Bnei Sakhnin U18

Israeli Premier League U18
11 Fev 2027
Quinta-feira
Processo
28 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Durel Avounou entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bnei Sakhnin podem fingir não ter ouvido.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Bnei Sakhnin

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Bnei Sakhnin já não são delicadas.

Plantel

Maron Ghantous assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Maron Ghantous e o Bnei Sakhnin acertam mais 3 anos.

Alvos de mercado

O Cruzeiro avisa o Bnei Sakhnin: Marquinhos não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Tarde má para o Bnei Sakhnin diante do Hapoel Beer Sheva

0‑2 para o Hapoel Beer Sheva, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Bnei Sakhnin

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Johan N'Zi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Léo quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Bnei Sakhnin sabem-no.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Adi Melikson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Mercado

O Bnei Sakhnin compra os anos que Samuel Reis tem pela frente

Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.

Em resumo

Edições anteriores
27 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

O Hapoel Tel Aviv castiga a desconcentração do Bnei Sakhnin

2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Daniel Paraschiv não será o apontado, mas ninguém no Bnei Sakhnin escapa à conversa que se segue a um colapso destes.

Direção

O prazo passa com 1 contratações e 1 saídas

Está feito o negócio no Bnei Sakhnin até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Marquinhos rejeita a mudança

O Bnei Sakhnin tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Cruzeiro, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin leva uma nega por Alerrandro

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Bnei Sakhnin volta a uma lista com um nome riscado.

Notas dos jogadores

Daniel Paraschiv jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.48. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Bnei Sakhnin

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Johan N'Zi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Renê Júnior assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Renê Júnior compromete-se com o Bnei Sakhnin por mais 1 anos.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Abu-Nil

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Abu-Nil, e o treinador deixou.

Mercado

Maccabi Netanya estão prestes a pegar no telefone

Haverá conversa esta semana. Bnei Sakhnin vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.

Em resumo

26 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

Começam os papéis de Marquinhos

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Bnei Sakhnin fez a parte difícil com o Cruzeiro, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Bnei Sakhnin perde Saná Gomes

32 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.

Mercado

Jubayer Bushnak atrai pretendentes

O nome de Jubayer Bushnak apareceu em conversas de que o Bnei Sakhnin não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin leva uma nega por Tomás Nasif

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Bnei Sakhnin volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Johan N'Zi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Tarde má para o Bnei Sakhnin diante do Maccabi Netanya

0‑1 para o Maccabi Netanya, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Não há esconderijo para Renê Júnior

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Renê Júnior, e o treinador deixou.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Adi Melikson a uma sala que já as tinha ouvido.

Notas dos jogadores

Ibrahima Dramé estava imparável

Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Em resumo

25 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Maccabi Haifa voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Bnei Sakhnin não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Leonel Pérez rejeita a mudança

O Bnei Sakhnin tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Grêmio, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Bnei Sakhnin

A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Alvos de mercado

Porta fechada: Ivo Mammini fica onde está

O Bnei Sakhnin perguntou e o Gimnasia La Plata disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Amir Ben-Shimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Johan N'Zi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Não há esconderijo para Freire

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Freire, e o treinador deixou.

O banco

Adi Melikson: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Plantel

Johan N'Zi vai ter de ver este de fora

Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Bnei Sakhnin perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.

Em resumo

24 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Jubayer Bushnak pede para sair do Bnei Sakhnin

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Bnei Sakhnin recusa o Hapoel Kfar Saba por Jubayer Bushnak

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

Gui Negão não vem para o Bnei Sakhnin

As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Corinthians ninguém diz, e no Bnei Sakhnin ninguém gosta de estar a adivinhar.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Bnei Sakhnin neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Jogo

Loay Halaf leva o Bnei Sakhnin a superar o Bnei Yehuda

Terminou 3‑1, e a tarde foi de Loay Halaf: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Bnei Sakhnin.

