Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Narcisse Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djibrine Djimet, e o treinador deixou.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Mahamat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco06/03/2034
Adam Abakar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco06/03/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Djibrine Doungous escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Brahim Hissein, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.91
Um 7.91 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brahim Hissein será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco27/02/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Djibrine Doungous a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ousmane Hissein está nela.
Segue-se o Elect Sport, e há um homem no balneário do AS Etat Major que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel20/02/2034
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma nota de 7.44, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco20/02/2034
Moussa Haroun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O AS Etat Major perguntou e o Gazelle disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ousmane Hissein. 1‑0 sobre o CotonTchad, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores13/02/2034
Hassan Oumar jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.05. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.03, e nem uma objeção no estádio.
Plantel13/02/2034
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Doungous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” James Omusinde e o AS Etat Major acertam mais 1 anos.
Verba acordada, salário acordado, e o AS Algoy à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Está feito o negócio no AS Etat Major até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Elect Sport ninguém diz, e no AS Etat Major ninguém gosta de estar a adivinhar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Narcisse Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Narcisse Djimet e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Etat Major já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brahim Hissein será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hassan Oumar, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
0‑1 frente ao Renaissance, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Acabou 2-5. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
7 golos num jogo, Moussa Haroun na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao AS Etat Major nem ao Renaissance.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Etat Major já se começa a dizer o nome dele no passado.
O telefone voltou a tocar por causa de Narcisse Ndoram, e desta vez do outro lado está o US Moursal. No AS Etat Major ouvem com educação e não prometem nada.
Metade do calendário jogado, 6.º lugar, 20 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Etat Major já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Elect Sport fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Narcisse Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Adam Bechir e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco09/01/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Djibrine Doungous saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Plantel09/01/2034
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moussa Mahamat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Elect Sport fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Moussa Mahamat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O AS Etat Major já telefonou ao Renaissance. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Galactik para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Stars Jeunes Talents? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ousmane Hissein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Minuto 92, frente ao US Moursal, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Issa Doungous e o AS Etat Major acertam mais 3 anos.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Gazelle tentou reorganizar-se, o AS Etat Major não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Notas dos jogadores12/12/2033
Hassan Oumar jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.40. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Moussa Mbaiguedem e o AS Etat Major acertam mais 4 anos.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Moussa Haroun, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 11. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Djibrine Djimet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djibrine Djimet, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Plantel28/11/2033
James Omusinde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
AntevisãoUm teste contra o melhor para o AS Etat Major
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Narcisse Djimet tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Idriss Allamine e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Narcisse Ndoram agarrou este contra o Galactik. 3‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do AS Etat Major.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o CotonTchad passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Notas dos jogadores07/11/2033
Narcisse Ndoram, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.46
Um 9.46 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Hassan Oumar tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Hassan Oumar jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel31/10/2033
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Doungous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Djibrine Doungous sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco31/10/2033
Neste momento há alguém melhor do que Hassan Oumar
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
MercadoA história de Moussa Haroun recusa-se a morrer
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Issa Allamine e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Djibrine Doungous depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel17/10/2033
James Omusinde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Doungous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Antevisão10/10/2033
O AS Etat Major mede-se com a equipa que todos perseguem
O Renaissance chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ousmane Hissein assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Issa Doungous pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Etat Major pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Direção03/10/2033
8 jogadores da formação sobem à equipa principal do AS Etat Major
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ali Mbaiguedem está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ezechiel Abba passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Saleh Oumar é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e James Omusinde estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel19/09/2033
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Doungous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco19/09/2033
Hassan Oumar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Gazelle queria mais do que $5.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Galactik fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmat Hissein, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Stars Jeunes Talents por Moussa Haroun foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção05/09/2033
O prazo passa com 3 contratações e 10 saídas
Está feito o negócio no AS Etat Major até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Elect Sport fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A camisola ainda lhe serve. Adam Mbaiguedem está de volta ao AS Etat Major, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Etat Major já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stars Jeunes Talents fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel29/08/2033
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Idriss Oumar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Doungous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Elect Sport para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Elect Sport se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O AS Etat Major já telefonou ao Galactik. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hassan Oumar está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
A proposta do US Moursal por Narcisse Ndoram foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Elect Sport fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
$5.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Gazelle pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stars Jeunes Talents fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
O AS Etat Major já telefonou ao Elect Sport. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Moussa Haroun não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Elect Sport fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta seguiu esta semana para o Gazelle, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gazelle fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel08/08/2033
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Doungous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Narcisse Ndoram compromete-se com o AS Etat Major por mais 3 anos.
O banco08/08/2033
Adam Abakar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Verba acordada, salário acordado, e o Gazelle à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel01/08/2033
Uma lesão muscular afasta Idriss Oumar durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No AS Etat Major vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Narcisse Ndoram treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O AS Etat Major recebeu a chamada que todos os clubes bem geridos acabam por receber — alguém maior reparou em Djibrine Doungous. Dizer que não é fácil; mantê-lo convencido é o verdadeiro trabalho.
O Galactik aceitou o dinheiro. O que o AS Etat Major ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Idriss Oumar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Gazelle fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O AS Etat Major perguntou e o Gazelle disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Narcisse Ndoram, e desta vez do outro lado está o US Moursal. No AS Etat Major ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel25/07/2033
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. James Omusinde está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoHassan Oumar tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA conversa sobre Adam Abakar não desaparece
Verba acordada, salário acordado, e o US Moursal à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Etat Major fez a parte difícil com o Elect Sport, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O AS Etat Major perguntou e o Elect Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel18/07/2033
James Omusinde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O CotonTchad aceitou o dinheiro. O que o AS Etat Major ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Narcisse Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
O AS Etat Major perguntou e o Elect Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdramane Mbaiguedem, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brahim Hissein será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
O AS Etat Major já telefonou ao Stars Jeunes Talents. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
4 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Plantel04/07/2033
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. James Omusinde está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Abdramane Mbaiguedem subiu nela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O AS Algoy tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Djibrine Abakar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gazelle fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Narcisse Doungous e o AS Etat Major acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma sondagem ao Elect Sport para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Elect Sport se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel27/06/2033
James Omusinde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Adam Abakar não desaparece
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Elect Sport ninguém diz, e no AS Etat Major ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Elect Sport fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Elect Sport se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Elect Sport para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que um jogador do plantel está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ousmane Hissein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O AS Etat Major já telefonou ao Elect Sport. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco13/06/2033
Adam Abakar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel13/06/2033
James Omusinde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brahim Hissein será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ousmane Hissein e o AS Etat Major acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brahim Hissein, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Direção06/06/2033
Aberto para negócios: o AS Etat Major entra no mercado
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Djibrine Abakar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Hassan Oumar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que um jogador do plantel está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ousmane Hissein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6.º lugar, 37 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Em resumo
O bancoIssa Doungous pede uma conversa com o treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Narcisse Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelJames Omusinde desentende-se com um colega por causa das exigências
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
39 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
O banco02/05/2033
Hassan Oumar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que um jogador do plantel está nela.
Plantel25/04/2033
James Omusinde desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ousmane Hissein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6.º lugar, 37 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Etat Major falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nota 8.01 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco18/04/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Djibrine Doungous saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Etat Major falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brahim Hissein será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hassan Adoum e o AS Etat Major acertam mais 3 anos.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no AS Etat Major
Hassan Mahamat lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Stars Jeunes Talents marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Direção04/04/2033
A direção do AS Etat Major arranja $74.4K para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $74.4K passa a ser inteiramente problema dele.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que um jogador do plantel está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Adam Abakar. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Idriss Oumar pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O AS Etat Major torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Gazelle marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Em resumo
DireçãoEm AS Etat Major, 94% das receitas vão para salários
O AS Etat Major recebeu a chamada que todos os clubes bem geridos acabam por receber — alguém maior reparou em Djibrine Doungous. Dizer que não é fácil; mantê-lo convencido é o verdadeiro trabalho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Djibrine Abakar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Idriss Allamine e o AS Etat Major acertam mais 3 anos.
Plantel07/03/2033
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Issa Doungous está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hassan Oumar e o AS Etat Major acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para James Omusinde, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores28/02/2033
Ousmane Hissein jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.09. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Minuto 91, frente ao Foullah Edifice, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Doungous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Narcisse Ndoram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Abakar está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Djibrine Doungous depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Antevisão21/02/2033
O AS Etat Major mede-se com a equipa que todos perseguem
O Foullah Edifice chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Elect Sport ninguém diz, e no AS Etat Major ninguém gosta de estar a adivinhar.
Dois golos e um 7.96 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Direção07/02/2033
O prazo passa com 2 contratações e 8 saídas
Está feito o negócio no AS Etat Major até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» James Omusinde e o AS Etat Major acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Algoy fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Hassan Oumar
Verba acordada, salário acordado, e o AS PSI à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O AS Etat Major já telefonou ao Foullah Edifice. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hassan Oumar está nela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Adam Abakar. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6.º lugar com 22 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
O Foullah Edifice segue em frente e o AS Etat Major vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O aperto de mão com o Elect Sport está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Verba acordada, salário acordado, e o AS PSI à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Elect Sport fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Algoy fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Hassan Oumar tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Etat Major perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
O AS Etat Major perguntou e o AS Algoy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Narcisse Mahamat, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Etat Major podem fingir não ter ouvido.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do AS Etat Major e do Galactik por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Elect Sport fica com o seu homem, e o AS Etat Major volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Ahmed Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Youssef Ahmed Hassan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Djibrine Doungous podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Tokindang será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Marius Hissein e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Djibrine Doungous podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adam Abakar produziu-o, e o 8.89 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Ahmed Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Narcisse Djimet tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marius Hissein e o AS Etat Major acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco06/12/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Djibrine Doungous saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Bechir está nela.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Etat Major, e não vai ser retirado.
Jogo27/11/2032
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel29/11/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Ahmed Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Djibrine Djimet e o AS Etat Major acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco29/11/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Djibrine Doungous saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
AntevisãoO líder é o próximo adversário do AS Etat Major
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Narcisse Djimet
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Ahmed Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco22/11/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Djibrine Doungous saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Abakar está nela.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS Etat Major foi explícito quanto à situação de Issa Doungous, o que é mais do que muitos recebem.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ahmat Hissein lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Galactik está fora e o AS Etat Major segue em frente, com um 1‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Notas dos jogadores08/11/2032
Adam Bechir não podia pedir mais na estreia — 7.21
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.21, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Idriss Allamine não precisou: 8.24, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Marius Hissein e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Ahmed Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Narcisse Mahamat está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Tokindang será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Narcisse Mahamat. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O banco18/10/2032
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Djibrine Doungous foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Narcisse Djimet
O bancoAdam Bechir tornou-se um homem de confiança do treinador
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AS Etat Major, mais uma semana sem a assinatura de Narcisse Mahamat.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Renaissance.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Jogo02/10/2032
Não se vê o fim da espera do AS Etat Major por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Etat Major tem de arrancar um resultado de algum lado.
Youssef Ahmed Hassan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Haroun estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ali Abba é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Idriss Haroun é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Narcisse Ndoram passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mahamat Doungous é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Tokindang será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Abdramane Mbaiguedem compromete-se com o AS Etat Major por mais 3 anos.
Plantel27/09/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Ahmed Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdramane Mbaiguedem, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Abakar está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Narcisse Mahamat. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Ahmed Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Youssef Ahmed Hassan, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Bechir está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hassan Ibrahim assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Youssef Ahmed Hassan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/09/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moussa Haroun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Idriss Allamine e o AS Etat Major acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Adam Abakar não desaparece
Verba acordada, salário acordado, e o US Moursal à espera com uma camisola. No AS Etat Major ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção06/09/2032
Fecha o mercado: 2 entradas, 6 saídas no AS Etat Major
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Narcisse Djimet e o AS Etat Major acertam mais 4 anos.
Plantel06/09/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Ahmed Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O AS Etat Major ficou sem tempo com o Renaissance. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Ahmed Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Issa Doungous, e o treinador deixou.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do AS Etat Major que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Doungous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Narcisse Mahamat assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Issa Doungous treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Al-Nahda manifestaram interesse e AS Etat Major têm uma conversa que nunca quiseram ter. Um treinador por quem perguntam é um treinador cujo próximo contrato fica mais caro.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Ahmed Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Elect Sport para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Brahim Mbaiguedem e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Moussa Haroun não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Youssef Ahmed Hassan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Doungous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Moussa Haroun está nela.
Tão perto: a transferência de Brahim Hissein morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O US Moursal seguiu em frente, Brahim Hissein apresenta-se de volta no AS Etat Major, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Youssef Ahmed Hassan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AS Etat Major perguntou e o AS Algoy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AS Etat Major, mais uma semana sem a assinatura de Youssef Ahmed Hassan.
Plantel02/08/2032
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Abakar está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Youssef Ahmed Hassan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O aperto de mão com o Renaissance está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel26/07/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moussa Haroun está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Djibrine Abakar e o AS Etat Major acertam mais 3 anos.
Toda a gente deixou de fingir: o US Moursal vai fazer a chamada por Moussa Haroun esta semana. O AS Etat Major tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Youssef Ahmed Hassan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Galactik por Moussa Haroun foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel19/07/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Ahmed Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Etat Major falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abdoulaye Tokindang será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Etat Major as despedidas começaram em silêncio.
Youssef Ahmed Hassan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O AS Etat Major já telefonou ao Stars Jeunes Talents. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Mahamat estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco12/07/2032
Moussa Haroun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O AS DGSSIE tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Renaissance; o AS Etat Major volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Youssef Ahmed Hassan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AS Etat Major perguntou e o AS Algoy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Doungous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O AS Etat Major e o Renaissance acertaram em $4.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O negócio com o Stars Jeunes Talents está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Narcisse Mahamat, e o treinador deixou.
Brahim Mbaiguedem esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Narcisse Mahamat assinar alguma coisa — um contrato no AS Etat Major ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O aperto de mão com o US Moursal está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O negócio com o Stars Jeunes Talents está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Youssef Ahmed Hassan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adam Bechir, e o treinador deixou.
Plantel21/06/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moussa Mahamat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Etat Major perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Youssef Ahmed Hassan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel14/06/2032
Moussa Haroun desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Stars Jeunes Talents para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Etat Major perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Ahmed Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção07/06/2032
A direção do AS Etat Major arranja $91.0K para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $91.0K passa a ser inteiramente problema dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AS Etat Major, mais uma semana sem a assinatura de Youssef Ahmed Hassan.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Abakar está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Youssef Ahmed Hassan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Etat Major pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Youssef Ahmed Hassan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Issa Doungous estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Issa Doungous, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Etat Major ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hassan Ibrahim e o AS Etat Major acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Youssef Ahmed Hassan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco17/05/2032
Moussa Haroun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Etat Major, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O AS Etat Major pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hassan Ibrahim e o AS Etat Major acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Youssef Ahmed Hassan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AS Etat Major, mais uma semana sem a assinatura de Youssef Ahmed Hassan.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adam Abakar está nela.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marius Hissein e o AS Etat Major acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Etat Major coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Moussa Haroun estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AS Etat Major, mais uma semana sem a assinatura de Narcisse Mahamat.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Abdramane Mbaiguedem sai dessa comparação dentro da equipa, e o AS Etat Major beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Narcisse Mahamat treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdoulaye Tokindang, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
DireçãoUm parceiro de $929.00 por ano para o AS Etat Major
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel26/04/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Youssef Ahmed Hassan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no AS Etat Major dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Etat Major sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Youssef Ahmed Hassan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Plantel19/04/2032
Palavras no treino do AS Etat Major sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Moussa Mahamat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Elect Sport segue em frente e o AS Etat Major vai para casa, com um 0‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
0-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel12/04/2032
Issa Doungous desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.