Al Wahda U18

Emirati Pro League U18
16 Nov 2031
Domingo
Processo
276 Edição

O Diário de Al Wahda

10/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Reza Ghandipour — 9.11

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Reza Ghandipour produziu-o, e o 9.11 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Jogo

A vista lá de cima para o Al Wahda

20 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

A série caseira do Al Wahda continua

11 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Reza Ghandipour leva o Al Wahda a superar o Baniyas

Terminou 3‑1, e a tarde foi de Reza Ghandipour: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Direção

O Al Wahda antecipa-se ao mercado e tira Fahad Abdulrahman ao Sharjah

O Sharjah vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Fahad Abdulrahman pré-acordou a mudança para o Al Wahda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamad Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Um daqueles dias de Bader Nasser
  • Plantel Yago Souza tem a cabeça em casa
  • Notas dos jogadores Jadsom em notas de excelência
Edições anteriores
275 Edição

O Diário de Al Wahda

03/11/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

16 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 16 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Mercado

Mohammed Al-Shamsi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

Notas dos jogadores

Um golo de defesa dá a vitória ao Al Wahda — 7.98

1 para Jadsom, avaliado com 7.98, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Al Dhafra

Um 3‑2 sobre o Al Dhafra, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 8.47 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mubarak Bani Zamah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Ismail Al Naqbi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

  • O banco A vista do banco
  • O banco Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador
  • O banco Manuel Kissanga pede uma conversa com o treinador
274 Edição

O Diário de Al Wahda

27/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

15 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 15 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Jogo

Asher Agbinone comanda a goleada sobre o Al Fujairah

3‑0, e Asher Agbinone ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Mercado

Ismail Al Naqbi pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

O banco

Mohamed Al Hammadi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Asher Agbinone

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.47, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Facundo Kruspzky no seu melhor

Avaliado com 8.38. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Em resumo

273 Edição

O Diário de Al Wahda

20/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

14 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 14 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Plantel

Seny Dieng segura o Al Wahda sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Al Wahda

10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Kruspzky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Não há esconderijo para Hamad Ahmed

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamad Ahmed, e o treinador deixou.

Mercado

Al Wahda e Seny Dieng falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Meio satisfeito: Ali Obaid sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

Em resumo

272 Edição

O Diário de Al Wahda

13/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Nasser Al Bloushi pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Manuel Kissanga quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Plantel

Khalfan Al Menhali chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Khalfan Al Menhali agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Yago Souza tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Al Wahda lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

271 Edição

O Diário de Al Wahda

06/10/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Al Wahda avança na taça

Vitória por 2‑1 sobre o Dibba, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Jogo

13 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 13 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Jogo

O Al Wahda ganha-o nos descontos

O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Dibba vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.

Mercado

Mohammed Al-Shamsi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Notas dos jogadores

Nawaf Al-Saadi estava imparável

Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Seny Dieng quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Al Wahda ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Jogo

O Al Wahda continua a ganhar fora

5 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.

Plantel

Fabio Lima assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fabio Lima e o Al Wahda acertam mais 2 anos.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

270 Edição

O Diário de Al Wahda

29/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Ezeckiel Noumonvi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

11 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 11 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 27. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Facundo Kruspzky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Al-Shamsi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Shamsi, e o treinador deixou.

Jogo

A série caseira do Al Wahda continua

8 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.

Jogo

O Al Ahli trava a série do Al Wahda nos 4 jogos

Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Seny Dieng e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Em resumo

269 Edição

O Diário de Al Wahda

22/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

8 defesas: Seny Dieng foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Notas dos jogadores

Fabio Lima dos velhos tempos — 8.43

Aos 38 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.43, e ninguém melhor em campo.

O banco

Salem Omar diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al Wahda neste momento

4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Mais uma trazida de fora

4 seguidas na estrada para o Al Wahda. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Amer Yaqoob

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

Jadsom ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

268 Edição

O Diário de Al Wahda

15/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Dibba vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 31. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 8.35

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.35, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

O banco

Ismail Al Naqbi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

Notas dos jogadores

Vinicius Mello jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.35. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

267 Edição

O Diário de Al Wahda

08/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Mohammed Al-Shamsi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

12 épocas de Abdulla Hamad

209 jogos ao longo de 12 épocas com estas cores. Carreiras assim já não se constroem, e o Al Wahda sabe bem o que tem.

Mercado

Fahad Hassan entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

Dia de subida no Al Wahda

18 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Mohammed Bu Sanda em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

O Al Wahda promove Sultan Hussain de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Sultan Hussain passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

O Al Wahda promove Salem Al Kamali de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Salem Al Kamali passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Em resumo

  • Direção Uma promessa que a direção de Al Wahda não cumpriu
  • Direção Sem investimento nas instalações do Al Wahda
  • O banco Manuel Kissanga bate à porta do treinador
266 Edição

O Diário de Al Wahda

01/09/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Condições fechadas: Richard Akonnor vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Dibba à espera com uma camisola. No Al Wahda ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Plantel

Abdulla Hamad: 12 épocas, e a contar

209 jogos ao longo de 12 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Al Wahda sabe exatamente o que tem.

Direção

Fecha o mercado: 21 entradas, 7 saídas no Al Wahda

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 21, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um passaporte deixa Asher Agbinone fora da lista

O Al Wahda tem mais estrangeiros do que o formulário permite, e ele é o que ficou sem lugar nele. Vai treinar com uma equipa pela qual não pode jogar até à próxima janela.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Seny Dieng empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

O treinador faz de Nasser Al Bloushi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Seny Dieng pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

265 Edição

O Diário de Al Wahda

25/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Não vai: Richard Akonnor fica no Al Wahda

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Dibba tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Plantel

O salto de Mahmoud Al Bloushi é a sério

Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Manuel Kissanga quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Seny Dieng e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Reza Ghandipour é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reza Ghandipour está nela.

O banco

Seny Dieng pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Direção

$1.1M chegam ao Al Wahda graças a Brahima Diarra

Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $1.1M ao Al Wahda. Brahima Diarra saiu há muito tempo; o papel ficou.

Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

264 Edição

O Diário de Al Wahda

18/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Todos os olhos outra vez em Richard Akonnor

O telefone voltou a tocar por causa de Richard Akonnor, e desta vez do outro lado está o Dibba. No Al Wahda ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Seny Dieng tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um salto tardio para Manuel Kissanga

Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Fabio Lima um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Nasser Al Bloushi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Emprestados

Hussein Al-Naasan quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 9 no Al Wasl dizem o resto.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Em resumo

263 Edição

O Diário de Al Wahda

11/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Mohammed Bu Sanda fora por 15 dias

15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Mohammed Al-Shamsi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Asher Agbinone entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Direção

Mohammed Al-Shamsi aceitou deixar o Al Wahda a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Evolução real de Hassan Suqrat no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Hassan Suqrat tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Reza Ghandipour pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

Em resumo

262 Edição

O Diário de Al Wahda

04/08/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Evolução real de Jayden Adetiba no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Jayden Adetiba tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Hamad Ahmed e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

O banco

Ismail Al Naqbi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Bader Nasser é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bader Nasser está nela.

