90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Besiktas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Kasimpasa à espera com uma camisola. No Besiktas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Besiktas ofereceu $9.1M; o Konyaspor disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/07/2029
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco23/07/2029
Milot Rashica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Besiktas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Mehmet Bayindir lesiona os ligamentos do joelho — 98 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Orkun Kökçü volta a ser jogador do Besiktas, e a cidade tem a sua história do verão.
$9.1M em cima da mesa do Konyaspor. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel16/07/2029
Orkun Kökçü consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Orkun Kökçü acabou de assinar pelo Besiktas e, por uma vez, a resposta importava.
O Besiktas perguntou e o Adana Demirspor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Ali Al Musrati esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Orkun Kökçü era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $41.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
107 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A verba é $27.3M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Alanyaspor negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Besiktas perguntou e o Galatasaray disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Adrian Benedyczak está a viver essa versão no Besiktas, e costuma notar-se no primeiro mês.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As bancadas09/07/2029
O Besiktas gasta $27.3M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $27.3M por Adrian Benedyczak, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
O banco09/07/2029
Salih Özcan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Besiktas já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gaziantep fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Besiktas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Plantel02/07/2029
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
O bancoAlexander Nübel tornou-se um homem de confiança do treinador
O Besiktas foi ao Alanyaspor com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kasimpasa fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco25/06/2029
Milot Rashica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Besiktas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O Alanyaspor queria mais do que $4.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Besiktas perguntou e o Ankaragucu disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathias Fjørtoft Løvik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mehmet Yeşilyurt e o Besiktas acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Semih Kılıçsoy está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ianis Hagi apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdullah Yiğiter treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Besiktas perguntou e o Fenerbahce disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Trabzonspor por Salih Özcan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Morelia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Besiktas já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Václav Černý era uma das razões por que as pessoas vinham, e $18.5M não substitui isso sozinho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amir Murillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Com 5 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
A proposta seguiu esta semana para o Fenerbahce, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basaksehir fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Besiktas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/05/2029
Wilfred Ndidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
15 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Václav Černý está nela.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/05/2029
Amir Murillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Uğurcan Yazğılı tem a sua resposta do Besiktas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Besiktas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Václav Černý e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2029
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullah Yiğiter, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Salih Özcan. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Emirhan Topçu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tayyip Talha Sanuç será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Besiktas as despedidas começaram em silêncio.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/05/2029
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ianis Hagi, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Semih Kılıçsoy está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Mehmet Ucar subiu nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Milot Rashica. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
DireçãoBesiktas assinam um acordo de $6.4M por ano
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mehmet Yeşilyurt será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Besiktas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/04/2029
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Besiktas lida com um homem que quer outro país.
O banco30/04/2029
Václav Černý tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Besiktas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Besiktas nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel23/04/2029
Bater Alexander Nübel tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
20 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Melih Kabasakal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Besiktas as despedidas começaram em silêncio.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/04/2029
Amir Murillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
15 golos e uma média de 7.53 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel16/04/2029
Wilfred Ndidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Erkan Yazici depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma média de 7.82 na época, com 39 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tayyip Talha Sanuç será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Besiktas as despedidas começaram em silêncio.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Besiktas e do Kayserispor por igual; os restantes divertiram-se imenso.
34 golos e uma média de 7.76 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Posição 2, 74 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Plantel02/04/2029
Bater Alexander Nübel tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
18 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mehmet Yeşilyurt será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Besiktas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel02/04/2029
Amir Murillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Semih Kılıçsoy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Besiktas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Abdullah Yiğiter: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Besiktas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Basaksehir; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
4‑0 frente ao Konyaspor, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Besiktas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel19/03/2029
29 dias de fora para Junior Olaitan depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Milot Rashica produziu-o, e o 8.36 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
15 golos e uma média de 7.53 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
33 golos e uma média de 7.75 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel12/03/2029
Uğurcan Yazğılı lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel12/03/2029
37 dias de fora para Junior Olaitan depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo10/03/2029
Mais uma trazida de fora
6 seguidas na estrada para o Besiktas. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tayyip Talha Sanuç será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Besiktas as despedidas começaram em silêncio.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
32 golos e uma média de 7.72 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel05/03/2029
46 dias de fora para Junior Olaitan depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 2, 65 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Besiktas, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores05/03/2029
Amir Murillo, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.93
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.93 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Uma média de 7.70 na época, com 31 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Besiktas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Alanyaspor vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Besiktas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Milot Rashica produziu-o, e o 9.76 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Václav Černý e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/02/2029
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7.42, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Besiktas tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco19/02/2029
Václav Černý tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel19/02/2029
No Besiktas ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Besiktas já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Besiktas ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Besiktas ficou sem tempo com o Gaziantep. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
PlantelSalih Özcan vive a melhor forma da carreira
132Edição
O Diário de Besiktas
05/02/2029
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel05/02/2029
Uğurcan Yazğılı lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A perseguição a Ali Yavuz Kol terminou com $17.2M a mudar de mãos e o Kasimpasa sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Gaziantep aceitou o dinheiro. O que o Besiktas ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Uma média de 7.65 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel29/01/2029
Uğurcan Yazğılı lesiona os ligamentos do joelho — 82 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 82 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Besiktas perguntou e o Fenerbahce disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Besiktas ofereceu $2.8M; o Antalyaspor disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel29/01/2029
Amir Murillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Besiktas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Minuto 94. Haris Hajradinović encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Basaksehir passou do ponto ao nada num só movimento.
A perseguição a Ahmed Kutucu terminou com $14.1M a mudar de mãos e o Sivasspor sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Besiktas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Haris Hajradinović produziu-o, e o 8.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Besiktas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Konyaspor vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Besiktas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.56 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta seguiu esta semana para o Sivasspor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta ficou muito aquém e em Besiktas não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel15/01/2029
17 dias de fora para Yiğit Yüksel depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Istanbulspor à espera com uma camisola. No Besiktas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Besiktas foi ao Konyaspor com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Güven Yalçın fica onde está
MercadoComo se nunca tivesse saído: Yasin Özcan regressa
128Edição
O Diário de Besiktas
08/01/2029
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel08/01/2029
Uğurcan Yazğılı lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Besiktas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O aperto de mão com o Antalyaspor está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
21 golos e uma média de 7.48 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Besiktas fez a parte difícil com o Istanbulspor, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Besiktas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Besiktas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
As regras permitem-no e dói na mesma. Melih Kabasakal acertou condições com o Basaksehir para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Václav Černý
O bancoEmmanuel Agbadou tornou-se um homem de confiança do treinador
121 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Besiktas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Besiktas ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Metade do calendário jogado, 5.º lugar, 40 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Haris Hajradinović, e o treinador deixou.
O banco25/12/2028
Milot Rashica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
3‑0 frente ao Vasas, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
128 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Besiktas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Semih Kılıçsoy produziu-o, e o 9.16 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/12/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
4‑0, e Semih Kılıçsoy ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Besiktas. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Plantel11/12/2028
58 dias de fora para Yiğit Yüksel depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.33 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Al Musrati, e o treinador deixou.
0‑1 frente ao Twente. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
11 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Erkan Yazici depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Kayserispor vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Besiktas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Posição 2, 36 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Václav Černý e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo25/11/2028
O Besiktas torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel27/11/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Semih Kılıçsoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Semih Kılıçsoy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Notas dos jogadores20/11/2028
Devrim Şahin, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.88
Um 7.88 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mehmet Ucar e o Besiktas acertam mais 3 anos.
Plantel20/11/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Basaksehir; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Jogo11/11/2028
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Besiktas. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Jogo11/11/2028
O Besiktas torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Besiktas ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Besiktas e o Kasimpasa, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Uma exibição de 9.62 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel06/11/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Posição 3, 28 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel30/10/2028
Wilfred Ndidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Emirhan Topçu no jogo grande
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Besiktas sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2028
Wilfred Ndidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Erkan Yazici sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Milot Rashica não desaparece
4‑1 frente ao Vasas, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Junior Olaitan produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilfred Ndidi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Élan Ricardo, e o treinador deixou.
O banco02/10/2028
Alexander Nübel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco02/10/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Erkan Yazici não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Besiktas também ninguém o escondia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Václav Černý. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/09/2028
Wilfred Ndidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexander Nübel, e o treinador deixou.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Semih Kılıçsoy pôs o Besiktas de novo em igualdade em 3 minutos, e o Twente nunca chegou a jogar com vantagem.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 91. O Trabzonspor tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Deniz Topcu lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Besiktas ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ianis Hagi, e o treinador deixou.
Deniz Topcu lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Konyaspor vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Besiktas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Semih Kılıçsoy produziu-o, e o 8.63 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Besiktas já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Sivasspor queria mais do que $2.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Direção04/09/2028
O Besiktas fecha o mercado com um plantel feito por si
8 entradas e 15 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Haris Hajradinović está a viver essa versão no Besiktas, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Giresunspor vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Besiktas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Semih Kılıçsoy produziu-o, e o 9.57 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel28/08/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perseguição a Bertuğ Yıldırım terminou com $12.9M a mudar de mãos e o Basaksehir sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Semih Kılıçsoy e o Besiktas acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Bertuğ Yıldırım era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $12.9M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
O aperto de mão com o Basaksehir está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Besiktas já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Besiktas mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Erkan Yazici, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel14/08/2028
Wilfred Ndidi melhorou aos 31, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Direção14/08/2028
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Besiktas
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel14/08/2028
Wilfred Ndidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Besiktas ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilfred Ndidi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexander Nübel está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Almería queria mais do que $72.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tayyip Talha Sanuç e o Besiktas acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A proposta seguiu esta semana para o Almería, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Shakhter à espera com uma camisola. No Besiktas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kasimpasa fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 32 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel24/07/2028
Wilfred Ndidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Milot Rashica está nela.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel17/07/2028
Wilfred Ndidi melhorou aos 31, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Fahri Ay parte para o Konyaspor num negócio de $180.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Václav Černý está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Besiktas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoEmirhan Topçu pede uma conversa com o treinador
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Saburtalo tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Uğurcan Yazğılı e o Besiktas acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A proposta do Fatih Karagumruk por Devrim Şahin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wilfred Ndidi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Arthur Caike foi informado de que não entra nos planos do treinador do Besiktas.
Plantel03/07/2028
No Besiktas ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Besiktas do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
A proposta do Ankaragucu por Kartal Kayra Yılmaz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Melih Kabasakal agiu, no Besiktas, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O nome de Devrim Şahin apareceu em conversas de que o Besiktas não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel26/06/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilfred Ndidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoMilot Rashica tornou-se um homem de confiança do treinador
O telefone voltou a tocar por causa de Kartal Kayra Yılmaz, e desta vez do outro lado está o Ankaragucu. No Besiktas ouvem com educação e não prometem nada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Arthur Caike e o Besiktas acertam mais 2 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Besiktas sabem-no.
Toda a gente deixou de fingir: o Trabzonspor vai fazer a chamada por Deniz Türüç esta semana. O Besiktas tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoIanis Hagi pede uma conversa com o treinador
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Trabzonspor fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Fatih Karagumruk, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Besiktas ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Junior Olaitan e o Besiktas acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Plantel4 jogadores do Besiktas ao serviço das seleções
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fenerbahce fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Basaksehir fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Christopher Lungoyi. A resposta do Besiktas não mudou — para já.
Plantel05/06/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Semih Kılıçsoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Élan Ricardo e o Besiktas acertam mais 4 anos.
Em resumo
O bancoEmmanuel Agbadou tornou-se um homem de confiança do treinador
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Semih Kılıçsoy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel29/05/2028
6 caras novas e o Besiktas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco29/05/2028
Milot Rashica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Václav Černý recusa-se a morrer
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Besiktas, e 8 jogos em 46 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Václav Černý está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Amir Murillo assinar alguma coisa — um contrato no Besiktas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/05/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathias Fjørtoft Løvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ali Al Musrati, e o treinador deixou.
O banco15/05/2028
Alexander Nübel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Emmanuel Agbadou está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Emmanuel Agbadou assinar alguma coisa — um contrato no Besiktas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rıdvan Yılmaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Milot Rashica e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Milot Rashica está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Václav Černý assinar alguma coisa — um contrato no Besiktas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
4.º lugar com 74 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathias Fjørtoft Løvik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Besiktas e lutar pelo meu lugar.» 7 jogos em 42 no Basaksehir dizem o resto.
O banco24/04/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Erkan Yazici a uma sala que já as tinha ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Besiktas lida com um homem que quer outro país.
O banco17/04/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Erkan Yazici a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco17/04/2028
Alexander Nübel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Kayserispor vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Besiktas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Dois golos e um 8.32 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo08/04/2028
Ninguém quer jogar contra o Besiktas neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.28 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
15 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Besiktas, e 7 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mathias Fjørtoft Løvik está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Basaksehir vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑2 perante o nível do Paris Saint-Germain. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Semih Kılıçsoy produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.23 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Semih Kılıçsoy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathias Fjørtoft Løvik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.98. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Ali Al Musrati chama-lhe outra coisa em privado.
5 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Semih Kılıçsoy produziu-o, e o 8.94 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Milot Rashica e o Besiktas acertam mais 4 anos.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores28/02/2028
Václav Černý jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.37. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Besiktas daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Basaksehir segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
O bancoVáclav Černý tornou-se um homem de confiança do treinador
Junior Olaitan lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑1 frente ao Paris Saint-Germain, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Milot Rashica está no centro dessa descrição.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Alexander Nübel: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Semih Kılıçsoy produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Semih Kılıçsoy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Semih Kılıçsoy. 2‑0 sobre o Antalyaspor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel21/02/2028
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathias Fjørtoft Løvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Besiktas ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco14/02/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Erkan Yazici saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Besiktas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
PlantelPrimeira camisola de sénior para Cenk Tasci
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Besiktas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 0 contratações e 9 saídas
Está feito o negócio no Besiktas até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Besiktas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathias Fjørtoft Løvik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
10 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Vejo todos os jogos do Besiktas daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Basaksehir segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco31/01/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Erkan Yazici a uma sala que já as tinha ouvido.
$16.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Gaziantep pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Mustafa Hekimoğlu era uma das razões por que as pessoas vinham, e $13.7M não substitui isso sozinho.
O Besiktas perguntou e o Kasimpasa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
JogoAconteça o que acontecer, o Besiktas não perde
A proposta seguiu esta semana para o Gaziantep, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Besiktas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Ankaragucu queria mais do que $2.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Besiktas perguntou e o Ankaragucu disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Antalyaspor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Verba acordada, salário acordado, e o Trabzonspor à espera com uma camisola. No Besiktas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Notas dos jogadores10/01/2028
Mustafa Hekimoğlu, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.23
Um 8.23 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O Besiktas foi ao Basaksehir com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$1.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Antalyaspor pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basaksehir fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 20 anos, média de 7.03, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O telefone voltou a tocar por causa de Mustafa Hekimoğlu, e desta vez do outro lado está o Trabzonspor. No Besiktas ouvem com educação e não prometem nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basaksehir fica com o seu homem, e o Besiktas volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Besiktas, e não vai ser retirado.
O Besiktas foi ao Basaksehir com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Mustafa Hekimoğlu tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Junior Olaitan. 2‑0 sobre o Adana Demirspor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathias Fjørtoft Løvik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wilfred Ndidi, e o treinador deixou.
Metade do calendário jogado, 5.º lugar, 37 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Milot Rashica está nela.
O banco27/12/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Erkan Yazici escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathias Fjørtoft Løvik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Besiktas sabem-no.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Besiktas, e 5 jogos em 24 dizem que merece ser ouvido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco20/12/2027
Alexander Nübel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Besiktas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
3‑1 frente ao Zalgiris, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Jogo11/12/2027
Semih Kılıçsoy ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 95. Semih Kılıçsoy encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Ankaragucu passou do ponto ao nada num só movimento.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Besiktas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathias Fjørtoft Løvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Semih Kılıçsoy, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Devrim Şahin e o Besiktas acertam mais 4 anos.
O banco06/12/2027
Václav Černý tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ali Al Musrati está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Besiktas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Besiktas e o Kayserispor, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Notas dos jogadoresIanis Hagi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Václav Černý no seu melhor
69Edição
O Diário de Besiktas
22/11/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel22/11/2027
28 dias de fora para Mahmut Yazici depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Eliminado, 1‑2 com o Fatih Karagumruk, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ianis Hagi, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Besiktas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Semih Kılıçsoy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mathias Fjørtoft Løvik estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel08/11/2027
48 dias de fora para Mahmut Yazici depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
1‑2 frente ao Bournemouth. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Notas dos jogadores08/11/2027
Mustafa Hekimoğlu, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.01
Um 8.01 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexander Nübel, e o treinador deixou.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
57 dias de fora para Mahmut Yazici depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Besiktas ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Václav Černý está nela.
65 dias de fora para Mahmut Yazici depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑2 frente ao Bournemouth. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresVáclav Černý jogou uma tarde diferente da de toda a gente
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre Milot Rashica
73 dias de fora para Mahmut Yazici depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kassoum Ouattara e o Besiktas acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emirhan Topçu, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
80 dias de fora para Mahmut Yazici depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Besiktas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Emmanuel Agbadou marcou, foi avaliado com 7.97 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Besiktas sabem-no.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Besiktas, e 3 jogos em 14 dizem que merece ser ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Besiktas foi explícito quanto à situação de Oh Hyeon-Gyu, o que é mais do que muitos recebem.
O banco11/10/2027
Alexander Nübel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Besiktas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
5‑2 frente ao Zalgiris, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Salih Özcan produziu-o, e o 8.57 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Milot Rashica produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Besiktas e do Zalgiris por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mustafa Hekimoğlu produziu-o, e o 9.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
7.90, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Besiktas e o Istanbulspor, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Semih Kılıçsoy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Milot Rashica produziu-o, e o 9.09 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Christopher Lungoyi produziu-o, e o 9.01 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Václav Černý e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Jogo11/09/2027
O Besiktas torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Galatasaray queria mais do que $12.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Besiktas ficou sem tempo com o Basaksehir. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Besiktas a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Besiktas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Christopher Lungoyi produziu-o, e o 9.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Besiktas foi ao Basaksehir com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Václav Černý esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Besiktas perguntou e o Ankaragucu disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jogo28/08/2027
O Besiktas torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.