Bruno Gaspar lesiona os ligamentos do joelho — 57 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 57 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Bozhidar Katsarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Apollon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Bozhidar Katsarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Ceará está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zacharias Adoni, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Joel Asoro assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoEvangelos Andreou tornou-se um homem de confiança do treinador
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Bozhidar Katsarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Ceará está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nanu está nela.
83 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
19 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
Notas dos jogadoresConnor Goldson, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.83
Notas dos jogadoresJoel Asoro em notas de excelência
84Edição
A Gazeta de Apollon
06/03/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel06/03/2028
Bruno Gaspar lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Apollon, mais uma semana sem a assinatura de Bruno Gaspar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
98 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Evangelos Andreou será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Uroš Đerić acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Apollon substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fanos Katelaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o AE Kition; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Bozhidar Katsarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Garry Rodrigues tem a sua resposta do Apollon; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Apollon
Plantel7 caras novas e o Apollon ainda se está a conhecer
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.46 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Ethnikos Achnas tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Apollon, mais uma semana sem a assinatura de Peter Leeuwenburgh.
Bruno Gaspar lesiona os ligamentos do joelho — 122 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 122 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
16 golos e uma média de 7.41 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 3 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Apollon até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Bozhidar Katsarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
133 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Bozhidar Katsarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
140 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.39 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Joel Asoro. 3‑1 sobre o Agia Napa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Bozhidar Katsarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Pedro Marques no seu melhor
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Dani Escriche
77Edição
A Gazeta de Apollon
17/01/2028
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel17/01/2028
Bruno Gaspar lesiona os ligamentos do joelho — 148 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 148 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Apollon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O AEL vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Apollon foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Gustavo Assunção marcou, foi avaliado com 7.59 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Joel Asoro
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
As regras permitem-no e dói na mesma. Emanuel Aiwu acertou condições com o APOEL para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
13 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Apollon estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Bozhidar Katsarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dani Escriche tem a sua resposta do Apollon; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Konstantinos Balogiannis, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Vid Belec está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brandon Thomas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bozhidar Katsarov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Zacharias Adoni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Ljubić, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nanu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Joel Asoro ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
1‑2 frente ao AEL, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Danilo Špoljarić marcou, foi avaliado com 7.17 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Bozhidar Katsarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Gaspar, e o treinador deixou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vid Belec, e o treinador deixou.
Plantel06/12/2027
Bozhidar Katsarov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Emanuel Aiwu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nanu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vladislav Yatskevich e o Apollon acertam mais 4 anos.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Gaspar, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Joel Asoro assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Apollon ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Agora vejo os treinos de outra maneira. Dou por mim a pensar porque estamos a fazer aquele exercício.» Aos 33, foi assim que quase todos os que hoje estão num banco começaram.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Andreas Frangos volta a ser jogador do Apollon, e a cidade tem a sua história do verão.
Bozhidar Katsarov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vid Belec, e o treinador deixou.
Um 1‑0 sobre o Ethnikos Achnas, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vid Belec e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bozhidar Katsarov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Garry Rodrigues está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Bozhidar Katsarov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 25 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel25/10/2027
Nanu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco25/10/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kyriakos Christofi foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Bozhidar Katsarov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores18/10/2027
Alen Ožbolt jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Kyriakos Christofi sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
75 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Apollon vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Brandon Thomas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vid Belec fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Apollon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Michalis Konstantinou tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pedro Marques. 3‑1 sobre o APOEL, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kyriakos Christofi foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 12 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
A forma vai e vem; esta não foi. Savvas Michos tem 19 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel20/09/2027
Joel Asoro melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
O bancoBruno Gaspar pede uma conversa com o treinador
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Joel Asoro não será o apontado, mas ninguém no Apollon escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A camisola ainda lhe serve. Zacharias Adoni está de volta ao Apollon, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Notas dos jogadoresAlen Ožbolt jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Alvos de mercadoO mercado fecha em cima do negócio de Sören Dutoit
58Edição
A Gazeta de Apollon
06/09/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel06/09/2027
Evangelos Andreou lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Basaksehir por Joel Asoro foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brandon Thomas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 9 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Apollon até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Apollon fez a parte difícil com o Anorthosis, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel06/09/2027
Alen Ožbolt melhorou aos 31, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Paralimni vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Apollon foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 30 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Direção30/08/2027
2 jogadores da formação sobem à equipa principal do Apollon
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Em resumo
Notas dos jogadoresJoel Asoro em notas de excelência
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do APOEL por Brandon Thomas foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Joel Asoro assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Ljubić, e o treinador deixou.
O banco16/08/2027
Ronan Coughlan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoPhilipp Kühn está livre para procurar outro sítio
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 2, 59 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Apollon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Apollon sabem-no.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Danilo Špoljarić não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alen Ožbolt e o Apollon acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Apollon perguntou e o OFI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philipp Kühn será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Arzignano fica com o seu homem, e o Apollon volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dani Escriche, e o treinador deixou.
Zacharias Adoni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Apollon, mais uma semana sem a assinatura de Brandon Thomas.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Joel Asoro assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Disseram uma coisa a Garry Rodrigues e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Apollon perguntou e o APOEL disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Agia Napa à espera com uma camisola. No Apollon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Paralimni tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Peter Leeuwenburgh e o Apollon acertam mais 2 anos.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bruno Gaspar, e o treinador deixou.
77 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel28/06/2027
64 dias de fora para Bruno Gaspar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Apollon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronan Coughlan, e o treinador deixou.
Zacharias Adoni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 86 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Paralimni à espera com uma camisola. No Apollon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Garry Rodrigues pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O banco21/06/2027
Ronan Coughlan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel14/06/2027
80 dias de fora para Bruno Gaspar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Ali Youssef era uma das razões por que as pessoas vinham, e $3.4M não substitui isso sozinho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mateo Pérez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Plantel14/06/2027
Emanuel Aiwu melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Apollon perguntou e o Universitatea Craiova disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Apollon perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Giorgos Malekkidis não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Apollon foi explícito quanto à situação de Gustavo Assunção, o que é mais do que muitos recebem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Apollon ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ivan Ljubić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Apollon entra no mercado
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Evangelos Andreou está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Apollon. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O Apollon fez saber ao mercado que Andreas Siikkis está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Apollon estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Apollon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Apollon. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Apollon e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mateo Pérez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Iké Ugbo está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Apollon sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Apollon. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronan Coughlan, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dani Escriche assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
124 dias de fora para Bruno Gaspar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel03/05/2027
Os relatórios de treino sobre Mateo Pérez não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
A equipa técnica deu a Ronan Coughlan algo à parte. Se é uma fraqueza a ser corrigida ou uma virtude a ser afiada, ninguém de fora saberá até aparecer num sábado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agapios Vrikkis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/04/2027
Ronan Coughlan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Pedro Marques não desaparece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Zacharias Adoni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Joel Asoro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ivan Ljubić fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 148 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Apollon não tem uma boa resposta.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gustavo Assunção quer futebol continental; se o Apollon o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ali Youssef sai dessa comparação dentro da equipa, e o Apollon beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Garry Rodrigues tem 36 anos e 377 jogos nas pernas, e o Apollon terá de planear para qualquer das respostas.
Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Apollon essa pergunta é mais difícil de responder.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ali Youssef assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ronan Coughlan lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ronan Coughlan está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pedro Marques. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Apollon não tem uma boa resposta.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mateo Pérez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Garry Rodrigues treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco22/03/2027
Iké Ugbo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Joel Asoro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Bruno Gaspar apontou a data.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ali Youssef produziu-o, e o 9.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
2.º lugar com 59 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Morgan Brown será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Uma média de 7.46 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Connor Goldson e o Apollon acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Pafos; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
52 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.36 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
15 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Ronan Coughlan lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Agia Napa à espera com uma camisola. No Apollon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
78 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.40 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
85 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Ali Youssef marcou ao minuto 86, o Doxa já pensava na viagem de regresso, e o Apollon levou tudo.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Apollon lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Ronan Coughlan lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
A proposta do Omonoia por Ali Youssef foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agapios Vrikkis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.30 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ronan Coughlan lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Agia Napa à espera com uma camisola. No Apollon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Joel Asoro produziu-o, e o 9.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Disseram uma coisa a Bruno Gaspar e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco18/01/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kyriakos Christofi foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
107 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Apollon foi explícito quanto à situação de Praxitelis Vouros, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brandon Thomas, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Joel Asoro
Ronan Coughlan lesiona os ligamentos do joelho — 115 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 115 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Apollon beneficiou disso.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Anorthosis fica com o seu homem, e o Apollon volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Ljubić, e o treinador deixou.
DireçãoOs salários levam 94% do que Apollon recebem
MercadoBrandon Thomas colocado na lista de transferências
22Edição
A Gazeta de Apollon
28/12/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel28/12/2026
Ronan Coughlan lesiona os ligamentos do joelho — 122 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 122 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agapios Vrikkis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Apollon perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Philipp Kühn, e o treinador deixou.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Ali Youssef ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
136 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Apollon perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Ermis vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Apollon foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
13 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadoresUm autogolo para esquecer para Brandon Thomas
19Edição
A Gazeta de Apollon
07/12/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel07/12/2026
Ronan Coughlan lesiona os ligamentos do joelho — 143 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 143 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Apollon vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Apollon prefere.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O banco07/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑5, ditas por Kyriakos Christofi a uma sala que já as tinha ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Anorthosis; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Segue-se o Pafos, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Apollon ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Ali Youssef
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Apollon falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ali Youssef. 3‑2 sobre o AE Kition, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Zacharias Adoni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Iké Ugbo está nela.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Apollon essa pergunta é mais difícil de responder.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Apollon. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Momčilo Mrkaić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Apollon coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Kyriakos Christofi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Posição 3, 19 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
7.49, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
2 golos em vinte minutos com Joel Asoro no meio de tudo, e o Omonoia sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brandon Thomas, e o treinador deixou.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jogo24/10/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Apollon. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Uma exibição de 8.15 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel26/10/2026
10 caras novas e o Apollon ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.
Antevisão26/10/2026
O Apollon mede-se com a equipa que todos perseguem
O Omonoia chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Pedro Marques produziu-o, e o 9.50 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.34 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Gustavo Assunção marcou, foi avaliado com 7.46 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Nota 8.80 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kyriakos Christofi, sobre uma vitória por 8‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mateo Pérez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Pérez, e o treinador deixou.
O banco12/10/2026
Ronan Coughlan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Apollon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pedro Marques. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Apollon essa pergunta é mais difícil de responder.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Apollon a diferença vê-se da última fila.
Plantel12/10/2026
Os relatórios de treino sobre Mateo Pérez não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agapios Vrikkis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Apollon sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Zacharias Adoni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7.69, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Apollon tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kyriakos Christofi foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Iké Ugbo agarrou este contra o Agia Napa. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Apollon.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Apollon lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Mateo Pérez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Kyriakos Christofi a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Praxitelis Vouros: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Apollon a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Apollon não tem uma boa resposta.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dani Escriche assinar alguma coisa — um contrato no Apollon ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.05 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mateo Pérez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Apollon as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mateo Pérez acertou condições com o APOEL para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Garry Rodrigues. 2‑0 sobre o Nea Salamis, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Kyriakos Christofi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronan Coughlan, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Brandon Thomas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Apollon, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
O Apollon fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Apollon ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O treinador reorganizou as ideias e Alen Ožbolt saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Giorgos Malekkidis: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Apollon a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Apollon admitiria. Nota-se aos sábados.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
As bancadas31/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Lazar Marković por $4.1M
Vai para o Ferencvaros, o clube tem $4.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Avaliado com 7.92. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Verba acordada, salário acordado, e o Agia Napa à espera com uma camisola. No Apollon ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Aris fica com o seu homem, e o Apollon volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel24/08/2026
Uma lesão muscular afasta Philipp Kühn durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Apollon vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se, em casa, o Paralimni, que chega no 10.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Apollon já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Ermis por Andreas Siikkis foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O APOEL fica com o seu homem, e o Apollon volta a uma lista com um nome riscado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Maccabi Tel Aviv por Lazar Marković foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pafos fica com o seu homem, e o Apollon volta a uma lista com um nome riscado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jason Antoniou passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nicholas Kolias é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Apollon, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Apollon lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Apollon perguntou e o Jagiellonia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mateo Pérez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Connor Goldson continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
«62 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 35 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Apollon.
Em resumo
PlantelNo Apollon ainda são estranhos uns para os outros