6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Raoul Bellanova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.31 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Benjamin Šeško produziu-o, e o 9.04 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Benjamin Šeško produziu-o, e o 9.07 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elia Caprile, e o treinador deixou.
O Cagliari vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O AS Roma foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Benjamin Šeško produziu-o, e o 9.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Raoul Bellanova esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do AS Roma daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Alcione Milano segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco13/10/2031
Benjamin Šeško tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Roma dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Raoul Bellanova: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AS Roma a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Roma, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Anass Salah-Eddine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/09/2031
Matheus Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paulo Dybala, e o treinador deixou.
O banco29/09/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Artem Shulianskyi acertou condições com o Udinese para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do AS Roma daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Alcione Milano segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mark Zabukovnik acabou de assinar pelo AS Roma e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ché Nunnely agiu, no AS Roma, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Paolo Ceppi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o AS Roma substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Juventus fica com o seu homem, e o AS Roma volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Napoli, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Direção01/09/2031
O prazo passa com 39 contratações e 37 saídas
Está feito o negócio no AS Roma até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Marten de Roon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Roma vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Derek Mazou-Sacko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o AS Roma lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Raoul Bellanova esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Direção16 jogadores da formação sobem à equipa principal do AS Roma
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Roma vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O AS Roma perguntou e o Bari disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolás Schiavi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Roma vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valerio Boffelli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/08/2031
Matheus Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Anass Salah-Eddine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheus Alves estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O AS Roma perguntou e o Torino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AS Roma sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Derek Mazou-Sacko pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O AS Roma entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 119 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Parma à espera com uma camisola. No AS Roma ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Petar Ratkov chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Francesco Nunziatini está a viver essa versão no AS Roma, e costuma notar-se no primeiro mês.
Verba fechada, faltam as condições de Petar Ratkov
O AS Roma e o Fiorentina acertaram em $9.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 126 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Guidonia Montecelio por Denis Franchi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valerio Boffelli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Raoul Bellanova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O AS Roma perguntou e o Perugia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Roma falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Raoul Bellanova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
36 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
O Juventus queria mais do que $390.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jari Vandeputte e o AS Roma acertam mais 2 anos.
Em resumo
PlantelUma transferência que Marvin Kalushi teria feito de graça
O DAC Dunajska Streda aceitou o dinheiro. O que o AS Roma ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Roma falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O AC Milan pagou $12.6M e o AS Roma aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O AS Roma ofereceu $4.7M; o Lazio disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Denis Portanova está a viver essa versão no AS Roma, e costuma notar-se no primeiro mês.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Evan Ferguson volta a ser jogador do AS Roma, e a cidade tem a sua história do verão.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Roma vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A perseguição a Elia Caprile terminou com $12.1M a mudar de mãos e o AC Milan sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O AS Roma ofereceu $590.0K; o Pro Patria disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
As bancadasA cidade pediu, e o AS Roma pagou $62.6M
O negócio com o Newcastle United está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
$83.0M em cima da mesa do Derby County. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Alvos de mercado16/06/2031
$12.1M põem os clubes de acordo sobre Elia Caprile
O AC Milan aceitou o dinheiro. O que o AS Roma ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 154 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta seguiu esta semana para o Bari, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Cagliari pagou $5.2M e o AS Roma aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Benjamin Šeško quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O AS Roma foi ao Newcastle United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do AC Milan por Roberto Piccoli foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabio Depaoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Simone Raimondi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O pedido está em cima da mesa do Brondby e a resposta é de outros. Estas coisas resolvem-se em privado e contam-se em público, normalmente por essa ordem.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e o treinador a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Tonoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Marten de Roon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
14 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Derek Mazou-Sacko, e o treinador deixou.
Em resumo
Emprestados11 golos por empréstimo para Edgar Piloyan
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
16 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Gaetano Oristanio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/05/2031
Daniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 8.46. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o AS Roma.
O banco19/05/2031
Benjamin Šeško tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AS Roma dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabio Depaoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Raoul Bellanova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Cagliari; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Raoul Bellanova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.
Direção05/05/2031
o treinador tem até à próxima reunião da direção
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em AS Roma toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ignacio Marina acertou condições com o Vicenza para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Tonoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Marten de Roon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 93. O Fiorentina tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Anass Salah-Eddine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pablo Campos, e o treinador deixou.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 2‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fabio Depaoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Benjamin Šeško quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do AS Roma já começaram a contá-la.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelDaniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marten de Roon e o AS Roma acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gaetano Oristanio. 2‑1 sobre o Torino, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresEdon Zhegrova jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Edon Zhegrova está nela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Tommaso Marras tem a sua resposta do AS Roma; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
28 golos em 40 jogos no Swansea City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.28 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel24/03/2031
Daniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresGaetano Oristanio jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresEdon Zhegrova em notas de excelência
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.26 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.85. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no AS Roma
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Benjamin Šeško não será o apontado, mas ninguém no AS Roma escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Derek Mazou-Sacko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Edon Zhegrova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
23 golos em 36 jogos no Swansea City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alberto Grassi e o AS Roma acertam mais 2 anos.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
21 golos em 35 jogos no Swansea City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não há pior forma de perder um futebolista. Devis Vásquez pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Anass Salah-Eddine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nota de 7.75. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Roberto Piccoli regressa a AS Roma com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Gabriele Gori não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O AS Roma perguntou e o Genoa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Gaetano Oristanio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Trento à espera com uma camisola. No AS Roma ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O AS Roma pagou $12.6M por Pablo Campos, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O Pescara pagou $10.2M e o AS Roma aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O AS Roma perguntou e o Genoa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 8, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lucas Ventura agiu, no AS Roma, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Penarol está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O AS Roma perguntou e o Fiorentina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O AS Roma foi ao Juventus com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Guidonia Montecelio tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O AS Roma perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Lecce à espera com uma camisola. No AS Roma ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Minuto 95. Gaetano Oristanio encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Avellino passou do ponto ao nada num só movimento.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores06/01/2031
Paulo Dybala, 37 anos, faz recuar o relógio — 7.86
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o AS Roma lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Marten de Roon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonas Heinz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel30/12/2030
Daniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Youssef Maleh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Gaetano Oristanio e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Tonoli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 13 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Vitória por 2‑1 sobre o Parma, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Youssef Maleh marcou ao minuto 87, o Parma já pensava na viagem de regresso, e o AS Roma levou tudo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Bonazzoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Raoul Bellanova e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
400 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Derek Mazou-Sacko, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
15 golos em 19 jogos no Swansea City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Marten de Roon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Tonoli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
13 golos em 17 jogos no Swansea City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nada na semana que aí vem é normal. O Napoli no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paulo Dybala, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoo treinador enfrenta as perguntas
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Fabio Depaoli
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Edon Zhegrova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Tonoli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AS Roma ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o AS Roma lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Marten de Roon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Tonoli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores11/11/2030
Roberto Piccoli jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.11. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o AS Roma ainda se está a conhecer
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Agustín Álvarez
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Gabriele Gori agarrou este contra o Pineto. 4‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do AS Roma.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jonas Heinz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Raoul Bellanova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel28/10/2030
Daniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Yanis Massolin e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Alfred Gomis lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Federico Bonazzoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Cesena obrigou o AS Roma a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑1 e a tabela não pergunta como.
Jogo19/10/2030
O AS Roma torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel21/10/2030
Daniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alfred Gomis lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marten de Roon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessandro Mallamo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Roberto Piccoli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Empoli; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Empoli levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel07/10/2030
Daniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Federico Bonazzoli, e o treinador deixou.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Tonoli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alfred Gomis lesiona os ligamentos do joelho — 70 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 70 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
3 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Gaetano Oristanio não será o apontado, mas ninguém no AS Roma escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O AS Roma ficou sem tempo com o Basel. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alvos de mercado16/09/2030
O mercado fecha em cima do negócio de Jeff Ekhator
O AS Roma ficou sem tempo com o Juventus. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Anass Salah-Eddine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
PlantelPalavras no treino do AS Roma sobre quem trabalha
215Edição
A Crónica de AS Roma
09/09/2030
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel09/09/2030
Alfred Gomis lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alvos de mercado09/09/2030
O mercado fecha em cima do negócio de Julio Enciso
O AS Roma ficou sem tempo com o Vélez. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta do Paris FC por Gabriele Gori foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Valerio Boffelli agiu, no AS Roma, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marten de Roon e o AS Roma acertam mais 2 anos.
Raoul Bellanova esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
91 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Spezia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Basel, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
$43.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Fiorentina pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A proposta seguiu esta semana para o Avellino, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
A proposta do Palermo por Federico Bonazzoli foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O AS Roma foi ao Fiorentina com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Sassuolo por Franco Israel foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Roma fez a parte difícil com o Palermo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O AS Roma foi ao Red Bull Salzburg com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O AS Roma perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zakaria Draoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Derek Mazou-Sacko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em AS Roma, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O AS Roma vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
119 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Atalanta à espera com uma camisola. No AS Roma ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O aperto de mão com o Lecce está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta do Coventry City por Gabriele Gori foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
O Hellas Verona queria mais do que $3.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Atalanta vai fazer a chamada por Franco Israel esta semana. O AS Roma tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Roma lida com um homem que quer outro país.
Plantel29/07/2030
Daniel Tonoli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O AS Roma vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Verba acordada, salário acordado, e o Swansea City à espera com uma camisola. No AS Roma ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel22/07/2030
Derek Mazou-Sacko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um treinador novo não escolheu a equipa da época passada e não quer saber como ela era. Edon Zhegrova levou isso a peito, no melhor sentido, e o AS Roma está a ver uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Em resumo
PlantelNo AS Roma ainda são estranhos uns para os outros
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Edon Zhegrova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zakaria Draoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Robert Marijanović está a viver essa versão no AS Roma, e costuma notar-se no primeiro mês.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Tonoli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
Assane Diao foi-se, as contas têm $85.3M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Christian Dalle Mura agiu, no AS Roma, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
37 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Roma fez a parte difícil com o Palermo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O telefone voltou a tocar por causa de Assane Diao, e desta vez do outro lado está o Paris Saint-Germain. No AS Roma ouvem com educação e não prometem nada.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/07/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O AS Roma tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
O aperto de mão com o DAC Dunajska Streda está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Anass Salah-Eddine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yanis Massolin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel17/06/2030
Denis Franchi consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Denis Franchi acabou de assinar pelo AS Roma e, por uma vez, a resposta importava.
O AS Roma ofereceu $1.2M; o Como disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $722.5K — um clube que quer Gianluca Saro ao ponto de perguntar duas vezes.
Marten de Roon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Assane Diao está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
$27.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Juventus pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A proposta seguiu esta semana para o Monza, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Roma perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O AS Roma foi ao Ternana com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$390.0K em cima da mesa do Foggia. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel10/06/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
A proposta do FC Metz por Gabriele Gori foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Raoul Bellanova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AS Roma está a esgotar-se.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edon Zhegrova produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/05/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o AS Roma lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Edon Zhegrova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zakaria Draoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Plantel20/05/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Luca Magnino lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Israel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no AS Roma a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Assane Diao. 1‑0 sobre o Cagliari, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel13/05/2030
Yanis Massolin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Assane Diao está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Luca Magnino lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Marten de Roon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/04/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Roma falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Marten de Roon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
61 golos em 32 jogos no Vicenza — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O AS Roma perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Roma falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel15/04/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o AS Roma lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Roma falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Raoul Bellanova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Assane Diao está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AS Roma ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do AS Roma está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yanis Massolin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roberto Piccoli treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Roma ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel25/03/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AS Roma ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Roma falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.83 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Plantel18/03/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Edon Zhegrova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Marten de Roon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/03/2030
Jonas Heinz consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jonas Heinz acabou de assinar pelo AS Roma e, por uma vez, a resposta importava.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
27 jogos longe de casa e 45 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel04/03/2030
70 dias de fora para Muhammed Bah depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Roma vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.25 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.54, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Marten de Roon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yago De Vito será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Plantel25/02/2030
77 dias de fora para Muhammed Bah depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Roma vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Zakaria Draoui pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zakaria Draoui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Plantel25/02/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Israel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Roma as despedidas começaram em silêncio.
Raoul Bellanova e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yanis Massolin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
2‑1 frente ao Lazio, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Plantel11/02/2030
95 dias de fora para Muhammed Bah depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Roma vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do AS Roma já começaram a contá-la.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Edon Zhegrova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Assane Diao estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Assane Diao estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
35 golos em 21 jogos no Vicenza — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
0‑3 frente ao Atalanta, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Roma falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
A proposta do Torres por Youssef Maleh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Matteo Rover terminou com $1.6M a mudar de mãos e o Reggiana sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
32 golos em 20 jogos no Vicenza — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Roma já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Alessandro Debenedetti não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Marten de Roon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O nome de Youssef Maleh apareceu em conversas de que o AS Roma não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel21/01/2030
Assane Diao desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta seguiu esta semana para o Juventus, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Roberto Piccoli não será o apontado, mas ninguém no AS Roma escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Roma fez a parte difícil com o Torino, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Marten de Roon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O AS Roma perguntou e o Juventus disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Edon Zhegrova quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do AS Roma daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Norwich City segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Raoul Bellanova e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yanis Massolin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Dylan Martínez quer futebol continental; se o AS Roma o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
23 golos em 14 jogos no Vicenza — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Tomáš Bobček agarrou este contra o Ternana. 4‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do AS Roma.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Roma, e não vai ser retirado.
18 golos em 12 jogos no Vicenza — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No AS Roma alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Anass Salah-Eddine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.