Alvos de mercado

O Cruzeiro avisa o Bnei Sakhnin: Jonathan Jesus não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Sakhnin

Saná Gomes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Mais uma trazida de fora

3 seguidas na estrada para o Bnei Sakhnin. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.

Notas dos jogadores

Johan N'Zi encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Em resumo

23 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Durel Avounou parte o coração do Hapoel Kiryat Shmona

Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Durel Avounou marcou ao minuto 85, o Hapoel Kiryat Shmona já pensava na viagem de regresso, e o Bnei Sakhnin levou tudo.

Direção

Ahmed Salman aceitou deixar o Bnei Sakhnin a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Mercado

Hapoel Kfar Saba entra na fila por Jubayer Bushnak

Mais um nome na lista: o Hapoel Kfar Saba fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jubayer Bushnak. A resposta do Bnei Sakhnin não mudou — para já.

Plantel

Renê Júnior tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Bnei Sakhnin lida com um homem que quer outro país.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin leva uma nega por Belal Shahen

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Kiryat Shmona fica com o seu homem, e o Bnei Sakhnin volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Sakhnin

Johan N'Zi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Durel Avounou faz a diferença pelo Bnei Sakhnin contra o Hapoel Kiryat Shmona

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Durel Avounou. 1‑0 sobre o Hapoel Kiryat Shmona, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Matheus Vieira assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Matheus Vieira compromete-se com o Bnei Sakhnin por mais 3 anos.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Durel Avounou

Uma nota de 7.77, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Em resumo

22 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Daniel Paraschiv leva o Bnei Sakhnin a superar o Beitar Jerusalem

Terminou 2‑1, e a tarde foi de Daniel Paraschiv: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Bnei Sakhnin.

Jogo

Beitar Jerusalem varrido logo de início

Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Beitar Jerusalem tentou reorganizar-se, o Bnei Sakhnin não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Bnei Sakhnin

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Johan N'Zi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Daniel Paraschiv

Nota 8.19 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

O banco

O treinador faz de Renê Júnior um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Abed Yassin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Adi Melikson: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 2‑1, já a falar do próximo.

O banco

Uma promessa cumprida a Amir Ben-Shimon

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Bnei Sakhnin disse a Amir Ben-Shimon que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

Plantel

O sistema deixou Matheus Vieira para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Bnei Sakhnin vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

Em resumo

21 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jubayer Bushnak tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Bnei Sakhnin já falam dele no passado.

Direção

Jubayer Bushnak assina pelo Hapoel Haifa ainda ao serviço do Bnei Sakhnin

As regras permitem-no e dói na mesma. Jubayer Bushnak acertou condições com o Hapoel Haifa para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Notas dos jogadores

Johan N'Zi passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

Não há esconderijo para Ori Dahan

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ori Dahan, e o treinador deixou.

Plantel

Daniel Paraschiv chega aos 200

200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Sakhnin sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johan N'Zi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

O Bnei Sakhnin apanhado aos 90 minutos

O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Hapoel Haifa marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.

Notas dos jogadores

Um instante estraga Max Grechkin

Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.

O banco

Uma promessa cumprida no Bnei Sakhnin

Disseram uma coisa a Max Grechkin e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Em resumo

20 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Bnei Sakhnin despede-se da taça

O Maccabi Tel Aviv segue em frente e o Bnei Sakhnin vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Jogo

Bnei Sakhnin encontra maneira de passar pelo Maccabi Haifa

O Maccabi Haifa obrigou o Bnei Sakhnin a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Daniel Paraschiv

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.36, e nem uma objeção no estádio.

Jogo

O boletim de meio de época do Bnei Sakhnin

9.º lugar, 17 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

Plantel

Willames José fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Willames José e o Bnei Sakhnin acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Notas dos jogadores

O remate que fugiu a Yoav Hofmeister

Onze metros, um guarda-redes a adivinhar, e ainda assim não entrou. O próximo é dele, e o estádio inteiro vai suster a respiração.

