92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Jakub Pira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/02/2031
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Alashkert perguntou e o Exeter City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kajally Drammeh está nela.
David Jackuliak lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Plantel10/02/2031
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Alashkert perguntou e o CSKA Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Yuri Martirosyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O relógio fez o que o Pyunik não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O banco10/02/2031
Klaidher tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção03/02/2031
Fecha o mercado: 5 entradas, 5 saídas no Alashkert
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Klaidher e o Alashkert acertam mais 3 anos.
Plantel03/02/2031
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jakub Pira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
David Jackuliak lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Rudik Mkrtchyan acabou de assinar pelo Alashkert e, por uma vez, a resposta importava.
O Alashkert perguntou e o Pyunik disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Alashkert já telefonou ao FCSB. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
120 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Alashkert perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A proposta do BKMA por Vladislav Lutashev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/01/2031
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Alashkert perguntou e o Dynamo Kyiv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andranik Martirosyan e o Alashkert acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
David Jackuliak lesiona os ligamentos do joelho — 127 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 127 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Van por Nikita Mihhailov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Laurian Nguefack está a viver essa versão no Alashkert, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel13/01/2031
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roman Dixon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Vlad Dragomir fica onde está
David Jackuliak lesiona os ligamentos do joelho — 134 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 134 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Alashkert estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
O telefone voltou a tocar por causa de Nikita Mihhailov, e desta vez do outro lado está o Van. No Alashkert ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel06/01/2031
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel30/12/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Klaidher estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yuri Martirosyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Klaidher está nela.
0‑3 frente ao Novi Pazar. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Jogo12/12/2030
Não se vê o fim da espera do Alashkert por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Alashkert tem de arrancar um resultado de algum lado.
15 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel16/12/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jordy Monroy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Alashkert nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel09/12/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel02/12/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mher Tarloyan, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Alashkert sabe dizer em que semana.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Alashkert estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. David Jackuliak acabou de assinar pelo Alashkert e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Valerii Samar acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Alashkert substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
David Jackuliak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuri Martirosyan, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 15 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑3. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Alashkert sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Klaidher estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yuri Martirosyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mateusz Grosicki agiu, no Alashkert, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 19 anos e ninguém em Alashkert o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mateusz Grosicki e o Alashkert acertam mais 4 anos.
O banco04/11/2030
Kajally Drammeh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
0‑4 frente ao SC Freiburg. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Jogo24/10/2030
Não se vê o fim da espera do Alashkert por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Alashkert tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel28/10/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Alashkert sabe dizer em que semana.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Alashkert pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel21/10/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/10/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Harry Ibbitson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vlad Chatunts, e o treinador deixou.
0‑3. O Novi Pazar joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
Uma média de 7.35 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Festim Shatri compromete-se com o Alashkert por mais 3 anos.
Plantel07/10/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bautista Castreje e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Klaidher estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yuri Martirosyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.
O banco30/09/2030
Caio Henrique tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Alashkert, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Alashkert. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
0‑4 frente ao Nacional. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/09/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Yuri Martirosyan.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dejan Petrovič e o Alashkert acertam mais 3 anos.
Plantel16/09/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Alashkert perguntou e o Slavia Prague disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco16/09/2030
Klaidher tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Alashkert essa pergunta é mais difícil de responder.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Klaidher estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bautista Castreje, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel09/09/2030
No Alashkert ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Alashkert sabe em que fase está.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kajally Drammeh está nela.
31 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
1 defesas no desempate e um estádio que ainda as vai descrever daqui a vinte anos. A um guarda-redes basta-lhe uma noite destas para ficar na memória.
Direção02/09/2030
Fecha o mercado: 24 entradas, 20 saídas no Alashkert
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 24, saíram 20, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pyunik fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Alashkert fez a parte difícil com o Slavia Prague, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Uma média de 7.35 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Rodolfo Moisés lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel26/08/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Alashkert perguntou e o Slavia Prague disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Yuri Martirosyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karen Melkonyan está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Harry Ibbitson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Alashkert perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Alashkert nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel19/08/2030
Uma transferência que Pedro Acácio teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Pedro Acácio está a viver essa versão no Alashkert, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não há pior forma de perder um futebolista. Orkhan Bayramov pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Klaidher estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Lovre Lončar acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Alashkert substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Zagreb fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Rodolfo Moisés lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Orkhan Bayramov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Klaidher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/08/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FCSB fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Red Bull Salzburg se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Rodolfo Moisés lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yuri Martirosyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.
Uma sondagem ao Slavia Prague para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Alashkert já telefonou ao FCSB. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Slavia Prague ninguém diz, e no Alashkert ninguém gosta de estar a adivinhar.
Plantel29/07/2030
Klaidher desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Zagreb fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Yuri Martirosyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.
Estava tudo acordado com o Slovan Bratislava, e então o médico falou. O Alashkert desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/07/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Alashkert perguntou e o CSKA Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Petros Mkhitaryan e o Alashkert acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Perguntou-se ao CSKA Moscow se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Alashkert fez a parte difícil com o Dinamo Zagreb, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel15/07/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Alashkert perguntou e o Qarabag disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Yuri Martirosyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Vladislav Lutashev, e desta vez do outro lado está o Shirak. No Alashkert ouvem com educação e não prometem nada.
Perguntou-se ao Slovan Bratislava se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco15/07/2030
Kajally Drammeh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
2.º lugar com 40 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 24. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel08/07/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Qarabag fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Yuri Martirosyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Alashkert daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Noah segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Em resumo
Plantel8 caras novas e o Alashkert ainda se está a conhecer
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.37 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Alashkert fez a parte difícil com o Krylya Sovetov, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vitória por 1‑0 sobre o BKMA, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Davit Terteryan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Plantel24/06/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Noah, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Alashkert fez a parte difícil com o Urartu, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
14 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel17/06/2030
Klaidher desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yuri Martirosyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadoresDejan Petrovič em notas de excelência
202Edição
O Diário de Alashkert
10/06/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo08/06/2030
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
28 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.2M — um clube que quer Mikayel Mirzoyan ao ponto de perguntar duas vezes.
Não há pior forma de perder um futebolista. Artur Grigoryan pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
32 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
O Alashkert foi ao Urartu com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Mômô Fanyé Touré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
PlantelDejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
200Edição
O Diário de Alashkert
27/05/2030
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Jogo25/05/2030
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
27 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kajally Drammeh produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kajally Drammeh. 2‑0 sobre o Pyunik, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco27/05/2030
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Aram Bayramyan, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Klaidher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/05/2030
Uma transferência que Roman Dixon teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Roman Dixon está a viver essa versão no Alashkert, e costuma notar-se no primeiro mês.
Dribles concretizados: 43. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Posição 2, 23 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Makar Vysochenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mher Tarloyan e o Alashkert acertam mais 4 anos.
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
26 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Ararat-Armenia passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Jogo04/05/2030
Ninguém quer jogar contra o Alashkert neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel06/05/2030
Uma transferência que Harry Ibbitson teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Harry Ibbitson está a viver essa versão no Alashkert, e costuma notar-se no primeiro mês.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Alashkert já falam dele no passado.
Plantel06/05/2030
Mômô Fanyé Touré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Owen Lunt acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Alashkert substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Yuri Martirosyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dois golos e um 9.24 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo27/04/2030
Ninguém quer jogar contra o Alashkert neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel29/04/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Segue-se o Ararat-Armenia, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Mômô Fanyé Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/04/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Karen Melkonyan. 2‑1 sobre o Shirak, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma média de 7.21 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
24 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Posição 2, 13 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yuri Martirosyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/04/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador reorganizou as ideias e Cameron Evans saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Antevisão01/04/2030
O Alashkert mede-se com a equipa que todos perseguem
O Noah chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Segue-se o Noah, e há um homem no balneário do Alashkert que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mômô Fanyé Touré. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
23 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O Van vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Alashkert foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Sebastián Cuernú esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 18 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel18/03/2030
14 dias de fora para Jason Merkis depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Pyunik levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel18/03/2030
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sebastián Cuernú e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O bancoMômô Fanyé Touré tornou-se um homem de confiança do treinador
189Edição
O Diário de Alashkert
11/03/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo09/03/2030
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
22 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Gandzasar vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Alashkert foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A história preferida de qualquer jornal e a menos preferida de qualquer treinador. O sucedido «está a ser tratado internamente», expressão que os clubes usam quando preferiam que ninguém voltasse a perguntar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção04/03/2030
6 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Alashkert
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel04/03/2030
Mômô Fanyé Touré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Tigran Grigoryan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Klaidher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kajally Drammeh está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Alashkert não tem uma boa resposta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Makar Vysochenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel18/02/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gledson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel11/02/2030
6 caras novas e o Alashkert ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Alashkert, mais uma semana sem a assinatura de Sebastián Cuernú.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abba Khalid, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
45 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Direção04/02/2030
Fecha o mercado: 6 entradas, 6 saídas no Alashkert
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/02/2030
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Qarabag fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Realdo Fili e o Alashkert acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Alashkert, mais uma semana sem a assinatura de Gledson.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Realdo Fili, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoKaren Melkonyan tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Alashkert fez a parte difícil com o Dinamo Zagreb, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Sebastián Cuernú e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
29 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel28/01/2030
Moussa Kanté consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Moussa Kanté acabou de assinar pelo Alashkert e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Slavia Prague fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Anderlecht se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Red Bull Salzburg se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Shirak à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jason Merkis agiu, no Alashkert, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel21/01/2030
Mômô Fanyé Touré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yuri Martirosyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 19 anos e ninguém em Alashkert o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Em resumo
O bancoMômô Fanyé Touré tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Como por Kajally Drammeh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mendes acertou condições com o Ararat-Armenia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zenit fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Van à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Noah por Arman Nersesyan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gor Matinyan e o Alashkert acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel07/01/2030
Uma lesão muscular afasta Vlad Chatunts durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Alashkert vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Alashkert já falam dele no passado.
Plantel31/12/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Arman Nersesyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mendes, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoEthan Naulin está livre para procurar outro sítio
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zaven Khudaverdyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Klaidher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/12/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dejan Petrovič treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Sebastián Cuernú e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karen Melkonyan está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arman Nersesyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/12/2029
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Kirill Stepanov está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O banco03/12/2029
Kajally Drammeh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Faltavam 89 minutos e o Ararat-Armenia tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Alashkert não parou para dar explicações.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zaven Khudaverdyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Mômô Fanyé Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Alashkert já falam dele no passado.
Plantel19/11/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mômô Fanyé Touré está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Alashkert foi explícito quanto à situação de Tomáš Ferenc, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karen Melkonyan está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zaven Khudaverdyan, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/11/2029
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco05/11/2029
Kajally Drammeh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Klaidher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/10/2029
Mômô Fanyé Touré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Realdo Fili, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Klaidher está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dejan Petrovič treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/10/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dejan Petrovič está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Alashkert, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Alashkert a diferença vê-se da última fila.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Mômô Fanyé Touré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/10/2029
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel15/10/2029
No Alashkert ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco15/10/2029
Karen Melkonyan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Alashkert, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Artur Grigoryan, e o treinador deixou.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Alashkert vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arman Nersesyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel08/10/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yuri Martirosyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/10/2029
Kamil Mullin sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tutti e o Alashkert acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kajally Drammeh está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Klaidher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/10/2029
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco01/10/2029
Klaidher tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Sebastián Cuernú subiu nela.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dejan Petrovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Alashkert admitiria. Nota-se aos sábados.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zaven Khudaverdyan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel17/09/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Arman Nersesyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio com o Lokomotiv Moscow está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no OFI ninguém diz, e no Alashkert ninguém gosta de estar a adivinhar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Klaidher e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/09/2029
Dejan Petrovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Red Bull Salzburg fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Alashkert vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Pyunik pode já não estar a vender.
O bancoKajally Drammeh tornou-se um homem de confiança do treinador
162Edição
O Diário de Alashkert
03/09/2029
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Jogo29/08/2029
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
20 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zaven Khudaverdyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Direção03/09/2029
O Alashkert fecha o mercado com um plantel feito por si
25 entradas e 25 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Ararat-Armenia está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Tudo acordado com o Venezia, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiv Moscow fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
45 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais um nome na lista: o Van fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Joseph Sabobo. A resposta do Alashkert não mudou — para já.
Plantel20/08/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Alashkert perguntou e o Antalyaspor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dejan Petrovič e o Alashkert acertam mais 3 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/08/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Pyunik vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jack Phillips pré-acordou a mudança para o Alashkert, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Arman Nersesyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o Shirak à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Vahagn Hayrapetyan acabou de assinar pelo Alashkert e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel30/07/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Alashkert disse a Daniel Aghbalyan que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Shirak à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
45 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
O aperto de mão com o Ararat-Armenia está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Mômô Fanyé Touré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/07/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Alashkert perguntou e o Sparta Prague disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Alashkert perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Alashkert tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Lokomotiv Moscow, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Plantel16/07/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Armen Grigoryan lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Verba acordada, salário acordado, e o Van à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
O Alashkert tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Slavia Prague, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Plantel09/07/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Jiří Panoš fica onde está
19 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel02/07/2029
Armen Grigoryan lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Philip Ejike produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo30/06/2029
Ninguém quer jogar contra o Alashkert neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Em resumo
Notas dos jogadoresSubiu ao canto e Sebastián Cuernú resolveu — 7.97
41 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zaven Khudaverdyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
O negócio com o Slavia Prague está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Jogo23/06/2029
Ninguém quer jogar contra o Alashkert neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Alashkert ofereceu $150.0K; o Ararat disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Van à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
18 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Julián Balbuena agarrou este contra o Urartu. 5‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Alashkert.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.50 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
38 pontos, um lugar lá em cima e um estádio que começou a divertir-se. Ninguém vai dizer a palavra em voz alta, o que é o sinal mais seguro de que toda a gente está a pensar nela.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresA idade ainda não apanhou Realdo Fili — 8.26
17 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel11/06/2029
Gor Matinyan consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gor Matinyan acabou de assinar pelo Alashkert e, por uma vez, a resposta importava.
Mômô Fanyé Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente deixou de fingir: o Van vai fazer a chamada por Daniel Aghbalyan esta semana. O Alashkert tem um número em mente, e o número não é tímido.
Plantel11/06/2029
Klaidher desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kajally Drammeh produziu-o, e o 9.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
O Pyunik vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Alashkert foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
31 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Karen Melkonyan no seu melhor
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mômô Fanyé Touré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Alashkert não tinha no outono.
Plantel21/05/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Klaidher está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel14/05/2029
Ethan Naulin consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ethan Naulin acabou de assinar pelo Alashkert e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arman Nersesyan, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo05/05/2029
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sebastián Cuernú e o Alashkert acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mômô Fanyé Touré estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Arman Nersesyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zaven Khudaverdyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/04/2029
Klaidher desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
7.87, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Alashkert já falam dele no passado.
Plantel23/04/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yuri Martirosyan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Karen Melkonyan produziu-o, e o 9.11 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/04/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Cheveyo Tsawa no seu melhor
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Mômô Fanyé Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Klaidher estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zaven Khudaverdyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Plantel02/04/2029
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mômô Fanyé Touré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Davit Terteryan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joseph Sabobo, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Arman Nersesyan saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Direção$104.4K por ano a mais nas contas de Alashkert
O bancoCameron Evans pede uma conversa com o treinador
139Edição
O Diário de Alashkert
26/03/2029
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Jogo24/03/2029
Ninguém quer jogar contra o Alashkert neste momento
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mômô Fanyé Touré produziu-o, e o 8.51 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo24/03/2029
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Makar Vysochenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Klaidher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha