4 Set 2026
Sexta-feira
Processo
5 Edição

O Arauto de Black Aces

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Luther Ngcobo pede para sair do Black Aces

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Takalani Mazhamba

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Black Aces fez a parte difícil com o Kaizer Chiefs, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Black Aces

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Black Aces já não são delicadas.

Plantel

Os ânimos aquecem no Black Aces

Ronwen Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Ntsikelelo Nyauza desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Morgan Lorch um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Polokwane City leva os pontos ao Black Aces

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mandla Modiba a uma sala que já as tinha ouvido.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Percy Khune

Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Em resumo

Edições anteriores
4 Edição

O Arauto de Black Aces

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Black Aces desfeito em campo

0‑5 para o Mamelodi Sundowns, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Mercado

Sifiso Lorch põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Black Aces, e não vai ser retirado.

Plantel

Evidence Kekana sozinho contra todos

6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Plantel

Os ânimos aquecem no Black Aces

Ntsikelelo Nyauza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Solly Khunyedi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Themba Jali ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

Portas fechadas no Black Aces

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

O banco

Mandla Modiba responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Alvos de mercado

O Black Aces pergunta por Zuko Mdunyelwa

Uma sondagem ao Mamelodi Sundowns para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo

3 Edição

O Arauto de Black Aces

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Ntsikelelo Nyauza — 7.85

Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Plantel

Ntsikelelo Nyauza em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Black Aces

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Erick Dala estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Erick Dala

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Erick Dala, e o treinador deixou.

Jogo

Ntsikelelo Nyauza responde de imediato ao SuperSport United

Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Ntsikelelo Nyauza pôs o Black Aces de novo em igualdade em 2 minutos, e o SuperSport United nunca chegou a jogar com vantagem.

Plantel

Percy Phiri assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Percy Phiri compromete-se com o Black Aces por mais 3 anos.

Jogo

Black Aces e SuperSport United levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mandla Modiba não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Black Aces também ninguém o escondia.

O banco

O Black Aces escolhe outro à frente de Luther Ngcobo

Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.

Em resumo

2 Edição

O Arauto de Black Aces

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Bradley Dolly pede para sair do Black Aces

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Nkosikhona Ndaba

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Black Aces fez a parte difícil com o Orlando Pirates, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Themba Jali assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Themba Jali e o Black Aces acertam mais 4 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Black Aces

Ronwen Jali esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

Dia de subida no Black Aces

3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Black Aces

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ntsikelelo Nyauza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Um dos nossos: Mandla Furman junta-se à equipa principal do Black Aces

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mandla Furman é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Mercado

Rivaldo Mothiba sobe da formação do Black Aces

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Rivaldo Mothiba está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

Um dos nossos: Ramahlwe Phiri junta-se à equipa principal do Black Aces

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ramahlwe Phiri é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Em resumo

1 Edição

O Arauto de Black Aces

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Themba Mahlangu pede para sair do Black Aces

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Bongani Mokoena em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Black Aces coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Erick Dala desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Mandla Erasmus fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mandla Erasmus e o Black Aces acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Alvos de mercado

O Black Aces tenta Zuko Mdunyelwa por empréstimo

Perguntou-se ao Mamelodi Sundowns se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Samkelo Dlamuka está em marcha

O Black Aces já telefonou ao Golden Arrows. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

O banco

Themba Jali pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Erick Dala já sabe quanto ganha o do lado

Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Black Aces essa pergunta é mais difícil de responder.

Mercado

O relógio corre no contrato de Mandla Erasmus

Faltam 12 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.

Em resumo