Plantel

Um desentendimento no Bnei Sakhnin

Geovane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Notas dos jogadores

Reuben Acquah passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Bnei Sakhnin

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

19 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Acabou a série do Bnei Sakhnin

11 jogos sem perder, e depois o Maccabi Petach Tikva. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.

O banco

Abed Yassin diz que o Bnei Sakhnin não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Renê Júnior fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Renê Júnior e o Bnei Sakhnin acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Jogo

Maccabi Petach Tikva leva os pontos ao Bnei Sakhnin

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Um desentendimento no Bnei Sakhnin

Amir Ben-Shimon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Johan N'Zi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Adi Melikson a uma sala que já as tinha ouvido.

O banco

O treinador faz de Mohammed Abu-Nil um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O Bnei Sakhnin escolhe outro à frente de Renê Júnior

Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.

Em resumo

18 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

Os dois de Daniel Paraschiv — 9.08

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.08, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

11 jogos sem perder para o Bnei Sakhnin

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 11 jogos sem derrota são uma base que o Bnei Sakhnin não tinha no outono.

Jogo

Até que enfim: o Bnei Sakhnin ganha um jogo

6 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Hapoel Kfar Saba. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Johan N'Zi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Bnei Sakhnin despacha o Hapoel Kfar Saba

Três pontos para o Bnei Sakhnin: um 2‑0 diante do Hapoel Kfar Saba num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Ibrahima Dramé

Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Adi Melikson, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Notas dos jogadores

Nada passou por Maron Ghantous

Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.

Plantel

Daniel Paraschiv estreia-se a marcar pelo Bnei Sakhnin

Pelo primeiro pergunta-se a todos os reforços até ele chegar. Chegou, e já pode deixar de responder.

Em resumo

17 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

10 jogos sem perder para o Bnei Sakhnin

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 10 jogos sem derrota são uma base que o Bnei Sakhnin não tinha no outono.

Jogo

A espera do Bnei Sakhnin continua

Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Durel Avounou

Dribles concretizados: 20. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Johan N'Zi em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bnei Sakhnin coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Renê Júnior um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Daniel Paraschiv abre o jogo

Oportunidades criadas: 11. A coluna que ninguém lê tinha a história toda do jogo, e o nome dele estava no topo.

Notas dos jogadores

Uma tarde de defesa para Modestas Vorobjovas

Ações defensivas: 15. Chegou primeiro a tudo e tarde a nada, e por isso o guarda-redes teve um dia tranquilo.

O banco

Meio satisfeito: Adi Melikson sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Renê Júnior

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

Em resumo

16 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Mustafa Sheikh Yousef guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bnei Sakhnin pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Sakhnin

Amir Ben-Shimon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Bnei Sakhnin

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Johan N'Zi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Jubayer Bushnak ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A pergunta sobre Daniel Paraschiv persegue o Bnei Sakhnin

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Daniel Paraschiv. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Hamoudi Kalaily tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Bnei Sakhnin dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Abre-se uma porta a Renê Júnior

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Plantel

Johan N'Zi quer saber porque ganha menos

Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Bnei Sakhnin não tem uma boa resposta.

Plantel

Uma temporada à margem para Willames José

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Bnei Sakhnin ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Em resumo

15 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Bnei Sakhnin não perde

Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Bnei Sakhnin por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Bnei Sakhnin tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Sakhnin

Johan N'Zi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Mohammed Abu-Nil fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammed Abu-Nil e o Bnei Sakhnin acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Ibrahima Dramé

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.17, e nem uma objeção no estádio.

O banco

Não há esconderijo para Yoav Hofmeister

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yoav Hofmeister, e o treinador deixou.

Jogo

Igualdade entre Bnei Sakhnin e Hapoel Acre

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Adi Melikson não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Bnei Sakhnin também ninguém o escondia.

O banco

O Bnei Sakhnin escolhe outro à frente de Renê Júnior

Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.

Em resumo

14 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

8 jogos sem perder para o Bnei Sakhnin

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 8 jogos sem derrota são uma base que o Bnei Sakhnin não tinha no outono.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Bnei Sakhnin por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Bnei Sakhnin tem de arrancar um resultado de algum lado.

Jogo

O Bnei Sakhnin não encontra a baliza

4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

O banco

Ori Dahan ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

No Bnei Sakhnin ainda são estranhos uns para os outros

6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Plantel

Mohammed Abu-Nil no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mohammed Abu-Nil está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Meio satisfeito: Adi Melikson sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

Amir Ben-Shimon fica de fora após uma má fase

A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.

Jogo

Sem golos entre Bnei Sakhnin e Hapoel Beer Sheva

Noventa minutos, dois guarda-redes de luvas limpas e nem um remate digno de arquivo. O Hapoel Beer Sheva será quem sai mais contente com o ponto.

Em resumo

13 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

6 defesas: Mohammed Abu-Nil foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Bnei Sakhnin

A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Jogo

Os golos abandonaram o Bnei Sakhnin

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Bnei Sakhnin sabe dizer em que semana.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Saná Gomes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Sakhnin sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johan N'Zi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Yonatan Glazer de fora 44 dias

A enfermaria confirma 44 dias de paragem para Yonatan Glazer, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

O banco

Meio satisfeito: Adi Melikson sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

Ori Dahan pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O Bnei Sakhnin escolhe outro à frente de Amir Ben-Shimon

Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.

Em resumo

12 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Evolução real de Amit Kredi no Bnei Sakhnin

A forma vai e vem; esta não foi. Amit Kredi tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Bnei Sakhnin

A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Sakhnin

Amir Ben-Shimon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Johan N'Zi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ibrahima Dramé estava imparável

Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Meio satisfeito: Adi Melikson sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

Renê Júnior fica de fora após uma má fase

A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.

Antevisão

O Bnei Sakhnin mede-se com a equipa que todos perseguem

O Hapoel Tel Aviv chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.

Plantel

Não há lugar para Willames José no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Bnei Sakhnin joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Em resumo

11 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O salto de Abed Yassin é a sério

Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Sakhnin

Johan N'Zi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Freire assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Freire e o Bnei Sakhnin acertam mais 1 anos.

Plantel

Freire não encaixa no Bnei Sakhnin

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

O banco

Abed Yassin ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Experiência a entrar pela porta do Bnei Sakhnin

Willames José chega aos 36 anos sem nada por provar e muito por transmitir. As pernas são moeda de jovem; saber onde estar não envelhece.

Antevisão

Loay Halaf regressa para defrontar o Maccabi Netanya

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Loay Halaf: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Bnei Sakhnin a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Mercado

A história de Daniel Paraschiv recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daniel Paraschiv assinar alguma coisa — um contrato no Bnei Sakhnin ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Hamoudi Kalaily tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Bnei Sakhnin dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

10 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Renê Júnior fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Renê Júnior e o Bnei Sakhnin acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Amir Ben-Shimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bnei Sakhnin coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Sakhnin sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johan N'Zi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

No Bnei Sakhnin ainda são estranhos uns para os outros

9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Direção

Em Bnei Sakhnin, 94% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

Adi Melikson: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Mercado

Experiência a entrar pela porta do Bnei Sakhnin

Freire chega aos 37 anos sem nada por provar e muito por transmitir. As pernas são moeda de jovem; saber onde estar não envelhece.

Mercado

Experiência a entrar pela porta do Bnei Sakhnin

Renê Júnior chega aos 37 anos sem nada por provar e muito por transmitir. As pernas são moeda de jovem; saber onde estar não envelhece.

Jogo

Sem golos entre Bnei Sakhnin e Maccabi Tel Aviv

Noventa minutos, dois guarda-redes de luvas limpas e nem um remate digno de arquivo. O Maccabi Tel Aviv será quem sai mais contente com o ponto.

Em resumo

  • O banco Durel Avounou tornou-se um homem de confiança do treinador
  • Notas dos jogadores Johan N'Zi passa por eles um de cada vez
  • O banco O plano não tinha lugar para Abed Yassin
9 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Bnei Sakhnin segue caminho na taça

O Hapoel Haifa está fora e o Bnei Sakhnin segue em frente, com um 3‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Jogo

Final cruel para o Hapoel Haifa com a estocada do Bnei Sakhnin

Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Bnei Sakhnin marcou aos 95, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.

Notas dos jogadores

Os dois de Hamoudi Kalaily — 8.91

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.91, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Saná Gomes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

As bancadas

Os adeptos do Bnei Sakhnin encontraram um ídolo em Jubayer Bushnak

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Jubayer Bushnak tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Loay Halaf faz a diferença pelo Bnei Sakhnin contra o Bnei Yehuda

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Loay Halaf. 1‑0 sobre o Bnei Yehuda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Loay Halaf

Nota 8.25 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Notas dos jogadores

Johan N'Zi passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 17. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

Adi Melikson diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Adi Melikson sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Em resumo

8 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Um desentendimento no Bnei Sakhnin

Johan N'Zi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

O Bnei Sakhnin salva um ponto aos 92 minutos

A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 92. O Hapoel Kiryat Shmona tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Artur Miranyan

Uma nota de 7.52, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Jogo

Igualdade entre Bnei Sakhnin e Hapoel Kiryat Shmona

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

Adi Melikson: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

O banco

A falta de forma apanha Amir Ben-Shimon

Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Durel Avounou

Dribles concretizados: 13. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Mohammed Abu-Nil ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A conversa sobre Loay Halaf não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Bnei Sakhnin sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

7 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Evolução real de Amit Kredi no Bnei Sakhnin

A forma vai e vem; esta não foi. Amit Kredi tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

O banco

O treinador faz de Loay Halaf um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Sakhnin sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johan N'Zi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

O Bnei Sakhnin faz as contas à perda de Majd Suleiman

27 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

O banco

Adi Melikson sobre o ponto

“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Adi Melikson depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.

O banco

Ori Dahan bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bnei Sakhnin, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Jogo

Bnei Sakhnin e Beitar Jerusalem anulam-se

Zero a zero e quase nenhuma ocasião digna desse nome. O Beitar Jerusalem veio defender e levou exatamente aquilo que veio buscar.

Antevisão

Ori Dahan regressa para defrontar o Hapoel Kiryat Shmona

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ori Dahan: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Bnei Sakhnin a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Mercado

A história de Daniel Paraschiv recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daniel Paraschiv assinar alguma coisa — um contrato no Bnei Sakhnin ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

6 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Hamoudi Kalaily entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Bnei Sakhnin podem fingir não ter ouvido.

Direção

O Bnei Sakhnin fecha o mercado com um plantel feito por si

17 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Giuliano Gurrieri rejeita a mudança

O Bnei Sakhnin tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Maccabi Petach Tikva, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Mercado

Bnei Sakhnin recusa o Beitar Jerusalem por Ahmed Salman

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin recua perante o preço de Gal Ma'atook

O Maccabi Petach Tikva queria mais do que $71.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Plantel

Johan N'Zi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

No Bnei Sakhnin ainda são estranhos uns para os outros

7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Ori Dahan bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ori Dahan treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

O Bnei Sakhnin começou a construir à volta de Ori Dahan

Era uma das opções. Agora é um dos homens à volta de quem as opções se escolhem, e a mudança foi tão silenciosa que no dia só o balneário reparou.

Em resumo

5 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Bnei Sakhnin desfeito em campo

0‑3 para o Hapoel Haifa, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Mercado

Hapoel Tel Aviv voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Bnei Sakhnin não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

As bancadas

O Bnei Sakhnin vende um ídolo por $1.0M

Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Matty Cudjoe era uma das razões por que as pessoas vinham, e $1.0M não substitui isso sozinho.

Alvos de mercado

Verba fechada, faltam as condições de Giuliano Gurrieri

O Bnei Sakhnin e o Maccabi Petach Tikva acertaram em $320.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.

Mercado

Ahmed Salman põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bnei Sakhnin, e não vai ser retirado.

Direção

Bnei Sakhnin volta à direção por Gal Ma'atook

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $72.3K — um clube que quer Gal Ma'atook ao ponto de perguntar duas vezes.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Wallace Yan rejeita a mudança

O Bnei Sakhnin tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Flamengo, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Mercado

Bnei Sakhnin vende Matty Cudjoe por $1.0M

Matty Cudjoe parte para o Maccabi Tel Aviv num negócio de $1.0M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Alvos de mercado

Porta fechada: Zohar Zasano fica onde está

O Bnei Sakhnin perguntou e o Maccabi Haifa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Em resumo

4 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jubayer Bushnak pede para sair do Bnei Sakhnin

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

Bruninho não vem para o Bnei Sakhnin

As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Bragantino ninguém diz, e no Bnei Sakhnin ninguém gosta de estar a adivinhar.

Alvos de mercado

Caro demais: o Bnei Sakhnin desiste de Ethane Azoulay

$870.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Maccabi Haifa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin avança para Giuliano Gurrieri

$270.0K em cima da mesa do Maccabi Petach Tikva. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Direção

1 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Bnei Sakhnin

A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.

Alvos de mercado

Porta fechada: Gabriel Bontempo fica onde está

O Bnei Sakhnin perguntou e o Santos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Troca de palavras no Bnei Sakhnin

Amir Ben-Shimon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

O Bnei Sakhnin promove Eitan Abada de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Eitan Abada passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Bnei Sakhnin

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Johan N'Zi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

3 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin recua perante o preço de Pierre Cornud

O Maccabi Haifa queria mais do que $3.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Alvos de mercado

O Gimnasia La Plata avisa o Bnei Sakhnin: Ivo Mammini não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Um desentendimento no Bnei Sakhnin

Amir Ben-Shimon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Majd Suleiman de fora 57 dias

A enfermaria confirma 57 dias de paragem para Majd Suleiman, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin tenta Bruninho por empréstimo

Perguntou-se ao Bragantino se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin pergunta por Wallace Yan

Uma sondagem ao Flamengo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Plantel

Jubayer Bushnak desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

A história de Daniel Paraschiv recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daniel Paraschiv assinar alguma coisa — um contrato no Bnei Sakhnin ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Chega concorrência para Modestas Vorobjovas

Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Bnei Sakhnin não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.

Em resumo

2 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin avança para Pierre Cornud

$3.1M em cima da mesa do Maccabi Haifa. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Mercado

Maccabi Haifa voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Bnei Sakhnin não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Direção

Bnei Sakhnin volta à direção por Pierre Cornud

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.3M — um clube que quer Pierre Cornud ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Saná Gomes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

O Bnei Sakhnin promove Tal Dabbur de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Tal Dabbur passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Mercado

Dan Abada sobe da formação do Bnei Sakhnin

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Dan Abada está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Mercado

O Bnei Sakhnin promove Matan Refaelov de dentro

A formação existe exatamente para esta manhã. Matan Refaelov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.

Plantel

6 caras novas e o Bnei Sakhnin ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Jubayer Bushnak ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

1 Edição

A Gazeta de Bnei Sakhnin

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Maron Ghantous: 12 épocas, e a contar

219 jogos ao longo de 12 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Bnei Sakhnin sabe exatamente o que tem.

Plantel

Daniel Paraschiv assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daniel Paraschiv e o Bnei Sakhnin acertam mais 4 anos.

Mercado

O relógio corre no contrato de Daniel Paraschiv

Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.

Plantel

Palavras no treino do Bnei Sakhnin sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johan N'Zi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Bnei Sakhnin

Abed Yassin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Bnei Sakhnin tenta Ivo Mammini por empréstimo

Perguntou-se ao Gimnasia La Plata se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo