-Shamsi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Jogo

Reza Ghandipour responde de imediato ao Al Dhafra

Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Reza Ghandipour pôs o Al Wahda de novo em igualdade em 4 minutos, e o Al Dhafra nunca chegou a jogar com vantagem.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Facundo Kruspzky

Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Reza Ghandipour

7.98, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Al Wahda tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

Em resumo

222 Edição

O Diário de Al Wahda

28/10/2030
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Facundo Kruspzky comanda a goleada sobre o Al Fujairah

3‑0, e Facundo Kruspzky ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 9.52

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.52, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera estava imparável

Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Hassan Suqrat chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hassan Suqrat agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Vinicius Mello em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 8.81 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Jogo

O Al Wahda acaba com a espera diante do Al Fujairah

Já ia em 5 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Plantel

Jogo número 100 para Reza Ghandipour

100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Plantel

Nasser Al Bloushi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo