«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Athletico Paranaense nada responderam, o que também é uma resposta.
20 golos em 15 jogos no América Mineiro — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Athletico Paranaense alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Athletico Paranaense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Felipe quer futebol continental; se o Athletico Paranaense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alejandro García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
17 golos em 14 jogos no América Mineiro — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Athletico Paranaense alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Juan Camilo Portilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Stiven Mendoza. 1‑0 sobre o Amazonas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Juan Camilo Portilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stiven Mendoza, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gastón Benavídez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” João Cruz e o Athletico Paranaense acertam mais 5 anos.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Athletico Paranaense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alejandro García treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Athletico Paranaense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Athletico Paranaense essa pergunta é mais difícil de responder.
O Grêmio segue em frente e o Athletico Paranaense vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Posição 3, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gastón Benavídez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Caio Barbosa saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
16 golos em 13 jogos no América Mineiro — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Athletico Paranaense alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Felipinho e o Athletico Paranaense acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Athletico Paranaense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Criciúma marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gastón Benavídez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julimar, e o treinador deixou.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Athletico Paranaense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Athletico Paranaense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Athletico Paranaense é como lidar com um homem a quem deve muito.
Juan Camilo Portilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Juan Camilo Portilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Isaac e o Athletico Paranaense acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Athletico Paranaense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arthur está nela.
8 golos em 10 jogos no América Mineiro — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Athletico Paranaense alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arthur assinar alguma coisa — um contrato no Athletico Paranaense ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Vitória por 1‑0 sobre o Flamengo, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Athletico Paranaense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Athletico Paranaense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gastón Benavídez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Juan Camilo Portilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kevin Viveros. 2‑0 sobre o Ferroviária, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alejandro García está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Stiven Mendoza produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Felipe Chiqueti não precisou: 9.55, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Athletico Paranaense e o Cuiabá, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O Athletic Club vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Athletico Paranaense foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Felipe Chiqueti produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Semen Padang tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Notas dos jogadores14/09/2026
João Cruz, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.83
Um 7.83 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alejandro García estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Junior Balbuena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Felipe Chiqueti está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco07/09/2026
Julimar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Athletico Paranaense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A proposta do Ararat por João Cruz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Junior Balbuena está a viver essa versão no Athletico Paranaense, e costuma notar-se no primeiro mês.
Juan Camilo Portilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Athletico Paranaense marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Jogo18/08/2026
Kevin Viveros ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 93. Kevin Viveros encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o América Mineiro passou do ponto ao nada num só movimento.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A proposta do Nacional por Mycael foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O telefone voltou a tocar por causa de João Cruz, e desta vez do outro lado está o Ararat. No Athletico Paranaense ouvem com educação e não prometem nada.
Juan Camilo Portilla e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kevin Viveros. 2‑1 sobre o América Mineiro, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Verba acordada, salário acordado, e o Puebla à espera com uma camisola. No Athletico Paranaense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Felipe Chiqueti produziu-o, e o 9.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Levadia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Nota 8.22 aos 18 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Plantel17/08/2026
Uma transferência que Max Walef teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Max Walef está a viver essa versão no Athletico Paranaense, e costuma notar-se no primeiro mês.
Juan Camilo Portilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Internacional vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Kauan pré-acordou a mudança para o Athletico Paranaense, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Stiven Mendoza produziu-o, e o 8.77 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kevin Viveros e o Athletico Paranaense acertam mais 4 anos.
Juan Camilo Portilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Stiven Mendoza. 2‑1 sobre o CRB, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Júnior Lopes é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. André Martins passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stiven Mendoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Athletico Paranaense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 89. O Chapecoense tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Athletico Paranaense não o segura a fingir o contrário.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Felipe quer futebol continental; se o Athletico Paranaense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.