84 dias de fora para Elvis Baffour depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Asante Kotoko vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Asante Kotoko. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Asante Kotoko, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yahaya Baba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
99 dias de fora para Elvis Baffour depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Asante Kotoko vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Saaka Dauda está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Morifing Donzo apontou a data.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 34 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Asante Kotoko sabe dizer em que semana.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Morifing Donzo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Camara, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lord Amoah será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Kwame Opoku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abba Musa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abba Musa, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco19/04/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Albert Boateng escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kwame Opoku e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Musa Hamzata, e o treinador deixou.
O banco12/04/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Albert Boateng escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Philip Clement e o Asante Kotoko acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Kwame Opoku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Henry Ansu.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Asante Kotoko já falam dele no passado.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abba Musa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hubert Gyau treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Está no 15.º lugar e vai estar à espera. É fora de casa que uma época mostra o seu verdadeiro carácter, e esta equipa tem alguma coisa a provar sobre o seu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Plantel22/03/2027
Um jovem do Asante Kotoko leva o prémio de melhor sub-21
Peter Amidu Acquah tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Aduana Stars defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asante Kotoko, e não vai ser retirado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Camara, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Asante Kotoko, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohamed Camara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kwame Opoku. 1‑0 sobre o Medeama, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abba Musa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Henry Ansu, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lord Hilary Adabo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
Jogo27/02/2027
Não se vê o fim da espera do Asante Kotoko por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Asante Kotoko tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Henry Ansu.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Johnson Owusu, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Asante Kotoko pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Kwame Opoku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Asante Kotoko ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abba Musa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco15/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Albert Boateng saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Asante Kotoko, mais uma semana sem a assinatura de Ugochukwu Ejike.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Verba acordada, salário acordado, e o Wa All Stars à espera com uma camisola. No Asante Kotoko ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Heart of Lions por Lord Hilary Adabo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bernard Somuah será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Vejo todos os jogos do Asante Kotoko daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ashanti Gold segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asante Kotoko já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Asante Kotoko nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção01/02/2027
O Asante Kotoko fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hubert Gyau será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Asante Kotoko as despedidas começaram em silêncio.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Berekum Chelsea foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Asante Kotoko vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Berekum Chelsea pode já não estar a vender.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
Jogo23/01/2027
Não se vê o fim da espera do Asante Kotoko por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Asante Kotoko tem de arrancar um resultado de algum lado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Asante Kotoko fez a parte difícil com o Hearts of Oak, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Yahaya Baba apareceu em conversas de que o Asante Kotoko não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel25/01/2027
Abba Musa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Asante Kotoko perdeu-o em tudo menos nos papéis.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A proposta do Great Olympics por Isaac Mintah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ravenna fica com o seu homem, e o Asante Kotoko volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Asante Kotoko já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
Jogo09/01/2027
Não se vê o fim da espera do Asante Kotoko por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Asante Kotoko tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Kwame Opoku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Albert Djiku fica onde está
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Asante Kotoko beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Wa All Stars fica com o seu homem, e o Asante Kotoko volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Asante Kotoko daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ashanti Gold segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
PlantelAbba Musa desentende-se com um colega por causa das exigências
MercadoPatrick Asiedu está livre para procurar outro sítio
Kwame Opoku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Ninguém no Asante Kotoko sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mohammed Kyereh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elvis Baffour, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Albert Boateng depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Asante Kotoko. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abba Musa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Albert Boateng podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Segue-se o Great Olympics, e há um homem no balneário do Asante Kotoko que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Asante Kotoko sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Morifing Donzo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Onome Onotafe e o Asante Kotoko acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Morifing Donzo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abba Musa, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Albert Boateng depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Asante Kotoko sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lord Hilary Adabo e o Asante Kotoko acertam mais 3 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Albert Boateng depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Asante Kotoko terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Peter Amidu Acquah deixou claro que não gosta da forma como o Asante Kotoko o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Kwame Opoku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Asante Kotoko daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ashanti Gold segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Mohammed Kyereh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saaka Dauda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Notas dos jogadores26/10/2026
Mohammed Yahaya, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.69
Um 7.69 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 85 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Plantel26/10/2026
10 caras novas e o Asante Kotoko ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Seth Kwadwo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Johnson Owusu, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Emmanuel Antwi
0-3. Ser eliminado de uma taça é uma tarde; ser eliminado assim é uma semana de programas de rádio, e o treinador vai ouvir todos.
Jogo17/10/2026
Não se vê o fim da espera do Asante Kotoko por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Asante Kotoko tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Morifing Donzo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Morifing Donzo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Musa Hamzata treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Kwame Opoku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Henry Ansu subiu nela.
Ninguém no Asante Kotoko sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel28/09/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Asante Kotoko
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Albert Boateng escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Segue-se o Berekum Chelsea, e há um homem no balneário do Asante Kotoko que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Kwame Opoku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Albert Boateng escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresO apito seguiu Ekene Olisema por todo o lado
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Asante Kotoko, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Emmanuel Antwi produziu-o, e o 8.14 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Asante Kotoko ficou sem tempo com o Ajax Cape Town. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
O Hearts of Oak queria mais do que $640.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Asante Kotoko perguntou e o Bendel Insurance disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Está feito o negócio no Asante Kotoko até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O Asante Kotoko foi ao Hearts of Oak com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hearts of Oak fica com o seu homem, e o Asante Kotoko volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peter Amidu Acquah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção07/09/2026
O Asante Kotoko diz não ao dinheiro para o centro de treinos
O plano subiu à direção e voltou a descer. Nada disto será título noutro lado qualquer, e toda a gente que trabalha no centro de treinos vai lembrar-se durante anos.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Asante Kotoko do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Bechem United com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
O Asante Kotoko foi ao Ajax Cape Town com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
Plantel31/08/2026
Uma transferência que Abba Musa teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Abba Musa está a viver essa versão no Asante Kotoko, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Asante Kotoko perguntou e o BA All Stars disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Mohammed Kyereh do Wa All Stars por $150.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Asante Kotoko
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Mohammed Kyereh tem 18 anos, e o Asante Kotoko contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ekene Olisema agiu, no Asante Kotoko, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Asante Kotoko e o Wa All Stars acertaram em $150.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Asante Kotoko podem fingir não ter ouvido.
O Asante Kotoko perguntou e o Hasaacas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Morifing Donzo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais um nome na lista: o Ashanti Gold fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Philip Amoh. A resposta do Asante Kotoko não mudou — para já.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Asante Kotoko vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Asante Kotoko, mais uma semana sem a assinatura de Ekene Olisema.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Kelvin Akinmola está em marcha
O Asante Kotoko perguntou e o Liberty Professionals disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Asante Kotoko coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do Asante Kotoko sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peter Amidu Acquah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Real Bamako se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Pedir a um futebolista que jogue noutro sítio é pedir-lhe que seja pior nalguma coisa durante um tempo em troca de ser melhor depois. Henry Ansu aceitou essa troca no Asante Kotoko, o que exige mais frieza do que parece.
$2.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Cambuur pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O WAFA fica com o seu homem, e o Asante Kotoko volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Medeama por Isaac Mintah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A formação existe exatamente para esta manhã. Baba Asamoah passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
O Asante Kotoko foi ao Cambuur com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Kwame Opoku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.