Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ilias Kostis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Algeciras foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Nicolás Prieto foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Madrileño pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Juan Musso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Castillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nicolás Prieto depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Madrileño pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Marc Pubill esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ilias Kostis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Minuto 87, frente ao CE Europa, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Atlético Madrileño terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Juan Musso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Juan Musso tem a sua resposta do Atlético Madrileño; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Castillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Atlético Madrileño terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoGerónimo Spina colocado na lista de transferências
MercadoA história de Jorge Rajado recusa-se a morrer
Ilias Kostis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Castillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Atlético Madrileño ficou diferente depois.
Em resumo
O bancoDani Martínez pede uma conversa com o treinador
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gerónimo Spina, e o treinador deixou.
Ninguém no Atlético Madrileño sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Horaţiu Moldovan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Atlético Madrileño ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Em resumo
PlantelA transferência que mais doeu a Marc Pubill
Ilias Kostis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Castillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iker Luque, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jorge Castillo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A saída foi de outro, o título de jornal foi de outro. O que ficou em Atlético Madrileño foi um cabide vazio e um futebolista que não deixa de olhar para ele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jano Monserrate. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ilias Kostis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/08/2027
Jorge Castillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marc Pubill treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Jorge Rajado recusa-se a morrer
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ilias Kostis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marc Pubill treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlético Madrileño já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Madrileño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Castillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Iker Luque apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Madrileño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Castillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gerónimo Spina treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Arnau Ortiz não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Atlético Madrileño ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
MercadoA história de Jorge Rajado recusa-se a morrer
Ilias Kostis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Castillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlético Madrileño vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Madrileño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Castillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Atlético Madrileño pode pedir e sobe o salário que Salvi Esquivel pode exigir.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlético Madrileño já se começa a dizer o nome dele no passado.
Ilias Kostis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Atlético Madrileño não tem uma boa resposta.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jano Monserrate. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Arenteiro tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Juan Musso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel14/06/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Atlético Madrileño terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Em resumo
MercadoA história de Jorge Rajado recusa-se a morrer
Marc Pubill e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ilias Kostis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlético Madrileño vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Juan Musso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Atlético Madrileño fez saber ao mercado que Juan Musso está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gerónimo Spina, e o treinador deixou.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Atlético Madrileño pode pedir e sobe o salário que Salvi Esquivel pode exigir.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atlético Madrileño. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Jorge Rajado
PlantelJulio Díaz é a conversa do centro de treinos
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ilias Kostis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Rafa Llorente e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jano Monserrate. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Iker Luque apontou a data.
13.º lugar com 45 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcos Parriego será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Madrileño as despedidas começaram em silêncio.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Julio Díaz e o Atlético Madrileño acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel17/05/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlético Madrileño sabe dizer em que semana.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Ilias Kostis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Julio Díaz tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dani Martínez e o Atlético Madrileño acertam mais 4 anos.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Atlético Madrileño terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Dribles concretizados: 23. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel03/05/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Atlético Madrileño terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Nicolás Prieto depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um amarelo a mais e Alejandro Mestanza fica de fora. O Atlético Madrileño perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Betis Deportivo? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Alcorcón continuou a vir porque nada o travou, e ao Atlético Madrileño vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ilias Kostis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Rafa Llorente e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Jorge Castillo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcos Parriego será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Madrileño as despedidas começaram em silêncio.
Ilias Kostis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Nicolás Prieto podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Madrileño tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlético Madrileño nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel12/04/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco12/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Nicolás Prieto saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel05/04/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Rafa Llorente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Salvi Esquivel, e o treinador deixou.
11 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O banco05/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Nicolás Prieto saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jorge Rajado assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Madrileño ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
19.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlético Madrileño sabe dizer em que semana.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel22/03/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco22/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Nicolás Prieto saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Javier Boñar e o Atlético Madrileño acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ilias Kostis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Nicolás Prieto a uma sala que já as tinha ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Ilias Kostis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.22 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco08/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Nicolás Prieto não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Atlético Madrileño também ninguém o escondia.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Madrileño tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ilias Kostis e o Atlético Madrileño acertam mais 3 anos.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Castillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nicolás Prieto depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Atlético Madrileño já falam dele no passado.
Plantel22/02/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Rafa Llorente e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nicolás Prieto depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Hércules.
Disseram uma coisa a Jano Monserrate e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Arnau Ortiz não desaparece
O bancoJavier Boñar quer um papel a sério nesta equipa
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Madrileño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlético Madrileño vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jorge Castillo tem a sua resposta do Atlético Madrileño; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco15/02/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Nicolás Prieto escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Arnau Ortiz ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Villarreal B? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.57, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores08/02/2027
Koke, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.62
Um 7.62 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel08/02/2027
Ilias Kostis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Jano Monserrate tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jano Monserrate e o Atlético Madrileño acertam mais 5 anos.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Castillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Atlético Madrileño terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Atlético Madrileño do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Ilias Kostis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Nicolás Prieto podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alejandro Mestanza produziu-o, e o 8.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ilias Kostis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Julio Díaz e o Atlético Madrileño acertam mais 4 anos.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ilias Kostis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O banco11/01/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Nicolás Prieto saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dani Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Atlético Madrileño aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Aleksa Purić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nicolás Prieto depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
1‑4 para o Alcorcón, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.92 para o resto.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Rafa Llorente e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleksa Purić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Rayane Belaid tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Arnau Ortiz. 1‑0 sobre o Juventud Torremolinos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel21/12/2026
Aleksa Purić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores21/12/2026
Arnau Ortiz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Nicolás Prieto, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ilias Kostis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Nicolás Prieto saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Atlético Madrileño terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Madrileño foi explícito quanto à situação de Koke, o que é mais do que muitos recebem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rafa Llorente e o Atlético Madrileño acertam mais 3 anos.
0‑1 para o Algeciras, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel07/12/2026
Aleksa Purić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Salvi Esquivel sai dessa comparação dentro da equipa, e o Atlético Madrileño beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlético Madrileño vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adrián Corral, e o treinador deixou.
Ilias Kostis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleksa Purić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Salvi Esquivel, e o treinador deixou.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Eldense marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Nicolás Prieto depois do empate por 2‑2, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rayane Belaid assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Madrileño ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Aleksa Purić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Javier Boñar tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Avaliado com 7.33. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Nicolás Prieto não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Atlético Madrileño também ninguém o escondia.
Segue-se o Eldense, e há um homem no balneário do Atlético Madrileño que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Atlético Madrileño ficou diferente depois.
Rafa Llorente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksa Purić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aleksa Purić e o Atlético Madrileño acertam mais 4 anos.
Aleksa Purić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alejandro Mestanza. 2‑1 sobre o Marbella, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores02/11/2026
Arnau Ortiz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.75. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Rayane Belaid está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleksa Purić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Nicolás Prieto saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rafa Llorente. 2‑0 sobre o Antequera, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ilias Kostis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleksa Purić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Nicolás Prieto podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Plantel19/10/2026
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Atlético Madrileño
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Rafa Llorente foi o melhor de qualquer um deles.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Madrileño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Madrileño foi explícito quanto à situação de Carlos Giménez, o que é mais do que muitos recebem.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Rafa Llorente e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksa Purić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Javier Boñar sai dessa comparação dentro da equipa, e o Atlético Madrileño beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Carlos Giménez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoSalvi Esquivel colocado na lista de transferências
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jorge Rajado não precisou: 8.07, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Rafa Llorente tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Nicolás Prieto podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dani Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Rafa Llorente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Atlético Madrileño ficou diferente depois.
O Atlético Madrileño fez saber ao mercado que Jorge Rajado está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Javier Boñar está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Atlético Madrileño sabem, e sabem há semanas.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Plantel14/09/2026
Aleksa Purić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Javi Serrano: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atlético Madrileño a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O Atlético Madrileño fez saber ao mercado que Carlos Giménez está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel07/09/2026
Aleksa Purić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Atlético Madrileño fez saber ao mercado que Arnau Ortiz está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Madrileño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Atlético Madrileño sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Em resumo
PlantelJulio Díaz é a conversa do centro de treinos
Rafa Llorente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksa Purić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Arnau Ortiz tem de reconquistar o que julgava seu. O Atlético Madrileño não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Madrileño coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksa Purić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Atlético Madrileño não tem uma boa resposta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Arnau Ortiz e o Atlético Madrileño acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Arnau Ortiz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atlético Madrileño, mais uma semana sem a assinatura de Javi Serrano.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Atlético Madrileño admitiria. Nota-se aos sábados.
Rafa Llorente e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Carlos Giménez e o Atlético Madrileño acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleksa Purić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Madrileño, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Carlos Giménez continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.