O banco

Bader Nasser bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bader Nasser treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

261 Edição

O Diário de Al Wahda

28/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Mahmoud Al Bloushi é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Baniyas avisa o Al Wahda: Saif Al-Menhali não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Yago Souza melhorou aos 25, o que ninguém esperava

As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.

O banco

O treinador faz de Yago Souza um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A conversa sobre Facundo Kruspzky não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al Wahda sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Mercado

Al Wahda colocam Asher Agbinone no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Asher Agbinone pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

260 Edição

O Diário de Al Wahda

21/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Al Fujairah voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Ali Al-Memari entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Ibrahim Obaid consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ibrahim Obaid acabou de assinar pelo Al Wahda e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Al Wahda leva uma nega por Mubarak Bani Zamah

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Fujairah fica com o seu homem, e o Al Wahda volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Hussein Al-Naasan já viu o suficiente de Al Wasl

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Al Wahda, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Em resumo

259 Edição

O Diário de Al Wahda

14/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Mohammed Bu Sanda

45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Asher Agbinone entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Evolução real de Hassan Suqrat no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Hassan Suqrat tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: Issam Faiz fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Nasr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Mohammed Bu Sanda em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Nasser Al Bloushi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nasser Al Bloushi, e o treinador deixou.

O banco

Seny Dieng bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

Em resumo

258 Edição

O Diário de Al Wahda

07/07/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Mohammed Bu Sanda fora por 52 dias

52 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Richard Akonnor diz não ao Al Fujairah

“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Richard Akonnor não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.

Mercado

Fawzi Ouaamar entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Seny Dieng sobe a fasquia para o Al Wahda

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al Wahda a ouviu como outra coisa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Seny Dieng esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Fabio Lima ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Yago Souza tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Al Wahda lida com um homem que quer outro país.

Direção

Dia de entradas na formação do Al Wahda

9 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.

Em resumo

257 Edição

O Diário de Al Wahda

30/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Dibba por Richard Akonnor foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Adel Abubaker Fadaq entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Lesão muscular e 14 dias de fora para Mohammed Al-Shamsi

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al Wahda vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Hazim Abbas chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hazim Abbas agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Vinicius Mello bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A pergunta sobre Facundo Kruspzky persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Facundo Kruspzky. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

256 Edição

O Diário de Al Wahda

23/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Abdulla Hamad recusa o Dibba

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Mercado

Al Wasl voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Wahda: Mayed Saeed não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Evolução tardia de Omer Farooq Nasim

Aos 24 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.

O banco

Não há esconderijo para Ismail Al Naqbi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ismail Al Naqbi, e o treinador deixou.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Ezeckiel Noumonvi está em marcha

O Al Wahda já telefonou ao Al Ain. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Em resumo

255 Edição

O Diário de Al Wahda

16/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Nasser Al Bloushi fora por 17 dias

17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Abdulla Hamad atrai pretendentes

O nome de Abdulla Hamad apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Manuel Kissanga chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Manuel Kissanga agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Richard Akonnor assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Richard Akonnor e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

Alvos de mercado

Porta fechada: Saeed Maqdami fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Emprestados

Hussein Al-Naasan quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 0 no Al Wasl dizem o resto.

Mercado

Fawzi Ouaamar avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Fawzi Ouaamar foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Wahda.

O banco

Reza Ghandipour pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

254 Edição

O Diário de Al Wahda

09/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Hazaa Ammar

17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Richard Akonnor diz não ao Dibba

“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Richard Akonnor não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Al Wasl entra na fila por Hussein Al-Naasan

Mais um nome na lista: o Al Wasl fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Hussein Al-Naasan. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

Direção

Saeed Maqdami vai juntar-se ao Al Wahda a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Saeed Maqdami acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Wahda substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Alvos de mercado

Porta fechada: Vando Félix fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Nasser Al Bloushi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Al Wahda tenta Vando Félix por empréstimo

Perguntou-se ao Al Ain se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo

253 Edição

O Diário de Al Wahda

02/06/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Hazaa Ammar

24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Hussein Al-Naasan pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Rashed Issam chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Rashed Issam agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Richard Akonnor

O telefone voltou a tocar por causa de Richard Akonnor, e desta vez do outro lado está o Dibba. No Al Wahda ouvem com educação e não prometem nada.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Rashed Issam regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Rashed Issam volta a ser jogador do Al Wahda, e a cidade tem a sua história do verão.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Al Nasr avisa o Al Wahda: Tahnoon Hamdan não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Rashed Issam fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rashed Issam e o Al Wahda acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Em resumo

252 Edição

O Diário de Al Wahda

26/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Hazaa Ammar

32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al Wahda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Richard Akonnor pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Prometeram minutos a Fabio Lima

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Fabio Lima apontou a data.

Plantel

Jadsom passou a ter companhia no lugar

A concorrência chegou sem que ninguém lho dissesse. Jadsom mantém a camisola para já, à conveniência de Al Wahda e não à dele.

Em resumo

251 Edição

O Diário de Al Wahda

19/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Hazaa Ammar lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Fawzi Ouaamar parte um osso — 18 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Direção

Al Wahda abate $66.7K em Khalfan Mubarak

Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $66.7K do que o Al Wahda pagou por Khalfan Mubarak é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Mohammed Bu Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Asher Agbinone é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Asher Agbinone está nela.

O banco

Nasser Al Bloushi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Al Wahda trazem uma cabeça experiente

Mohammed Bu Sanda tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.

O banco

Richard Akonnor bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Richard Akonnor treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

250 Edição

O Diário de Al Wahda

12/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Hazaa Ammar fora por 46 dias

46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

26 dias de fora para Fawzi Ouaamar depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Hussein Al-Naasan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

O banco

O treinador faz de Yago Souza um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Vinicius Mello joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Facundo Kruspzky recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Facundo Kruspzky assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Prometeram minutos a Salem Omar

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Salem Omar apontou a data.

Em resumo

249 Edição

O Diário de Al Wahda

05/05/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Hazaa Ammar lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Uma fratura deixa Fawzi Ouaamar de fora 33 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Reza Ghandipour: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Hussein Al-Naasan põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Só falta a fotografia para Darwish Ben Habib

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darwish Ben Habib será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamad Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O Al Wahda cumpre a palavra dada a Facundo Kruspzky

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Direção

Os salários levam 93% do que Al Wahda recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Em resumo

248 Edição

O Diário de Al Wahda

28/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

42 dias de fora para Fawzi Ouaamar depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Lesão muscular e 14 dias de fora para Faisal Suqrat

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al Wahda vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

Não há lugar para Adel Abubaker Fadaq no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Adel Abubaker Fadaq tem a sua resposta do Al Wahda; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Emprestados

Os golos continuam a chegar do exílio de Youssef Al Hammadi

4 golos em 25 jogos no Al Wasl — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al Wahda alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.

Em resumo

247 Edição

O Diário de Al Wahda

21/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Fawzi Ouaamar parte um osso — 50 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

O banco

Ismail Al Naqbi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Só falta a fotografia para Khalfan Mubarak

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalfan Mubarak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Hamdan Al Shamsi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Quando importa, Asher Agbinone joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Fahad Hassan ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A história de Vinicius Mello recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Vinicius Mello assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Yago Souza bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

246 Edição

O Diário de Al Wahda

14/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Fawzi Ouaamar de fora 58 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Hussein Al-Naasan tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

O banco

Nasser Ismail diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Nehemías Almaraz

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Omer Farooq Nasim e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

5 caras novas e o Al Wahda ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Não há esconderijo para Yago Souza

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yago Souza, e o treinador deixou.

O banco

Vinicius Mello tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

245 Edição

O Diário de Al Wahda

07/04/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Fawzi Ouaamar parte um osso — 67 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Hussein Al-Naasan pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Só falta a fotografia para Darwish Ben Habib

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darwish Ben Habib será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

Direção

Em Al Wahda, 99% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Reza Ghandipour no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Reza Ghandipour está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

244 Edição

O Diário de Al Wahda

31/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

O banco

Não há esconderijo para Ismail Al Naqbi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ismail Al Naqbi, e o treinador deixou.

O banco

Uma promessa cumprida no Al Wahda

Disseram uma coisa a Vinicius Mello e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Jayden Adetiba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Emprestados

4 golos por empréstimo para Youssef Al Hammadi

25 jogos no Al Wasl e os golos não param. No Al Wahda acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Em resumo

243 Edição

O Diário de Al Wahda

24/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Al Wahda arrasa o Al Shaab

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑1 frente ao Al Shaab, e podiam ter sido mais.

Notas dos jogadores

Os dois de Reza Ghandipour — 9.59

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.59, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

Fim de época: 6.º lugar para o Al Wahda

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 45 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Reza Ghandipour

16 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Mercado

Só falta a fotografia para Khalfan Mubarak

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Khalfan Mubarak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ismail Al Naqbi em notas de excelência

Uma exibição de 9.13 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Jadsom

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.26, e nem uma objeção no estádio.

Em resumo

242 Edição

O Diário de Al Wahda

17/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Os dois de Vinicius Mello — 8.96

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.96, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 27. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Mercado

Hussein Al-Naasan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda cumpre diante do Emirates Club

Um 2‑0 sobre o Emirates Club, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Jogo

O Al Wahda está em casa fora de casa

3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente
  • Plantel No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros
  • O banco Ismail Al Naqbi fica de fora no jogo grande
241 Edição

O Diário de Al Wahda

10/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Hamad Ahmed chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hamad Ahmed agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Mercado

Darwish Ben Habib tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Mercado

Hamad Ahmed volta a casa

A camisola ainda lhe serve. Hamad Ahmed está de volta ao Al Wahda, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Favour Ogbu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Al Wahda não perde

Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Mubarak Bani Zamah

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Jogo

O Al Shabab trava a série do Al Wahda nos 5 jogos

Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.

Plantel

Facundo Kruspzky vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.24 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Em resumo

240 Edição

O Diário de Al Wahda

03/03/2031
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Al Jazira vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Jogo

Al Wahda soma 5 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Wahda tem 5 vitórias seguidas dela.

Plantel

Jadsom fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jadsom e o Al Wahda acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Reza Ghandipour carrega o Al Wahda

14 golos e uma média de 7.33 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Kruspzky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamdan Al Shamsi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

As bancadas

Um dos seus: Mohamed Al Hammadi

Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Asher Agbinone

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.19, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Facundo Kruspzky no seu melhor

Avaliado com 8.12. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Noventa minutos de Jadsom no seu melhor
  • Notas dos jogadores Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente
  • O banco Ismail Al Naqbi ouve do treinador
239 Edição

O Diário de Al Wahda

24/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda soma 4 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Wahda tem 4 vitórias seguidas dela.

Mercado

Khalfan Mubarak está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone estava imparável

Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Reza Ghandipour carrega o Al Wahda

13 golos e uma média de 7.31 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda despacha o Sharjah

Três pontos para o Al Wahda: um 1‑0 diante do Sharjah num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Omer Farooq Nasim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Adel Abubaker Fadaq assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adel Abubaker Fadaq e o Al Wahda acertam mais 1 anos.

Em resumo

238 Edição

O Diário de Al Wahda

17/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda atropela o Baniyas

3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Plantel

3 golos de Reza Ghandipour

A bola do jogo é de Reza Ghandipour, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

Mercado

Hussein Al-Naasan tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Jogo

Al Wahda soma 3 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Wahda tem 3 vitórias seguidas dela.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone estava imparável

Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Hazaa Ammar volta a ser jogador de Al Wahda

Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

9.82. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Hazaa Ammar consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Hazaa Ammar acabou de assinar pelo Al Wahda e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

  • Plantel As defesas já dobram a marcação a Reza Ghandipour
  • Notas dos jogadores Abdulla Hamad jogou uma tarde diferente da de toda a gente
  • O banco A vista do banco
237 Edição

O Diário de Al Wahda

10/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Vinicius Mello marca duas vezes — 9.15

Dois golos e um 9.15 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Al Wahda recusa o Dibba por Abdulla Hamad

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky estava imparável

Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Mercado

Só falta a fotografia para Darwish Ben Habib

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darwish Ben Habib será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Al Dhafra

O Al Dhafra obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Facundo Kruspzky

9 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Direção

Os salários engolem 99% das receitas do Al Wahda

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Em resumo

236 Edição

O Diário de Al Wahda

03/02/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Abdulla Hamad comanda a goleada sobre o Al Fujairah

3‑0, e Abdulla Hamad ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 28. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Direção

O prazo passa com 4 contratações e 4 saídas

Está feito o negócio no Al Wahda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

O banco

Fahad Hassan guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Richard Akonnor atrai pretendentes

O nome de Richard Akonnor apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Abdulla Hamad assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Abdulla Hamad compromete-se com o Al Wahda por mais 4 anos.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Asher Agbinone

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.54, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.45. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

235 Edição

O Diário de Al Wahda

27/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Khalfan Mubarak tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Al Wahda por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Al Wahda tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Abdulla Al-Tamimi regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Abdulla Al-Tamimi volta a ser jogador do Al Wahda, e a cidade tem a sua história do verão.

Plantel

Ali Suqrat chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ali Suqrat agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Wasl

O Al Wasl levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Mercado

O Al Wahda pode não conseguir dar a Yago Souza o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago Souza quer futebol continental; se o Al Wahda o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Ali Obaid saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Omer Farooq Nasim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

234 Edição

O Diário de Al Wahda

20/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Richard Akonnor acerta condições com o Dibba

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al Wahda já se começa a dizer o nome dele no passado.

Mercado

Abdulla Hamad recusa o Dibba

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Mercado

Hussein Al-Naasan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Direção

Hussein Al-Naasan assina pelo Al Wasl ainda ao serviço do Al Wahda

As regras permitem-no e dói na mesma. Hussein Al-Naasan acertou condições com o Al Wasl para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Plantel

Jadsom em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Salem Omar volta a ser jogador de Al Wahda

Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Reza Ghandipour estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Abdullah Al Naqbi vai juntar-se ao Al Wahda a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Abdullah Al Naqbi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Wahda substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Alvos de mercado

O Al Wahda leva uma nega por Hamdan Abdulrahman

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Jazira fica com o seu homem, e o Al Wahda volta a uma lista com um nome riscado.

Em resumo

233 Edição

O Diário de Al Wahda

13/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Richard Akonnor recusa o Dibba

“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Salem Omar

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Al Wahda fez a parte difícil com o Al Jazira, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

Porta fechada: João Victor fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Emirates Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Hamdan Al Shamsi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Ahli

O Al Ahli levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de Ismail Al Naqbi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Ali Obaid enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Obaid depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Al Wahda

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

232 Edição

O Diário de Al Wahda

06/01/2031
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Abdulla Al-Tamimi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Richard Akonnor atrai pretendentes

O nome de Richard Akonnor apareceu em conversas de que o Al Wahda não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al Wahda: Mohammed Bu Sanda não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

O golo de Reza Ghandipour não chega para o Al Wahda

Reza Ghandipour marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Al Ain, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

Mohammed Al-Shamsi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Ali Obaid enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Obaid depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Em resumo

231 Edição

O Diário de Al Wahda

30/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 26. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Nasser Al Bloushi diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Darwish Ben Habib tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Facundo Kruspzky faz a diferença pelo Al Wahda contra o Dibba

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Facundo Kruspzky. 1‑0 sobre o Dibba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.05. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Asher Agbinone atinge as 100 presenças

100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yago Souza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

230 Edição

O Diário de Al Wahda

23/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Asher Agbinone

Dribles concretizados: 25. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Khalfan Mubarak está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 8.16 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a perder com o Al Shaab

Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

Jogo

O boletim de meio de época do Al Wahda

6.º lugar, 19 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

Plantel

Jayden Adetiba fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jayden Adetiba e o Al Wahda acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Jogo

Al Wahda e Al Shaab levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

229 Edição

O Diário de Al Wahda

16/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Facundo Kruspzky comanda a goleada sobre o Emirates Club

4‑1, e Facundo Kruspzky ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 8.95

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.95, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Direção

O Al Wahda vai perder Khalfan Mubarak de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Khalfan Mubarak pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Plantel

Uma transferência que Jayden Adetiba teria feito de graça

Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jayden Adetiba está a viver essa versão no Al Wahda, e costuma notar-se no primeiro mês.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Vinicius Mello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Facundo Kruspzky no centro do arranque veloz do Al Wahda

2 golos em vinte minutos com Facundo Kruspzky no meio de tudo, e o Emirates Club sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.

Notas dos jogadores

Jadsom em notas de excelência

Uma exibição de 8.22 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Em resumo

228 Edição

O Diário de Al Wahda

09/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Mohammed Bu Sanda

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

Não há esconderijo para Fabio Lima

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabio Lima, e o treinador deixou.

Jogo

Al Shabab leva os pontos ao Al Wahda

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yago Souza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Ali Obaid enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ali Obaid depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

227 Edição

O Diário de Al Wahda

02/12/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Fahad Al-Dhanhani volta a casa

A camisola ainda lhe serve. Fahad Al-Dhanhani está de volta ao Al Wahda, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera estava imparável

Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

O Al Wahda antecipa-se ao mercado e tira Abdalla Zaal ao Al Shabab

O Al Shabab vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Abdalla Zaal pré-acordou a mudança para o Al Wahda, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Plantel

Jogador do mês: Reza Ghandipour

Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Al Wahda prefere.

Plantel

Um passo atrás para Ismail Al Naqbi no Al Wahda

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

Não há esconderijo para Yago Souza

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yago Souza, e o treinador deixou.

Em resumo

226 Edição

O Diário de Al Wahda

25/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al Wahda arrasa o Sharjah

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Sharjah, e podiam ter sido mais.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 9.00

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.00, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Malek Janeer põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 25. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 9.23 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Hamdan Al Shamsi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Yago Souza quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

O banco

Richard Akonnor ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

225 Edição

O Diário de Al Wahda

18/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Richard Akonnor tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Omer Farooq Nasim e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Yago Souza desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Uma promessa cumprida a Vinicius Mello

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al Wahda disse a Vinicius Mello que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

O banco

Não há esconderijo para Nasser Al Bloushi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nasser Al Bloushi, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, Vinicius Mello joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

O fim de semana pertenceu a Reza Ghandipour

Jogador da semana, avaliado contra todos os outros homens da divisão. Um prémio pequeno, e um que a maioria das carreiras nunca recebe.

Plantel

Ali Al-Memari não encaixa no Al Wahda

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Mercado

A pergunta sobre Facundo Kruspzky persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Facundo Kruspzky. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

224 Edição

O Diário de Al Wahda

11/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Darwish Ben Habib: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Baniyas

O Baniyas obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour em notas de excelência

Uma exibição de 8.49 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Asher Agbinone no seu melhor

Avaliado com 8.02. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Jogo

Sem tempo para o Baniyas assentar

O golo que pôs o Baniyas na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Al Wahda empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.

O banco

Vinicius Mello ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Um Ali Obaid satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Ali Obaid podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Em resumo

223 Edição

O Diário de Al Wahda

04/11/2030
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Mohammed Al-Shamsi está aqui há 15 épocas

257 jogos ao longo de 15 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.

O banco

Hussein Al-Naasan guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Mohammed Al-Shamsi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Yago Souza quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al Wahda sabem-no.

Jogo

Reza Ghandipour responde de imediato ao Al Dhafra

Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Reza Ghandipour pôs o Al Wahda de novo em igualdade em 4 minutos, e o Al Dhafra nunca chegou a jogar com vantagem.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Facundo Kruspzky

Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Reza Ghandipour

7.98, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Al Wahda tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

Em resumo

222 Edição

O Diário de Al Wahda

28/10/2030
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Facundo Kruspzky comanda a goleada sobre o Al Fujairah

3‑0, e Facundo Kruspzky ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al Wahda. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Os dois de Facundo Kruspzky — 9.52

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.52, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera estava imparável

Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Hassan Suqrat chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hassan Suqrat agiu, no Al Wahda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Vinicius Mello em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Reza Ghandipour

Nota 8.81 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Jogo

O Al Wahda acaba com a espera diante do Al Fujairah

Já ia em 5 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Plantel

Jogo número 100 para Reza Ghandipour

100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

Plantel

Nasser Al Bloushi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Em resumo

221 Edição

O Diário de Al Wahda

21/10/2030
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Uma sova para o Al Wahda

Derrota por 1‑4 com o Al Wasl, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Mohammed Al-Shamsi

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Jogo

A espera do Al Wahda continua

Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

O Al Wahda faz água atrás

5 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Não há esconderijo para Ismail Al Naqbi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ismail Al Naqbi, e o treinador deixou.

Direção

Portas fechadas no Al Wahda

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Em resumo

  • O banco Uma promessa cumprida no Al Wahda
  • O banco O veredicto do treinador
  • Notas dos jogadores Ninguém conseguiu chegar a Facundo Kruspzky
220 Edição

O Diário de Al Wahda

14/10/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Nasser Al Bloushi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Reza Ghandipour é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reza Ghandipour está nela.

Mercado

A história de Jadsom recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jadsom assinar alguma coisa — um contrato no Al Wahda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Antevisão

Fabio Lima defronta o antigo clube

Segue-se o Al Wasl, e há um homem no balneário do Al Wahda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Mercado

Adel Abubaker Fadaq está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al Wahda foi explícito quanto à situação de Adel Abubaker Fadaq, o que é mais do que muitos recebem.

Mercado

Conversas entre Al Wahda e Yago Souza empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Yago Souza pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

219 Edição

O Diário de Al Wahda

07/10/2030
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera estava imparável

Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Jogo

Al Wahda eliminado da taça

O Dibba fechou tudo por 1‑2. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Al Wahda

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Al Wahda já não são delicadas.

Jogo

O Al Wahda sofre golos todas as semanas

Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 4 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Nasr

O Al Nasr levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de Fabio Lima um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamdan Al Shamsi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Reza Ghandipour desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Reza Ghandipour está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Direção

Conversa séria no Al Wahda

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Em resumo

218 Edição

O Diário de Al Wahda

30/09/2030
Do nosso correspondente de futebol Crise

O banco

Ismail Al Naqbi diz que o Al Wahda não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone estava imparável

Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

O salto de Khalid Hassan é a sério

Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Asher Agbinone assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Asher Agbinone e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

Jogo

O golo de Ismail Al Naqbi não chega para o Al Wahda

Ismail Al Naqbi marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Al Ahli, e um caminho silencioso até ao balneário.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Omer Farooq Nasim e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Yago Souza quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Ali Obaid saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo

217 Edição

O Diário de Al Wahda

23/09/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Vantagem de 2 golos desperdiçada pelo Al Wahda

Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Al Ain continuou a vir porque nada o travou, e ao Al Wahda vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.

Mercado

Richard Akonnor tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

O banco

Abdulla Al-Tamimi: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Al Wahda nada responderam, o que também é uma resposta.

Notas dos jogadores

Malek Janeer sobe e resolve — 7.86

Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.86 para o resto.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Mohammed Al-Shamsi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Fahad Hassan fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Fahad Hassan e o Al Wahda acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Em resumo

216 Edição

O Diário de Al Wahda

16/09/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Richard Akonnor guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Al Wahda

12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Jogo

Al Wahda encontra maneira de passar pelo Dibba

O Dibba obrigou o Al Wahda a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Gerónimo Rivera

Nota 8.28 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Notas dos jogadores

Reza Ghandipour tinha sempre o passe

Oportunidades criadas: 12. Alguém tem de abrir a porta antes de outro a atravessar, e ele passou a tarde a abrir portas.

O banco

O Al Wahda cumpre a palavra dada a Reza Ghandipour

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

O banco

Ali Obaid: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 2‑0, já a falar do próximo.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Notas dos jogadores

A única coisa que Facundo Kruspzky não conseguiu

Remates: 13, suficientes de posições em que um ponta de lança em forma mete dois. Não é um ponta de lança em forma.

Em resumo

215 Edição

O Diário de Al Wahda

09/09/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Gerónimo Rivera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

O salto de Mahmoud Al Bloushi é a sério

Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Evolução tardia de Yago Souza

Aos 24 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.

Mercado

Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Ahmed Al Bloushi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Antevisão

Ismail Al Naqbi regressa para defrontar o Dibba

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ismail Al Naqbi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Al Wahda a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

214 Edição

O Diário de Al Wahda

02/09/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma carreira numa só camisola: Abdulla Hamad

11 épocas e 185 jogos, todos aqui. Carreiras assim não se desenham; acontecem a um certo tipo de homem num certo tipo de clube, e esta cidade tem um.

Mercado

Abdulla Al-Tamimi põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Direção

O prazo passa com 17 contratações e 11 saídas

Está feito o negócio no Al Wahda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Direção

O Al Wahda amarra Ali Obaid

Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Evolução real de Khalid Hassan no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Khalid Hassan tem 18 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Direção

Dia de subida no Al Wahda

10 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

O Al Wahda promove Faisal Abdulrahman de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Faisal Abdulrahman passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Em resumo

213 Edição

O Diário de Al Wahda

26/08/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Hussein Al-Naasan é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Jadsom em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Malek Janeer ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

O banco

Favour Ogbu bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Direção

$1.1M chegam ao Al Wahda graças a Brahima Diarra

Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $1.1M ao Al Wahda. Brahima Diarra saiu há muito tempo; o papel ficou.

O banco

O treinador faz uma promessa a Facundo Kruspzky

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

212 Edição

O Diário de Al Wahda

19/08/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 56 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Dibba por Richard Akonnor foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

O salto de Hamdan Al Bloushi é a sério

Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Nasser Al Bloushi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Richard Akonnor avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Richard Akonnor foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al Wahda.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Favour Ogbu bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

211 Edição

O Diário de Al Wahda

12/08/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Al Wahda diz que não — desta vez

A proposta do Dibba por Abdulla Hamad foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Fabio Lima em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

O banco

Gerónimo Rivera bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Nasser Al Bloushi quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Al Wahda não tem uma boa resposta.

O banco

Abre-se uma porta a Darwish Ben Habib

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Mercado

Waled Husain Abdulla sai a custo zero

Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Waled Husain Abdulla deixa o Al Wahda pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.

Em resumo

210 Edição

O Diário de Al Wahda

05/08/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Fabio Lima fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Fabio Lima e o Al Wahda acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Gerónimo Rivera pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

Plantel

O sistema deixou Omer Farooq Nasim para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Al Wahda vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

Plantel

Nasser Al Bloushi sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Al Wahda do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

Mercado

A pergunta sobre Mohammed Al-Shamsi persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mohammed Al-Shamsi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Prometeram minutos a Facundo Kruspzky

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Facundo Kruspzky apontou a data.

Em resumo

209 Edição

O Diário de Al Wahda

29/07/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Hamdan Al Bloushi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

Não há esconderijo para Nasser Al Bloushi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nasser Al Bloushi, e o treinador deixou.

Direção

Al Wahda a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Al Wahda.

O banco

Prometeram minutos a Vinicius Mello

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Vinicius Mello apontou a data.

Em resumo

208 Edição

O Diário de Al Wahda

22/07/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

56 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Mercado

Richard Akonnor tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Evolução real de Hamdan Al Bloushi no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Hamdan Al Bloushi tem 18 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

No Al Wahda ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Em resumo

207 Edição

O Diário de Al Wahda

15/07/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Al Wahda recusa o Dibba por Richard Akonnor

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Fahad Khalid põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Fahad Al-Dhanhani vai juntar-se ao Al Wahda a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Fahad Al-Dhanhani acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Al Wahda substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Plantel

Evolução tardia de Fahad Khalid

Aos 24 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.

O banco

Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Jadsom continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Al Wahda admitiria. Nota-se aos sábados.

O banco

Malek Janeer pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

206 Edição

O Diário de Al Wahda

08/07/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Khalfan Mubarak pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Al Wahda recusa o Al Nasr por Darwish Ben Habib

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Evolução real de Ahmed Al Bloushi no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Ahmed Al Bloushi tem 17 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Ismail Al Naqbi assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ismail Al Naqbi e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

O banco

Malek Janeer ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

O Al Wahda integra 9 miúdos na formação

Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.

O banco

Vinicius Mello tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

205 Edição

O Diário de Al Wahda

01/07/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Al Nasr voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

O salto de Khalid Hassan é a sério

Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al Wahda, mais uma semana sem a assinatura de Mohammed Al-Shamsi.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

O treinador faz de Nasser Al Bloushi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Nasser Al Bloushi não encaixa no Al Wahda

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Em resumo

204 Edição

O Diário de Al Wahda

24/06/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Richard Akonnor disse que sim ao Al Nasr

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al Wahda perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

56 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Mercado

Darwish Ben Habib põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Fabio Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

Uma proposta de $12.0K por Nasser Al Bloushi

O Al Wahda foi ao Sharjah com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

Evolução real de Fahad Hassan no Al Wahda

A forma vai e vem; esta não foi. Fahad Hassan tem 18 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Al Wahda

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Favour Ogbu bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

203 Edição

O Diário de Al Wahda

17/06/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Gerónimo Rivera entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Al Nasr entra na fila por Richard Akonnor

Mais um nome na lista: o Al Nasr fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Richard Akonnor. A resposta do Al Wahda não mudou — para já.

Plantel

Jadsom desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Facundo Kruspzky tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

O treinador faz uma promessa a Malek Janeer

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al Wahda. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Mercado

Al Wahda colocam Khalfan Mubarak no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Khalfan Mubarak pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

O banco

Waled Husain Abdulla pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Direção

A formação do Al Wahda vale o que custa

31 formados, saídos de um departamento hoje avaliado em 9 em 20. Nada da formação aparece num resultado, e nada do futuro do clube existe sem ela.

Em resumo

202 Edição

O Diário de Al Wahda

10/06/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Hussein Al-Naasan entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jadsom estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Negócios são negócios: Sultan Al Suwaidi sai

O Al Shaab pagou $130.0K e o Al Wahda aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Alvos de mercado

Porta fechada: Diogo Capitão fica onde está

O Al Wahda perguntou e o Al Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Alvos de mercado

O Al Wahda pergunta por Yahia Nader

Uma sondagem ao Al Wasl para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Alvos de mercado

O Al Wahda pergunta por Đorđe Skoko

Uma sondagem ao Al Ain para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Hamdan Al Bloushi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Vinicius Mello é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vinicius Mello está nela.

O banco

Darwish Ben Habib ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

201 Edição

O Diário de Al Wahda

03/06/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Al Wahda recusa o Al Wasl por Facundo Kruspzky

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Al Wasl a seguir Youssef Al Hammadi

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al Wahda nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Mercado

Um ano fora bem aproveitado por Vinicius Mello

25 jogos, 15 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Al Wahda já não é se joga, mas quem desloca.

Plantel

Um passo atrás para Khalfan Mubarak no Al Wahda

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

Mercado

Khalfan Mubarak está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al Wahda foi explícito quanto à situação de Khalfan Mubarak, o que é mais do que muitos recebem.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fahad Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

200 Edição

O Diário de Al Wahda

27/05/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Richard Akonnor entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 3, 56 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jadsom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Facundo Kruspzky apontado a uma saída

O nome de Facundo Kruspzky não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

O banco

Darwish Ben Habib pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Abre-se uma porta a Waled Husain Abdulla

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Fabio Lima treina como quem tem algo a provar

Ninguém lhe prometeu nada e ele não pediu nada. A equipa técnica reparou, o que nesta altura da temporada é o único que conta.

Em resumo

199 Edição

O Diário de Al Wahda

20/05/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Direção

O Al Wahda garante o lugar na Europa

Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.

Mercado

Gerónimo Rivera entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Facundo Kruspzky entre os melhores

Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al Wahda estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Waled Husain Abdulla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Hussein Al-Naasan ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Malek Janeer bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al Wahda, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

198 Edição

O Diário de Al Wahda

13/05/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Adam Gnezda Čerin pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Adam Gnezda Čerin está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Emprestados

Vinicius Mello continua a marcar em Al Wasl

25 jogos longe de casa e 15 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Salem Al-Azizi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Al Wahda perde Fahad Khalid

22 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Plantel

Hussein Al-Naasan desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Fawzi Ouaamar não encaixa no Al Wahda

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

O banco

Favour Ogbu pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Khaled Ebraheim tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

197 Edição

O Diário de Al Wahda

06/05/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Favour Ogbu guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al Wahda pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Não há esconderijo para Malek Janeer

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malek Janeer, e o treinador deixou.

Plantel

Um passo atrás para Fabio Lima no Al Wahda

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

Plantel

Mehdi Khallati fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mehdi Khallati e o Al Wahda acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Mercado

Al Wahda e Mohammed Al-Shamsi falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Emprestados

Mahmoud Suqrat conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Wahda daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Wasl segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussein Al-Naasan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Uma promessa cumprida a Fabio Lima

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Al Wahda disse a Fabio Lima que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

Em resumo

196 Edição

O Diário de Al Wahda

29/04/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda estão lá em cima

3.º lugar e 56 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Plantel

Salem Al-Azizi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Mahmoud Al Bloushi assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mahmoud Al Bloushi e o Al Wahda acertam mais 4 anos.

O banco

Reza Ghandipour tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Facundo Kruspzky apontado a uma saída

O nome de Facundo Kruspzky não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

O banco

Mahmoud Nader pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

195 Edição

O Diário de Al Wahda

22/04/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Gerónimo Rivera pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Só falta a fotografia para Richard Akonnor

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Richard Akonnor será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al Wahda as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussein Al-Naasan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Hamdan Al Bloushi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Facundo Kruspzky é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Facundo Kruspzky está nela.

Mercado

Adam Gnezda Čerin deixa correr o contrato

Faltam 1 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Al Wahda.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Abre-se uma porta a Facundo Kruspzky

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

Mahmoud Nader bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mahmoud Nader treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

194 Edição

O Diário de Al Wahda

15/04/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Adam Gnezda Čerin entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Adam Gnezda Čerin tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Emprestados

Os golos continuam a chegar do exílio de Vinicius Mello

15 golos em 25 jogos no Al Wasl — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al Wahda alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.

Plantel

Al Wahda perde Fahad Khalid

52 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Plantel

Mohamed Al Hammadi assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mohamed Al Hammadi compromete-se com o Al Wahda por mais 3 anos.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussein Al-Naasan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Quando importa, Khaled Ebraheim joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Darwish Ben Habib está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Al Wahda foi explícito quanto à situação de Darwish Ben Habib, o que é mais do que muitos recebem.

Em resumo

193 Edição

O Diário de Al Wahda

08/04/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Yago Souza

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

Malek Janeer ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Emprestados

Mahmoud Suqrat quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al Wahda e lutar pelo meu lugar.» 4 jogos em 12 no Al Wasl dizem o resto.

Plantel

Ali Al Hammadi entra no onze do mês

Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.

O banco

Gerónimo Rivera tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al Wahda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Direção

Aperta-se o cinto no Al Wahda

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Uma temporada à margem para Adam Gnezda Čerin

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Al Wahda ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Direção

Al Wahda assinam um acordo de $921.8K por ano

As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.

Em resumo

192 Edição

O Diário de Al Wahda

01/04/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

56 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Emprestados

Vinicius Mello: assinei pelo Al Wahda para jogar aqui

«Todos os verões é outro clube, outros colegas, mais um treinador para convencer. Já dei o que tinha a dar. Agora quero fazer a pré-época no Al Wahda e ser visto a sério.» Até ao fim do empréstimo continua a ser jogador do Al Wasl, mas a discussão é com o clube que o detém.

Direção

O Al Wahda acerta a chegada livre de Omer Farooq Nasim

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

O treinador faz de Facundo Kruspzky um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussein Al-Naasan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Quando importa, Reza Ghandipour joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Uma temporada à margem para Jadsom

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Al Wahda ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Mercado

Facundo Kruspzky apontado a uma saída

O nome de Facundo Kruspzky não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Al Wahda nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

191 Edição

O Diário de Al Wahda

25/03/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Gerónimo Rivera pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Richard Akonnor tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Salem Al-Azizi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Quando importa, Facundo Kruspzky joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Plantel

Palavras no treino do Al Wahda sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Nader está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Al Wahda

É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Facundo Kruspzky foi o melhor de qualquer um deles.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Adam Gnezda Čerin

Faltam 2 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Al Wahda poderiam receber por ele.

Mercado

A pergunta sobre Jadsom persegue o Al Wahda

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jadsom. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Facundo Kruspzky chamado pelo seu país

Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Al Wahda que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.

Em resumo

190 Edição

O Diário de Al Wahda

18/03/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Adam Gnezda Čerin pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Facundo Kruspzky ganha-o quando o apito já devia ter soado

Minuto 92. Facundo Kruspzky encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Al Shaab passou do ponto ao nada num só movimento.

Jogo

Fim de época: 3.º lugar para o Al Wahda

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 56 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Facundo Kruspzky — 9.12

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Facundo Kruspzky produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Mercado

Adam Gnezda Čerin está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Facundo Kruspzky

17 golos e uma média de 7.48 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Notas dos jogadores

Fabio Lima dos velhos tempos — 7.90

Aos 36 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.90, e ninguém melhor em campo.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Al Wahda

11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Fabio Lima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Em resumo

189 Edição

O Diário de Al Wahda

11/03/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

18 dias de fora para Reza Ghandipour depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera estava imparável

Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Emprestados

14 golos por empréstimo para Vinicius Mello

24 jogos no Al Wasl e os golos não param. No Al Wahda acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Salem Al-Azizi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Em Al Wahda, 88% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Gerónimo Rivera é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gerónimo Rivera está nela.

O banco

O treinador faz de Salem Al-Azizi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

As contas não estão boas em Al Wahda

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Nader estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

188 Edição

O Diário de Al Wahda

04/03/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Reza Ghandipour de fora 27 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Jogo

Al Wahda despede-se da taça

O Al Ain segue em frente e o Al Wahda vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Jogo

O Al Wahda recusa-se a sair da corrida

Posição 3, 52 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 25. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

Ninguém ganha em casa do Al Wahda

10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Al-Shamsi

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Shamsi, e o treinador deixou.

Emprestados

Vinicius Mello continua a marcar em Al Wasl

23 jogos longe de casa e 13 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

Plantel

Adam Gnezda Čerin carrega o Al Wahda

10 golos e uma média de 7.21 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Mehdi Khallati assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mehdi Khallati compromete-se com o Al Wahda por mais 1 anos.

Em resumo

187 Edição

O Diário de Al Wahda

25/02/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Reza Ghandipour parte um osso — 35 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Notas dos jogadores

Gerónimo Rivera encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 35. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Mercado

Gerónimo Rivera põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Mercado

Richard Akonnor tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Gerónimo Rivera vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.39 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Adel Abubaker Fadaq regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Adel Abubaker Fadaq volta a ser jogador do Al Wahda, e a cidade tem a sua história do verão.

Jogo

Adam Gnezda Čerin leva o Al Wahda a superar o Al Jazira

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Adam Gnezda Čerin: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Adam Gnezda Čerin no seu melhor

Avaliado com 8.30. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

Em resumo

186 Edição

O Diário de Al Wahda

18/02/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

42 dias de fora para Reza Ghandipour depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Adam Gnezda Čerin pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gerónimo Rivera

Dribles concretizados: 32. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Facundo Kruspzky — 9.29

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Facundo Kruspzky produziu-o, e o 9.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Mercado

Adam Gnezda Čerin está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Facundo Kruspzky

15 golos e uma média de 7.48 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

O Al Wahda torna a sua casa um sítio difícil de visitar

9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

Jogo

Facundo Kruspzky leva o Al Wahda a superar o Sharjah

Terminou 2‑0, e a tarde foi de Facundo Kruspzky: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Em resumo

185 Edição

O Diário de Al Wahda

11/02/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Reza Ghandipour parte um osso — 51 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Plantel

9 defesas: Mohammed Al-Shamsi foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Vantagem de 2 golos desperdiçada pelo Al Wahda

Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Baniyas continuou a vir porque nada o travou, e ao Al Wahda vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.

Notas dos jogadores

Khaled Ebraheim, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.90

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.90 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Facundo Kruspzky carrega o Al Wahda

13 golos e uma média de 7.42 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Facundo Kruspzky

Nota 8.67 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Gerónimo Rivera

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.29, e nem uma objeção no estádio.

Jogo

Al Wahda e Baniyas levam um ponto cada

Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

Em resumo

184 Edição

O Diário de Al Wahda

04/02/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma fratura deixa Reza Ghandipour de fora 58 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Al Wahda falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Jogo

Final cruel para o Al Dhafra com a estocada do Al Wahda

Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Al Wahda marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

44 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Direção

O Al Wahda fecha o mercado com um plantel feito por si

2 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Plantel

Um desentendimento no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Facundo Kruspzky vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.38 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Jogo

Gerónimo Rivera leva o Al Wahda a superar o Al Dhafra

Terminou 4‑2, e a tarde foi de Gerónimo Rivera: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Facundo Kruspzky no seu melhor

Avaliado com 9.08. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al Wahda.

As bancadas

Os adeptos do Al Wahda encontraram um ídolo em Amer Yaqoob

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Amer Yaqoob tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Em resumo

183 Edição

O Diário de Al Wahda

28/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

66 dias de fora para Reza Ghandipour depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

Al Wahda atropela o Al Fujairah

5‑1, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Mercado

Gerónimo Rivera entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Facundo Kruspzky marca duas vezes — 9.01

Dois golos e um 9.01 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Notas dos jogadores

Fabio Lima marca duas vezes — 8.09

Dois golos e um 8.09 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Richard Akonnor está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Mercado

Al Nasr voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Facundo Kruspzky entre os golos numa tarde louca

6 golos num jogo, Facundo Kruspzky na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Al Wahda nem ao Al Fujairah.

Em resumo

182 Edição

O Diário de Al Wahda

21/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Reza Ghandipour parte um osso — 73 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Adam Gnezda Čerin pede para sair do Al Wahda

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Al Wahda recusa o Al Wasl por Gerónimo Rivera

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Adam Gnezda Čerin está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al Wahda ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Gerónimo Rivera vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.30 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Jogo

Al Wahda fica aquém diante do Al Wasl

O Al Wasl levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al Wahda

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hussein Al-Naasan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Salem Al-Azizi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Não há esconderijo para Hussein Al-Naasan

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hussein Al-Naasan, e o treinador deixou.

Em resumo

181 Edição

O Diário de Al Wahda

14/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Reza Ghandipour parte um osso — 80 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Al Wahda recusa o Al Wasl por Jadsom

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi sozinho contra todos

6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Notas dos jogadores

Khaled Ebraheim, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.08

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.

Mercado

Fahad Khalid põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Asher Agbinone encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

Facundo Kruspzky leva o Al Wahda a superar o Al Nasr

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Facundo Kruspzky: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al Wahda.

Antevisão

O Al Wahda e o Al Wasl encontram-se lá em cima

O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Facundo Kruspzky

9 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Em resumo

180 Edição

O Diário de Al Wahda

07/01/2030
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

87 dias de fora para Reza Ghandipour depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Não vai: Abdulla Hamad fica no Al Wahda

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Dibba tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Plantel

Mohammed Al-Shamsi sozinho contra todos

8 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Mercado

Al Wasl voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al Wahda não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Jogo

Al Wahda sobe ao lugar 3

35 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Mercado

Khaled Ebraheim entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Gerónimo Rivera entre os melhores

Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al Wahda estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.

Jogo

Acabou a série do Al Wahda

11 jogos sem perder, e depois o Al Ahli. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.

Emprestados

Darwish Ben Habib conta os dias

“Vejo todos os jogos do Al Wahda daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Ain segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

Em resumo

179 Edição

O Diário de Al Wahda

31/12/2029
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

95 dias de fora para Reza Ghandipour depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Gerónimo Rivera entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Al Wahda podem fingir não ter ouvido.

Jogo

A vista lá de cima para o Al Wahda

35 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.

Jogo

11 jogos sem perder para o Al Wahda

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 11 jogos sem derrota são uma base que o Al Wahda não tinha no outono.

Jogo

Acabou a série do Al Wahda

10 jogos sem perder, e depois o Al Ain. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.

Plantel

Troca de palavras no Al Wahda

Facundo Kruspzky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Gerónimo Rivera vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.31 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Plantel

Khaled Ebraheim atinge as 200 presenças

200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

Antevisão

O jogo grande: o Al Ahli no horizonte

Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Al Wahda não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.

Em resumo

178 Edição

O Diário de Al Wahda

24/12/2029
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

Reza Ghandipour parte um osso — 102 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Al Wahda não para de ganhar

Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Jogo

Al Wahda segue caminho na taça

O Sharjah está fora e o Al Wahda segue em frente, com um 2‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Plantel

Ismail Hassan lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Adam Gnezda Čerin põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al Wahda, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Os dois de Gerónimo Rivera — 9.13

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.13, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

O Al Wahda continua a ganhar fora

7 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.

Notas dos jogadores

Khalfan Mubarak dos velhos tempos — 8.22

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.22, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al Wahda

Facundo Kruspzky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

177 Edição

O Diário de Al Wahda

17/12/2029
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

113 dias de fora para Reza Ghandipour depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Al Wahda vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

Sem piedade do Al Wahda

O Al Shaab vai querer esquecer isto depressa: 6‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al Wahda foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Plantel

O joelho: Ismail Hassan fora por 24 dias

24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al Wahda perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Al Wahda soma 8 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al Wahda tem 8 vitórias seguidas dela.

Mercado

Adam Gnezda Čerin tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al Wahda já falam dele no passado.

Plantel

Um dia que Gerónimo Rivera não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Jogo

Mais uma trazida de fora

6 seguidas na estrada para o Al Wahda. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.

Direção

Adam Gnezda Čerin aceitou deixar o Al Wahda a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Plantel

Facundo Kruspzky em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al Wahda coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo