«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Araks Ararat lida com um homem que quer outro país.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Wallace esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2027
Claudinei desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mher Sahakyan, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Araks Ararat, mais uma semana sem a assinatura de Gevorg Grigoryan.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Araks Ararat podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção22/02/2027
Os salários engolem 135% das receitas do Araks Ararat
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Plantel22/02/2027
Gor Hakobyan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel22/02/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Araks Ararat
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gevorg Grigoryan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rômulo assinar alguma coisa — um contrato no Araks Ararat ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Narek Khachatryan apontou a data.
O telefone voltou a tocar por causa de Albert Gareginyan, e desta vez do outro lado está o Ural. No Araks Ararat ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudinei estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Araks Ararat ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Wallace assinar alguma coisa — um contrato no Araks Ararat ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Araks Ararat podem fingir não ter ouvido.
Rômulo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gagik Hovhanesyan acabou de assinar pelo Araks Ararat e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel08/02/2027
Claudinei desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Henrikh Hakobyan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 19 anos e ninguém em Araks Ararat o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Araks Ararat admitiria. Nota-se aos sábados.
O Araks Ararat fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Claudinei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Araks Ararat perguntou e o Triglav Kranj disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel01/02/2027
Gor Hakobyan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ashot Kocharyan, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Wisła Płock para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Araks Ararat já telefonou ao Van. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Araks Ararat podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Araks Ararat sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudinei estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cukaricki fica com o seu homem, e o Araks Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
Direção25/01/2027
Os salários engolem 139% das receitas do Araks Ararat
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel25/01/2027
No Araks Ararat ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Uma sondagem ao Pendikspor para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Wallace e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudinei estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Araks Ararat perguntou e o Kolos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Ikorodu City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Barau para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khosrov Ghazaryan e o Araks Ararat acertam mais 3 anos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Wallace assinar alguma coisa — um contrato no Araks Ararat ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Araks Ararat fez a parte difícil com o Pendikspor, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Araks Ararat perguntou e o Neftchi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hakob Sarkisov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mikayel Khudaverdyan compromete-se com o Araks Ararat por mais 3 anos.
Plantel11/01/2027
Gor Hakobyan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gevorg Grigoryan, e o treinador deixou.
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Araks Ararat, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Araks Ararat beneficiou disso.
Claudinei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/01/2027
Vitaly Shakhov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Triglav Kranj fica com o seu homem, e o Araks Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
O Araks Ararat já telefonou ao Rodina. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao Pendikspor se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Araks Ararat podem fingir não ter ouvido.
Toda a gente no Araks Ararat viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 38 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Claudinei estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção28/12/2026
Os salários engolem 159% das receitas do Araks Ararat
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Plantel28/12/2026
6 caras novas e o Araks Ararat ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Araks Ararat perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Claudinei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Araks Ararat
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Araks Ararat perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Claudinei e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Araks Ararat sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vitaly Shakhov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Aram Karapetyan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Artur Grigoryan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mkhitar Barseghyan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Araks Ararat sabem-no, e também todos os que o veem.
Matematicamente garantida, e esta noite ninguém nesta cidade se deita cedo. Tenha acontecido o que tiver acontecido nesta época, ela acaba um escalão acima de onde começou.
Plantel07/12/2026
Hayk Ghukasyan lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Claudinei e o Araks Ararat acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Araks Ararat sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Claudinei está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Albert Gareginyan, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Araks Ararat, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Araks Ararat perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Araks Ararat podem fingir não ter ouvido.
Wallace e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção30/11/2026
Os salários levam 185% do que Araks Ararat recebem
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Araks Ararat admitiria. Nota-se aos sábados.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jonnathan Lima agiu, no Araks Ararat, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Wallace e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jonnathan Lima e o Araks Ararat acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vitaly Shakhov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Araks Ararat devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Araks Ararat, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rômulo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Araks Ararat beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Hayk Ghukasyan agiu, no Araks Ararat, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Araks Ararat sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vitaly Shakhov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/11/2026
Uma transferência que Hayk Simonyan teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Hayk Simonyan está a viver essa versão no Araks Ararat, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Khalil Sammani está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Araks Ararat sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Hayk Simonyan chega ao Araks Ararat com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Araks Ararat, e não vai ser retirado.
26 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
Rômulo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Araks Ararat sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vitaly Shakhov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Direção02/11/2026
Os salários engolem 185% das receitas do Araks Ararat
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Bor Fefer está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Wallace e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/10/2026
Vitaly Shakhov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel26/10/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Araks Ararat
25 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Araks Ararat, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rômulo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Sevak Aslanyan não são bons
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Sevak Aslanyan
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Araks Ararat pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Araks Ararat ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Araks Ararat é como lidar com um homem a quem deve muito.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente no Araks Ararat viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 38 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vitaly Shakhov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Araks Ararat não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Sevak Aslanyan: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Araks Ararat a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emil Papikyan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Araks Ararat, e não vai ser retirado.
25 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Jogo03/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Araks Ararat neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vladimir Khozin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/10/2026
Vitaly Shakhov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção05/10/2026
Os salários engolem 209% das receitas do Araks Ararat
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Robert Potinyan tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Vladimir Khozin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Phelipe tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O Ararat-2 vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Araks Ararat foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Rômulo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/09/2026
Vitaly Shakhov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Artak Adamyan sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Araks Ararat sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vitaly Shakhov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 18 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Araks Ararat podem fingir não ter ouvido.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 36 entradas, 25 saídas no Araks Ararat
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 36, saíram 25, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Araks Ararat, mais uma semana sem a assinatura de Narek Khachatryan.
“Jogo enquanto o corpo deixar e paro no dia em que não deixar.” Tem 37 anos e 302 jogos atrás de si, e o clube tem de planear para uma decisão que ainda não está tomada.
O banco07/09/2026
Khalil Sammani tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Araks Ararat dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Araks Ararat ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Phelipe produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Wallace e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vitaly Shakhov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Araks Ararat, mais uma semana sem a assinatura de Phelipe.
Plantel31/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Araks Ararat
25 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O Van-2 vai querer esquecer isto depressa: 7‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Araks Ararat foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
1‑3 frente ao Ararat-Armenia, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.24 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.06 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Vladimir Khozin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vitória por 0‑0 sobre o Hayq, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Urartu fica com o seu homem, e o Araks Ararat volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bor Fefer, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Araks Ararat podem fingir não ter ouvido.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ashot Kocharyan acabou de assinar pelo Araks Ararat e, por uma vez, a resposta importava.
Vladimir Khozin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/08/2026
Vitaly Shakhov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Robert Movsisyan está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mkhitar Spertsyan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Levon Grigoryan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sevak Aslanyan agiu, no Araks Ararat, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Araks Ararat coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos num jogo, Karen Shirkhanyan na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Araks Ararat nem ao Pyunik-2.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Araks Ararat vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Araks Ararat sabem-no, e também todos os que o veem.
O Araks Ararat já telefonou ao Noah. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.